Whatsapp é o típico caso em que “largar na frente” trouxe benefícios. Chegou a um ponto que só uma hecatombe mundial fará o brasileiro deixar de usar.
É algo tão misterioso quanto os americanos usando SMS e Snapchat.
8 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Whatsapp é o típico caso em que “largar na frente” trouxe benefícios. Chegou a um ponto que só uma hecatombe mundial fará o brasileiro deixar de usar.
É algo tão misterioso quanto os americanos usando SMS e Snapchat.
8 comentários
Os Estados Unidos tem SMS gratuito lá, por isso é muito popular. Eu não gosto de ter uma empresa estadunidense com histórico terrível de privacidade tendo tanto controle no Brasil, porém não vejo tantas alternativas. O Whatsapp é bem antigo e testado, tendo praticamente todas as funcionalidades necessárias no dia-a-dia. Sua criptografia de ponta a ponta também é um fator importante a ser considerado, isso torna a segurança geral melhor. Sei que tem gente que não acredita na criptografia deles e não há verificação formal, mas realmente não acredito que eles mentiriam sobre isso, já que os metadados e os rastreadores na internet parecem ser mais do que suficientes para montar um perfil, além de terem riscos sérios deixando mensagens não encriptadas em seus servidores.
O americano médio é tão burro que usa o iMessage e ainda acha que é SMS.
Usa-se bastante SMS também — é o padrão para quem usa Android ou troca mensagens com usuários Android.
https://www.bigtechnology.com/p/whatsapp-is-finally-starting-to-dominate
Será de deslancha?
É um absurdo uma empresa privada estadounidense ter tanta penetração num país estrangeiro.
Ser estrangeira não é um problema. O problema são as práticas de proteção de dados dela. Problema é autoridade do país usar para comunicação de informações confidenciais.
Hoje quase todo tá em AWS, Google Cloud e Azure. Tudo empresa gringa.
Vai se consolidar como o principal canal das fake news, principalmente em anos eleitorais, o que preocupa ainda mais com o desenvolvimento da inteligência artificial.
Se tivéssemos um estado atuante, já existiria um concorrente nacional, mas o liberalismo tosco impede.