Organizando por aqui as metas e demais rotinas pessoais para 2024. Me pergunto, vocês conhecem algum técnica para se organizar melhor financeiramente? Vale também formas de economizar e tals.
39 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Organizando por aqui as metas e demais rotinas pessoais para 2024. Me pergunto, vocês conhecem algum técnica para se organizar melhor financeiramente? Vale também formas de economizar e tals.
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Evitar gastar. Arraste pra cima para mais dicas de economia.
Exatamente. Penso 2x ou mais na hora de gastar.
Uso um app chamado MeuDinheiro para acompanhar o orçamento. Todo mês tento seguir essa divisão de gastos para o orçamento:
Gastos Essenciais – 55%
Sonhos médio prazo – 15%
O que quiser – 10%
Educação – 10%
Tesouro Direto – 5%
Reserva de emergência – 5%
Mas é algo que não sigo ao pé da letra, muitas vezes acabo guardando que a porcentagem estipulada
O que eu faço é:
-Verificar se há como ganhar cashback ou milhas com a compra: tem o site comparemania.com.br (já cheguei a ganhar 40% do valor da compra em milhas);
-Só comprar coisas que vou realmente utilizar;
-Vender/doar coisas sem uso;
-Não comprar dispositivos superiores à necessidade (um celular intermediário faz tudo que um topo de linha faz);
-Não ligar para status (uso Android/Windows, não Apple).
-Usar cartão de crédito para todas as compras e ganhar cashback (prefiro a milhas neste momento que não tenho viagens em vista);
-Algumas compras se pagam: um monitor extra aumenta o conforto e a produtividade do trabalho para quem faz home office. Um ar-condicionado pode fazer o mesmo. Se você compra água mineral em garrafas, uma jarra-filtro pode te fazer economizar mais de 500 reais por ano;
-Morar no menor espaço possível em uma localização que permita não ter carro (nem IPVA, nem seguro, nem estacionamento, nem multas ocasionais).
Concordo em boa parte, mas o final é só se viver sozinho.
Não sei se considero hacks, enxergo mais como práticas mesmo. Mas talvez isso seja só um apego a termos da minha parte.
Mas são basicamente duas coisas:
1 – Ter uma planilha de entradas e saídas com algumas categorias básicas que me ajudam a ter visibilidade de pra onde tão indo meus gastos (alimentação, moradia, transporte, lazer, etc). Pra manter essa planilha realista eu atualizo a do mês seguinte no fim do atual. Quando faço isso já dou um confere na agenda e vejo quais são os gastos ocasionais previstos (datas festivas, aniversários, vacinação de cachorro, contas de cobrança anual). Escrevendo isso agora percebi que manter esses gastos ocasionais em eventos recorrentes na agenda é uma prática complementar à planilha.
2 – Só gasto no débito. Exceto compras altas e planejadas, como um móvel pra casa ou uma passagem mais cara – que são projetados na planilha antes de serem feitas. O lance do débito é que pra mim (e pra grande parte das pessoas, de acordo com estudos da psicologia econômica) é mais paupável ver dinheiro sumindo do que uma conta aumentando.
Além disso, vivo abaixo do que seria possível com meu salário e acompanho os conteúdos do Amuri (amuri.com.br).
Meu viés é de uma pessoa bastante conservadora financeiramente. Fujo como o diabo foge da cruz de: qualquer oferta milagrosa; estruturas onde eu não tenha clareza de como a plataforma/instituição ganha dinheiro; investimentos onde eu precise acreditar que eu vou ser mais esperto do que pessoas que dedicam a vida a estudar aquilo.
Eu procuro fazer rotatividade de streamings, assino o serviço X, assisto o que me interessa no X por um período e cancelo. Assino o serviço Y, assisto o que me interessa no Y por um período e cancelo, etc. Alguns “alugo” com os pernas de pau.
Já serviços que utilizo bastante como o Youtube Premium para me livrar as propagandas, eu assino o plano família e divido o custo com outras pessoas através do Kotas.com.br.
Ir ao mercado a menor quantidade de vezes possível e comprar só os itens que anotei previamente na lista de compras, evitar ultraprocessados, ter sempre frutas e verduras na lista.
Procurar viver um nível abaixo do quanto eu ganho. Ao cair o salário usar na ordem: boletos/contas de casa, faturas cartão de crédito, investir seja em cursos/tesouro direto/cdb/etc, por último se sobrar algum mimo, gastos do final de semana, priorizar cozinhar ao invés de delivery.
Carro ligar só quando necessário e não abusar do ar condicionado, fazer mais trajetos próximos, calibrar pneus regularmente, manutenção preventiva em dia.
