Quantificando o projeto tiny-Small do SmolPhone
Pesquisadores da Universidade de Rennes, na França, criaram um projeto chamado SmolPhone que explora o uso de dois chips, um mais fraco e econômico, outro mais potente, a fim de criar um celular com recursos esperados em smartphones cuja bateria dure uma semana longe da tomada. No paper abaixo, curtinho, eles exploram a ideia em um protótipo com o Raspberry Pi.
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Uma dúvida: Como fica a questão da facilidade (ou dificuldade) do desenvolvimento de apps? Não ficaria mais complicado usar dois SoC separados?
Lembrei da história do Atari Jaguar, um videogame da década de 1990, em que se utilizava dois processadores potentes, o que tornou o desenvolvimento de jogos pra ele uma coisa bem trabalhosa.
Claro, hoje em dia é bem diferente daquela época, mas fiquei com essa dúvida.
A ideia deles é rodar no chip mais fraco/econômico apenas aplicações “core” do celular, como mensagens, telefone e agenda de contatos. Elas teriam que ser desenvolvidas do zero, sim, mas como é um escopo definido e limitado, talvez seja viável? Outros aplicativos seriam direcionados ao chip mais potente, provavelmente um SoC de prateleira, já compatível com apps convencionais.
Hm, interessante. Se for bem aplicado, pode ser uma boa experiência.
Quero faz anos