Post livre #310

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231 comentários

  1. não sei se já apareceu por aqui, mas achei maravilhosa a proposta desse aplicativo “anti-social”: https://minutiae-app.org

    ainda tem um pouco (mesmo que bem pouco) da neurose dos demais aplicativos de redes sociais, já que há um senso de urgência em seu uso — mas nesse caso há algo de gracioso nesse momento particular de urgência

    uma vez por dia o aplicativo manda uma notificação solicitando que a pessoa capture uma imagem do que ela está vivendo no momento — e depois tem mais um minuto para explorar outras imagens semelhantes

    e só — nada de feed, nada de stories, nada de notificações

    o único problema: é pago

    :/

    1. Lembrou o BeReal, “nova sensação” em redes sociais nos EUA. E tudo isso me lembra o Rando, que eu adorava no breve período em que ele existiu, quase uma década atrás.

      É tudo muito instigante mesmo, mas essas coisas mais experimentais não se sustentam como negócio.

  2. Vamos supor que alguem quisesse fazer o proprio celular. Quais seriam os caminos?

    1. Tem o FairPhone, que só tem na Europa.
      Tem os projetos DIY em sites como Instructables, mas voltados para telefones celulares simples.
      Tem o Strange Parts, que é um carinha que rodou a China comprando peças e montando seu próprio iPhone.

      Fora isso, tipo, a não ser que estude engenharia eletrônica, telecomunicações e software, o caminho vai ser de peças prontas.

    2. dá pra fazer até com raspberry. com conhecimento e habilidade suficiente você até conseguiria projetar um, mas o custo e tempo seriam tão altos que seria mais prático comprar um pronto mesmo.

  3. Embarquei no mundo dos teclados 60%. E depois de ver o post daqui do MdU, to atrás de um apoio para pulso de teclado (e se tiver tb de mouse) de madeira.
    Alguém tem indicação de lugar bom e barato nesses formatos? Pode ser por aqui ou até no Aliexpress.
    Achei até uma loja no Ali que tem dos dois. Mas a falta de feedback me deixa meio com receio.
    https://pt.aliexpress.com/item/1005004090889188.html?spm=a2g0o.productlist.0.0.2a0b449fFP3cv7&algo_pvid=60002b05-4413-45b4-80dd-77778e96b06f&algo_exp_id=60002b05-4413-45b4-80dd-77778e96b06f-0&pdp_ext_f=%7B%22sku_id%22%3A%2212000027999523233%22%7D&pdp_pi=-1%3B40.69%3B-1%3B-1%40salePrice%3BBRL%3Bsearch-mainSearch (Mousepad)
    https://pt.aliexpress.com/item/1005004090857264.html?spm=a2g0o.store_pc_allProduct.8148356.3.40cf4c64ENAFyD (teclado 60%)

    1. Eu fico admirado pelo preço…. Temos madeira até indo pro lixo, daria tranquilamente pra mandar fazer aqui, mas iam cobrar quanto pelo serviço??

      1. Aqui, só achei do apoio para teclado, e por 80 reais, ao invés de 40 no mercado livre. Só não arrisquei ainda de pegar pela total falta de feedback da loja no Ali. Por isso que queria saber de um lugar de “confiança” para pegar um lance desses.

  4. Esses dias conheci um serviço bacana, o Bitz. Permite que você tenha um cartão “de crédito” pré-pago de forma fácil. Pra quem tem problema pra organizar as finanças com o uso de um cartão de crédito, mas ainda assim precisa de um cartão pra fazer compras online, uma mão na roda.

    Ps.: não tenho nenhum interesse em fazer publicidade. Apenas um breve relato de algo interessante. E, não, o app não é perfeito.

    1. o neon tem isso também, vc pode usar a função crédito nos sites e ele desconta diretamente da conta corrente.

  5. Me irrita profundamente quando algumas pessoas me pedem opinião de hardware e depois não seguem a mesma por motivos ilógicos. Um camarada pediu um bom mouse sem fio, prontamente eu indiquei Logitech… dias depois ele me mostra o mouse comprado na Amazon por R$90 reais: Multilaser! Pqp véio, internamente deu vontade de berrar com ele, mas eu apenas concordei e vida segue. Ontem ele me fala que também vai comprar um teclado sem fio, já nem vou falar nada, até por que ele poderia ter comprado um combo de uma vez ao invés de perder mais uma porta USB do notebook…
    Desculpem o rant, mas isso ai me lembrou muito o motivo de não trabalhar mais com TI. kkkkk

    1. Sei bem como é. Pior mesmo é quando você monta uma boa configuração e a pessoa compra PC em supermercado. E ainda “te pressiona” a afirmar que não é tão ruim assim. Lá na frente, quando dá problema (e dará), ainda afirma que você validou a escolha.

    2. Essa semana que passou tentei ajudar uma cliente que perdeu o PC porque literalmente “explodiu” a placa mãe nas últimas chuvas que deram (suspeito que um raio deu pico e estourou o chipset). Por sorte não perdeu o HD.

      Expliquei para ela todas as opções possíveis e dei um valor. Falei que ela era livre para escolher o caminho que quisesse.

      Ela resolveu ir com o irmão pesquisar pcs usados na internet e comprou uma placa mãe para o PC. Ao invés de pedir o serviço para mim montar e configurar, resolveu pedir para me orientar o irmão dela para montar pensando que eu ia cobrar barato ou não ia cobrar pela aula.

      Resolvi bloquear no Whats.

      Eu entendo que todo mundo tá sem dinheiro e precisa economizar, mas sabe quando a gente se sente bem desmerecido pelo trabalho? Pois é. Pô, se o irmão quer se esforçar em aprender, o que mais tem hoje é tutorial por aí. Eu dou aula se a pessoa for legal comigo, mas senti meio que foi desmerecimento mesmo. :\

      Eu (tenho que admitir que) AMO trabalhar de suporte técnico. Só não suporto este tipo de atitude.

      1. Cara, aconteceu isso comigo uma vez. Montei uma rede numa gráfica e deixei nos computadores uma impressora PostScript que enviava trabalho finalizado direto para o RIP da Image Setter. Nada de muito misterioso, só um driver postscript genérico, com o PPD do equipamento deles e a saída apontando para um pipe na rede.

        Um mês depois chamaram um pirangueiro qualquer para formatar uma das máquinas e, óbvio, que ele não conseguiu instalar a impressora para dar saída na Image Setter. O cliente teve a cara de pau de mandar o cara me ligar para perguntar o que ele tinha que fazer.

        Quando atendi o telefone, pensei se tratar de um funcionário, já que eventualmente eu dava algum suporte pra eles por telefone, mas quando o cara se identificou eu perguntei se ele era novato lá e o cara me solta a pérola: “Ah não eu não trabalho aqui, só vim formatar um computador e aí deu esse problema”.

        Com muita classe eu respondi que, se o dono da gráfica quisesse, eu tinha disponibilidade de horário para fazer uma visita e resolver o problema dele, mas em hipótese nenhuma eu me prestaria a ensinar o carinha a trabalhar, afinal eu já tinha ralado por uma vida para saber como fazer aquilo e esse conhecimento não veio de graça.

        1. ralado por uma vida para saber como fazer aquilo e esse conhecimento não veio de graça.

          Eu não vi meu caso assim. Conhecimento a gente pega todo dia, e hoje até de graça online dependendo do quê – e instalar placa mãe é hoje um curso comum gratuito até. Pena que empresas de produtos específicos como gráficas e equipamentos de rede por exemplo cobram (e caro) pelos cursos para operar seus equipamentos. Quando não, não tem nem mais suporte direito nem pelo site para seus produtos.

          O problema maior foi eu ter posto uma condição e a pessoa não ter seguido a condição. Eu esperava poder fazer o serviço. Ela quis que outra pessoa fizesse com minha supervisão (sem custos altos).

          Eu gostaria muito de ser socialista e ajudar pessoas de graça. Mas a cliente era contabilista.

          1. Cara, é isso: Aprender essas coisas todas, na época, me custou dinheiro. Esse mercado gráfico ainda é bem fechado quando se trata desses equipamentos específicos e conseguir informação custa alguma coisa, seja dinheiro, seja favores, seja trabalho…

            No seu caso aí não foi diferente: Queria o mesmo resultado gastando quase nada ou, no caso específico do serviço, gastando nada.

            Eu já fiz muito trabalho de graça pra muita gente, inclusive para os clientes. Nunca fui mercenário, se eu ganhava dinheiro dos caras com as coisas mais cabeludas, não custava as vezes fazer alguma coisa mais simples e sem cobrar, principalmente se não tinha tido gasto nenhum.

    3. Cara eu tenho uma amiga que sempre me pedia indicação de coisas relacionadas a telefonia e/ou informática e sempre com o orçamento bastante limitado. Eu tentava ajudar e garimpava algo que coubesse no orçamento dela, mas sempre falando que para esse tipo de produto, as opções mais em conta costumam ser sempre as piores.

      Ela comprava e ao menor sinal de algum problema me vinha com 4 pedras na mão como se a culpa pelo problema do equipamento fosse minha. Depois de uns dois episódios bem desagradáveis eu parei de indicar qualquer coisa. Sempre que ela pedia eu já avisava que, naquela faixa de preço, eu não indicava o computador/celular/roteador…

  6. Mais algum “bigtechcético” ainda não aceitou os novos termos do WhatsApp e não está mais conseguindo usar o WhatsApp Web? Tentei algumas vezes, ele roda, manda tentar de novo, e nada… Mas não esclarece que é por não ter aceito os termos nem nada. Me parece uma tática meio vingativa de trollar os reticentes.

    1. Eu ainda não aceitei os termos e acabei de rodar aqui sem problemas o WhatsApp Web. No dia a dia eu uso o WhatsApp Desktop.

  7. Tenho iphone e windows e uso o icloud pra salvar as fotos na nuvem. Ontem baixei o aplicativo para windows para ir baixando elas no PC. O icloud para windows é tão ruim que eu cogitei em comprar um mac mini ontem só pra conseguir baixar toda a minha biblioteca de imagens, pois mandei baixar todas as fotos e ele trava, para de baixar a foto… tá desde ontem meio dia pra baixar umas 8.000 fotos, o pc ligado esse tempo todo e ainda não terminou, tem q fechar as vezes e reabrir… que epopéia.

      1. Essa medida foi suspensa.

        O maior problema, como relatei à época, era o “pioneirismo” de vasculhar o celular, offline, e não o iCloud em si, ou seja, as imagens na nuvem.

        Na real, todas as nuvens comerciais — Dropbox, OneDrive, Google Drive etc. — fazem essa varredura de conteúdo hospedado remotamente para detectar imagens de pedofilia e abusos infantis.

      2. Algumas questões não ficaram claras para mim (posso apenas não ter lido direito, ok?), mas essa varredura seria feita apenas se o conteúdo fosse pro iCloud? Se eu não uso o iCloud e nem tenho a opção de upload ativada, essa varredura não ocorre?

