Post livre #268
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.
Olá! Alguém recomenda algum serviço online para contratar revisão e/ou tradução (português-inglês) de artigos científicos?
10 anos em que vemos por aí aparecerem, vez ou outra, textos, vídeos e podcasts falando sobre o fim dos blogs. O início disso certamente foi a famosa matéria sobre a morte da web na Wired em 2010.
Não que eu ache que eles não tenham acabado. “Blogosfera” já virou palavra de séculos atrás. Mas é interessante que essa pauta sempre ressurja.
Mano. Eu vejo tecnologias mais antigas com admiração. A simplicidade e autenticidade dos blogs antigos eram muito bacanas, abertas, não se precisavam se restringir a grandes plataformas. As vezes eu entro num site chamado wiby.me (um buscador de sites no estilo antigo) só pra ficar navegando.
Foi por gostar de blogs que eu acabei conhecendo esse site também. Acho que ele lembra muito a simplicidade dos blogs pessoais.
Acho que sempre haverá nicho, mas definharam muito ao longo dos anos. A praticidade das redes sociais afetaram blogs e RSS.
Essas pautas vendem cliques, principalmente pra aqueles que vivenciaram a epoca e sentem nostalgia.
Melhores opções para documentos compartilhados?
Preciso compartilhar vários documentos com colegas que devem comentar as alterações necessárias. No entanto, as opções que conheço são relativamente frustrantes em funcionalidade e design. O dropbox, por exemplo, é muito lento e torna as atividades muito mais demoradas. As opções do microsoft teams são um pouco lentas também, mas o principal problema é na organização mesmo. Alguém sabe de uma opção simples e rápida? Desde já, obrigado.
E o Google Drive?
Estive testando hoje e ele ganhou dos outros dois que citei. É bem mais rápido que o dropbox ou o office. A parte das anotações e comentários, porém, também não é muito ideal, embora supere os demais. Talvez não seja o caso de ficar buscando pela perfeição, então devo ficar com ele mesmo.
Ghedin, dá uma olhada nisso: https://youtu.be/tJoO2uWrX1M
Durante a semana normalmente uso apenas meus e-mails “profissionais” (um acadêmico e um de trabalho). Consigo manter suas caixas de entrada razoavelmente arrumadas e limpas.
Já meu e-mail pessoal (aquele utilizado para logar em serviços, etc) virou uma verdadeira bagunça. De tempos em tempos tenho que esvaziar a quantidade gigantesca de mala direta que não é bloqueada pelo spam e ficar lá clicando em “descadastrar”.
Alguém mais passa por isso?
Tenho uma teoria de que clicar em descadastrar, nas mensagens de serviços dos quais a pessoa nunca pesquisou ou teve cadastro acaba gerando mais e-mails desse tipo. Acho que o descadastrar soa como: “opa, tem alguém aí que lê e-mails.”
Já quando clico naquele botão que o próprio serviço de e-mail mostra em algumas mensagens, vejo que os e-mails não retornam mais.
Ainda sobram dois tipos: aqueles que são feitos manualmente, e esses só se consegue cancelar enviando uma solicitação de cancelamento, e os que não tem como cancelar de jeito nenhum. No meu caso, são os chocolates Lindt. Nunca cadastrei, já tentei cancelar de todo jeito, e me conformei que vou ter que viver com eles.
Esses aí que não respeitam o descadastramento eu reporto como spam sem dó. Porque é o que são, afinal.
Mano. O Firefox tem um serviço chamado Firefox relay. Ele pode ajudar muito se vc vai criar conta em um site e não quer que ele encha sua caixa de entrada.
E agora eu também finalmente comecei a usar Linux, mais especificamente o Mint Cinnamon.
Na verdade, como hoje a maioria das coisas é tudo “online”, obviamente estou usando o Firefox mais do que outras coisas do Linux.
– O Cinnamon é, tal como o KDE, um sistema de “Menu Iniciar” similar aos usados no Windows – é possível até personalizar para replicar a interface da MS no mesmo, bastando puxar (facilmente) o tema de interface.
