Post livre #274

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206 comentários

  1. No finalzinho do Post Livre da semana… alguém sabe se, nesses estabelecimentos que pedem CPF para dar desconto em compras, eu sou obrigado a dar o CPF para ter o desconto ou por lei se eu bater o pé e só quiser o desconto eles são obrigados a dar?

    1. Eu sinceramente não sei de cor sobre descontos baseados no CPF. Salvo engano, tais descontos é obviamente pelo fato de o CPF entrar em um suposto “clube de descontos” (que sabemos que na verdade é apenas uma espécie de banco de dados de consumo e publicidade).

      Atente-se ao fato que em atacadistas o desconto é dado pela quantidade vendida também. E que de fato, em alguns estabelecimentos (geralmente menores), é possível negociar descontos, mas geralmente não gera algo fiscal.

  2. Fala aí pessoal?

    Alguém mais cliente da TIM vou aparacer um “5G” no lugar do “4G”?

  3. Primeiros minutos do último domingo do mês, pensei em uma ideia aqui: todo mês a gente se reune e quem tem dicas de apps do F-Droid (ou outras origens), manda aqui.

    Começando os trabalhos:

    Block6 (para android 4.4 ao 6. Não recomendado para android acima da versão 7 – apesar de ser usável nestes.)
    * É um aplicativo gerenciador de SMS que bloqueia números. Simples assim. O Android nativo até o 6 não tem bloqueio de SMS e chamadas. Para quem, como eu, tem problemas mais com SMSs, pode usar. Estou usando aqui e aparentemente tudo ok, está bloqueando as propagandas da Skeelo.

    Disk Usage(para android a partir da versão 1)
    * Se conhece aplicativos do Windows como SpaceMonger/Space Sniffer / WinDirStat ou do MacOSX como DaisyDisk, o DiskUsage tem a mesma função: ilustrar o uso de arquivos no seu aparelho. Basta executa-lo e escolher o armazenamento (salvo engano ele mostra da forma que o Linux trabalha, com /pasta/local…), e pronto.

    WiFi Walkie Talkie(para android a partir da versão 4.1)
    * Transforma o celular em um Walkie Talkie, conversando com outros celulares que tenham o mesmo aplicativo e estejam na mesma rede wifi. Não é seguro, mas pode servir para alguém que esteja querendo se divertir entre amigos, ou para comunicações simples com a família ou em algum trabalho que não precise de tanta segurança. Para quem tem celular antigo, pode ser uma forma de dar um uso ao mesmo também, servindo para conversar alguém que esteja um pouco longe, mas na mesma rede wifi.

    Pdf Viewer Plus (para android 5.0 e superiores.)
    * Se tem algum celular que não consegue ver PDF ou não quer depender do visualizador do Drive, pode usar este visualizador. É leve e funciona bem.

    E é isso. Quem quiser contribuir, fique a vontade. :D

  4. Ouvi o último podcast e tive vontade de sair dos domínios do Google (especialmente gmail).

    Qual a melhor forma de fazer essa migração? Qual email pago tem um preço legal? ( O dólar caro não ajuda)

    1. No meu caso, e-mail é muito importante para usar um serviço gratuito. Uso fastmail desde janeiro de 2007. Ele importa todos os seus emails do gmail (leva uns dias, dependendo do tamanho).
      Não tem propaganda. Pode usar domínio próprio. $50 por ano ou $5 por mês, no plano de 30GB de armazenamento.
      No link, 10% de desconto: https://ref.fm/u2975105

    2. O Fastmail, indicado pelo Michel, é uma boa opção. Uso ele também. Outra legal, mas mais limitada (só oferece e-mail; Fastmail tem calendário, contatos e até um disco na nuvem), é a o Migadu.

  5. Eu vendo os achados e perdidos de hoje pensei se não daria um bom tópico alternativas as Big Techs, como e-mails, cloud e etc com melhores políticas de privacidade.

    1. Tem uma lá hoje, sobre alternativas a Google Analytics (eu não tenho interesse neste assunto, por isso não vi).

    2. Não existe algo centralizado (ainda?) no Manual, mas esse tema é recorrente por aqui, tanto nos posts quanto nos comentários.

  6. Tenho pensado muito em automação residencial. Na minha casa tenho lâmpadas da Positivo na sala e no quarto e nada mais, nada menos do que três Alexas (resultado de ir morar com a minha companheira).

    Esses dias, vi no Twitter um vídeo de um cara que automatizou praticamente tudo na casa dele (até a torneira da pia) e me peguei refletindo sobre isso. Até que ponto vale investir nessas coisas pra não ter que levantar pra acender a luz? Ou pra poder ter uma iluminação azul bebê na hora de ver um filme.

    Parte de mim já jogou a toalha e nem se importa mais com a coleta dos meus dados e com a incessante presença das big techs em toda a minha vida. A outra parte fica encucada com isso o tempo todo.

    Um comentário que não traz nada além de um desabafo! haha

    1. Eu vejo isso como uma complicação sem sentido da vida, além claro de um custo muito maior. No início pode parecer que vai resolver muitas coisas, que aquilo será útil e blablablá, mas no fundo será mais uma grande dor de cabeça quando começar a dar problema. Sem contar o problema de deixar tudo nas mãos da big tech, mas sinceramente, acho esse o menor perante tudo…

    2. Esse (falso) dilema não é nada estranho, é resultado do trabalho das Amazon, Google e Apple da vida. Essas empresas não vendem só software e gadgets, elas vendem também (principalmente) a ideia de que você “precisa” disso e daquilo, que sua vida ficará “mais fácil”, “melhor”, sem nunca colocar na balança os contras (que são muitos e, não raro, neutralizam os ganhos).

      E a melhor maneira de se assistir a um filme é no escuro absoluto, mas como não dá para vender escuridão (ainda), inventaram essas fitinhas bregas de luzes coloridas ?

      1. Isso talvez resvale no que a psiquiatria e a psicologia andam chamando de “bem estar tóxico”, que nada mais é do que a busca incessante por bem estar (seja por aplicativos, por aparelhos conectados ou por ações diretas de “melhorar a vida”) que acaba se tornando um problema por si só.

        XxX

        A obsessão moderna pelo autoaperfeiçoamento tem até nome: “ortorexia psicológica”, criado pela psicoterapeuta baseada em Londres, Seerut Chawla.

        O problema é que essa busca, quando exagerada, em vez de nos tornar melhores, traz uma sensação de insatisfação, perdendo seu propósito original. “As redes sociais amplificam a comparação e vemos uma cultura de excessos que transforma autodesenvolvimento em competições vazias”, diz Armando Ribeiro, psicólogo.

        A narrativa do “vence quem for capaz” coloca o indivíduo como responsável pelos erros e conquistas, supondo que é dele o controle total sobre a própria vida. Essa visão ignora quando as circunstâncias não são favoráveis e provoca o sentimento de insucesso.

        “Melhorar é ótimo, mas tem de partir de um lugar de aceitação e acolhimento, não de culpa e cobrança”, salienta o psiquiatra Guilherme Spadini.

        1. Eu não tenho mais como concordar com isso, meu amigo essa semana mandou um monte de link de umas tomadas automatizadas que ele comprou, eu só conseguia pensar no por quê?
          E essa semana também descobri que existe luz para monitor, achei a coisa mais inútil do mundo, é quase eu comprando jogos que nunca vou jogar.

        2. Excelente. Eu trabalho com automação de aviários, então a automação é essencial, mas o pessoal tá levando isso muito a sério. As empresas que vendem são as mais beneficiadas em todo esse mercado. hahaha

      2. Ghedin, assistir um filme no escuro absoluto é a pior maneira.
        É necessário que vc tenha sim uma moldura de luz na tv.
        Sem isso (no escuro absoluto) os seus bastonetes se desgastam de forma prematura e não regeneram.

        1. Mas qual a diferença? A TV é, afinal, uma fonte de luz também.

          (Eu falei escuro absoluto, mas isso é virtualmente impossível aqui onde eu moro, com as luzes da cidade e tal. Fica um breu, no máximo.)

        2. Não sabia o que acontecia com os olhos, mas noto claramente que “forço” muito mais a visão quando assisto algo ou trabalho no escuro total. Uma luminária de mesa ou de chão sempre, sempre, melhora 1000 vezes a situação.

    3. Coleta de dados já é um problema, mas ai te pergunto: até que ponto você precisa de automação?? Eu coloquei um soquete com sensor de presença na cozinha e já supriu muito bem por meros R$30…. E não preciso gastar dinheiro pra automatizar o resto, pois não me importo de apertar um interruptor.