        1. Pela proposta da Apple, a varredura aconteceria no iPhone/iPad/Mac apenas em imagens que seriam enviadas ao iCloud. Se o iCloud estiver desativado, a varredura não acontece.

    1. Posso estar viajando, mas suspeito que seja trolagem mesmo, pra dificultar a vida de quem usa soluções alternativas, e forçar os mais preguiçosos a usarem a opção da própria Apple. Uso o Mega e sinto dificuldades em fazer uploads de várias coisas ao mesmo tempo a partir do app Arquivos. Pelo PC, não consigo baixar todas as coisas de uma só vez, nem selecionar, nem apagar. Tem que ser feito uma a uma.

  8. Considerando que praticamente todos os bancos e carteiras digitais têm programas de cashback, como tem sido a estratégia de vocês para otimizar esse o uso desse tipo de oferta?

    1. Tenho dois cartões, aí só comparei para ver qual dá mais retorno e concentrei os gastos nele. (Era o que eu já usava no dia a dia, então não mudou em muito a minha rotina.)

      Qualquer estratégia mais elaborada que isso seria muito trampo para pouco retorno, dado o percentual do cashback e o meu gasto médio mensal no cartão.

    2. Olha, da minha parte, nenhuma. Quer dizer, nenhuma não, a mínima, a mesma do Ghedin, concentro no cartão que me dá cashback e pronto. Eventualmente olho no “site comparador de preços que tem o nome do efeito que se consegue com uma lente teleobjetiva” e às vezes ali avisa que tem cashback. Ganhei R$ 1,50 esses dias sem querer.

      Às vezes olho na loja do inter, mas o preço dos produtos, mesmo com cashback, saem mais caro do que comprar normal em outro lugar.

    3. Tive um cartão de crédito Itaucard Pão de Açúcar que me possibilitou juntar milhas suficientes para comprar passagem aérea pra Europa. Aí juntava tudo ali: 1 real = 1 ponto Pão de Açúcar = 1 ponto TudoAzul (ou 0,8 Smiles). É um cartão aberto a não correntistas, mas tem anuidade na faixa de uns 30 reais por mês. Fiz as contas e achei que valia a pena.

  9. Alguém mais enfrentou problemas para acessar a internet em torno da meia-noite deste sábado? O Discord saiu do ar, e alguns sites também não funcionam, logo parece ser uma falha em algum provedor de serviços.

    1. Nesta manhã alguns sites que acompanho estão off.

      Parecem inavessíveis (mesmo via IP) então me parece a queda de algum provedor grande (dns responde).

  10. Depois da imensa repercussão do “caso Monark” sobre o nazismo, ele saiu do Flow e meio que ficou “off” da internet. Hoje a FSP publicou uma matéria (relativamente longa, não foi apenas uma nota) sobre a volta do Monark/Bruno Ayub com o seu podcast.

    O mais interessante disso não ele voltar, e sim o movimento de uma plataforma de vídeos que se pretende concorrente do YouTube: Rumble.

    Citando os mais famosos que estão por lá: Bannon, RT (Rússia), Ferrez (militante de esquerda aqui do Brasil), Glenn Greenwald e agora o Monark.

    Eu sei que a plataforma angariou alguns milhões em investimentos com a direta norte-americana, principalmente, e se pretende “ampla, diversa e liberal” para as pessoas que postarem seus vídeos ali. Recomendo dar uma passada por lá, principalmente pelo canal do Ferrez (https://rumble.com/c/Ferrez) que faz um trabalho diferente da maioria dos influenciadores/jornalistas que povoam o YouTube e o Twitter. Pelo que eu entendi, tanto o Glenn Greenwald, como o Ferrez e o Monark, são contratados pela plataforma, mas não fui atrás de mais informações sobre isso.

    1. esse rolê com monark, greenwald e falsos paladinos da liberdade de expressão dos eua, se eu pudesse passar uma visão pro ferréz, eu diria um ditado conhecido por aí: “quem abraça ideia, abraça…”

      1. Não conhecia esse Rumble, mas fiquei curioso pra ver o trabalho do Ferrez por lá. Claro que cada caso é um caso mas, a princípio, entendo que, se as pessoas sensatas não ocuparem estes espaços, os extremistas, nazistas etc. o farão. Tem horas que ficar debatendo com esses tipos funciona como uma chancela, então vai de caso a caso; mas as plataformas em si acho que vale serem ocupadas para não deixar o terreno fértil para esse discurso extremista. Esse episódio dum podcast do Orlando Calheiros com o Carapanã aborda isso com mais propriedade, recomendo: https://omny.fm/shows/benzina/internet-e-a-economia-da-aten-o

  11. acho que já tinha lido uma matéria nesse sentido aqui no MdU por esses tempos, mas só me dei conta agora no fim do dia: brincadeiras de 1º de abril praticamente desapareceram, né?

    1. Sim, uns dois posts livres atrás eu disse isso.

      Os que vi hoje foram de alguns canais que acompanho no Youtube, como o Linus Tech Tips (que de novo “revolucionou” e fez o “review dos reviews com propaganda”), o Lockpick Lawyer (que todo 1º de Abril faz piada de duplo sentido – Beaver nos Estados Unidos é a marca de um tipo de cadeado, e também um termo para a genitália feminina, meio que como se fosse o equivalente a “perereca”.) e o Simple Railway fazendo review de uma viagem de trem no Red Dead Redemption 2.

    2. Não desapareceram. Hoje vi um monte nas redes sociais, de empresas grandes e variadas (sites de fast food, marcas conhecidas, de conteúdo “nerd”, etc.)

      O que desapareceu mesmo foram as brincadeiras do Google e de outras big techs. Só vi a do Stack Overflow, que colocou uns temas diferentes na página, mas eu lembro deles terem feito a mesma coisa em outro ano.

  12. Por que o Manual do Usuário não posta seus podcasts num canal do Telegram? Eu não quero ter que entrar em outro app. Apps de Streaming são chatos e cheios de propagandas, assim como induções toscas de o que ouvir. Quero meus conteúdos mais direcionados e os serviços de streaming são uns lixos.

    1. mas você não precisa de um serviço de streaming para ouvir podcasts

      1. Não se for enviado um arquivo de audio (.mp3 por exemplo) pra que eu possa ouvir.

        Há vários canais no Telegram de Audiobooks, por exemplo, que funcionam que é uma delícia.

        Espero ter contribuído!

        1. mas é justamente assim que funcionam os agregadores de podcasts! :)

          1. Pra que instalar mais um serviço pra apenas ouvir podcasts se eu posso ter tudo no Telegram (citando o meu exemplo)?

            Eu não preciso ter tudo em vários lugares se eu posso ter tudo dentro do mesmo lugar.

            Agregadores de podcasts é mais uma coisa na lista de trocentas outras coisas que são oferecidas pra termos mais uma coisa a baixar. Cansativo isso…

    2. As pessoas ouvem podcasts no Telegram? Essa é nova!

      Não disponibilizo lá porque, até onde sei, o Telegram não comporta podcasts — digo, o formato podcasts, com feed RSS e tudo mais. Os podcasts do Manual são publicados automaticamente nos aplicativos (de podcasts!) assim que eles são publicados aqui, no site; é automático, e essa é a graça do podcast.

      Por “app de streaming”, imagino que esteja se referindo ao Spotify e/ou à Deezer. Eles não são os únicos aplicativos de podcasts, como apontou o gabriel no outro comentário. Na real, também acho que são horríveis para esse fim.

      Minhas sugestões de aplicativos são o Overcast (iOS), AntennaPod (Android) e Pocket Casts (Android e iOS). Todos os três são bonitos, respeitam o usuário e gratuitos.

      1. Eu costumo ouvir audiobooks pelo Telegram. Pensei que pudesse ter sido uma sugestão boa até pela abrangência de utilização que o Telegram tem nos fornecido.

        Bastaria upar o arquivo de áudio pra um canal e quem tem este interesse, ouvi-lo.

        Outros aplicativos de podcasts não me chamam atenção, são apenas para este fim e como eu falei sobre colocar no Telegram, tenho muita coisa sendo vista por ele (RSS de legislações, updates de publicações de alguns softwares, notícias, status do Evernote se está em funcionamento/publicando/etc, assim como várias outras coisas – até agenda uso no Telegram).

        Sei que pode parecer louco, mas como é uma plataforma independente de dispositivo móvel e tem minha conta onde eu costumo acessar (smartphone/tablet/notebook), ali tem tudo o que eu preciso! :)

        1. Rodrigo, é possível sim programar um canal para ‘monitorar’ um feed RSS e postar as novidades sempre que aparece. Já fiz isso num canal de telegram privado, sempre que o feed era atualizado aparecia uma msg nova no canal… fiz isso faz uns 6 anos atrás… usei na época o manybot.io, era bem tranquilo.

          1. Nem precisa programar. Consegue fazer uma action no IFTT que pode fazer esse update também.

            Uso muito para acompanhar o Hacker News e o UseThis

      2. Essa resposta me ajudou com uma dúvida que estava há tempos para perguntar aqui, quais serviços de podcast usam. Eu uso o Podcast Addict, mas o celular sempre avisa que ele consome muita bateria. Quando comecei a me resignar em usar o Spotify, veio o lance do Joe Rogan, daí larguei mão e continuei no Podcast Addict, mas querendo alternativas. Vou testar as sugestões.

        1. Android, né? No meu breve período recente nesse sistema, usei o AntennaPod e achei sensacional. É tão bom quanto o Overcast do iOS.

          1. Sim, Android. Legal, obrigado, vou testar. Além de consumir muita bateria, o Podcast Addict não atualiza os episódios, o que pra mim não impacta, pois conheço a periodicidade dos que ouço. E achei bizarro uma vez ver o desenvolvedor responder no modo “chute na canela” a cada crítica e nota menor que cinco estrelas na Google Play.

        2. Uso o Google Podcasts. É o mais clean que já usei, além de agregar mais podcasts. Tentei usar o Apple Podcasts mas não me entendi com ele por ele sempre querer baixar tudo; além de não ter todos podcasts que eu seguia no Google.

          1. É que o Google já tem tantos dados meus, acho que não precisam de mais… rs.

      3. Uso o Antennapod, por indicação aqui do MU, e realmente só tenho elogios.

    3. Cara, eu até entendo não querer ter ainda mais um APP, mas eu acho mil vezes mais prático usar um agregador de podcasts, que puxa todos que eu ouço pelo feed RSS e ainda gerencia os arquivos baixados, do que precisar entrar no canal de Telegram de cada um deles e ainda ficar deletando os arquivos depois para não entulhar o celular.