– De fato, em relação há anos atrás, basta ir na “Central de Aplicativos” para instalar tudo o que precisa. Isso é sensacional, e depende menos de eu ir em sites tipo “Ninite” ou fazer o que ainda não sei fazer (config / make / make instal).
– Já fiz sudo apt-get update, pois o update pela interface estava falhando.
– Realmente está mais fácil de operar – o Mint é bem “amigável ao usuário”, então a curva de aprendizado em relação ao Windows, é bem menor, basta adaptar comportamentos que eram feitas em uma interface agora em outra.
– Os tutoriais são receitas de bolo – basta copiar e colar os comandos no terminal e pronto, já resolve algo.
– O único mal é que o driver Realtek de wifi não funciona aqui. Só que estou com preguiça de tentar uma solução (reverter o driver para versão anterior).
Também uso o Mint Cinnamon e ele realmente é muito bom pra quem vem do Windows. De vez em quando mexo em algumas coisas, mas depois que coloquei um tema mais agradável e instalei alguns apps, uso como se fosse no Windows (ou seja, Firefox e Spotify hehehehe)…
Qual é sua placa?
WhatsApp vai adiar por mais 90 dias a nova política de privacidade. Cedendo à pressão dos órgãos, medo da concorrência, medo do impacto ainda por vir quanto ao bloqueio de rastreamento do iOS ou tudo isso junto?
Não aceitei a nova política, se o Whatsapp parar de funcionar para mim, quem se importar comigo estou no Telegram e vários outros meios de contato.
Eu gostaria de pensar assim, mas acontece que eu faço uns bicos de informática (formatação, troca de HD/SSD, aumentar RAM, coisa básica) e todos os interessados falam comigo por whatsapp. Se eu não aceitar a política deles vou perder esses clientes.
O que eu estou fazendo é diminuindo o uso do whatsapp como algo pessoal e pedindo pra quem quer conversar comigo informalmente usar o telegram.
Fora isso ainda tem os grupos de família, fica só por educação mesmo.
mesmo aqui também!
penso em na verdade desativar o Whats (ou no máximo até providenciar um celular mais antigo para deixa-lo exclusivo ao mesmo), e apenas atender ligações diretas. Noto que o Telegram galera “do bar” não vai muito não.
A ideia do celular antigo com o whatsapp é ótima, assim dá pra deixar a “suíte” do facebook isolada coletando os dados enquanto o uso normal é feito em um celular pessoal. Vou procurar uns celulares na olx hahaha
Em tempo, ainda tenho que ler a matéria do “whatsapp bar”.
Eu particularmente não vejo vantagem em trocar o WhatsApp pelo Telegram. Na verdade, a impressão que eu tenho é que o Telegram, se fosse do tamanho do WhatsApp, seria ainda mais nocivo pelas ferramentas que facilitam o envio e compartilhamento de conteúdo em massa. Não?
Alguém já pensou em usar o Discord como aplicativo de mensagens principal? Ou é um retrocesso em relação ao Whatsapp?
Na Firma ™ usamos para reuniões e estamos tentando usar o chat em texto para os projetos, mas o zap acaba prevalecendo
Na firma™ tentamos usar com os alunos. Tem muitas opções legais nos canais de texto, como marcar uma matéria para que os monitores dela recebam a notificação da dúvida e possam auxiliar. Na parte mais administrativa, deixar vários canais de texto ajuda a separar os assuntos e facilita para encontrar as informações.
Ainda assim, não acho que o discord possa e tornar facilmente um aplicativo de mensagens principal. Na minha opinião, o uso dele está muito mais relacionado a contextos específicos (principalmente jogos), o que dificulta que ele seja utilizado em todos os momentos. Outra dificuldade é em relação ao design e a curva de aprendizado dele. Existem muitos recursos, mas a gente demora pra pegar todos. Aparentemente eles fizeram uma atualização essa semana com uma opção mais simplificada e talvez ela contorne o problema. Por fim, um outro empecilho é em relação aos limites de envio (se não me engano, só podemos enviar até 8mb).