    4. Eu tenho N automações aqui em casa.
      Vou fazendo tudo aos poucos, procurando opções baratas e seguras. Isso inclui um pouco de DIY.
      Um pouco é por hobby, outro tanto por comodidade.
      Aqui, o primeiro ponto foi ter algo fora da nuvem, então minhas automações ficam fora da internet (embora possa acessa-las de fora de casa, mas pq eu abri essa porta). Tudo roda num raspberry pi 4 com 1 pequeno SSD (pq é mais rápido e mais confiável que um cartão microSD).

      Bem,
      Eu tenho sensores nas portas, interruptores inteligentes (prefiro eles às lâmpadas inteligentes), um sensor de temperatura.
      Integrei meu celular e o da esposa ao sistema, assim como nossa smartTV.

      Ao chegar em casa, se for a noite, quando abro a porta , se a tv estiver desligada e/ou as lâmpadas apagadas, as luzes se acendem. Quando chego com a bebê e compras facilita a vida.
      Se a porta ficar aberta mais de x tempo, sou avisado.
      Se a temperatura estiver acima de X ou abaixo de Y, a esposa é avisada (por cuidados específicos com a bebê).
      O imóvel é bem antigo, então não tem nenhum interruptor paralelo. Poder apagar a luz do quarto estando na cama é um conforto útil, assim como poder apagar as luzes sem usar as mãos (estando com a bebê no colo, por exemplo), dar um toque num botão ao sair de casa e ter certeza q as luzes estão apagadas. Ou mesmo poder usar a iluminação do corredor (lembra, nenhum paralelo em casa, pois é, o interruptor fica no meio do corredor, agora acendo antes de atravessar e ele apaga sozinho após alguns segundos).

      Enfim NADA disso é necessário, mas é legal e facilita a vida (em alguns casos).

      Faço isso pelo nodered e HomeAssistant. Quem usa Apple pode pensar em usar o homebridge.

      Enfim, aproveito que tenho um servidor em casa (o raspberry pi), e já faço algumas coisas:
      Gerenciador de senhas próprio
      Bloqueador de anúncios
      Sistema pra câmera ip da filha ficar apenas na rede local
      Servidor de arquivos
      Calendário, gerenciador de Contatos e notas pessoal (sem depender de big-tech)

      Ainda vou implementar mais algumas outras coisas, mas tenho claro que boa parte disso é pelo Hobby

      Quem quer automatizar a cada e manter seus dados privados tem opção, não precisa comprar um raspberry pi 4, um notebook velhinho da conta.

      1. Acho que várias dessas automações são o que os gringos chamariam de “nice to have” — como você disse, não chegam a ser necessárias, mas ajudam. Eu fico pensando, porém, no aumento dos possíveis pontos de falha, na manutenção e custos envolvidos. Minha política pessoal para casa e produtos é sempre buscar soluções simples (com menos partes móveis e complicações em geral) e que não exijam minha atenção constante, e priorizo isso a pequenos confortos. Por esses critérios, entre um interruptor convencional e um conectado, o convencional ganha fácil.

        Sobre os serviços que você colocou no Raspberry Pi, eles estão expostos à internet, para que você consiga acessá-los fora de casa/da rede Wi-Fi? Se sim, como você fez isso (por exemplo, como lidou com o IP dinâmico atribuído pela operadora)?

    5. Eu sinceramente acho a Echo dot mais baratinha útil (segundo relatos também é a que reconhece melhor os comandos). Uso despertador, timer para quando faço chá ou exercício. Quando você está ouvindo um podcast no spotify, dizer “volta 10 minutos” no Xadrez Verbal (como é longo, eu sempre acabo me distraindo) é muito legal. Mas a coisa da automação de luzes, cortinas etc. não me atrai muito.

    6. Eu até hoje tento entender qual a lógica de trocar uma chave física por uma eletrônica que depende de energia elétrica e pode ser hackeada. Já perdi meio turno de trabalho porque não trocaram a bateria da tranca do escritório (que só era acessível por dentro).

      Quer segurança? Põe uma tranca de chave tetra

  7. Olá! Como estão?
    Este é minha primeira participação no Post Livre.
    Eu gostaria apenas de compartilhar minha experiência. Eu tenho meu primeiro celular Android até hoje e por sinal é por onde estou digitando essa mensagem. Ele é um MotoX1, de 2013. Era de um amigo meu que acabou quebrando ele todo. Eu peguei o que sobrou do aparelho em 2015 sem nenhum sinal de vida. Juntei meus sofridos R$350 reais e deixei ele zerinho. Desde então nunca quebrei a tela nem nada mais grave. Troquei a capinha e a película algumas vezes. E ele funciona bem. Uma pena não ter mais versão do Android para ele, embora eu tenha feito vários upgrades através de roms.
    Só gostaria de compartilhar e saber se mais alguém tem esse tipo de apego a equipamentos e talvez tenha uma história semelhante. Até mais!

    1. Sou acumulador, então acabo muitas vezes guardando algo, mesmo que não funcione. E quando tenho condições, tento arruma-lo.

      Estou aos poucos mudando este tipo de ideia, mas a princípio, continuo meio que no modo acumulador mesmo.

      1. Eu luto contra isso também. Fico muito triste com tecnologia descartada. Minha casa tinha um quarto cheio de peças de pc que eu consertava e dava para os outros. Queria fazer isso com celulares também, mas não é possível ainda. Hoje morando só e num lugar mais apertado tento limitar isso ao máximo.

        Eu não costumo dar upgrade nas coisas. Uso até não funcionar mais e quando para de funcionar, ainda dou um jeito de usar mais um pouco.

      2. Eu era assim, depois que vivi com meu vô que acumulava até lâmpada queimada fui ao outro extremo e comecei a jogar tudo fora, depois percebia que precisava comprar novamente os itens.
        Hoje estou tentando balancear.
        Além disso, por falar em comprar, eu tenho um método que pode ajudar algumas pessoas consumistas, tudo que quero comprar espero pelo menos 2 semanas(dependendo do preço até mais), se após essas duas semanas ainda quiser eu vou lá e compro.

        1. Eu tou mais na seguinte condição: vejo “meu bolso”e imagino os gastos futuros e se o que penso em comprar será útil. Tem funcionado.

          Se bem que tal mania de acumulador acabou me gerando uma condição – faço muita busca em brechó, ou quando ganho algo que não me é útil, vejo se esta coisa posso gerar uma venda. Por exemplo, comprei um conjunto de cabos para fonte modular em um brechó, pois pensei que em um futuro poderia usar em algum computador de cliente. No final vendi via OLX e ganhei um dinheirinho.

          Muitas vezes isso me salva também, pois já vendi videogame para compensar os ganhos do mês. Ou vendi peças sucateadas de PC no ferro velho.

          Então no final a mania de acumulador tem seus prós e contras. Só que os contras tem horas que incomoda.

          1. Eu lembrei agora de um filme chamado TOC, uma boa comédia e tem um acumulador.

    2. Cara, que legal. Um aparelho que seria completamente descartado ainda está bem vivo nas tuas mãos. Além de ser um aparelho bem bonito. Ele ainda aguenta bem os aplicativos atuais?

      Eu, (in)felizmente também tenho alguns apegos com itens materiais. Talvez o maior deles seja o meu Kobo Glo HD. Comprei-o em 2018 influenciado pela minha até então namorada. Na época, minha mãe estava internada no hospital com câncer na vesícula e metástase para o fígado e sistema nervoso central e ele foi um baita companheiro durante os dias e das noites que passei com ela. Hoje tenho uma coleção de 148 livros na minha conta da Kobo e um apego meio “estranho” com aquele aparelho, talvez por me trazer lembranças da minha mãe e ex-namorada. Mas não é ruim, sempre que paro e penso é algo bom. Estranho, no mínimo.

      1. Opa, Diego.
        Assustadoramente, o celular dá conta, mesmo hoje em dia. É claro que ele não é um celular para jogos e tem uma limitação muito grande relacionada a bateria. Se eu tivesse mais ‘coragem’ para desmontar celulares como tenho para computadores e se fosse mais simples, até tentaria fazer uma manutenção mais completa. Eu uso ele como meu celular principal e uso para coisas simples: uso como mensageiro, ligações, chamadas de vídeo sem dificuldades, reconhecendo que cada coisa deve ser feita uma de cada vez.

        Sinto muito pela situação triste com a sua mãe e sua ex namorada. Compartilho essa ligação entre equipamentos e situações e pessoas. Se ele tem um significado para você, não se desfaça dele.