      1. Pessoas e pessoas… Muita gente usa aplicativos de anotações como Simplenote pra tomar notas. Eu uso o Telegram e seus canais privados (apenas comigo neles) pra gerenciar listas e tenho uma pasta com todas minhas listas. Pra mim, um ótimo “Faz tudo”.

        Pena que não são todos que colocam seus conteúdos ali. Se fossem publicados vídeos ali, melhor ainda! Imagina não ter cache no celular ou computador.

  13. O Austin Kleon compartilhou algumas leituras muito interessantes a respeito de algoritmos: uma delas criticando o Instagram – A escolha do Instagram de priorizar vídeos sobre fotos está prejudicando pequenas empresas, deixando muitos proprietários desanimados. (https://www.nytimes.com/2022/03/22/dining/instagram-algorithm-reels.html) e a forma como o sucesso das pequenas empresas nas mídias sociais está nas mãos de algumas corporações.
    “As legendas do feed do Instagram funcionaram como uma linha direta com os consumidores e uma forma de humanizar as contas das marcas.”

  14. O manual não tem mais aquele post especial para enviarmos links de reportagens/matérias grandes que gostaríamos de compartilhar?

    1. Não. Em 2022, decidi diluir as indicações de leituras longas/de fôlego aqui no site — veja o arquivo. Mas, estamos preparando uma novidade que vai suprir a lacuna deixada por aqueles posts de indicações.

      Enquanto isso, o post livre é receptivo a indicações do tipo.

  15. A Nothing, nova empresa do Carl Pei (ex-OnePlus), aproveitou o 1º de abril para tirar um sarro de outras fabricantes e aumentar o hype em torno do seu futuro celular.

    A peça é engraçadinha, mas fico me perguntando o que ele fará para diferenciar o Android (porque será Android) da Nothing. A única coisa mostrada até agora foi uma tela inicial com widgets personalizados. Parece-me pouco para esse nível de provocação.

    1. Ainda mais depois do estardalhaço que fizeram com o TWS transparente. Me pergunto até que ponto esse tipo de estratégia é benéfica à imagem de uma companhia.

      1. Convenhamos, ele não tem muito a perder. E é um jeito fácil e barato de chamar a atenção, algo que uma empresa novata precisa em doses gigantescas. O risco é se queimar. Dependendo do grau da queimadura, não tem piadinha ou provocação capaz de recuperar a atenção do público.

  16. Como pode o Acrobat e o Photoshop serem da mesma empresa?
    No meu dia dia não consigo ver maior discrepância entre softwares de uma mesma empresa do que esses. O Acrobat é simplesmente um lixo completo em absolutamente tudo

    1. O Acrobat não foi a base do PDF, que hoje virou padrão aberto? Acho que a Adobe não tá nem aí para o Acrobat. Só quer tentar recuperar o que investiu.

      1. No começo eram dois programas separados: O Reader que, obviamente só lia o PDF e o Distiller que compilava um PostScript no PDF. O nome Distiller foi abolido na época em que gerar um PDF era trivial e parece que agora voltaram a usá-lo. De todo modo, eu concordo com o fred: O Reader está péssimo. Pesado, inchado.

        1. Me lembro do Distiller pois trabalhei para pessoal de jornalismo local (e o tempo que demorava para processar um jornal de 10 páginas em um AMD Athlon 1.8 com 1 GB de RAM na época).

          O Reader creio que a Adobe só fez para “preencher lacuna”. Foxit aparentemente tem um produto bom, os visualizadores nativos dos navegadores tem ajudado, e hoje todos os sistemas operacionais tem capacidade de imprimir um PDF.

          1. Exato! Eu conheci o Distiller por volta de 1999, no Mac, quando trabalhei com pré-impressão. Na época, aliás, ainda era Macintosh.

            Consegui uma cópia da segunda versão para Windows e como era libertador não ter mais que carregar os disquetes de instalação do QuarkXPress 4 Passport, junto com o arquivo que eu queria imprimir, junto com todas as fotos.

            Nessa época, lembro que instalei uma “impressora” no Windows 98, que na verdade era uma image setter da Agfa, só pra gerar os PostScripts para virarem PDFs. Aí o Mac OS X já tinha a opção de imprimir diretamente para PDF e no Windows havia um monte de impressoras virtuais com o mesmo fim.

            Hoje, como os colegas já disseram, qualquer sistema imprime para PDF, os aplicativos do Office importam e convertem os PDFs para edição e há programas bem tranquilos (alguns até gratuitos) para preencher e assinar formulários em PDF.

            Até o portal SouGov tem uma funcionalidade para assinar PDFs e qualquer cidadão pode usar.

          2. @Ligeiro tudo bem? O Sumatra é um ótimo leitor opensource de PDF.

          3. Ow @Diego Fernandes, já conhecia. Ele é meu favorito na verdade pois ele é extremamente leve e funciona para o básico dos básicos. Toda instalação que faço para cliente, eu o uso :D

            Em tempos: uso o http://www.ninite.com para isso. :D

        2. Depois do SumatraPDF, nunca mais quis saber de outro leitor de PDF!

    2. Sim, o PDF foi um formato criado pela Adobe e que depois se tornou aberto e o Acrobat acabou se mantendo como o leitor mais comum acredito pela ligação direta. Não sou também muito fã do Acrobat Reader, é um software que julgo pesado demais para o que se propõe mas não imagino que a Adobe não esteja nem ai para ele pois apesar disso ele ainda recebe atualizações frequentes e sua versão “Pro” ainda é bastante importante para indústria gráfica.

    3. Eu faço revisão pra um grupo editorial e uso o Acrobat Reader DC pra revisar material já paginado. Mandam o material nesse suporte, eu reviso nesse suporte e envio nesse suporte o trabalho feito. Sofro um pouco com as limitações do formato mas não tem jeito, é o padrão adotado e você tem que acompanhar. O problema mesmo é a falta de alternativas à disposição – pelo menos pra gente que é leigo na área de softwares.

        1. No Windows sempre recomendo o SumatraPDF. É um desses “aplicativos alternativos” (de que falamos no podcast desta semana; já, já ele sai), feito por uma pessoa, com todo o esmero e tal.

          Ano passado, o criador do SumatraPDF publicou um post bem legal com as lições aprendidas nos 15 anos (!) fazendo o aplicativo.

          No Linux e macOS os aplicativos nativos são muito bons — Okular (KDE)/Evince (Gnome) e o Pré-Visualização, respectivamente.

          1. Ah sim, para leitura o SumatraPDF é perfeito! Tanto que recomendei ele em outro comentário.

            Mas como o Paulo Cezar falou que faz revisão em documentos, eu assumi que ele faça marcações e comentários no próprio PDF, coisa que, se não me engano, o Sumatra não suporta (e acho que nem faz parte do objetivo do desenvolvedor dele mesmo).

          1. Eu uso o Xodo PDF no Android e no Windows para edição. Aliás, ele tem uma versão web também. No Windows experimentei o Drawboard também, mas não vi muita vantagem em relação ao Xodo.

    4. O Acrobat completo, versão paga, é bem poderoso. É meio bugado porque PDF é um negócio meio bugado, né? Mas é um programa bem bom, PDF vira manteiga nele.

      1. Já havia lido esse texto em outra ocasião. De fato, você trouxe um questionamento muito relevante.

  17. este é o primeiro post livre? https://rghedin.wpcomstaging.com/post-livre-1/

    algumas curiosidades daquele longínquo ano de 2015:

    • whatsapp havia acabado de liberar ligações
    • saudosismo com época da internet discada (tema recorrente)
    • boatos sobre o carro da Apple
    • dúvidas sobre o futuro do… windows phone!
    • inbox! alguém lembra do inbox?
    • finado pebble
    • evernote considerado um aplicativo indispensável
    • saudades do blog do tiago dória
    • discussão sobre seção de comentários: são (eram) ainda pertinentes? Anos depois o Gizmodo fecharia sua seção de comentários…
    • nunca saberemos se o leiaute do blog do andré está bacaninha

    e o melhor comentário: “eu gosto de torta de limão”

    (eu também)

      1. Chocado que em 2005 eu trabalhava com “notinhas”, num formato muito similar ao que existe hoje no Manual. Tinha esquecido completamente disso.

        Fiquei orgulhoso que, já em 2005, o WinAjuda usava uma licença Creative Commons. Bom trabalho, jovem Rodrigo Ghedin.

        E o sistema que eu usava, o tal do AJ-Fork? Era um fork do CuteNews, que… ainda existe! (Embora a última versão seja de 2018, mas ainda assim.)

        Obrigado pela viagem no tempo :)

      2. que doido: acabo de descobrir que o babboo ainda existe

    1. Acho que entre 2013 a 2016 reduzi razoável minha participação online. Eu já tinha me irritado com o Gizmodo e pulado fora dos comentários (por N vezes apaguei minha conta do Disqus… e confesso que em alguns momentos virei troll e fui encher o saco em alguns lugares, tipo fiz um perfil de Maria Santa – a personagem da Praça é Nossa – e fui lá encher o saco dos fãs da criptomoeda no Tecnoblog), tinha dado as “jornadas de junho” (que sinceramente achei que foi a pior coisa que poderia acontecer na época – e eu estava certo), eu tinha perdido minha moto – e escrito um texto sobre sentimento de agir errado perante a lei, enfim…

  18. Sei que já falaram aqui sobre troca/recomendação de celulares. Mas os comentários até então estão numa faixa de preço absurda para mim, o que me faz questionar: Existe algum aparelho recomendável por menos de R$1.000?

    Caso não, qual o motivo real disso? No caso do fim dos carros populares, sabemos que é uma questão de legislação (necessária) + má vontade das montadores. Para os celulares, qual a desculpa?

    1. É algo que também estou de olho. Tenho notado as configurações de celulares tipo série AXX da Samsung e até que são interessantes (geralmente 2 de RAM e acima de 32 GB de armazenamento). Mas noto também que o valor de revenda deles é baixo, e aparentemente são um pouco mais frágeis pois não tem Gorilla Glass.

      Dependendo, tem usado em bom estado que tem um pouco mais de capacidade, dá para atualizar e custa na mesma faixa. Por exemplo, o A01 é em torno de 700 $. Os S6 / S7 são nesta faixa quando usados.

      1. Tenho um A5 de 2017 que eu adoro … tem jeito de que vai durar muito tempo ainda … a traseira tá toda trincada (porque derrubei), mas o bicho nem sentiu a queda

    2. Penso que a razão é a exigência dos sistemas operacionais móveis de hardwares cada vez mais parrudos.

      Tenho um telefone mais antigo (Moto X) com 2GB de RAM e 16GB de armazenamento. Quando o ligo, é um parto para realizar tarefas mais mundanas. Claro que o processador é antigo e é o que mais pega, mas ainda assim um celular de menos de 1000 vai ter um processador mais “fraquinho”.