Eu tenho um “hack mental” na hora de gastar: uma estimativa de quanto ganho por hora; aí quando vou fazer um gasto, estimo quantas horas teria que trabalhar para cobrir o valor, e se o que vou comprar compensa a perda deste tempo
Fernando, eu já vi alguém falando disso e acho muito massa. Tu sabe dizer mais ou menos como fazer essa estimativa?
teu salário dividido por 30 e depois dividido por 8
mas se quiser saber exatamente pelos dias que trabalha, divide por 22 (depende do mês) e depois por 8
Faz sentido. Tenho a impressão de que o cálculo que eu fiz não tinha nada a ver com isso auahushaushsu Valeuu
Lendo as respostas, sobre ter dois empregos, guardar não sei quantos %, unabomber, essa coisa toda, penso que seria melhor responder que não há hack.
Tentar não comer fora de casa/fora do refeitório da empresa. Comprar uma bicicleta ou usar transporte público. Piratear streamings e tv. Comer de maneira natural e saudável.
Fiquei com a impressão de que as primeiras respostas foram geradas por bots. Alguém também?
Tipo, sugerir que trabalhe em dois empregos (nesse caso, vai trabalhar meio turno em cada um deles e receber metade da remuneração. Segurança financeira onde?).
E morar numa capital (custo de vida mais alto do que no interior), ganhar entre 3k e 4k e juntar 400 mil?
Nem se viver como o Unabomber, no meio do mato… imagina numa capital.
Acho q vc não entendeu meu comentário.
Morar numa capital e numa cidade pequena apresentam custos de vida diferentes, sendo este último mais baixo como regra.
Considerando ganhar MAIS DE (que é o que significa o sinal “>”) 3 ou 4 mil, é possível investir R$ 750 a 1.000, desde que leve uma vida mais modesta.
A premissa de investir em você primeiro é poder cobrar mais por seus serviços e, ao invés de guardar o dinheiro nesse começo, receber mais e poder guardar mais (por exemplo, ao invés de investir 750 reais, passar a investir 2 mil depois de melhoras na sua qualificação).
Juntar de 200 a 400 mil, nesse contexto, leva tempo (15, 20 anos).
Quanto a trabalhar em 2 empregos, é a realidade de muita gente, especialmente mais no começo da vida. E sim, é muito muito, muito cansativo mesmo.
Certo, entendi seu ponto de vista. Mas ainda assim entendo que essa proposta de controle de custo/renda/poupanca deixa a pessoa no limite entre ter tranquilidade financeira ou virar incel (ou algo parecido) com tendência para esta última opção).
Guardar 25% de uma renda de R$ 3~4 mil, só morando sozinho, com casa própria e/ou se privando de muita coisa. E com sorte, para não ter imprevistos. Muito difícil isso aí ☹️
Tenho visto mais menções ao unabomber na internet conforme envelheço. Antes era só piada de gente que tenderia a concordar. Ótima analogia a sua.
Notei que se eu controlar demais, acabo gastando demais.
Eu tinha uma planilha .xls que subia todos os meus gastos diários e tinha como meta não ultrapassar R$60/dia em compras não fixas.
Toda vez que eu abria a planilha para ver, tinha vontade de ir no mercado comprar uma coisinha.
Mesma coisa quando eu entro em dieta, toda vez que eu me pesava e vinha um peso OK, vinha alívio para poder comer mais na próxima refeição.
Um bom “hack do hack” é tentar bater a meta do mês anterior em vez de definir um orçamento fixo. Se em novembro eu gastei R$ 400 de mercado, em dezembro tentarei ficar abaixo disso.
Eu faço algo similar, mas pegando a média dos últimos 12 meses para compensar variações sazonais. Aí coloco num gráfico e fica fácil saber se estou bastante demais em certa categoria e, de quebra, se estou batendo minhas “metas”.
(Só tem que tomar cuidado para não ir ao outro extremo e tornar-se muquirana só para não estourar a meta 💸😄)
Alguns “hacks” que faço já tem muitos anos:
Guardo mensalmente dinheiro para pagamentos anuais. Tipo cartão do museu, pagamento do software de finanças que eu uso. Tudo sai de uma vez, mas eu vou guardando um pouco todo mês para essas despesas. Chegou o dia de pagar? Tu nem sente.
Outro é que eu defino orçamentos anuais para certas coisas e fico dentro. Meu ano “fiscal” fecha em setembro pra mim. E daí, por exemplo, eu defini que com coisas digitais pessoais (blog, serviço disso, serviço daquilo) para o ano de 2024, eu posso gastar até 200 (valor fictício). E eu realmente mantenho dentro disso. Mesmo que surja algo que eu quero muito nessa categoria, só assino / compro se couber no meu orçamento definido. Eu sempre guardo um pouco para esses casos. Mas ajuda muito a não se perder e sair gastando.
Outro exemplo de categoria em que faço isso são livros.
eu faço esse de guardar mensalmente um gasto anual
meu CRC custa quase 600, daí todo mês guardo 50 pra quando chegar a hora de pagar eu pago a vista (e ainda ganho desconto)
Verdade, isso é ótimo pra rematrículas, impostos e licenças… bem lembrado.