        1. Cara, sobre isso que tu falou sobre desmontar um aparelho de celular… Pelo que entendi do teu primeiro texto, tu já faz isso, não? Ao menos foi o que pareceu…

          Eu tenho um Moto X4. Lembro que em 2017, ano de lançamento do aparelho, eu babei nele e foi meu sonho de consumo na época. Mas não comprei, ao invés disso usei a grana para viajar com amigos e minha ex-namorada para uma praia uruguaia (Punta del Diablo). Passaram-se uns anos e agora, no início de 2021 meu antigo Moto G4 Play começou a “ratiar”. A bateria começou a ficar MUITO ruim, ao ponto dele estar com 50% de carga ou mais e desligar sozinho. Do nada.
          O que eu fiz? Pensei, “minha empresa até então não possui um aparelho próprio” (sou MEI). Fui atrás de um Moto X4 usado, para realizar “meu sonho” e ao comprar o mesmo deixaria meu G4 Play exclusivo para a empresa. E assim o fiz.
          Acontece que meu X4 usado não veio exatamente como o vendedor do Mercado Livre havia anunciado. O vidro traseiro estava trincado, o alto-falante estava “chiando”, o conector de carga estava com mau contato e a bateria meia boca. Pensei em devolver e mandar o cara longe, mas a saga da compra do aparelho já estava se estendendo demais (aconteceram vários outros problemas com outros vendedores). O que eu fiz? Deixei “quieto” e comprei novas as peças que estavam ruins, o vidro traseiro (original!), um alto-falante (genérico), um conector (original!) e uma bateria (original, também!). Comprei também o jogo de chaves, uma ventosa e a cola. Assisti alguns vídeos, vi um tutorial no iFixit e fui a luta. Se tu nunca fez isso, toma coragem e faz. Não é tão complicado como parece, vai por mim. ;)
          É impagável a sensação de arrumarmos uma coisa que a gente gosta e ver ela funcionando bem.

          Sobre minha mãe e ex-namorada, relaxa. Tudo superado.
          O bom é que fiquei com um item que realmente mudou a minha vida e que tenho apego não só pelas recordações, mas por ter praticamente todos meus livros ali. Não irei me desfazer dele, não.

          1. Ah! Entendi onde eu dei a entender. Quando disse que “deixei zerinho” foi porque paguei para fazerem isso. Eu gosto dessa sensação de faça você mesmo especialmente quando é relacionado a “lixo”. Esse iFixit é um canal no Youtube?

          2. Opa. Arthur, irei responder aqui, pois, não consigo mais responder o teu comentário.

            Então, o iFixit é um site que ensina a arrumar vários e vários dispositivos eletrônicos. Sempre vem um tutorial de como abrir o aparelho, que chaves usar, códigos de peças, que cuidados temos que ter, etc… é bem bom. Além de ensinar, eles costumam desmontar aparelhos, fazer análises técnicas e etc. Bastante esclarecedor.

            Só para tu ter uma ideia, vou passar o link para a troca da bateria do meu Moto X4: https://pt.ifixit.com/Guide/Motorola+Moto+X4+Battery+Replacement/103231

            E aqui um vídeo ensinando a trocar a bateria do Moto X:
            https://pt.ifixit.com/Store/Android/Moto-X-Battery/IF391-000?o=3

            ;)

    3. Tenho um X1 até hoje, mas guardado.
      Eu passei para minha mãe mas a tela esquentou muito ao ponto de estourar.
      Ainda é usável, mas fica na caixinha como recordação do meu primeiro smart.

      1. Eu acredito que esse será o destino do meu também. Vou fazer um quadro para ele. Gosto muito dessas coisas que marcaram uma fase.

      2. Eu tenho vários aparelhos antigos que guardo por ter me apegado também (um Nokia 701, um daqueles que eram bem fininhos, com player do lado – adorava esses dois…). Até meu primeiro Motorola Startac de 1997 (!) (é, sou veterano… ?)
        Os Androids que tive não guardo mais, a não ser o último, que guardo pra via das dúvidas, caso o principal seja roubado)

        1. Sobre aparelhos antigos, eu tive por muito anos um Venko Ideal. Esse celular tinha tudo que eu precisava na época. Ele reproduzia vídeos em .3gp (eu baixava o filme e convertia), tinha mp3 player e o principal: leitor de .txt. Eu não tenho ideia da quantidade do tanto de livro com esse celular. Mesmo depois de ter o android, eu usava ele porque eu tinha feito um esquema para reduzir o brilho dele. Basicamente criei um “kindle”. O triste fim dele foi quando eu esqueci ele na calça jeans e minha mãe bateu na máquina. (https://imgur.com/I8no1bx.png)

    4. No caso específico não acho ser um tipo de apego… Eu acho que smartphones deveriam durar esse tempo todo sim, mas bem sabemos como é a obsolescência programada…

      1. Verdade tem isso mesmo. Eu fico bastante incomodado com esse constante desejo pelo “melhor” que muitas vezes nem é tão melhor assim. Muita coisa é descartada quando é perfeitamente funcional e que fariam uma diferença gigantesca para outros. Infelizmente, estamos onde estamos e não parece ser possível mudar tudo. De qualquer forma. a minha parte eu a faço e incentivo outros a fazer o mesmo.

    5. Eu andei trocando de tablet e notebook nos últimos dois anos, depois de uns dez anos com eles. O tablet com Android 6 já estava complicado…
      O note novo foi puro consumismo – o Acer de 12 anos que eu tinha estava funcionando bem, até. Mas para as videoconferências da vida, já estava começando a pedir arrego.

      Ah, o meu note velho só aguentou isso tudo por conta de upgrade pra ssd e de RAM. Fica a dica: se dá pra fazer upgrade, então vale a pena investir…

      1. Eu tenho esse moto x1 com o android 7 e um tablet Tab s2 com android 10. Ambos os sistemas não oficiais. Mas rodam e isso é o que importa.

        Nos pcs, nesse caso é uma paixão mesmo. Eu moro a menos de três anos aqui nesse condomínio. O pessoal faz o descarte mais ou menos certo dos itens eletrônicos. Montei dois pcs e um notebook, todos eles nessa pegada “frankenstein”. Instalei um linux levinho e deixei com meu pai e outro eu doei. Agora estou montando uma “smartTV” com um netbook. Eu sou muito apaixonado por reviver as coisas assim. Me dá uma paz muito grande e fora o senso de conquista depois do projeto pronto.

  8. O post sobre roubo de celular e acesso ao internet banking me fez pensar: qual o primeiro passo a tomar quando o celular é roubado? Ligar na operadora pedindo pra bloquear o IMEI?

    1. Verdade. Seria interessante ver algum “passo a passo” sobre o que fazer.

      1. O primeiro passo q eu faria seria ativar os recursos de apagar os dados e bloquear o smartphone.
        iPhone e Android possuem o recurso.

    2. Não. Se você bloqueia o IMEI (o aparelho), perde a capacidade de rastreá-lo.

      Em 2017, eu escrevi uma reportagem sobre o assunto na Gazeta do Povo. Os especialistas que consultei na época recomendaram fazer o BO, informando à polícia o IMEI, e em paralelo pedir à operadora para desativar apenas o chip. Assim, se o assaltante colocar outro chip para tentar usar o aparelho, a polícia tem como localizá-lo.

      Outra medida é, entre as duas ações (registrar o BO e pedir o cancelamento do chip), ativar a ferramenta de localização do Android ou iPhone. Numa dessas, você pode dar a sorte do assaltante não ter desligado o celular e localizá-lo.

      1. Entendi. No caso o celular precisa tá conectado à internet pra eles realizarem aqueles acessos ao e-mail e internet banking né, então, deixando possível a localização..

        1. Acho que o Ghedin quer dizer que apesar de deixar o celular ligado, ao menos avisar aos bancos que o celular foi furtado / roubado (é possível bloquear você mesmo no próprio banco também, nos caixas eletrônicos ou central SAC).

      2. Obrigado por ter poupado a gente de acessar o link, Rodrigo! Um clique a menos pr’aquele povo…

  9. Olá amigo!
    Notei que alguns comentaristas do Manual do Usuário conseguem colocar uma foto no perfil. Como faz isso? Não consigo tirar o bonequinho padrão.

    1. Crie uma conta, usando o mesmo e-mail que você usa para comentar aqui, no Gravatar. Por lá você define a foto e, depois disso, ela passa a aparecer aqui (pode demorar algumas horas, devido ao nosso cache).