      Não cheguei a usar celulares desse valor, então não vou cravar que é esse o motivo, é mais uma suspeita minha, pois ACHO que, hoje, 2 GB de RAM e 32GB de armazenamento em um android vai até rodar, mas pra abrir apps que exigem mais recursos, como um google maps, pode ficar meio lento.

      Estamos em tempo em que qualquer appzinho mixuruca com poucas funções tomam mais de 100 MB de espaço.

      Chuto ser algo da indústria mesmo. Como lá no exterior qualquer hardware melhorzinho não chega a ser um valor absurdo, acho que não rola essa preocupação em otimizar um app para funcionar em dispositivos com pouca memória.

      1. pô, é possível mesmo isso ai. Não tinha pensado por esse aspecto da otimização.
        Não confio muito no papo dessas empresas, porque tenho um Redmi 2 Pro (wt88047) com LineageOS rodando o Android 10 e funciona bem!
        Para quem não joga e só usa o celular como um celular, os problemas ficam o de sempre: autonomia da bateria e algum aplicativo que, por conta da empresa, não funciona.
        No meu caso é o Next, do Bradesco, que me diz “tem alguma coisa estranha com seu celular” e mais nada.

        1. Possivelmente o problema do Next seja o root no aparelho, para instalar o Lineage.

        2. Alguns bancos implicam (ou não deixam usar o app) quando tem root ou firmware diferente no celular.

          Offtopic: e teu notebook Asus EEE?

          1. ia pra sp agora em abril, mas o status mudou para ‘só em tempo indeterminado’
            quando for visitar minha familia, levo o eeepc e te mando uma mensagem
            sei que ficará em boas mãos kk

        3. Ainda no offtopic (perdão). Qualquer coisa meu e-mail é vagneralexandreabreu at gmail

      2. Não é diretamente o sistema que está mais pesado, como você mesmo citou, sao os apps… E os sites cada vez mais pesados….

        1. O meu Moto G1 hoje pena para certas coisas, a ponto de eu ter entrado no modo desenvolvedor e limitado as atividades de fundo para 3 no máximo. Deixei também ativado “Mostrar todos avisos de erros”, e quando abro por exemplo o Fennec e deixo mais de uma aba aberta, dispara uma renca de mensagem e o celular fica lento. Principalmente aplicativo de banco que ama ficar no fundo.

    3. Estou há 1 mês com o Galaxy A03 core, ele vem com Android 11 GO e 2gb de Ram. A câmera dele é bem ruim, mas no geral está me atendendo bem nas tarefas cotidianas. Uso pra ler artigos, streaming, podcast e redes sociais em geral. Os aplicativos de banco rodam bem nele também, peguei 650 reais e já se encontra por menos que isso. Vale lembrar que o Android GO não é compatível com Android Auto e Android Wear OS. A tela 6,5 polegadas entrega boa qualidade. Em resumo, o aparelho vale a pena pelo preço cobrado.

    4. Cara, por mais diferente que pareça, eu recomendo o Pagphone, da PagSeguro.
      Hoje ele tá custando menos de 600 reais e é um aparelho super honesto e sólido pelo preço vendido.
      Fiz uma auditoria nos dispositivos de pagamento da empresa (pequeno disclaimer: sou auditor de TI na pags) e o Pagphone estava no meu escopo, então fiz um “Review interno” dele. Fiquei surpreso de como o aparelho é bonito pessoalmente e gostoso de usar no dia a dia. Mesmo que você não use a função de pagamentos, a parte de smartphone deixa pra trás muito Redmi por aí.

      1. Ah não Pierre! Meu amigo tava falando para comprar ele. E há um mês atrás estava 400 reais.

        Pelo visto vou ter que pegar ele, já que tu é quem está indicando (não fui muito na do meu amigo pois ele é bolsonarista / morista… :p )

        Para mim é bom pois como atendo clientes como suporte, posso cobrar no débito. :)

        1. E advinha? Meu amigo tinha comprado para a esposa o celular e ela nao gostou :p.

          Agora me ofereceu para ficar com ele.

    5. Comprei um Redmi 9 (4GB RAM + 64GB ROM) no Aliexpress por 750 com frete. Demorou 1 mês pra chegar e não taxou. Para mim é loucura pagar o mesmo valor em um Galaxy 6 usado.

  19. Procurando recomendações de headphones com cabo removível, eu tenho atualmente um soundcore q30 que me atende muito bem mas como to voltando a sair mais de casa estou a procura de um fone com fio pra deixar em casa, prefiro headphones por que ficam mais confortáveis para mim como uso em longas sessões. To procurando algo que tenha cabo removível pq odeio ter que jogar fora um fone pq o cabo foi pro saco

    1. Vão achar que sou representante da marca, deve ser a quarta vez que falo desse fone aqui no post livre, mas já adianto que nunca tive o fone dessa marca, apenas desejo.

      https://kuba.audio/

      1. Vou dar uma olhada, apesar do valor alto o fato de no próprio site ter varias peças de reposição me deixa mais confortável em talvez investir nele. Obrigada pela dica.

        1. Eles tem também a venda de fones recondicionados e b-stock (peças com defeitos apenas estéticos) por um preço não tão alto. Estou esperando aparecer um do modelo DISCO2 e vou comprar.

          https://kuba.audio/loja/ciclo

      2. Tenho um Disco desde 2018, já troquei quase todas as peças dele (as únicas originais ainda são as conchas). A maioria foi por questões estéticas/preferência, mas já tive que trocar os cabos pq meu gato achou que eles eram comestíveis. Nunca tive problemas pra fazer as trocas e o a qualidade do som é ótima.

    2. Considerando que seu fone custa uns 500 reais, imagino que vc deva estar procurando algo abaixo dos 200 reais, eu fui atrás de uns fones nesse contexto a uns tempos atrás, e acabei comprando um Edifier w80bt plus por 270 reais, mas vi alguns fone não-bluetooth’s, o melhorzinho era o Motorola Pulse 200 tinha uns fones da philco que vendem no mercado livre com varios nomes diferentes, e tem alguns fones da multilaser que não da pra saber a qualidade, e outras opções foram alguns do aliexpress que não tenho mais o link nem o nome, mas vale a pena dar uma procurada

      1. Eu peguei ele por menos de 500 na época, eu olhei uns da multilaser mas ultimamente tenho tentado evitar a marca por N razões.

    3. Achei num brechó um AKG, que notei que a entrada de cabo é P1 (a menor, usada em Palms e celulares antigos). Consegui adaptar para P2. E tem um som ótimo. Pena que originalmente ele é caro.

      Dica: o canal Dank Pods dá dicas de como comprar fones usados. Tem o Mind the Headphone também, mais voltado para novos (este não acompanho, apenas indico porque a galera aqui recomenda).

      1. HyperX Cloud Alpha. Tenho e recomendo, mas atenção: fuja da versão “S”.

    4. Uso um Corsair HS70 Bluetooth e recomendo

      Ele é um pouco grande no estilo gamer com mic externo, mas tanto o mic quanto o cabo são removíveis. Ele também funciona via Bluetooth e P2 e consegue lidar com até 3 IOs de audio (exemplo: vc no ps4 pelo P2, conversando com os coleguinhas no Discord pelo Bluetooth do celular e vendo vídeo do Casimiro no PC pelo USB)

    5. Dos chineses na categoria custo-beneficio um bem recomendado é o OneOdio

      1. @Ghedin,
        Tenho me interessado em passar a usar o keepassXC.
        Vc disse q sincroniza com 2 serviços. É isso mesmo?

        Os voos: como fica a questão de conflitos de sincronismo?

        1. Referi-me a dois serviços porque, embora use o Syncthing como principal mecanismo de sincronia, o iCloud ainda está ativado. Aí, meio sem querer, sincroniza das duas formas. (Talvez seja uma fonte de conflito; não tinha pensado nisso até agora.)

          Conflitos acontecem mesmo, é um dos grandes contras de usar soluções desse tipo. O que pesa a favor é que, depois de passar a maioria das suas senhas, o cofre/arquivo de senhas não sofre tantas alterações, mas é sempre bom ficar ligado, por exemplo, se o aplicativo está carregando o arquivo mesmo ou uma cópia de segurança (acontece muito com o Keepassium, no celular) ou se o cofre foi sincronizado após cadastrar uma nova senha.

          1. Interessante.
            Como disse, estou querendo bastante passar a usar essa solução ao invés de usar o bitwarden auto-hospedado, embora este último esteja me atendendo bem.

            Poderia falar um pouco mais sobre essa questão de ser uma cópia de segurança no celular (keepassium)?

          2. Deixei passar mais uma questão:
            Como está usando o Syncthing com o iOS? Não achei suporte dele pra isso

          3. @ Joseph

            Um dos recursos dos aplicativos que lidam com cofres no formato do KeePass é manter uma cópia de backup sempre à mão, caso o arquivo original não esteja disponível no momento.

            Às vezes, imagino que por causa do iCloud+Syncthing, o cofre não está disponível no celular, aí o Keepassium usa essa cópia de backup para não me deixar sem senhas. O problema é que ela vira a padrão, e aí, se não prestar atenção, a próxima senha que cadastrar por ele será salva no arquivo cópia, não no original.

            Para sincronizar Syncthing no iOS, uso o aplicativo Möbius Sync.

    1. No PC (Linux) uso o Password Safe (que usa o formato do KeePass v.4). No celular, por enquanto, é o Firefox com o Sync, mas acho que o comentário do Ghedin me deu uma ideia pra fazer diferente…

      1. Uso o Bitwarden, mas achei muito legal a proposta do LessPass.

    2. Eu usava o BitWarden, mas migrei pro 1Password porque divido com a família e acho a solução deles mais prática (integração com Linux/iOS é melhor)

    3. enpass, comprei na época pq era assinatura vitalícia, não gosto muito de serviços desse tipo de pagamento recorrente.

    4. Eu estive usando o MYKI (talvez o único usuário brasileiro desse programa), mas estou migrando para outra plataforma atualmente, pois a empresa foi adquirida e eles vão descontinuar o programa/serviço…

      Estava testando o Bitwarden, e achei ele um pouco inseguro…? Digo, porque além de a base inteira estar disponível através de uma interface web, bastando apenas a senha, ele não habilita nenhum 2FA por padrão (nem que seja pra receber um código por email).

      Já usei o KeePass durante algum tempo mas não me pareceu muito prático (principalmente pra acessar pelo Android). Tem outro que quero testar que é o SafeInCloud, mas ele só permite importar o banco de senhas pelo aplicativo no computador.

      Mas surpreendentemente, o gerenciador de senhas nativo do Google Chrome vem quebrando um bom galho nesse meio tempo. Principalmente no quesito detectar senhas fracas e repetidas e auxiliar na troca dessas senhas, sugerindo senhas mais fortes.