Alguém aí notou que mesmo tentando bloquear o autoplay, tem muito site que dá autoplay?
Como funciona a mineração de bitcons?
Basicamente nada mais é que o calculo de uma chave que é gerada e posta em um “tabelão de excel” (Ghedin, é seu copyright?) e depois recalculada com este mesmo calculo e repostas neste mesmo tabelão, gerando o famoso e famigerado blockchain (cadeia de blocos :p ) .
Acertei?
Digamos que eu quero te dar 10 reais. Quais são as operações que devem ser feitas?
1 – Eu perco 10 reais
2 – Você ganha 10 reais
Essas duas operações devem ser executadas e autenticadas. Não pode surgir dinheiro do nada (eu não perder 10 reais e você ganhar 10 reais) e nem pode sumir do nada (eu perder 10 reais e você não ganhar 10 reais).
Num sistema convencional, o Banco Central autentica essas duas operações por meio das demais instituições financeiras que operam no Brasil (como Itau, Banco do Brasil, Nubank, etc). Um órgão central e federal autentica tudo, o que, para alguns, é um problema de privacidade.
Mas Bottini, onde entram as criptomoedas?
Nas criptos, essa autenticação é feita por várias máquinas espalhadas pelo mundo por meio do protocolo do blockchain (inventado por um cara que, até hoje, ninguém sabe quem/o que é). Esse protocolo é baseado em uma série de cálculos matemáticos que permitem que uma transação seja autenticada por meio de várias máquinas e é a prova de falhas.
– Mas e se um hacker russo® colocar um computador do mal pra foder o sistema?
O sistema de blockchain foi pensado para que, somente caso 50% das máquinas +1 forem comprometidas a coisa comece a dar errado.
– Mas e se vários hackers russos® quiserem tomar todas as máquinas?
É tecnicamente impossível, pois há centenas de milhares de máquinas ao redor do mundo autenticando as operações de uma criptomoeda. Algumas redes (existem várias criptomoedas) inclusive diminuem os retornos quando um único minerador entra com muito poder computacional na rede para evitar a concentração do sistema em torno de um único nó.
Tá, e o que é a mineração de bitcoins?
O ato de “minerar” significa colocar a sua máquina dentro da rede para autenticar essas operações e ser remunerado pelo seu “esforço” feito. Cada transação possui uma taxa, que é distribuída de forma justa entre os nós que estão processando as transações.
Espero ter ajudado!
Leia este texto https://rghedin.wpcomstaging.com/nft/
i) não é “à prova de falhas” porque nada é.
ii) duvido que seja tecnicamente impossível comprometer a blockchain. A questão reside muito mais na facilidade. É muito mais fácil você roubar uma carteira de criptomoedas do que comprometer a cadeia. Ou, usando um exemplo prático, é muito mais fácil você assaltar um carro forte ou um banco do que a Casa da Moeda.
Bom, até onde eu sei, para comprometer a rede você precisa tomar o controle de 50%+1 das máquinas, visto que o protocolo baseia-se na “maioria absoluta” (me esqueci do nome formal dessa parte). Eu até li que conseguiram comprometer uma rede de uma crypto super pequena e que ainda não possuía muitos nós em rede, mas não consegui encontrar o nome aqui para te passar a referência exata.
Naturalmente que eu não confio piamente nisso. Pode ser que, num futuro onde os computadores quânticos estejam viabilizados, por exemplo, mas mesmo isso ainda está a uns 4/5 anos de distância.
Fato curioso do dia: Com o fim do BBB, o canal do Telegram Espiadinha, que ganhou até matéria aqui no MdU (https://rghedin.wpcomstaging.com/canal-espiadinha-bbb-telegram/), agora está cobrindo outros realities, como o No Limite, da Globo, o Power Couple, da Record, e… A CPI da Covid.
Fascinante!