      1. Opa! Legal! Bem fácil, já coloquei a minha foto!

  10. Opa, tudo certo?

    Passei dois anos com um Lenovo K5 justamente porque não curto tanto usar o celular, mas recentemente acabei ganhando da empresa um Moto E7. Faço parte do movimento que tem dois celulares (hoje tenho o Nokia 8110 com o KaiOS que uso com o meu chip, como se fosse meu principal) e pretendo usar menos o Moto E7 (sem o chip) mas basicamente pra aplicativos de mensagem, banco, música e Uber.

    Como fiquei um tempo só com o Lenovo e ele era um pouco defasado, queria saber se vocês tem sugestões:

    1) Aplicativos de código aberto / utilitários / segurança
    2) Aplicativos de restrição de uso / bem-estar digital (atualmente uso o ActionDash)

    1. Oi Heitor!
      Acho que não tenho nenhuma recomendação pra fazer, mas, fiquei curioso: porque usar o Nokia 8110?

      E, você tem gostado de usar um sistema mais básico? Como faz para se comunicar via WhatsApp? Acessas rede social?

      Tenho curiosidade de pegar um celular mais simples para abstrair um pouco de tanta distração.

      1. Então, o objetivo de usar o Nokia é justamente pra evitar aquele uso indiscriminado do smartphone.

        Quando estou em casa, tento deixar o smartphone em outro cômodo e quando estou na rua, dependendo do lugar (mercado ou situações que não vou precisar) tendo deixar em casa.

        Eu não tenho redes sociais, então me comunico principalmente por WhatsApp e Telegram, que ainda assim às vezes me cansam haha
        Eu tento ligar com mais frequência pras pessoas (ligação convencional). É um esforço constante, mas sempre vale a pena. Às conversas rendem e a gente se sente melhor.

        Sobre o KaiOS, eu achei que seria um pouco melhor. O aplicativo do Whats é OK, mas não me adaptei, então acabei ficando de volta com o Whats no smartphone. Acabo usando o Nokia mais pra ligações mesmo e pra SMS e quando preciso hostear a internet pro outro. No máximo uso o mapa e GPS. Ainda assim, ele me ajuda “usar menos telas”.

        Espero ter ajudado. Abraço!

    2. Sobre apps de código aberto, recomendo dar uma olhada no F-Droid (https://www.f-droid.org/), uma “Play Store” voltada a apps gratuitos e open source.

      Sobre apps de restrição de uso, o Google tinha lançado o Digital Wellbeing há uns tempos (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.wellbeing&hl=pt_BR&gl=US). Não tenho certeza se ele funciona em dispositivos que não sejam Pixel. Paticularmente uso o da Samsung, que já veio instalado no aparelho e atende bem meu uso, consigo entender por quantas horas usei determinado app, quantas notificações chegaram durante o dia, e até limitar o uso de apps por tempo.

  11. Olá pessoal, tudo certo?
    Estou passando por aquela situação de HD’s cheios e estou começando a pensar em maneiras de manter um sistema backup oficial. Como vocês lidam com isso? Jogam tudo na nuvem, tem um HD externo ou servidor NAS?

    1. Estou em situação similar a sua…tenho grande quantidade de arquivos a organizar, inclusive muita coisa duplicada. Minha opção foi por um segundo HD externo de mesa feito com um case comprado no ML …o que me falta é uma solução de backup automático, para que semanalmente eu possa ter uma cópia de segurança de meus arquivos…

      1. Sobre arquivos duplicados, também tenho esse problema. Tenho um backup de um HD restaurados e está cheio de duplicados. Eu to usando um programa pra auxiliar nessa tarefa de limpeza chamado dupeGuru: https://dupeguru.voltaicideas.net/

    2. Eu uso um HDD externo para coisas mais “banais” e para coisas realmente importantes uso o mesmo HDD e a nuvem. Mas o que é realmente importante acho que não chega a 200 MB, então é tranquilo.
      Já no HDD, somando as minhas coisas com as do meu irmão não chega bem a 450 GB, então sobra muito espaço nele que tem 1TB.

    3. Eu arrumei uns notes velhos em casa e penso em montar um servidor de backup local. Não considero nuvem como backup, pelo menos não no sentido de um google drive ou dropbox porque se vocÊ for atacado por um ransomware e as pastas estiverem sincronizadas, vão acabar criptografando os dados também.
      A vantagem do HD externo é que pode ser desconectado, então é um backup que fica protegido. A desvantagem clara é ter de ficar plugando pra fazer backup :)

      1. mas pelo menos o dropbox tem versionamento, então vc consegue recuperar os arquivos (se não me falha a memória, até 30 dias atrás), então pode considerar a nuvem para esse tipo de problema.

        1. Em alguns planos o versionamento é de 180 dias. Dropbox é o melhor serviço da categoria, mas como é caro… Não consigo me convencer a pagar mais… Quando acabar, vou usar o gratuito e OneDrive.

      2. Berlin,
        Da uma olhada no freenas ou similares.
        Considere subir um servidor com mínio e usar um programa específico pra backup , não esse “espelhamento” que normalmente fazemos com iCloud, OneDrive, GoogleDrive e afins

    4. Eu tenho 2 Notebooks e 1 desktop, todos conectados ao Onedrive com os arquivos importantes sincronizados (Finanças, basicamente)

      E com as fotos eu salvo no desktop, sincronizado com Onedrive, e também no Amazon Glacier, backup de “cloud storage”, me custa menos de 2 reais por mês.

      As do celular também estão no icloud.

      1. Eu uso duas máquinas atualmente, mas tinha uma terceira antes do home office… Tenho três serviços de nuvem (Dropbox, one drive e Google drive). A pasta principal também vai num backup em um pen drive e num HD externo.
        Uma vez eu quase perdi o os dados da minha pesquisa de doutorado, e daí prefiro esse esquema a um ataque cardíaco! ?

    5. Depois de me traumatizar perdendo um HD externo do nada há alguns meses (que nem empresas de recuperação, que cobram caríssimo, conseguiram resolver), tomei vergonha na cara e comecei a fazer backups da maioria dos meus arquivos. Meu processo de backup é meio manual, meio automático. Uso o aplicativo gratuito e multiplataforma FreeFileSync, que detecta alterações na pasta original e as diferenças com a pasta de destino (copiando só o necessário), mas tenho que manualmente mandar escanear os diretórios que quero sincronizar. Faço isso todo fim de semana, e uso uma planilha no Excel para me dizer que diretórios estão na hora de sincronizar (algumas pastas estabeleço periodicidade semanal, outras mensal, etc.). Na verdade eu que dificulto um pouco as coisas, porque não sincronizo todas as pastas e nem na mesma periodicidade; se espelhasse um HD inteiro no outro, o escaneamento seria um só.

  12. Alguém sentiu uma piora na tela inicial do youtube?

    Eu sempre tentei evitar cair nas recomendações algorítmicas, mas tenho a impressão de que no último mês, toda vez que entro lá tem alguns vídeos que não saem mais das recomendações (ou alguns canais que sempre estão), algumas coisas mais estranhas (me sinto como se o youtube estivesse tentando empurrar uns vídeos guela abaixo), e na verdade até bem pouco relacionadas com o que eu mais tenho assistido.

    Fiquei curioso pra saber se alguém mais sentiu isso ou se pode ter a ver com alguma mudança nos meus hábitos de uso da plataforma, que de fato acho que foram um pouco diferentes nos últimos tempos.

    1. Cara, para ser sincero eu não reparei. Não costumo olhar a tela inicial do YouTube. Simplesmente abro ele e já vou procurando o que quero. Mas por tu ter falado, vou começar a reparar.

    2. Agora que você falou, tenho percebido isso também.
      Gosto muito de ver vídeos sobre Fórmula 1 e conteúdo sobre jogos antigos. Mas tenho a impressão que ele sempre me mostra os mesmos vídeos e não vai desistir até que eu assista aquele vídeo específico que foi recomendado, eheh.

    3. Sim, reparei nisso também. Está assim desde que o serviço anunciou que colocaria propaganda em tudo.

  13. Oi, turma, hoje estava pensando sobre o YouTube e o excesso de propagandas, muitas delas de péssima qualidade, prometendo dinheiro fácil.

    O que me chama atenção é que no celular quase todos os anúncios são do Tique-toque ou do Kwai.

    É verdade que piorar a experiência gratuita é uma estratégia para ganhar usuários Premium, mas não precisava exagerar, tá chato demais de usar.