  20. Faz um tempo que vejo que quase todas as minhas camisetas apresentam furinhos na região da fivela do cinto da calça (mas aparecem em camisetas que eu uso com calças ou bermudas sem cinto). Achava que eram só as velhas, mas aí apareceram em uma nova no primeiro dia de uso.
    Fui procurar na internet. Além de descobrir que não estou sozinho achei um post em um blog que é uma pérola pelos comentários: O post é de 2015 e tem comentários de desespero, de hipóteses e teorias que chegam até 2022.
    https://www.coisasdaleia.com.br/2015/02/quem-roeu-minha-roupa.html
    Spoiler: Eu tenho quaase certeza que é a mania de encostar a barriga nas bancadas de pedra em cozinha e banheiro.

    1. Uns anos atrás, alguns amigos comentaram esse problema e fiquei intrigado. Tenho camisetas de dez anos de uso, costumo vestir calça jeans com cinta, e não me recordo de uma camiseta minha ter apresentado esse tipo de problema.

      A hipótese das bancadas faz sentido — não tenho o hábito de encostar nelas.

    2. O post original acha mais plausível que traças tenham uma região preferida nas roupas para roer do que ser a pia nova e de um material super liso dela.

      1. A linha lógica do post é sensacional.

        Os furos SÓ aparecem nas roupas que ela usa na pia, incluindo o avental. Conclusão: só podem ser as TRAÇAS… kkkkkkk

    3. Os comentários desse post são mesmo sensacionais. Muito obrigado por isso.

    4. Eu fico triste pelas pessoas q até choraram de desespero e jogaram as roupas fora. Como é pesada a cobrança, principalmente das mulheres, para estarem impecáveis, a ponto de se desesperar com mini furos. (q tbm me frustram, mas nunca joguei fora, no máximo deixei de usar em situações mais formais)

      Engraçado q a dona do blog sai comentando em tudo repetindo a informação… no fim de 2015 ela tem certeza q jogar cravo e lavanda no cesto de roupas funciona, em 2016 ela já não sabe mais de nada.

      1. Gosto também do cara q fala q foram germes e bactérias

      2. Como é pesada a cobrança, principalmente das mulheres, para estarem impecáveis, a ponto de se desesperar com mini furos.

        Não por mal Mariana, mas o que tenho visto muito por aí é mulheres com calças “rasgadas de fábrica”.

        De fato, boa parte das mulheres que vejo e conheço sempre estão com “roupas impecáveis”, geralmente quem trabalha atendendo pessoalmente até. Mas sei lá, as vezes vejo na rua uma mulher com uma “roupa casual” com furos, e até admiro.

        Talvez a preocupação de algumas pessoas – sejam homens ou mulheres – é de não parecer “mendigo” (com o perdão do termo).

        1. Ai Ligeiro, mas há aí uma diferença nada sutil, né? O rasgo nas calças é deliberado, a calça é feita para ser assim e ser assimilada assim. Já o furo na camiseta, não — é uma falha, um problema, algo inesperado.

          Daria para traçar um paralelo com software, na distinção entre bug e feature. Uma característica de um software poderia ser percebida de ambas as formas; o que determina se é bug ou feature (ou se é um rasgo bonito ou um rasgo “vergonhoso”) é a percepção do indivíduo.

          1. Vou esperar o comentário da Mariana (ou alguma outra mulher) para comentar melhor.

            Mas tipo, entendi isso sobre “surrado é moda” (eu tenho calças que rasgaram sozinhas e ainda vou usando :p), só que sei lá.

            (Em tempos: geralmente as minhas roupas ganham falhas porque acabo encostando em algo pontudo que puxa o fio. Então furos e rasgos vão em punhos, cotovelos, barriga e joelhos.)

  21. Alguém já fez seguro para notebook ou já usou e tem alguma dica? Comprei final do ano um macbook pro (m1 pro) lá fora e queria fazer um seguro pois, aqui ele vale um carro usado praticamente.

    1. Apple Care vale?
      Aquelas empresas q fazem do celular atendem também MacBook?
      Acho q a Porto Seguro faz tb, da uma olhada

      Poderia nos contar o q está achando, qual seu uso, pq optou pelo Pro ao invés do air?

      1. Mas o Apple Care não cobre roubo pelo o que eu vi. Tb vi esse do porto seguro, vou ligar para eles para entender melhor como funciona (parece ser uma apólice com valor fixo).

        O primeiro ponto entre o Pro e o Air é refrigeração (Pro já fica quente com cooler, imagina sem), o segundo é, o Air ainda está limitado ao M1 enquanto o Pro tem opção M1 Pro e M1 Max. Mas o principal ponto me levou a comprar o Pro foi, a tela de 120Hz dinâmicos e o mini-LED onde, pra mim, é a tela mais bonita que eu já vi em um notebook.

        Eu sou desenvolvedor de software, atualmente trabalhando como instrutor na Trybe, então basicamente é, navegador, vscode e zoom. Ele praticamente é um Mac-Mini já que fica em um suporte escondido atrás do monitor mas, a portabilidade dele é muito bom, principalmente pq tenho viajado vez ou outra (privilégios de se trabalhar em home office).

        Tenho intenção de escrever algo mais preciso, mas ainda não consegui levantar as perguntas certas para escrever.

        1. Show.
          Não trabalho com tecnologia no momento, embora goste e tenho um MBP2013
          Tela retina que continua muito bonita até hj.
          Sempre fico em dúvida entre pegar um air q “morre antes” é um pro, que apesar de mais caro, suporta atualizações por mais tempo

    2. Contratei da Porto Seguro para um Acer Nitro 5 15″ pois o utilizo para trabalho, me desloco bastante com ele e digamos que eu seja um tanto quanto “desastrado”. É praticamente 10% do valor da NF com coberturas para danos elétricos, físicos, líquidos e roubo/furto.

  22. Alguém tem alguma dica de como e onde comprar jogos para Nintendo Switch com valores melhores que o praticado normalmente? Vi que no Aliexpress tem algumas promoções, na eShop tb mas, ainda é muito caro na sua maioria, tem mais algum lugar na qual seria legal ficar de olho?

    1. Se você não se importa em ter os jogos apenas no digital, esse site mostra o valor do mesmo jogo nas eShops de vários países. Supõe que você criará uma conta na eShop de tal país para fazer a compra.

      Tirando isso, eu só fico de olho mesmo em promoções no MercadoLivre e outros. Se for um jogo mais dificil de arrumar, a PlayAsia pode ser a solução também.

      1. Eu vi um vendedor vendendo o Zelda por R$70 no meradolivre (versão digital, nada de vincular conta) e fiquei com um pé atrás pois, nunca vi esse valor, vc acha seguro comprar?

        Sobre comprar jogos de outras regiões, vi que deveria criar uma conta em cada região, eu consigo comprar só a key e adicionar na minha conta principal ou vou ter que ficar alternando entre contas de cada país?

        1. Não existe como ser digital sem vc vincular a conta.
          O que acontece muito: o vendedor compra o seu jogo com o cartão de um terceiro e vc instala o jogo na sua conta.
          Quando esse terceiro percebe o que aconteceu, manda bloquear o próprio cartão. Quando essa notificação chega na Nintendo, ela suspende a sua conta e vcs perde TODOS os seus jogos.

          1. Mas tipo, eu conseguiria criar uma conta nos EUA, comprar o game e, em vez dele ser vinculado a essa conta, eu pegar a key e ativar na minha conta principal que foi criada aqui no Brasil ou tenho que vincular a conta no Switch?

        2. Olha, eu tenho muito pé atrás com esses jogos digitais superbaratos do MercadoLivre. Não sei como eles conseguem esses códigos nesse preço. Mas eu também tenho preferência por mídia física, no geral.

          Pelo que sei, você pode usar qualquer conta desde que esteja no mesmo console. Na maioria dos jogos, é como se fosse um save diferente (Animal Crossing é uma exceção).

          Tem quem compartilhe contas ainda, e ai é mais complexo pois o console na qual a conta está como principal permite jogar até offline e em qualquer conta daquele console. Os demais consoles, onde essa mesma conta foi registrada mas não estão como principal, só podem jogar online e usando essa conta, não as outras. É o mesmo esquema do aluguel de jogos que também tem no MercadoLivre.

          1. avaliei alguns jogos, e pelo o que eu vi, os únicos que tem pouca variação discrepante entre o valor de mídia física e virtual são os jogos The Legend of Zelda e Animal Crossing, nesses caso preferi comprar a mídia física mesmo (peguei algumas promoções no Aliexpress), mas os demais jogos mais conhecidos e principalmente indie, vale mais apena esperar promoção na eShop

          2. @gimigliano (não tenho como responder direto a você, então vou responder aqui)
            Normalmente jogo first-party da Nintendo não tem promoção ou abaixa de preço. Então se comprar Zelda no lançamento ou alguns anos depois, provavelmente pagará a mesma coisa. Supondo que nos dois casos vai comprar novo, lacrado, em loja. Acho meio errado que o digital custe o mesmo que o físico, até pelo material envolvido, mas é assim… A única exceção que vi recentemente foram os jogos do Mario, que tiveram um desconto em 10 de março (dia do Mario nos EUA, MAR10) e o Mario vs Rabbids que costuma ter desconto sempre.

            Pokemon então, costuma valorizar loucamente quando aquela geração de consolo dele não é mais atual. As vezes vale comprar nem que seja como investimento!

            Mas os demais jogos costumam ter promoções interessantes na eShop. Já vi jogos com 80% de desconto por lá. Coloca na wishlist e fica de olho.

    2. Espera um pouco. A Nintendo vai ter uma loja oficial na Amazon BR.

      1. Mas os valores não devem ser muito diferente do que na loja oficial, não? Nem na Nuuvem tem valores melhores que na eShop

        1. Essa loja na Amazon BR será de mídia física. Já anunciaram o preço do jogo de esportes novo. É um preço “justo” pra lançamento. As outras lojas estavam cobrando mais do que o dobro em mídia física.

          1. Você tem algum link para essa notícia? Fiquei curioso com os preços!! Será que teremos os jogos no dia de seus lançamentos?

    3. Só sei da nuuvem que é confiável e as vezes tem uns descontinhos. É apenas digital, mas prefiro assim do que ficar trocando cartucho

      1. Não vi muita vantagem na Nuuvem ainda, se conseguir alguma promoção, show, mas até o momento eu prefiro comprar direto na eShop.

        1. Bom, eu já tinha conta lá porque comprava jogos pra PC. Aí no caso do Switch raramente rola algum desconto mas toda compra rende aquelas moedas de cashback deles. Até quando vou comprar algo na eshop prefiro comprar o cartão pré-pago na nuuvem primeiro

        2. Nuuvem permite parcelar a compra se você usar cartão de crédito, o que não rola na eShop oficial. Acho que eles também geram o código, então tu pode escolher em qual conta quer ativar o jogo.