Ontem eles apresentaram cada integrante da CPI como se fosse um participante do BBB. Achei bem interessante!
Não dá pra negar que a CPI da Covid, além da sua importância para desnudar de vez o governo, tem promovido momentos de puro entretenimento.
Não perco um episódio. ?
Ansioso para o clímax da primeira temporada: o depoimento do GENERAL DA ATIVA ex-ministro da saúde.
Boa tarde a todos!
Não sei se vocês estão lembrando que o Google Fotos vai suspender o serviço de backup gratuito agora em Junho.
Vocês vão começar a usar alguma plataforma semelhante? Possuem alguma sugestão, de preferência gratuita?
Olha, se nem o Google consegue/está disposto a oferecer esse serviço de graça, eu ficaria com um pé atrás com qualquer outro que aparecesse com essa promessa. Não tem jeito, você vai ter que botar a mão no bolso.
O próprio Google tem um custo acessível. Se você usa o Office da Microsoft, tem 1 TB no OneDrive te esperando. E… acho que é isso. Outras soluções, como Dropbox, serão mais caras.
Eu acho que a melhor solução é de longe o One Drive mesmo. O plano do office familiar se não me engano gira em torno de 350 reais por ano e da direito a 6 usuários! Cada um com 1TB de armazenamento, sem precisar compartilhar com os outros.
Da pra dividir tranquilo com mais 5 amigos e o preço sai mt em conta.
Faz um ano q tento diminuir o Google da minha vida, e vem sendo bem dificil, até pq eu tenho acesso ao drive ilimitado universitario. Mas dps dessa última mudança, acho q vou ser 100% onedrive msm.
E tem mais, eventualmente você encontra promoções. Esses dias aqui mesmo no manual mencionaram uma promoção do office personal (para 1 máquina), mas que um membro aqui do manual (muito obrigado), me lembrou que a Microsoft permite que você adicione a assinatura do personal para uma família, porém só adiciona 9 meses. Considerando o custo, tá ótimo. Comprei 2 licenças por 100 reais cada e fiquei com 18 meses.
Minha preocupação (white people problems) é se o Onedrive vai ter as ferramentas do Google Fotos, como procurar “fotos de chafariz”, por exemplo, ou “fotos do fulano”
Eu tenho 30GB no OneDrive, e como não tenho tantas fotos assim, deixo lá. Uma pena que não tem mais 30GB grátis por padrão na Microsoft.
Sempre faço essa pergunta todos os anos:
Como vocês lidam com o transporte público? Aplicativos? Mapas? Pesquisam no Google?
Penso as vezes em tentar escrever um texto sobre isso.
Eu viajo muito pouco (e desde a pandemia eu não saio de casa), mas é curioso que aplicativos como o CityMapper (que, apesar dos seus problemas, é muito bom) eu usei mais em cidades do exterior do que em São Paulo (onde eu praticamente não o utilizo e o acho até “estranho”).
Mas desde o início da pandemia tive o privilégio de poder trabalhar de casa e tenho me disciplinado para evitar sair de casa (e quando saio normalmente é para fazer coisas a pé). Das poucas vezes que tive que me deslocar mais (para o hospital ou outras atividades), preferi usar uber (mesmo que em trechos que normalmente eu usaria um metrô ou ônibus).
Antes da pandemia eu usava mais o google mesmo para pesquisar alternativas ou rotas de ônibus.
Aqui em Fortaleza, o Moovit mostra em tempo real a localização dos ônibus e o tempo até ele chegar no ponto. Ajuda muito no meu planejamento quando saio de casa.
Gmaps também costumo usar quando vou para lugares que não conheço. Sempre dou uma espiadinha no Street View antes de ir para um lugar pela primeira vez.
olhar street view antes de sair virou um hábito nos últimos dez anos
Quando morava em Fortaleza, alternava entre o app do Moovit e o da prefeitura pra ver o tempo dos ônibus e as linhas que levavam até onde queria ir.