    1. Concordo plenamente… Em alguns momentos fica extremamente desagradável a quantidade e a qualidade dos anúncios. Imagine um trailer de filme, sem opção de pular anúncio, em árabe sem legendas!!! Tanto para o público quanto para o anunciante o trailer ficou ruim.

    2. Você já ouviu a palavra do Invidious? Tenho assistido a vídeos do YouTube só por ele, e é maravilhoso. Às vezes parece que a instância que escolhi fica sobrecarregada, aí alguns vídeos demoram a carregar. É a única zica que tenho com o Invidious. De resto, funciona bem, não tem anúncios e é mais leve que o site do YouTube.

  14. Sugestão de newsletter (e pelo que vi ainda não está no compilado aqui do MdU): Brasil Real Oficial
    O jornalista resume os principais fatos do Diário Oficial do governo e interpreta o que eles significam por trás do juridiquês.
    A versão free é toda sexta, trazendo as maiores notícias da semana, a paga é diária.
    https://brenocosta.substack.com

    1. Mas ainda tá rolando? Eu assinava já, mas parece que parei de receber há um ano, por aí.

      1. Puts, é verdade, achei que eu tinha parado de receber por ter migrado pro Fastmail. Mas pelo visto faltou estômago pra seguir acompanhando o Diário desse governo rs

        1. Eu gostava bastante da newsletter, e há algumas semanas cheguei a procurar pra saber se tinha acontecido alguma coisa com o autor, mas não consegui encontrar nada muito concreto.

          1. Pois é, e ele parou de usar o twitter bem em outubro de 2020 também…

  15. Qual distro de linux vocês sugerem para colocar no PC de uma pessoa idosa e de uma leiga?

    Minha vó e meu irmão mais novo estão com problemas recorrentes no windows e só precisam dos softwares mais básicos (firefox, imposto de renda, steam, etc.). Liguei pro técnico da Dell para resolver o problema do microfone e ele sugeriu resetar o computador por ser um problema no software (bootei um live usb e tudo funcionou normal).

    Sugeri e ambos aceitaram testar linux por um tempo. Eu gosto muito do Fedora mas acho o Gnome (desktop) complexo para quem não manja. To pensando em ir de Linux Mint. Que vcs acham?

      1. Tentei instalar o POP OS aqui no notebook* e infelizmente não consegui colocar ele como dual boot com o Windows. Vou estudar aqui para tentar de novo.

        *(a propósito, funcionando bem aqui ;) )

        1. Se não me engano o Pop não instala com o GRUB (como a maioria das outras distros) e então possivelmente você que terá que configurar isso.

          1. Ainda tenho alguma dificuldade em usar o Grub. De qualquer forma, na hora que tentei instalar o POP OS, a instalação interrompeu-se no meio, mas mesmo assim considerou que tem uma cópia da instalação. Talvez hoje eu tente de novo se eu me empolgar.

          2. Eu lembro de ter testado o Pop há um tempo em dual boot e não tive problemas na configuração. De todo modo, o Pop também usa gnome e nessa minha experiência achei mais pesado até que o próprio Ubuntu, talvez pelo fato de que o sistema seja otimizado para as máquinas da System76.

        2. O Pop tem esse problema. Dá pra corrigir com o grub customizer.
          Tenho ouvido falar bem do Big Linux para os iniciantes, mas não a utilizo. Boa sorte!

          1. Não sabia que o Big ainda existia. Usei muito tempo, pois era uma distro que simplesmente funcionava bem.

        3. Nossa, que pique o de vocês, de usar dual boot! Uma vez eu tentei com Linux Mint e Windows, mas o tempo foi ficando curto, e desencanei do pinguim… Dia desses vou tentar um Live USB pra matar as saudades de conhecer distros!

        4. Geralmente a dificuldade em instalar o linux é causado pelo secure Boot e basta desativá-lo para pode instalar facilmente o linux.
          O problema é que compromete a segurança, e se for instalar o windows 11 poderá ter de reativar.
          As distros mais novas como o Ubuntu tem chaves UEFI que permitem a instalação com o Secure Boot ativado.

    1. O imposto de renda em computadores ainda funciona por meio de um programa? Porque se sim, você pode ter problemas com o Linux

      1. Cara, faço há anos o IRPF no Linux e nunca tive problema. Qual o motivo de tu ter dito isso?

          1. É usado Java ainda, o que fizeram foi incluir uma versão da JVM no programa, para o usuário não precisar instalar por fora.

          2. Ah, o Java está “portable”, anexo ao sistema, imagino @Gabriel Arruda.

        1. Eu realmente pensava que poderia haver problemas de compatibilidade pois, até onde eu sabia, ele só havia versão para Windows (e nesse caso envolveria usar Wine ou algo do tipo). Mas que bom que funciona bem, bom saber!

      2. O imposto de renda no Linux tem funcionado bem. Ainda mais se for usado em sistemas com base em Debian.

      3. Eu uso linux e sempre fiz de boa. Mas agora consegue fazer na plataforma web da receita, achei até melhor. muito bom.

        1. Eu não sabia disso. Muito bom saber. Obrigado.
          Ano que vem é uma tralha a menos para ter no PC.

      4. e se não quiser instalar nada, pode fazer pelo site do e-cac

    2. O Gnome é com certeza minha interface favorita. Todavia, para pessoas acostumadas apenas com o Windows, usar o Gnome (especialmente um Gnome puro) pode ser um problema, já que o jeito de lidar com as janelas muda consideravelmente. Acho o Linux Mint (Cinnamon) uma melhor escolha nesse caso.

    3. Eu consegui fazer minha esposa usar KDE neon… É muito mais leve que windows, tava sofrido com 4GB de ram e foi a maneira mais barata de liberar memória para o que realmente interessa: Firefox!

      Já pensou em usar Ubuntu mesmo ou até Kubuntu pela similaridade com Windows?
      Acho que tem até uma distro brasileira que é cópia descarada do win10.

          1. Vou dar uma olhada, mas acho que é o mesmo, só que com outro nome (dado motivos óbvios).

          2. Vi aqui, são diferentes.

            (Agora pelo visto vai começar a onda de “Windows pirata, mas é Linux”)

      1. Vou levar dois pen-drives, um com kubuntu e um com linux mint para escolherem. Acho que assim não tem erro. Acredito serem os melhores para quem tá acostumado com Windows mesmo.

        KDE Neon foi a primeira que eu testei depois do ubuntu e sempre terá um lugar no meu coração. Passei horas configurando até o último detalhe rsrs

    4. Cara, o Mint é uma boa.
      O PopOS! também.

      Eu uso há um bom tempo o elementaryOS, sei que ele tem um jeito que é só dele, mas instalei para o meu pai e para a minha madrasta e é o que eles usam há mais de um ano. Nunca reclamaram.

      Como disseram aí, o Kubuntu ou qualquer outra distro com KDE também é válida.

    5. Não acho o gnome simples não. Acho o XFCE ou o KDE bastante simples e intuitivo. É bacana instalar uma “lojinha” de aplicativos se for usar o XFCE. Pode ser o discover neste caso. .

      1. Tanto faz a distribuição linux. Se for fedora ou base debian. A interface gráfica que vai fazer mais diferença neste caso.

    6. Pelo perfil de uso e pessoa que você descreve, a melhor opção é o Linux Mint Cinammon. Ele já vem praticamente pronto para uso, não vai mudar o tanto o workflow em comparação com Windows e outras distros com Gnome ou Pantheon (Elementary OS), em caso de problemas você encontra muito conteúdo por ser uma distro popular, existe um grupo no Telegram que podem te dar uma força nesses casos: https://t.me/LinuxMintBrasil .

    7. Eu sou uma pessoa bem leiga e gosto muito do Ubuntu. Pretendo testar outras versões do linux futuramente por ter tido dificuldade de instalação de softwares muito específicos (como o davinci resolve), mas caso a pessoa não tenha esse tipo de necessidade acho que funciona super bem

  16. Deixo meu dinheiro no Nubank e só tenho uns trocados em bancos tradicionais pra necessidade de saques em emergências.
    Essa semana precisei fazer uma transferência um pouco maior do que faço normalmente e bloquearam minhas transações para evitar fraudes (o que é absolutamente normal).
    Ocorre que demoraram mais de dois dias para reestabelecerem todas as funções no app, mesmo eu tendo chamado suporte e etc. Quase perdi o prazo de um boleto importante e não pude fazer muito além da mensagem. Isso me deixou meio cabreiro com banco digital e estou cogitando mesclar um pouco mais meu uso.