    4. e-shop prices é show de bola!
      Só compro jogos digitais porque muito mais barato, volte meia aparecem promoções e não nem um pouco difícil esse rolê de múltiplas contas no Switch, tu inclusive consegue ter apenas uma conta e ficar mudando a região.
      Já comprei alguns jogos na Argentina, na África do Sul, no México e nos EUA, via switch mesmo (menos argentina, que foi pelo site da nintendo) e com uma conta para cada país (tenho muitos e-mails kk).

      Tenho um caderninho com as senhas de cada um, funciona super tranquilo. Só adicionar a % de IOF na hora de calcular o valor. Nunca tive problema, já uso tem alguns anos.

      É mais legalizado que comprar quetamina :)

      1. eu li sobre isso, inclusive, a própria Nintendo não tem nenhuma regra contra essa troca de região para comprar jogos (só procurar na política de privacidade deles). mas uma coisa que é meio chata é ficar trocando de região e não queria ter 10 contas para manter jogos, então a minha pergunta é, da para criar uma conta em outro país, comprar o jogo mas, não vincular ele a essa conta, pegar a key e ativar na principal ou é vinculado na conta de forma automática?

        1. Não.
          Pelo site tu compra uma key, mas ele é vinculada ao país em que tu compra (se comprou a key no site americano, só ativa na conta americana).
          Pelo eshop é direto, ou seja, tu compra já na conta do país. Como você já vai ter feito o login no Switch, tu vai e compra – fica ativo. Aí pode entrar no jogo, em qualquer um dos perfis logado no seu Switch.
          Único problema: se tu, por um acaso, quiser reinstalar o jogo, tem que fazer pela conta que comprou.
          Bônus: tu pode criar uma conta só a mais e ficar mudando ela de país.

          1. Dependendo da eShop eles te mandam a key (a da Argentina funciona/funcionava assim) e você pode ativar em outra conta, mas na maioria dos casos é ativado direto na conta que realizou a compra. Eu já comprei pra da Argentina e ativei depois de ter trocado a conta pros Estados Unidos pra aproveitar as moedas.

    5. Eu tenho acompanhado as promoções nesse grupo do Telegram: https://t.me/ofertasnintendobr

      Sobre jogos digitais eu prefiro só comprar em lojas oficiais como eShop e Nuuvem. Um amigo meu já comprou um jogo digital mais barato pelo Mercado Livre e perdeu a conta que usava no Switch dele. Aparentemente era um golpe que os vendedores compravam os jogos e davam um jeito de estornar o valor do cartão de crédito ou algo do tipo.

  23. Smartphone

    Meu Xiaomi Mi A3 está morrendo. Vocês têm indicação de um smartphone que tenha uma excelente câmera e um valor razoável?

    Adoro o site. Parabéns pelo espaço!

    1. Jéssika, bom dia!

      Eu não sei se a promoção ainda está rolando, mas tem o Samsung Galaxy A52s por 1.440 no site da Samsung usando alguns cupons e parece que parte do desconto é via cashback, pode valer a pena.

      É um excelente aparelho, eu tenho o Galaxy A50, já meio rodado, estou pensando em pegar um desses ou um Samsung Galaxy S20 FE.

      Ambos tem 3 anos de atualização de sistema e 4 de atualização de patches de segurança. O que considero razoável.

      Link da promoção: https://www.pelando.com.br/d/125cd765-1702-4d6d-aedf-4829a17d024d/(rdollar144000-ame)-smartphone-samsung-galaxy-a52s-5g-preto-128gb

      Link do review: https://www.gsmarena.com/samsung_galaxy_a52s_5g-11039.php

      Espero que ajude :)

    2. Oi, Jéssika!

      Eu comprei um Realme 8 Pro por uns 1600 no meio do ano passado e não me arrependo nem um pouco. Configurações de praticamente um high-end pelo preço de um mid-tier e com representação oficial e garantia no Brasil.

      Acho que vale dar uma olhada nos equipamentos da marca.

    3. recomendo vc acompanhar alguma site de promoção, principalmente o pelando e o gatry. o celular que recomendo é o Galaxy S20 FE, será a melhor opção na faixa de R$1700/2000

      neste momento o Galaxy S20 FE esta saindo R$ 1679 usando o app AME, sem dúvidas é o melhor celular nessa faixa de preço. promoção no site pelando

    4. Eu queria fazer diferente da maioria e recomendar algo diferente dos Samsung, como Motorola que ainda é uma marca boa, mas realmente… Câmera boa e preço razoável: vai ter que ser um Samsung. Ou o iPhone SE.

      Acho uma boa pesquisar preços de alguns lançamentos mais velhos. Ainda tem Samsung de 2019 que tem câmera excelente e que hoje custa quase metade do preço que custava no lançamento.

    5. S20 ou s21 FE talvez te atendam
      Da uma olhadinha.

      Lembre que ótima câmera é um conceito bem subjetivo e hj a maioria dos celulares tem câmera muito boa.

      Android eu daria uma olhada nos poco fone x4 ou m4. Parecem interessantes

  24. Fones TWS 2: a missão.

    Continuando minha saga na busca dos meus novos fones wireless, acabei optando por comprar o mais econômico de todos: um adaptador para fone cabeado. Apesar de ser mais um dongle para carregar, não ocupa espaço e na teoria vou ter uma melhor oferta de fones para escutar música com qualidade e com uma longevidade de equipamento muito maior.

    1. Eu acabei comprando aquele da edifier (W100T, que no exterior usa o nome X2, não sei porque essa diferenciação) mencionado no post livre da semana passada, achei o preço “bom demais” para ser verdade, mas encomendei mesmo assim, chegaram hoje mas ainda não consegui testar.

      Comprei para a minha companheira, pois ela ouve bastante música em celular e ainda os fones do iphone com conector lightning, e se atrapalha toda na bolsa, já estragou uns bons fones guardando de qualquer jeito hahaha.

      1. Eu vi esse W100T! Estava saindo pouco mais de R$120 à vista com cupom de desconto, mas eu fiquei muito desconfiado. Fiz um teste com o X3 que todo mundo elogia e achei bem méh… Cheguei a boletar o Galaxy Buds Live mas acabei desistindo também. Enfim, vou postergar por um tempo até sentir necessidade real de ter algo sem fio para ir pra rua novamente.

        1. Então, eu já imaginava que não seria grandes coisas pelo valor. Testei ontem e embora não seja uma porcaria, o som dele é mais ou menos equivalente aqueles fones com fio de 30 pilas da Philips, não é o supra sumo, mas atende a quem não é audiófilo.

          Minha bronca com fones TWS é que, por terem bateria, tem vida útil limitada, então gastar muito dinheiro em algo que eu sei que em 5 anos não vai funcionar da mesma forma que quando novo me desestimula a pagar um valor mais alto.

    2. Qual adaptador você comprou? Dropa o linkzinho aí! :)

    3. O site Scarbir pontocom é especializado em reviews de tws. Avaliam as diferentes funcionalidades e não necessariamente um q é bom pra ouvir música é bom para videochamadas. Então tem q ver sua necessidade. Para um que é razoável em todos os campos comprei o SoundPeats TrueAir2

  25. Se tem uma coisa que deixa um pouco desanimado com o Fastmail é a dependência de estar sempre online para que possa ver meus e-mail, anotações e coisas do tipo pelo aplicativo Android.

    Dia desses abri um ticket na central de ajuda perguntando sobre isso e dizendo que essa dependência é ruim. Tem vezes que estou em algum lugar sem sinal de celular e preciso, ou quero, ter acesso as minhas coisas. A pessoa que me respondeu disse que eles sabem dessa falta e que o time de desenvolvimento tem alguns planos para implementar o recurso de acesso offline. Inclusive ela passou um link com uma pesquisa sobre. Vou deixar este link aqui para que, pessoas como eu, que desejam poder ter acesso aos seus dados mesmo que estejam offline, possam requisitar esta função.

    https://www.surveymonkey.com/r/2D3WWCF

    1. isso é chato msm, eu deixei de usar o tutanota por causa disso, pois além de só permitir acesso online, quando eu o abria ele demorava a carregar as coisas, nisso pelo menos o fastmail é rápido.

    2. Isso pelo aplicativo oficial, certo? Se você usar um app/cliente de e-mail diferente, bem provável que consiga ter acesso offline às mensagens. Eu uso no Mail.app da Apple e consigo ver as mensagens baixadas do Fastmail mesmo sem conexão.

      Se você usa Android, pode dar uma olhada no K-9 Mail.

    3. O aplicativo deles pra Android/iOS (que é só o site web empacotado) é bem ruinzinho mesmo. O web desktop é uma maravilha, porém.

  26. Enquanto eu escrevia esse post sugiram vários outros comentários falando sobre terapia. Engraçado, não havia pensado dessa forma, mas esses encontros que participo durante a semana acredito que são também uma terapia em pequenos grupos, afinal a gente compartilha nossos problemas, nossas conquistas, as pessoas se abrem, algo que elas compartilham te fazem refletir, te amadurecem, te fortalecem.

    Eu percebi muitas mudanças de comportamento em mim já, passei a ser mais afirmativo, mais aberto a diálogos, aprender a ouvir, a falar.

    Se essa pegada religiosa não te anima, talvez a terapia ajude mesmo.

  27. Olá, pessoal. Como estão?
    Tema de hoje é bancos e cartões.

    Minha experiência:
    Não sou um mega investidor, nem faço inúmeras transações. Iniciei minha vida financeira diretamente nos bancos virtuais. Comecei em 2015/2016 com o NuBank, para cartão de crédito e o Inter como banco. A experiência com o NuBank foi magnífica. O modo como você lida com a sua fatura, o chat que já me ajudou as 6h30 da manhã. Excelente. O Inter não conseguiu usar como cartão de crédito, acredito que a excelente experiência que tive no NuBank tenha me travado um pouco, mas como banco foi perfeito. Na época, usava muito função de saque e gerava boletos de recebimento que me atenderam por muito tempo, antes de existir o PIX.

    Gostei muito dessa facilidade dos serviços virtuais e passou a ser um “hobbie”. Testei alguns como o C6, Original, Next, além dos apps de pagamento como Mercado Pago, PicPay, RecargaPay.

    Atualmente, uso o C6 para a tag de pedágio e como banco, caso precise sacar algum dinheiro, coisa que há muito tempo não faço, o PicPay fica responsável por receber e enviar PIX e também é o meu cartão de crédito. Esse mês de abril, pretendo voltar a usar o NuBank para crédito e ficar alternando entre um e outro. Visto que não costumo parcelar as compras, o que uso de crédito, pago logo ao fim do mês.

    Gostaria de saber quais vocês usam e como tem sido a experiência. Ainda estão em bancos físico ou se mudaram para bancos virtuais, quais cartões usam? Como foi o PIX na vida de vocês?

    Eu não sou especialista em finanças, então se você souber mais nessa área ou tiver sugestão de conteúdo para que eu possa estudar, fique a vontade para indicar.