Hoje, em Sagres, a minha relação com o transporte público é bem “estranha”. Dentro da cidade não há ônibus (e nem faria sentido, é minúscula), mas preciso de um interurbano pra praticamente qualquer coisa. Acontece que os horários dos ônibus interurbanos mudam várias vezes ao ano, dependendo da estação (no verão, por exemplo, temos mais turistas), das atividades escolares, se é fim de semana ou feriado etc.
Ou seja, toda vez que preciso sair da cidade, seja pra comprar um eletrodoméstico, seja pra ir ao médico, preciso entrar no site da empresa que faz o trajeto e baixar o pdf mais recente com os horários.
Aqui em Porto Alegre-RS eu utilizo muito o CittaMobi + o Maps do Google.
Olha, em Florianópolis vou a pé ao trabalho, então o veículo fica mais para lazer, acabo que praticamente não uso o transporte público aqui. E, quando estou sem carro, acabo usando Uber.
Quando viajo me viro no Google Maps mesmo. Tanto no Brasil quanto no exterior.
Sou de São Paulo.
Antes da pandemia, usava um aplicativo chamado Trafi para saber onde estavam os ônibus que eu poderia pegar para me levarem até a estação de trem da CPTM pela manhã.
Funcionava muito bem na maioria das vezes, por ele conseguia calcular a hora que deveria sair de casa para não perder o ônibus. Usava quando sabia pra onde estava indo, ou de onde eu estava voltando.
Caso fosse um lugar mais afastado de alguma estação de trem ou metrô, ou estivesse próximo ao horário do encerramento dos ônibus (dependendo da região, às 23h era a partida do último ônibus) tentava fazer um caminho de transporte até uma estação e de lá pegava um Uber ou 99.
Tô querendo pegar um Raspberry Pi pra usar como media server, a dúvida é um 3 vai ter um bom desempenho para isso ou é melhor investir na versão 4? Alguém tem um que use para isso? Pretendo instalar o transmission para poder baixar os torrents também.
se puder compra logo o mais potente, até pq ele vai fazer diversas coisas diferentes, fora que a chance de ocorrer travamento quando tiver transmitindo algo é menor
Não sei responder sua dúvida, mas fiquei curioso sobre quanto custa um Raspberry Pi aqui no Brasil.
Olhei no Google e achei por 300-500 reais. É isso mesmo?
Sim dá pra achar nessa faixa sim, mas o preço sobe para mais de 500 se for o 4 e com mais de 2gb de ram, isso usado, se for novo o 4 tá não acha por menos de 700 com case, fonte e cartão sd
Tenho um Raspberry Pi 3+. Ele roda vídeos em Full HD, mas dá para sentir que é no limite. Dependendo de como o vídeo foi codificado, ele dá alguns engasgos. Eu não recomendaria um para esse fim específico.
Talvez seja mais negócio montar um computador convencional, usando um chip x86 de baixíssimo consumo, tipo os usados em notebooks. De repente, dá até para dispensar um sistema de refrigeração/ventoinhas.
O que eu comprei é tão ruim que ainda sofre, mas é bom que usando Windows você costumar ter melhor suporte a decodificação por hardware que (ainda) é precário no Linux. Alguns sites funcionam liso, outros não.
Optei por essa placa aqui: Asus Prime J4005I-C . É precário, mas é a única opção com preço próximo a Raspberry Pi. Uma opção é pegar usado também, mais caro, mas um pouco mais potente.
Tem uma loja na Santa Ifigênia que tem uns mini PCs Atom x4 por uns 750 reais. Quem dera eu ter um dinheirinho sobrando para montar um aparelhinho para home theater com ele.
Tenho um PogoPlug v4 aqui fazendo exatamente isso: o daemon do Transmission com acesso remoto para torrents (há um cliente para isso ou você pode acessar pelo navegador), o Aria2, que também serve para torrents, mas uso para downloads normais, e o SAMBA para acesso aos arquivos.
No começo, subi também o uPnP, mas no final das contas o SAMBA é mais fácil de gerenciar e mais funcional.