    1. Pois é, o complicado do banco digital é não ter um local onde possa ser realizado esses procedimentos, como um caixa eletrônico ou mesmo uma agência.

      A forma como o Banco Inter libera o celular (apenas com um 2 step por sms) é muito fraca em questões de segurança, comparando com BB que precisa ir pelo menos em um caixa eletrônico liberar o dispositivo, ou usando um outro dispositivo confiável, se não me engano.

  17. O que vocês acham dos famigerados serviços digitais (apps de jornais e revistas, streaming de vídeo, etc.) atrelados às assinaturas de banda larga e telefonia que as operadoras insistem em empurrar?

    Recentemente, percebi nada menos que quatro serviços digitais na fatura da Internet, sendo que não pedi por eles. Sempre fico com a impressão de que tenho pagado mais caro pelo plano só pelo fato de ter esses serviços que eu não uso e nem solicitei , apesar de na fatura não aparecer custo algum. ?

    1. O sentimento é o de estar sendo lesado com venda casada.

    2. Reza a lenda que as operadoras fazem isso para pagarem menos impostos, ou seja, os impostos desses serviços (chamados SVA, ou serviços de valor agregado) são menores que os dos serviços de telecomunicações, então eles são “oferecidos” ao cliente, mas não tem como removê-los para baixar a fatura porque, na real, o valor da fatura com eles somados é o valor real.

      Eu já tentei pedir algumas vezes à Vivo para tirar essas coisas, ou as que não uso. O caso das revistas é zoado: sou cliente de banda larga fixa e móvel da Vivo, e nos dois serviços tem lá um aplicativo de banca de revistas. Eu até uso um, mas, logicamente, não preciso de dois. Porém sou obrigado a ter os dois.

      1. Quando eu cancelei na Vivo, ficou o mesmo preço, mas sem os serviços. Eles aumentam o preço da internet em si, alegando que era uma promoção.

        1. eu estava em um caso parecido com a vivo: desde janeiro eles cobravam 15 reais por um serviço chamado vivo assistência casa. quando liguei para reclamar da cobrança e cancelar esse serviço, disseram exatamente como vc escreveu: é uma inclusão promocional, o valor da conta continua o mesmo caso solicite a remoção do serviço. o que eu fiz em seguida foi pegar o número de protocolo e abrir reclamação na anatel, procon sp, e no consumidorpontogov. fiz upload das faturas nas reclamações e exigi reembolso dos meses anteriores e que cancelasse essas cobranças adicionais nas próximas contas. em três dias entraram em contato, o valor cobrado ficou de crédito para as fibras futuras, o serviço foi removido e não será mais cobrado. resultado: as próximas contas estão na faixa por causa do crédito e as conta ficou mais barata sem esse serviço.

    3. Eu não gosto de assinar serviços em conjunto porque é provável que eu não use alguns deles, eu gostaria de um plano mais barato só com ligações e internet.

      1. mudei pro vivo easy justamente por esse motivo! uso o serviço avulso, onde compro internet e ligações. a vantagem é que a internet e as ligações não expiram, então só gasta quando eu utilizo. eles tbm tem o sistema de assinatura, com planos e cobrança mensal.

        1. Conheci esse plano recentemente, vou assiná-lo assim que concluir a portabilidade do meu número. ?

          1. Eu recomendo Rafael! eles tbm tem uns aplicativos com franquia ilimitada se vc comprar as diárias. e a mecânica é a mesma: as diárias não expiram, e quando vc as usa, não gasta da sua franquia. quando vc assinar, use o código AL3XCOELHO de indicação que vc recebe mais 3 gigas grátis e 35 reais de cashback, pra pegar mais internet, diárias de aplicativos ou ligações

          2. Eu só não mudei para o Vivo Easy porque, segundo me disse a atendente, as ligações interurbanas têm custo extra. Nos outros planos, como o Controle (que uso), posso ligar de/para qualquer DDD sem custo extra. E como eu não mudei meu número quando vim para Curitiba e costumo ligar para outros DDDs (entrevistas), acabou que não valia a pena.

    4. Eu uso o da Tim e gosto, dá pra ler jornais por lá, e acessar umas notícias sem paywall.
      Tenho um plano controle antigo com eles, a achei um bom benéficio na verdade, junto com o Deezer sem descontar da franquia (pra mim, o principal motivo pra eu ficar na Tim) .

  18. Hoje fui tentar ver alguns perfis no Instagram sem estar logado, e o site me redirecionou para a página de login. Antes eu conseguia ver os perfis (públicos, claro) sem estar logado. Houve realmente alguma mudança recentemente nesse sentido? Se sim, achei muito irritante.

    1. Já tem um tempo que eu notei esse comportamento, acho que mais de um ano.

      1. Sério? Aqui estava limitado a ver aproximadamente as dez últimas postagens. Mas agora não consigo ver nenhuma.

        1. Ah, as fotos mais recentes eu sempre consegui ver, quando começo a rolar por umas 20 fotos é que ele pede login (acabei de testar e ainda está assim).
          Antes disso era permitido ver todas as fotos dos perfis, como se estivesse logado mesmo, isso aí é que mudou há um ano aproximadamente e me deixou triste.

    2. isso aconteceu em março comigo, eu não conseguia mais ver tanto no celular quanto no computador. recentemente troquei de provedor de internet e consegui ver novamente, então não sei se bloqueiam o IP ou alguma coisa assim. essa semana eu estava no 4G vendo uma página e depois de ver alguns posts ela simplesmente deixou de ficar visível, somente fazendo login. liguei o wi-fi e ela apareceu novamente. facebook é péssimo, tá aí estragando tudo desde 2004

  19. O que acharam do Windows 11?
    Eu gostei bastante, deu uma renovada na interface, apps do android, windows store parece que realmente vai ser útil agora… parece promissor.

    1. gostei da integração com apps do android, espero que os devs olhem com bons olhos a amazon app store, pois querendo ou não, é mais um concorrente pra play store

      1. Eu ficaria com um pé atrás com os apps Android. Se já havia poucos incentivos para o desenvolvimento de bons apps nativos para Windows, agora menos ainda. Talvez seja melhor ter um app Android, que não é feito pensado para o sistema, do que não ter app, mas aí é nivelar o jogo muito baixo. A Apple está fazendo a mesma coisa com os Macs com chips próprios (M1). Sei lá. Nesse ritmo, em breve estaremos todos usando apps Electron em todas as plataformas — algumas pessoas, aliás, talvez já estejam nessa situação e nem percebam.

        1. Talvez um detalhe irrelevante, mas os problemas de um aplicativo Electron (Linux, Mac e Windows) é de diferente natureza dos trazidos por aplicativo verticais (iOS + MacOS, Android + Windows/Linux).

          A questão do Electron é consumo de memória e bateria, já que são baseados em engines web. São rápidas atualmente, mas não são das mais eficientes. Um aplicativo iOS no MacOS não terá problemas desse tipo, mas a interface do usuário pode ser ruim, se não for repensada para telas grandes e janelas.

          Naturalmente, completamente nativo é sempre melhor, mas fato que só a Apple tem cliente para esse mercado de soluções nativas em desktop. Nesse cenário, acho que sobra escolher qual tipo de problema: performance ou interface. Ou ambos, já que muitas vezes o app mobile é basicamente um webview.

          1. É, os problemas são diferentes, mas podem ser englobados em “aplicativos que não foram feitos especificamente para aquela plataforma”.

    2. Gostei muito da repaginada visual, só espero que isso valha para todo o sistema, pois o Windows 10 por si só é uma colcha de retalhos do Windows 3 ao 8.
      Gostei também das novas funcionalidades para jogos e aplicativos Android, o que agregará bastante valor ao SO. Agora resta ver a apresentação para desenvolvedores e ver o que mudou nas entranhas do sistema também.

      1. Resta torcer por isso, mas pelo menos na versão que havia vazado na semana passada (se não to enganado), caixas de diálogo e algumas outras coisas ainda tinham as inconsistências comuns das diferentes linguagens visuais do Windows.

      2. Win11 ainda será uma colcha de retalhos. Tem muito código legado e gambiarra fazendo aquela porcaria “funcionar”.

        1. Nem é questão de código legado ou gambiarra, é questão de base instalada. Se 90% dos computadores rodam o seu SO, você provavelmente tem N versões rodando em diversos tipos de tarefas. Ninguém em são consciência usa um Mac para PDV ou para fazer alguma computação cientifica. A Microsoft nunca vai “se livrar” do legado de 30 anos do Windows. E acho que eles nem querem.