    1. Tenho bastante conta em bancos seja bancões ou fintec então vamos lá:

      -Bradesco Poupança – É uma conta que minha mãe criou quando eu era criança, está no meu nome mas ela é a responsável, já fui no banco mudar a titularidade mas não é possível, então deixo ela quieta lá, utilizei muito ela antes de começar a trabalhar.

      -Santander – Abri essa conta quando começei a trabalhar, ultimamente só me dá trabalho, penso em ir na agencia cancelar mas a preguiça fala mais alto.

      -Banco do Brasil – FIES
      -Caixa – Financiamento Imobiliario

      – Banco Inter – Hoje recebo a portabilidade nela é a minha principal digamos assim, embora grande parte do dinheiro fica na Nuconta.

      -Nuconta – Quando recebo o salário transfiro os valores dos boletos pra ela, acho mais rápido a compensação que o Inter, também deixo um troco guardado pra render.

      O pix no meu caso revolucionou no sentido de transferir a qualquer hora do dia e de um jeito bem mais prático com a chave pix ao invés de pedir os dados da conta.

      Cartão de crédito eu só tenho Nubank, Inter e Digio, até recebi um da Caixa, BB mas sigo a filosofia do Tio Ben “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”.

      Obs: Só tenho tudo isso de conta porque não pago nenhuma taxa bancaria.

    2. cartão de crédito: nubank, foi o meu primeiro cartão e o uso até hoje, já passei por outros, mas considero o melhor, pois é fácil de acessar, fora que tb deixo o limite baixo e quando faço compras grandes mudo sem dificuldade;

      banco: itaú, já tive conta no santander e a experiência foi ok, gosto do itaú pq consigo sacar pela digital, tem caixa eletrônico em toda esquina e o aplicativo me atende bem, então como não tenho problemas, não tem pq mudar.

    3. Tenho 1 conta digital (Inter) que ficam as contas e dinheiro “da casa”

      Não abro mão de um bancão pra minha conta pessoal (Bb, Itaú ou Bradesco está ótimo. Santander não sei)

      Acho prático usar a corretora do banco pela praticidade e integração , ou a do BTG tbm falam muito bem.
      Corretoras acho útil tipo as conhecidas, XP, Órama, Nuinvest

      Cartões

      Nubank é prático, mas não uso. Fica como última opção de backup.

      Pão de Açúcar – uso pra despesas corriqueiras e contas da casa. Junto mais milhas com ele.

      Porto Seguro – meu cartão de crédito mais antigo, bom limite, vantagens bandeira Visa e desconto no seguro do automóvel

      Bradesco – excelentes cartões pra benefícios vários. Tenho e uso bastante.

      Os cartões q mais uso são do Bradesco e Pão de Açúcar.

    4. Nubank: conta corrente e cartão (ultravioleta), deixo o dinheiro do dia-a-dia por julgar que o rendimento automático do saldo é bom o suficiente. O rendimento do cashback é aceitável e como a Gol é a companhia que melhor serve o aeroporto da cidade onde moro, poder transformar em milhas smiles é uma mão na roda.

      BTG: uso pra investimentos, o cartão de crédito fica guardado pra fazer compras no exterior/em viagens aproveitando o desconto no IOF.

      XP: uso pra investimentos, tenho o cartão de crédito pra ter acesso aos benefícios do Visa Infinite e o DragonPass com 4 acessos a sala vip.

      Bradesco: só pro Amex que fica na gaveta mas não vale a pena, considerando migrar pro Santander pois as vantagens do Amex emitido por lá são melhores.

    5. Minhas necessidades: Transferência sem custo, Conta Bancária sem custo, Débito Automático, DDA, pagamento Guia da Previdência Social (GPS), cartão de débito com bandeira VISA/Master, Investimento em Ações, Cartão de Crédito com benefícios cashback/milhas.

      Conta principal: BTG+. Motivos: sem custo, integração com corretora BTG, boa gama de convênios no Débito Automático, DDA funciona bem (embora não perfeito). Cartão Débito+Crédito Mastercard BTG Black dá 1% de cashback, sem mistério nem pegadinha, também tem opção de estorno de IOF nas compras internacionais (valor anuidade depende dos benefícios escolhidos e investimentos mantidos no Banco).

      Conta secundária: Banrisul (banco estadual do RS). Era minha conta principal, mas nos tempos pré-PIX estava me incomodando com os valores de transferência. A corretora do Banco é sofrível, então queria uma integração melhor. Além disso o cartão de débito é bandeira “Banricompras” (inútil fora do RS – e muitas vezes dentro tbm). As grandes vantagens são: possui Pagamento GPS, pagamento de tributos locais bem fácil (IPVA RS, IPTU Porto Alegre), mantém agência do lado do trabalho, alguns débitos automáticos exclusivos e outros que não consegui alterar; consigo visualizar contracheque no app; o DDA mostra mais coisas do que no BTG (não sei pq). Então mantenho como conta secundária pela conveniência.

      São dois bons complementos. Gostaria de ter só um? Com certeza, mas dificilmente as vantagens e desvantanges do Banrisul vão mudar, o que vai me deixar provavelmente sempre com dois.
      Tenho ainda umas contas mais inativas: Banco do Brasil (abri na época da faculdade, já recebi por ali, e enfim, está lá, para qualquer coisa. Abandonei quando me enfiaram um cartão de débito ELO, em vez do Visa Electron. Ponto positivo: boa corretora de investimentos – ponto negativo: o fato de ser do gov federal me deixa com pulga atrás da orelha – lembram do caso Caixa e caseiro Francenildo?), Unicred (abri pra fazer prev. privada complementar e deixo lá paradinho só pra isso mesmo) e Itaú (que abri esses tempos para “experimentar”, mas até agora não experimentei…).

      Dentro dessa ideia de experimentar fintechs: já tive Inter, que saí por motivos de não confiar na solidez, e Nuconta, que não supria a questão do Déb.Automatico e DDA. Já tive Next também mas me irritei com o App. E AgZero (do Banco Safra), que achei meio bugado, atendimento ruim e limitado por não oferecer integração com a Corretora Safra.

      Resumo da história das contas: para as minhas necessidades o BTG+ está surpreendendo positivamente. Porééém, até o momento não precisei de suporte de atendimento, então (ainda) não posso recomendar de olhos fechados.

      Cartão de crédito: sou fã dos cartões do Itaucard. Bom atendimento pelo chat, sempre consegui fazer e acompanhar o que precisava. App do Cartão bastante completo (pra chegar no nível do Nubank só falta conseguir adiantar parcela sem precisar recorrer ao chat). E tem uma dezena de opções de cartão com benefícios variados, inclusive Tag de Pedágio/Estacionamento.

  28. Tenho me sentido como numa esteira, andando, andando e andando, mas sem sair do lugar. Isso para tudo. Vocês têm essa sensação também? Se sim, alguma ideia ou dica para recuperar aquela percepção de que as coisas estão avançando/melhorando?

    1. Cara, eu sinto isso também. Parece que as coisas não evoluem, tudo permanece estagnado, ou no máximo andando a passos de lesma bêbada.

      Venho há um tempo querendo mudar de emprego, mas está difícil conseguir largar do antigo e começar a nova jornada. É difícil, pois, eu ainda dependo dele para sobreviver, e como dependo dele as vezes o tempo que ele come passa do planejado. Poderia me dedicar mais ao emprego novo? Sim, poderia, mas como ficaria minha situação atual? Como faria para minha que empresa não morra?
      E isso gera essa sensação de prisão, de não poder avançar da maneira na qual eu gostaria. Desanima muitas vezes, mas eu sou meio teimoso e tenho muuuuita paciência, então sei que no futuro, com trabalho e de organização eu vou conseguir. Como diria Axl Rose: “Said, woman, take it slow and it’ll work itself out fine
      All we need is just a little patience
      “.

    2. Sim, você não está sozinho nessa. Acho que foi efeito da pandemia, não sei. Mesmo com alguns bons resultados no trabalho, na questão pessoal sinto que tudo está estagnado. Ainda pra piorar foi difícil ver de perto toda a tragédia que aconteceu aqui na cidade (Petrópolis). Uma coisa é você ver as notícias e acompanhar pela TV e sites, mas vivenciar tudo de perto, dá um baque. Felizmente eu não tive prejuízos, mas foi um período triste demais.
      E realmente acho que terapia pode ajudar. Tomei coragem e comecei este mês. Foram poucas sessões até agora, mas é impressionante como a gente sai um pouco mais leve delas.
      O caminho vai ser longo, mas parece que pelo menos agora tem um rumo.

    3. Eu acho que isso é um pouco sintoma de ansiedade, mesmo que não patológica.

      Eu sou um pouco assim também, parece que nunca nada acontece, aí eu olho pra trás e vejo que, apesar de todo o inferno dos últimos dois anos, na verdade bastante coisa aconteceu nos últimos 2~3 anos.

      O foda é lembrar de fazer, mas é um exercício que sempre me ajuda a respirar um pouco no meio disso tudo.

    4. Eu até entende e de certa forma compartilho um pouco da sensação de marcha lenta. Via de regra nós a maioria de nós é resistente a mudanças e acredito que, paradoxalmente, nos últimos 2 anos a vida de muita gente tomou um rumo de estagnação social, econômica e afetiva. Tanto que não foram poucos os relatos de casos de depressão (eu me incluo nesta), os rompimentos devido à superconvivência forçada.

      Como o amigo disse, terapia é o melhor caminho. Fora isto, talvez tentar retomar um pouco do padrão de “normalidade”, voltando a ter mais convívio social ou até mesmo buscar uma mudança profissional. Foi em meio à pandemia que fiz minha transição de publicitário autônomo para UX por exemplo.

    5. Acredito que boa parcela da população encontra-se deste jeito. Tenho este mesmo pensamento, cheguei a trocar de emprego e mudar alguns hábitos acreditando que iria reduzir esta sensação, porém não consegui notar diferença. De qualquer forma boa parte da culpa é devido a pandemia e a forma em que ela impactou em nossas vidas. Mas isto somente irá mudar algum tempo depois do fim da mesma, mas não do mesmo jeito em que estavamos habituados ante a ela.

    6. Eu fiquei bem isolado desde o inicio da pandemia, principalmente depois que comecei a trabalhar no home office.

      Minha esposa sempre foi evangélica, e eu luterano. Estávamos afastado da igreja a muitos anos, desde antes da pandemia.

      Ela começou a participar de uma célula faz uns 8 meses, e eu há uns 5 (em alguns lugares é chamado de grupo pequeno, igreja na casa, etc) que são encontros de grupos de poucas pessoas, geralmente na casa de um facilitador, onde são discutidos temas da bíblia e como praticar isso no dia a dia.

      Tem sido transformador pra mim, o pessoal é super gente boa, fizemos novos amigos, meu crescimento espiritual foi enorme, meu relacionamento com minha esposa melhorou muito, enfim, fico ansioso por reencontra-los toda semana, conversar com eles, trocar idéias.