No meu caso, o PogoPlug v4 usa um SoC Marvell Kirkwood a 800MHz, tem 128MB de RAM (o ponto mais fraco dele) e 128MB de Flash. O legal dele é que tem slot para cartão uSD, uma porta SATA, duas portas USB 3, uma USB 2 e ethernet gigabit. Originalmente ele deveria ser usado para servir arquivos pela internet, acessível por um aplicativo, o que ele nunca fez bem. Segui um tutorial bem receita de bolo para instalar outra versão do uBoot para que ele procurasse o sistema primeiro no cartão de memória (16GB no meu caso) e depois outro Linux mais completo. Debian ou Arch disponíveis pra ele, mas com a pouca quantidade de RAM, o Arch rodou melhor. Ah, e os arquivos de mídia ficam num HD de 2,5″, ligado direto na porta SATA dele.
No meu caso, uso o app Nova Video Player (um fork do Archos Video Player), rodando num Fire Stick ligado à minha TV burrinha. Geralmente são arquivos MP4 ou MKV e, para os raros casos em que o Nova se atrapalha, o VLC dá conta tranquilo.
Acredito que você não teria problemas em servir os arquivos por uma RasPi, mesmo a 3B, porque a decodificação do vídeo não será feita por ele, mas pelo cliente que, geralmente faz um cache local do arquivo que você está vendo. O que pesa mais na RasPi 3B é que você fica limitado a ligar um HD na USB 2 e a ethernet além de limitada a 100Mbps, ainda é ligada ao barramento USB, mas a favor dela, o SoC é melhor e tem o quádruplo de memória. Dependendo do cliente, talvez você experimente uma demora para carregar o arquivo, mas provavelmente funcione. Ah, e claro, nada de GUI no sistema se a finalidade for apenas essa.
Mais uma vez: isso será um Media Server e não um Media Center, certo?
Isso mesmo a ideia e ele servir, para eu acessar os arquivos em um client, tipo quero deixar ele rodando pra assistir as coisas direto na TV. Eu estava vendo uns videos o pessoal rodando o OSMC ou o Plex nele, eu achei mais fácil o Plex… mas vamos ver!
Uma coisa que me distancia do Plex é que ele não é exatamente gratuito. Acho que o módulo servidor é, mas os clientes pedem licença (corrijam-me se estiver errado). E, sinceramente, não vejo vantagem no uso dele em relação a servir os arquivos via SMB na rede.
OSMC é um Media Center: É uma distro Linux inteira, montada em volta do Kodi, para assistir aos vídeos, não para serví-los.
Eu uso raspberry pi4 2 gb, tenho plex que acesso de qualquer lugar, tv, celular, computador, inclusive fora de casa, até uns amigos acessam. E tem vários sistemas juntos, deluge pra download de torrent, omv, home assistant, e roda tudo perfeitamente, e sem ventoinha. Comprei o 4 pois gosto de ter o mais atual, mas vai funcionar também no 3 tranquilamente.
O plex é de graça sim, tanto o servidor quanto o cliente, tem versão paga mas não tem necessidade.
A única coisa que tem que se preocupar na configuração do plex, é que tem de ser direct play, ou seja, não pode fazer transcoding nem de vídeo nem de áudio, porque daí não aguenta.
ficarei em whatsapp mesmo a privacidade não exista mais (não existe mais hoje em dia, privacidade já é algo extinto atualmente na internet) o whatsapp pode parecer um estado policial ou algo assim pelo menos controla os extremistas doentes. eu trocaria privacidade pelo segurança, afinal tudo tem preço na vida. isso devemos reconhecer tudo na vida ás vezes tem sacrificar algo para obter algo melhor nem podemos conviver com paranoia de privacidade.
infelizmente a Telegram tem equipe pequena e nem consegue controalr grupos gigantes de extremistas loucos https://nucleo.jor.br/especiais/2021-02-18-telegram-extrema-direita
“eu trocaria privacidade pelo segurança”
1984 feelings
o 1984 é para ditaduras que estão rolando ou que vão rolar no futuro que estão tentando instalar vide governo Bolsonaro e outros políticos de outros países estão tentando fazer isso.