          1. Acho que é por aí, por isso fiquei surpreso com os requisitos mínimos do Windows 11. Em especial, com dois: a exclusão da versão 32 bits e a exigência do TPM 2, um recurso de hardware que só se popularizou em computadores de 2017/2018 para cá. Essas exigências vão deixar muitos PCs estacionados no Windows 10, que em 2025 deixará de ser suportado.

    3. Vai ser uma bela porcaria. Não vai ter grande otimização como foi do vista pro 7, vai ter apenas recursos que não agregam muito e não vai rodar em muito hardware defasado.
      Win8 vinha com uefi de fabrica, mas ainda permitia rodar em BIOS, foi uma transição necessária.
      E mais…Faz 1 década que o pessoal pede abas no Explorer. É tão difícil assim? A própria comunidade faz mockups muito mais bonitos do que as interfaces finais da Microsoft.

    4. Achei legal, porém após usar a ferramenta de verificação de integridade do Windows para checar a compatibilidade, recebi o aviso de que a máquina não é compatível, mesmo tendo todos os requisitos mínimos, alguns até com o dobro do necessário.
      Testei também no notebook de trabalho, e mesmo sendo um ano mais novo, (3 anos de idade), não é compatível também.

      1. Possui TPM? Fiz uns testes numas máquinas por aqui também e em todas obtive a mensagem de incompatibilidade. As únicas coisas que não atendem aos requisitos publicados são a ausência do TPM (em todas) e falta de UEFI (nas mais antigas).

        Se bem que não duvido que até o lançamento a MS mude alguma coisa ou que apareçam gambiarras para forçar a instalação em máquinas não compatíveis.

        1. Ambas possuem o TPM 2.0. Também penso que próximo ao lançamento essas incompatibilidades sejam resolvidas pela própria Microsoft.
          Mas fiquei curioso p/ testar essa compatibilidade num PC 2021.

        2. Pois é acho que se for limitar essas coisas tudo, vai dificultar muito a migração do pessoal, acho que podem flexibilizar também.

        3. Acabei de ler que essa incompatibilidade é um bug e que a Microsoft tá ciente e resolvendo. Se a ferramenta de integridade já não tá tão íntegra, imagina essa versão de testes do Windows que deve ser disponibilizada nas próximas semanas.

  20. Voltei a usar minha mesa digital depois de algum tempo e acho bem mais prático que o mouse. O único problema (até agora) é que não consigo usar a caneta para rolar a página, ela acaba selecionando todo o texto do navegador. Alguém faz ideia de como corrigir isso? Eu uso o Mozilla.

    1. Ve se nas configs da mesa é possivel configurar areas do tablet para usar com rolagem, similar ao que é feito em touchpads.

  21. E o lendário (não pelos motivos certos, eu acho) John McAffee, morreu ontem…

    1. Que cara mais complicado, hein?! Daqui a uns tempos, alguém vai fazer filme sobre ele…

  22. Ontem o picpay card enviou a fatura de junho do meu cartão de crédito. Só que eu já tinha pago no dia 18/06 usando o saldo do próprio PicPay. De acordo com eles mesmo esse tipo de pagamento é processado na hora. Mas mesmo assim eles enviaram novamente a fatura para o meu e-mail e se eu não fosse atento poderia ter pago em dobro.

    Sempre achei a interface e o serviço do picpay horrível. Eu tinha mais pelo cashback. Mas ultimamente os cashback têm diminuído também.

    1. tenho ouvido tantos relatos de problema no picpay que resolvi até tirar meu dinheiro de lá. 30% a mais de rendimento já não vale a pena

      1. não vale a pena? acho q isso depende da quantia a ser movimentada no mês

    2. Só uso pelo cashback, depois do Pix até a facilidade nas transferências deixou de fazer tanto sentido.
      Já fizeram confusão com uns valores transferidos para a minha conta de lá via boleto e só foram reconheceram depois de uns bons dias de contato com o suporte. Evito ao máximo.

  23. guedin falava sobre a fadiga de novidades quando da wwdc

    também sinto a fadiga de exposição: hoje precisamos cultivar uma espécie de posicionamento de marca individual em todas as redes sociais — ou é isso ou somos engolidos

    (e no fundo eu só queria mesmo ficar falando bobagem no twitter)

    1. Acho que estou uns 2 meses sem twitter (acessando como @vagligeiro). Agora só acesso para ver algumas @, mas sem logar.

      Apesar da necessidade de compartilhar algo do momento, no final até que tá melhor assim.

      Até me recadastrei no Mastodon, mas não me empolguei em me enturmar.

      1. Mesma coisa por aqui. Ontem deletei todas as redes. Instagram, Twitter, FB. Também me recadastrei no Mastodon, mas sem muito entusiasmo. O mais louco é a gente não conseguir escapar dessa necessidade de ter alguma rede social.

        1. Tipo, como sempre digo, esta área de comentários não deixa de ser uma forma de rede social.

          Ser humano procura interações (salvo se a pessoa aprendeu a não depender de outro ou se ela tem algo (geralmente psicológico / psiquiátrico) que a faz ter dificuldades de interação social (e não falo de autistas, pois no caso deles nem sei como dizer).

          Redes sociais são espaços de interações, e como tais, geram relações sociais que podem gerar novas amizades, trabalhos, namoros/casamentos, etc…

          1. Apoiado! Mas a qualidade da conversa aqui é melhor do que qualquer Facebook da vida!

      2. Eu não uso mais o Twitter desde 2011, e nunca senti ter perdido alguma coisa importante…

        1. Desde que entrei no twitter usava ele do mesmo jeito.

          Quando começaram a mudar a interface, continuei do mesmo jeito, usando a interface web legada (para dispositivos sem javascript). Nunca usei o app nativo (que sempre achei ruim)

          Ultimamente vinha mantendo um navegador separado no telefone só pro twitter, mantendo ele com o javascript desligado.

          Tem uns meses que eles desligaram definitivamente essa interface legada e as outras interfaces modernas são tão insuportáveis pra mim que acabou que eu parei definitivamente de usar twitter.

          A surpresa foi que não fez falta :)

          Só um dia desses que me toquei que tem meses que não uso. Antes, usava diariamente, por horas.

    2. Faz muitos meses que venho tentando controlar isso, digo, não usar redes sociais para extravasar raiva nem para me ~posicionar sobre quaisquer assuntos. No começo foi difícil e cansativo, mas com o tempo fui sacando que no grande esquema das coisas ninguém importa muito e que, a menos que você se dedique muito ao “jogo”, o resultado mais provável é você perder. (Gente como Felipe Neto e outras web celebridades “ganham” porque a dinâmica dessas redes recompensa quem está sempre em evidência, independentemente dos motivos.)

      Hoje uso o Twitter e o Mastodon para postar foto dos bolos que eu fiz, eventos de que vou participar e alguns textos meus. Tem funcionado.

      1. por isso que nunca tive rese anti-social: não vale a pena, é pura perda de tempo.
        Só vale pra empresa e autônomos mostrarem seus trabalhos.

        1. Conceitualmente, redes sociais são locais de socialização, para conhecer, conversar e debater assuntos com outras pessoas. Isso vale a pena. É enriquecedor e a base do progresso da humanidade.

          O problema das redes sociais comerciais é que elas instrumentalizam a necessidade de contato/comunicação das pessoas para mostrar anúncios. E aí os incentivos se invertem. O objetivo do Facebook e do Twitter não é promover discussões saudáveis; esse é o meio para o real objetivo, que é manter as pessoas conectadas para lhes mostrar anúncios. Os meios empregados para atingir esse objetivo acabam sendo nocivos, dinamitando aquela proposta inicial (e que ainda é alardeada pelo marketing dessas empresas).

          É por essas e outras que tento não me pautar por métricas de audiência no Manual, para não correr o risco de desviar do que acho interessante/importante para o que gera cliques.

    3. Não sei se posto a parte, mas acho que vale neste fio. Acabei de ver um post aqui no Mastodon do MdU, sobre uma sub celebridade ter conseguido engajamento após falar mal dos custos de pagar alguém para fazer um trabalho.

      Acho que muitos de nós – ao menos que passa no MdU – sabemos dos problemas do “engajamento negativo” (qualquer engajamento É um engajamento).

      Não vou negar que tem horas que fico colocando no status do Whats meu sobre política (sinceramente cansa, mas sei lá, sinto que faço algo “útil”). Ou uma piada sobre “dar boa tarde à cavalo – sim, eu filmei eu dando boa tarde à cavalo”).