      O bom é que é umas conversas bem pra cima, de afirmação, um apoiando o outro, enfim, difícil explicar em palavras, mas me ajudou muito a não ter mais esse sentimento de que sou apenas um passageiro na vida.

      1. Enquanto eu escrevia esse post sugiram vários outros comentários falando sobre terapia. Engraçado, não havia pensado dessa forma, mas esses encontros que participo durante a semana acredito que são também uma terapia em pequenos grupos, afinal a gente compartilha nossos problemas, nossas conquistas, as pessoas se abrem, algo que elas compartilham te fazem refletir, te amadurecem, te fortalecem.

        Eu percebi muitas mudanças de comportamento em mim já, passei a ser mais afirmativo, mais aberto a diálogos, aprender a ouvir, a falar.

        Se essa pegada religiosa não te anima, talvez a terapia ajude mesmo.

    7. Recomendo fortemente terapia. Terapia possui diferentes abordagens disponíveis, então mesmo que você tenha feito alguma e não tenha funcionado, vale a pena procurar uma abordagem que a adaptação seja melhor.
      É a terapia que me ajuda a encarar dificuldades de desenvolvimento pessoal e essas sensações incômodas que me deixam desanimada no dia a dia.

      1. Pior que já faço terapia há uns três anos. Ajuda, principalmente para entender o que se passa aqui dentro, mas não tira essa sensação. Pelo menos, até agora não tirou.

    8. Eu meio que “desde sempre” tenho esta sensação.

      De fato, o ponto é que tínhamos expectativas quando jovens. Hoje, na faixa dos 35 /45 anos, nos perguntamos o que realmente deu ou não certo na vida.

      Como a Fabiana lá embaixo pôs, tem o ponto da pandemia também, já que a mesma pandemia “puxou o freio” para muitos.

      Há o fato também que em relação a nossa juventude, perdemos poder de compra e capacidade de fazer coisas que na época mais antiga era aparentemente mais fácil de fazer.

      Talvez também o fato que temos um pouco de noção de alguns dos motivos destas coisas – a questão política, do poder de quem tem condições financeiras, etc… – nos faz entender que também não é nem questão de “freio puxado”, mas sim que tem pessoas que conseguem “deixar a gente na esteira”, dado que elas tem mais condições de conseguir mais coisas. Ou pessoas que usaram cheats (bitcoins, pirâmides, associações com poderosos criminoso) e com isso conseguiram o que a gente queria, mas não podia porque colocaram em uma condição que não íamos conseguir.

      1. Adendo: eu não tou usando aqui o termo terapia como muitos estão porque Primeiro – eu fiz, sei que é bom, mas não tenho condições (financeiras) de continuar. Sim, sei que tem gratuito, mas estou relutante em procurar outro terapeuta.

        Segundo porque se a gente jogar nas costas de psicólogos os problemas do mundo, no final quem sofre são eles também. Atos como o seu de abrir estas questões em espaços abertos são formas relevantes de se fazer discutir isso :) .

        1. Ligeiro, os psicólogos são preparados para isso e eles tbm fazem terapia.

          1. Acho que a frase ficou em um sentido restrito.

            Quis dizer que nem tudo é questão de “falar com a terapia”. Eu sinceramente queria que tivesse aulas de filosofia e psicologia nas escolas, mas aí chega onde eu quero chegar – as políticas brasileiras meio que travam isso, e parte dos problemas são políticos.

            Terapia ajuda, mas entender que há questões políticas também ajuda.

          2. @ Ligeiro

            Aprender sobre psicologia não ajudaria muito nisso. O lance da terapia é que ela te ajuda a se entender. O psicólogo te ajuda a trilhar esse caminho, que é bem pessoal e, evidentemente, não se aprende na escola.

          3. É @Ghedin, tá certo, mas novamente falhei em me explicar. A ideia não é fazer “auto terapia”, mas sim entender um pouco mais dos sentimentos e também quebrar preconceitos (porque ainda temos preconceitos quanto a psicologia e psiquiatria).

      1. Que nome fantástico de livro!! Obrigado pela indicação.

    9. Estou me sentindo da mesma maneira, sinto estar preso em uma esteira com um ou outro acontecimento interessante, mas ainda me sinto preso desde o início da pandemia.
      Onde eu trabalho é uma grande empresa do setor bancário e os processos estão me matando, sou analista de sistemas e 5% consigo desenvolver algo contra 95% lutando com burocracias que existem em grandes empresas que deveria servir para melhorar os projetos e mais conhecimento, só que na prática é só burocracia mesmo, fazer a gente conversar com dezenas de pessoas para quem sabe uma pessoa iluminada nos dar a resposta para seguir o processo.
      Penso em mudar, mas em janeiro trocou o gestor que parecia ter boas intenções de agilizar os projetos, recebi um bom aumento de salário e eu gosto dos benefícios e relativa estabilidade que tenho, deu um ânimo, o tempo passou e de fato pouca coisa mudou.
      Como não consigo mudar as coisas no trabalho, estou mudando fora, dando mais foco na academia e diversão no The Last of Us 2 do PS5, voltando a ir ao cinema, atividades culturais, almoçando fora de casa para ver o movimento nas ruas, etc.

    10. Por enquanto estou me apegando às “pequenas vitórias”. Seja um hábito bom que passei a ter, seja o fim do hábito ruim que estava tendo, seja parar e apreciar algo belo que está no meu caminho — e nisso tenho sorte, porque a calçada aqui da frente é uma das coisas mais lindas que já vi.

      E estou me esforçando pra sempre que os sentimentos negativos aparecerem, atropelá-los, como aprendi com a Juliana Cunha.

    11. Para mim o que funciona é quebrar a rotina, tentar um esporte novo(ou tentar um esporte), estabelecer uma meta pessoal(esportiva, peso, hábito, tempo doado, ajudar alguém etc) uma nova habilidade ou curso mas algo que esteja no seu controle, pois muitas vezes no trabalho, vida social, empreendimentos, nem tudo depende só da gente e por razões circunstanciais fico também com esta sensação de morosidade nos avanços, mas buscando estas novas metas sinto que estas preenchem esta necessidade de realização.

    12. Também sinto isso as vezes. Acho que é um pouco uma crise da idade (acredito que muitos aqui estamos na mesma idade ~35 anos). Me comparo com a geração dos nossos pais e alguns amigos da nossa, vem aquela cobrança de não estar casado e com filhos, de não ter comprado uma casa própria (ou com investimentos equivalentes para quem acha que não vale a pena comprar), não viajar todo ano, e a vida financeira meio que patinar na mesma por alguns 10 anos e eu só conseguir basicamente o suficiente para me manter. No fundo as condições melhoram um pouco, mas lentamente, enquanto o tempo passa e ficamos entre aquela esperança que uma hora terá uma virada ou jogar tudo pro alto.
      Tem horas que é preciso mudar alguma coisa estrutural em nossas vidas, ou as vezes é mais simples, só achar um ponto a ser ajustado e trabalhar nele.

    13. Tentou praticar algum esporte, eu sou meio q um evangelista, mas como esporte, terapia e um pouco do estilo de vida, Jiu Jitsu seria minha indicação. Como vc é de Curitiba assim como eu, te indico equipe Gracie Barra em qualquer unidade da cidade, vc irá encontrar um ótimo ambiente, sem aquele estilo de pit boys, ambiente familiar e com uma rede de apoio sem igual.

    14. Tipo apatia? Só quero encerrar o expediente, ir pra casa, dormir e repetir o processo.

    15. me sinto um pouco assim também. a sensação que tenho é de estar caminhando, mas ficando pra trás – estou sem emprego fixo, sem perspectivas na minha área, cada vez com menos contatos. tentei terapia, mas não me adaptei as sessões. tenho praticado exercícios físicos e estudado assuntos que gosto e não tentando comparar minha vida com as redes sociais dos outros.

    16. Uso métricas, tão objetivas quanto possível.

      X renda extra por ano

      Ao menos 2 viagens/ano com a família sem ser pra casa de parentes – esse ano já fizemos 1, um FDS numa cidade próxima. Foi barato e bem divertido.

      Caminhar todas as semanas com a família

      Melhorar exercícios (mais carga com execução correta)

      E vou fazendo pequenos melhoramentos no lar.
      Há anos usamos um jogo de jantar que já está quebrado (e já era usado quando casei). Esse ano vamos comprar outro jogo, é simples, mas sempre traz algo a mais

      Tiro 1 vez por semana pra ficar só com minha esposa

      Fazer essas coisas me faz sentir a vida caminhando pra frente, mesmo
      Isso tá alinhado com os meus objetivos de vida. Identificar quais os seus e entender que eles mudam ao longo do tempo é um baita de um bom caminho

      1. Aproveitando este seu comentário sobre métricas, deixo meu exemplo de costume que tenho que me ajuda a sentir bem comigo mesmo e evitar enloquecer pensando que não vou para frente, meio que me servindo com métrica também (e ultimamente não tenho ido, mas enfim).

        Como hobby, tento sempre ir para algum lugar diferente com o transporte público. Faço quando tenho condições financeiras e sinto que o tempo dará também. Isso me ajuda a tanto eu me orientar na região quanto ajudar outras pessoas quando posso.

        Sempre que tenho oportunidade e um motivo a mais, estico para ir em um lugar que não conhecia antes. Por exemplo, uma vez que ganhei algo legal de uma pessoa, e em retribuição consegui algo que ela precisava e (e meio sem avisar direito) fui na casa dela em uma cidade bem distante de onde resido. Era um lugar que eu estava querendo conhecer e juntei todos os motivos para poder visitar a cidade – retribuir a pessoa e conhecer o lugar.

        Parece que uma das formas que me sinto que progredi em algo é sempre quando visito um lugar bem mais longe do que já fui. É meio filosófico. E também uma métrica bem legal – conhecer outros lugares, outras pessoas, ver algo fora da bolha que vive.

    17. Pessoalmente, a parte de relacionamentos é um fracasso e a pandemia piorou, mas ademais acho que as coisas estão funcionando melhor que o esperado. Sou uma privilegiada exceção da exceção entre os Millennials, em que se fala tanto de burnout e falta de perspectiva financeira/profissional.

      Mas durante a pandemia – mais precisamente naquela reunião de ministros (a da “passar a boiada”) dos conflitos entre Moro e Bolsonaro – morreu em mim alguma coisa. Não sei porque foi nesse momento, mas foi uma desilusão que virou uma melancolia em relação ao cenário maior das coisas.

    18. Terapia pode até ajudar a enxergar os avanços mas se não estiver fazendo nada, meio q será inútil.

      A rotina que coloca nesse estado letárgico.

      Não sei se para todo mundo serve, eu faço planos. E no geral um planejamento bem feito é algo que já me satisfaz e livra dessa sensação.