Ótimo, vamos resolver esse problema (que é real) deixando nas mãos de empresas trilionárias decidir o que devemos falar, como agir e como pensar.
Privacidade e segurança não são mutuamente exclusivos.
e deixar os extremistas falarem merda que quiser? as empresas são Propriedade privada logo manda em mensageiros que são da Propriedade privada da empresa e ainda quer que gente manda mudar sendo que apps são da empresas? a justiça e governo criam lei e a aplicam a lei para evitar os problemas legais mas não devem mexer na Propriedade privada, vc gosta de assustar as pessoas dizendo que as empresas trilionárias são tipo governo atualmente….que bobagem véi.
“vc gosta de assustar as pessoas dizendo que as empresas trilionárias são tipo governo atualmente….que bobagem véi.”
Dizer que não é muita ingenuidade.
@ vontontu
Com qual base você afirma que não existem extremistas no WhatsApp? É virtualmente impossível saber o que se passa ali dentro, graças à criptografia de ponta a ponta. Se o critério de escolha de um app de mensagens é que só pessoas boas e bem intencionadas o usem, você vai acabar… falando sozinho.
E concordo com o(a) Tristeza: ter que escolher entre privacidade e segurança é um falso dilema, reforçado por empresas que levam vantagem ao emplacarem-no.
A lógica de que um estado (ou app) policial é melhor porque seria capaz de controlar discursos dissidentes é perigosa. Essa é a base de regimes ditatoriais — você pode discordar do Kim Jong-un ou do Maduro, mas eles seguem e acreditam exatamente nessa lógica para justificar os abusos que cometem.
Eu tava pensando aqui o quanto que uma empresa não se difere de um ditadura. Seguir regras, “obedecer a chefia”, etc… servir à uma empresa não é diferente de servir a uma ditadura. O ponto é que em uma tu pode “sair” (e aí fica sem trabalho) e outra para sair tem algum trabalho.
De qualquer forma, parece que a maturidade nos traz uma realidade: por mais que se tente regular algo, sempre vai haver uma tentativa de quebra desta regulação. O próprio 1984 é algo sobre isso (tal como Admirável Mundo Novo e outras distopias). Matrix tem um quê disto (dado que há a pergunta que se Neo não é uma anomalia prevista pelo próprio sistema e criado justamente para evitar uma anomalia maior).
Nenhum sistema é perfeito, no máximo nos ilude (Whatsapp ilude com a criptografia tal como Matrix ilude entrando direto na mente das pessoas). O Ghedin fala bem disso – a própria criptografia é uma forma de “dar neutralidade” ao sistema, e com isso impedindo investigações profundas sobre quem ou quê faz algo que possa ser prejudicial a terceiros.
Quanto ao extremismo, o ponto para se combate-lo não é só usar ou não plataformas que permitem ou negam tais. Isso é um trabalho mais político, que tem a haver com criar condições de impedimento de escalada de atitudes extremistas – soa um pouco contraditório, mas é aquela coisa do “Paradoxo de Popper” . Não precisa-se de uma coisa extrema exatamente para parar extremistas, no máximo fazer-se espelhar as atitudes dos extremistas contra eles mesmos, mas não se alimentar do mesmo extremismo CONTRA eles.
Como posso colocar de uma forma melhor: gerar um impedimento de atos de extremistas, desde que não sejamos iguais aos mesmos. Porém no máximo faze-los sentir o que sentiria alguém alvo de seu extremismo talvez seria uma forma de neutraliza-los.
Talvez eu esteja errado.
Salve, senhores!
Abrindo os trabalhos dessa semana com um dilema.
A bateria do meu Mi 9t de 2 anos tem capacidade de 4000mAh, mas atualmente está com capacidade de só 2000. Ou seja, bateria degradada.
