Ajustando expectativas com o Android Go

O último smartphone do Google, o Pixel 3, tem 4 GB de RAM. A RAM é um tipo de memória temporária, usado pelo sistema e todos os aplicativos durante sua execução. O Galaxy Note 9, da Samsung, tem 6 GB de RAM. Existem aparelhos, como o OnePlus 6 e o Huawei P20 Pro, que chegam a 8 GB. Em breve a chinesa Oppo lançará um com 10 GB. Quanto é o bastante? Em regra, quanto mais, melhor. Mas para a Positivo e o Google, apenas 1 GB já é o bastante. Continue lendo “Ajustando expectativas com o Android Go”

Sem surpresas, o Galaxy S9 é um ótimo smartphone

Usar o Galaxy S9 por duas semanas ratificou uma impressão que sempre tive: é fácil escolher e avaliar smartphones topos de linha. Os desafios desse tipo de análise se resumem a encontrar algum ponto fraco inesperado (raro, mas acontece; vide a posição do leitor de digitais do S8) e justificar o valor, invariavelmente alto. Continue lendo “Sem surpresas, o Galaxy S9 é um ótimo smartphone”

F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame

Em algum ponto no meio da vida do primeiro PlayStation, a Sony lançou controles com direcionais analógicos. Fazia sentido nos ambientes tridimensionais que aquele videogame proporcionava. Em jogos antigos ou nos modernos que preservam quatro ou oito eixos? Nem tanto. A 8bitdo, de Hong Kong, está suprindo a demanda por bons controles com direcionais digitais em formato de cruz. E está fazendo isso muito bem. Continue lendo “F30 Pro, da 8bitdo, moderniza os antigos (e ótimos) controles de videogame”

iPhone 8: mais do mesmo, só que melhor

Existe um aspecto no previsível que, com frequência, é negligenciado ou até desvalorizado — especialmente em indústrias movidas a novidades reluzentes, como a de tecnologia de consumo. A crítica bate forte em produtos que não se diferem muito, no visual, dos seus antecessores, mas se esquece de que, às vezes, mudar por mudar causa mais mal do que traz benefícios e que há algo a ser apreciado no mais do mesmo. Caso em tela: o iPhone 8. Continue lendo “iPhone 8: mais do mesmo, só que melhor”

Na quarta temporada, “Black Mirror” parece preso dentro de um episódio de “Black Mirror”

Já li mais de uma vez gente recomendando não começar Black Mirror pelo começo, ou seja, pelo primeiro episódio da primeira temporada. Tecnicamente, não há prejuízo: todo episódio contém uma história independente com personagens que jamais aparecerão em outro e cada um é hermeticamente fechado, com começo, meio e fim. Continue lendo “Na quarta temporada, “Black Mirror” parece preso dentro de um episódio de “Black Mirror””

[Review] Gear Sport, o relógio inteligente para esportistas da Samsung

Em 2013, quando smartwatches (ou relógios inteligentes) surgiram, eles prometiam nos livrar do vício do smartphone e, quando fosse impossível ignorar as notificações, tornar o ato de olhá-las menos rude. A categoria falhou nesses dois objetivos, mas encontrou utilidades mais humildes e virou um acessório considerado por uma pequena parcela dos consumidores — o que já é um grande mérito se lembrarmos de outras investidas recentes da indústria de tecnologia que tiveram um final pior, como o Google Glass e as TVs 3D. Continue lendo “[Review] Gear Sport, o relógio inteligente para esportistas da Samsung”

Uma olhada rápida no Kindle Fire HD8 — e como é usá-lo no Brasil

Dizer que há uma lacuna no mercado de tablets é minimizar o problema. O que existe é um Grand Canyon. Em uma das pontas, temos o iPad Pro e o Galaxy Tab S3, produtos impecáveis que não saem por menos de R$ 2,5 mil. Na outra, um mar de aparelhos de qualidade duvidosa, custando até R$ 300. Se aqui no Brasil o intervalo entre elas é um vácuo, nos Estados Unidos existe um pontinho laranja, bem ali no meio, chamado Kindle Fire, a linha de tablets da Amazon. Continue lendo “Uma olhada rápida no Kindle Fire HD8 — e como é usá-lo no Brasil”

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