      No fundo buscamos algum tipo de atenção, mas não imaginamos as consequências da mesma…

      1. Caraca… nem sabia da existência do monstro, aí. Preferiria continuar não sabendo.

        Cadê o Corona numa hora dessas?! Que leve um diabo desses…

    4. Assiste o especial do Bo Burnham na Netflix. Sério mesmo. É uma parada diferente de tudo que já vi. E expõe tudo isso que vivemos hoje sobre termos que ver tudo e opinar e estar “presentes” no que tá acontecendo.

  24. Estou precisando comprar um novo óculos pois, o meu já esta um pouco arranhado e a armação esta pedindo aposentadoria. Meu limite esta na casa dos R$1500 de lente e armação sendo que, pelo visto, minha lente custa em torno dos R$500 por conta do filtro de luz azul (esqueci o nome disso), então fica R$1000 para a armação. Alguém recomenda alguma ótica ou linha de armação em especifica ? E sobre a lente, alguma “tecnologia” deveria adicionar ?

    O óculos que uso hoje foi comprado nos EUA, paguei US$30 nele, e é meu primeiro óculos então, não tenho muita experiência do que comprar e o que comprar (tenho a receita do oftalmologista certinha).

    1. A questão do filtro de luz azul parte de um requisito pois fico muito tempo no computador e me recomendaram a utilização dela. Agora, não sei se tem algo que eu poderia adicionar a minha lente que seria bom ou legal de ter. Não tenho intenção de economizar já que, é meu olho, mas se conseguir manter no limite citado show.

    2. Eu possuo uma armação da Ray Ban no estilo dos óculos aviador preta, sendo bem discreta. Apesar disso, a marca não desaponta, pois já sentei em cima do óculos algumas vezes (80kg graças ao isolamento) e mesmo assim a armação sequer entortou ou perdeu tinta.
      No entanto gostaria de fazer uma menção honrosa as armações de acetato “simplonas” que, apesar de serem maiores, são bem resistentes e você pode realinhar nas óticas com o equipamento adequado, sendo bem duráveis também.

      1. Ray Ban é a única marca que eu minimamente confio, mas isso por não conhecer outras. Enfim, obrigado pelo relato.

        1. Boa parte dos óculos de grife são fabricados pela Luxottica, uma empresa italiana que é licenciada pelas marcas, incluindo a Ray-Ban que era originalmente americana. Não sei dizer qual a diferença de qualidade entre marcas, mas os preços e designs mudam por grife, mesmo sendo da mesma empresa.

          Eu prefiro acetato pelo conforto e, no geral, nunca tive problemas de qualidade já que eles são bem flexíveis e raramente quebram. Não possuem nem palheta, o máximo de manutenção é apertar parafusos da haste.

          Eu uso óculos o dia inteiro, então é algo que sou perfeccionista, tanto em conforto quanto estética. Nem cogito comprar óculos online, experimento vários modelos em várias lojas e não economizo muito, algumas vezes é o baratinho que eu gosto e outras é um mais caro.

          1. Então, tenho três problemas (kkk), o primeiro é que, estou morando meio afastado da cidade e é de difícil locomoção, segundo, é uma cidade pequena então, poucas opções, e terceiro, ainda não tomei a vacina. Eu realmente não quero comprar online mas, se eu quiser a curto prazo é minha única opção.

            Sobre o acetato, deixei anotado aqui para dar preferência, mas sobre a lente, têm alguma dica além do filtro de luz azul?

    3. Cara, depois de muito tempo pagando muito caro em óculos, da última vez eu consegui um contato direto com um laboratório. As lentes caíram de preço vertiginosamente. As armações, comprei a comprar no AliExpress. As duas primeiras não gostei muito (o ruim de não experimentar na ótica), mas depois achei uma bem levinha, de titânio, que custou pouco mais de R$30,00. Gostei tanto, que encomendei mais uma para quando precisar fazer óculos de novo.

      1. Cara, como assim contato direto como laboratório?

        Ass.: o míope desde os 8 anos que já quebrou todos os óculos que imaginar.

        1. Míope desde mais ou menos essa idade também. Na verdade, minha irmã me apresentou o cara do laboratório. Ele fez pra mim o preço que faria para uma ótica.

          1. Interessante. Uma época fiquei sabendo que aqui em minha cidade todas as óticas usavam o mesmo serviço (talvez hoje tenha mudado). Ou seja, não tinha muito “diferencial” além do preço das armações.

            “Se te venderem um óculos sem lente, não cai nessa, é armação”.

      2. O meu medo é justamente não gostar da armação, inclusive, o que uso hoje foi nas “escuras” e até que deu super certo mas, qual a chance disso acontecer duas vezes? kkkk. Outro ponto é, qualidade, eu sou muito chato quanto a isso. Já fui em lojas quando morava em SP (e antes da pandemia) que vendiam armações “paralelas”/chinesas e não gostei do que vi/experimentei, por mais que o material fosse “bom”, não passava confiança, muito pelo contrário, passava fragilidade.

        1. Cara a minha aqui já está em uso há mais de dois anos e nem a pintura descascou. Ao contrário da última que tive, de marca e comprada na ótica, que descascou em menos de 6 meses de uso e as plaquetas ficaram verdes por oxidação em 1 mês. Fora os acabamentos dos parafusos das lentes, que nessa armação chinesa são embutidos e na de marca ficavam salientes e não raro me machucavam o rosto.

          1. vou dar uma chance, o problema pra mim é não gostar e o custo da lente ir embora junto com a armação.

          2. Respondendo ao gimigliano: Não entendi bem o “não gostar e o custo da lente ir embora”. Nesse ponto, o risco que você correria é o mesmo se escolhesse a armação na ótica. A diferença é que você perderia a armação nesse caso, ao passo que na ótica só experimentaria a próxima.

            Entendo que, se você não gostar da armação, não vai mandar fazer as lentes pra ela.

            Eu comprei duas que não gostei antes de achar uma que eu tenha gostado. No meu caso não foi nem problema com estética porque ambas me agradaram. O que me impediu de usá-las foi o peso. Mesmo assim não considerei como perdas, porque paguei quase nada por elas e doei para quem precisava.

      3. pode mandar os links ou como vc pesquisa armação de titânio? uma vez vi num site aqui no BR e achei muito caro

          1. barato demais isso. parece a minha que paguei 400. chega dói o coraçao

    4. depois que vi alguém comentando aqui (acho que era um “na mochila”) de um óculos que vc só colocava a lente escura por cima da armação sem precisar comprar um óculos escuro de grau, eu fui atrás de um e comprei na chilli beans, na época deve ter sido uns 300 reais, estou há mais de um ano e curto muito, bem mais prático que levar dois óculos por aí

        1. Dá pra comprar só os clips também. Já tive um assim e até gostava, mas achava meio pesado.

          Infelizmente fiz os óculos de sol antes de descobrir que era possível comprar o clip separado, mas acabei comprando um amarelo para dirigir à noite. Ele tem um prendedor no centro e dá pra usar em qualquer armação de tamanho similar.

    5. Para armações recomendo rayban pois tem garantia de 2 anos e tem alguns designs atemporais, considerando ficar bastante tempo com os óculos, pode vir a calhar. Tinha um clubmaster escuros que acabei perdendo e hoje uso um wayfarer escuros também quando saio ao sol.

      PORÉM o caro nos rayban são as lentes, e acho meio roubo pagar tão caro em uma armação apenas.

      O que recomendo mesmo é a cirurgia refrativa. Fiz faz 11 anos e valeu cada centavo. Tinha ~3 de miopia e ~4 de astigmatismo em cada olho.

      1. Refrativa é uma “faca de dois legumes”: Vai te resolver o problema durante algum tempo, dependendo da idade, mas com mais idade, o cristalino endurece e muda a curvatura. Não raro o pessoal que se livrou dos óculos pela miopia, volta a ter que usá-los nessa fase por ficar hipermétrope e ter dificuldades para visão de perto.

        Pensei em fazer há alguns anos e, depois dessa explicação dada por alguns médicos amigos meus, acabei desistindo.

        1. Vc já reparou que oftalmologista não faz refrativa nele mesmo e nem usa lente de contato?
          Os que precisam usam óculos normal.
          Isso sempre me chamou a atenção

          1. Sim, é verdade! Primeiro porque eles sabem que o resultado não é permanente, segundo porque os óculos acabam servindo de barreira mecânica contra infecções inerentes ao ambiente hospitalar. Trabalhei com oftalmologia por 6 anos e já fiz esse questionamento aos médicos. A resposta foi essa.