Pra trocar em uma “autorizada”, sai coisa de 400 tratores, mas morro de medo se ser um dos felizardos cujo smartphone explodiu depois de trocar a bateria.
O que vocês acham? Vale a pena trocar de bateria ou é melhor comprar um aparelho novo?
Acho que vai a máxima se você curte o desempenho atual dele e te agrada, vale a pena arriscar uma substituição de bateria.
Sigo o relator.
E não esquecendo que infelizmente celulares novos estão mais caros. Se a troca de bateria for em local confiável, provavelmente terá um celular com mais tempo de vida util.
Alguma dica pra saber se o local é confiável, Ligeiro?
Principalmente por ser Xiaomi, fico com o pé atrás na questão da assistência técnica.
– Reclame Aqui.
– Conversar com vizinhos e amigos.
– Ver preço e condições que o técnico lhe passa (bons técnicos falam a real sobre o procedimento feito e seus riscos, dado que hoje boa parte dos aparelhos são colados e não parafusados. E também bons técnicos falam sobre a origem da bateria – se vem de algum fornecedor simplório da china ou alguma fabricante melhorzinha – isso é a parte mais difícil, já que há réplicas de bateria que enganam bem no primeiro olhar).
Não sei onde tu mora, mas um misto de pesquisa no Google + Reclame Aqui pode ajudar também.
Só sugeriria evitar boxes em galerias – costumam sempre mudar, e com isso você perderia a garantia fácil.
Ponto extra é pensar em comprar a bateria online, e pedir a instalação para terceiros – já fica claro que no caso o técnico se isentaria de dar garantia, mas ao menos por ele ter o material para abrir o celular e ter treinamento, já faria algo melhor.
Em último caso, conte com o iFixit (e é até bom olhar ele antes para saber o quão complicado seria a troca, assim dando o devido valor ao técnico).
Me chame de preguiçoso, mas aqui está o iFixit da troca de bateria do Mi 9T https://pt.ifixit.com/Guide/Xiaomi+Mi+9+Battery+Replacement/125727?lang=en
Como você “mediu” a capacidade da bateria?
Opa, imagino que essa tenha sido pra mim.
Baixei o AIDA64 na Play Store. Lá ele mostra a capacidade nominal e a real da bateria.
Eita!! Deixa eu baixar o AIDA64 para testar no meu Mi9t que eu gosto muito, vai completar 2 anos que estou com ele em setembro 2021. Ainda não percebi uma queda brusca na bateria, dura até a noite usando muito.
Meu conselho: Se você está contente, não teste, porque às vezes o resultado do teste pode gerar um efeito negativo em você e começa a achar que a bateria piorou.
Caramba, 50% de perda em 2 anos? Não tem algo errado? O meu está com 95% com pouco mais de 2 anos de uso também.
muitos ciclos de carga e recarga diminuem bem a vida útil da bateria. Deixa-lo em locais quentes também.
O meu faz 2 anos em setembro de 2021 e já tá em 78%. Uso um Zenfone 5Z, tem um snapdragon 845 e só 3300mAh de bateria. A bateria vai embora rapidinho, e quanto mais recargas eu faço mais ela se degrada.
Não tem o que fazer, eu que escolhi o celular pelo processador, e não me arrependo hahaha
Nunca experimentei tanta fluidez, o bicho parece iphone de tão rápido. Quando fizer 2 anos vou mandar pra assistência trocar a bateria e pronto, tá novo em folha.
Tenta achar e bloquear após que rodam em segundo plano. Isso ajuda e muito a evitar ciclos de recarga
Eu troquei recentemente a bateria do meu poco f1, é até relativamente fácil, comprei a bateria e o kit de chaves, saiu mais em conta do que pagar em alguma assistência onde moro. O desempenho dele tá muito bom ainda mas a bateria estava só com 78% de capacidade pelo AccuBattery. Se o celular te agrada e é mais viável a troca de bateria só vai. Ainda mais nessa época com os preços de celulares bem mais caros.