Não tentei, mas um amigo que tem um cartão de crédito bom de milhas disse que paga TUDO que pode no crédito e se controla bem pra não gastar mais do que pode.
Ele inclusive fazia um esquema de transferir dinheiro pelo PayPal dele, usando crédito, pro da esposa e ela resgatava o dinheiro pra conta bancaria, assim eles podiam pagar o aluguel e as contas da casa também no crédito. Ele disse que tinha uma taxa mas valia a pena. Não sei se funciona no Brasil, ele mora fora.
Essa seria a taxa no BR, não acho que valha à pena, pensando que um cartão bom tem conversão de 2 pontos por dólar. Um aluguel de R$ 2500 (~500 dol) resultaria em 1000 pontos. Um milheiro varia entre R$ 13 e R$ 24.
Em resumo, sai mais barato comprar os pontos diretamente.
Os maiores hacks financeiros aprendi com o Julius:
– ter 2 empregos (ou 2 fontes de renda) pra ganhar mais e ter menor risco;
– se não comrpar, o desconto é maior.
Parece brincadeira, mas são bem úteis:
Buscar outras fontes de renda (não necessariamente outro trabalho, mas “no começo” acho que é a opção mais viável) coloca você e sua família noutro patamar de segurança financeira (não me refiro a luxos, mas sim a não passar fome/necessidades com a perda de 1 emprego).
Lembro que para que seus investimentos (mercado financeiro) gerem razoável renda passiva, precisa de um montante considerável. E para acumular esse montante é sim possível sendo assalariado (mas não ganhando 1 salário mínimo), desde que você consiga uma renda >3 ou 4k/mês, adapte sua realidade (morando numa capital e numa cidade pequena, os custos são muito diferentes, por exemplo) e como regra geral, leva tempo, porque na fórmula de juros compostos, o tempo é exponencial.
Penso que considerar trabalhar mais no início da vida laboral e investir parte desta grana (primeiro em você, pra poder ganhar mais, e depois no mercado financeiro) te permitirá ter uma vida financeiramente mais confortável quando for mais velho. Deixando os milhões de lado, mas se juntar algo como R$ 200 a 400 mil, teria um complemento de renda de R$1,5 a R$ 3,5 mil/mês, o que já garante um plano de saúde e ajuda numa alimentação melhor.
É difícil, leva tempo, mas é bem plausível.
Adorei, simplesmente o que eu queria ter feito desde os 25, e aos 31 ainda não consegui.
Acabei entrando num financiamento que hoje come metade da renda líquida. Estou tentando passá-lo adiante, reembolsar a entrada e com isso correr atrás do preju.
Interessante, mas em quanto tempo você acumularia os 200k~400k?
E quanto disso vai ser corroído pela inflação (a depender do tempo)?
Um plano de saúde da UNIMED para mais de 59 anos, por exemplo, está saindo, em valores atuais, entre R$1333 e R$1530 (apartamento/quarto). Se você quiser pode diminuir esse valor com a coparticipação (não recomendo, a UNIMED cobra 30% de CP).
Indo mais além, pegue o SM de 2003 (20 anos atrás) que era de R$240 e compare com o atual e veja como o poder de compra se corrói com o tempo. Se quiser ir mais além, dez/1994 tínhamos um SM de R$70 (são 29 atrás, menos tempo do que os 35 para se aposentar) e compare com o de hoje.
Suas dicas são boas, afinal, melhor 1500 do que 0. Mas o meu ponto é que fazer as contas hoje para ganhar XYZ no futuro não faz sentido, principalmente porque não podemos garantir o futuro da economia. Sendo assalariado, o melhor investimento é em bens duráveis (terra, casa) que não costuma desvalorizar com o tempo, podem gerar renda passiva mensal e, em último caso, serem vendidos em emergência.
Se você duvida disso, pense no que os bilionários investem primariamente (dica: terra). Mercado financeiro é pra especular quando já se é bilionário.
Concordo. Pergunta pra galera que deixava o dinheiro na poupança na época do Color.
Investimento logo de cara a longo prazo pressupõe que a estrutura do sistema monetário irá se manter, e mesmo assim, sua estabilidade depende da economia e da geopolítica global.
Porém, me arrependo muito de não ter entrado de vez na bolsa em 2020/2008.
Exatamente este o ponto. Mesmo países estáveis e desenvolvidos tem problemas com isso (vide Japão, EUA e França). Como eu disse, se a pessoa tem como demandar R$200 por mês sem afetar a sobrevivência, sempre é válido; assim como ter estratégia de renda passiva e renda extra, mas não dá pra imaginar que nós, pessoas comunas (trabalhadores assalariados, aka proletários) vamos conseguir ganhar dinheiro de fato com o mercado financeiro. No máximo vamos amenizar a velhice que, ao que tudo indica, vai ser dificil.
@Paulo GPD
Sobre “em quanto tempo você acumularia os 200k~400k?”
Vamos colocar um aporte mensal de 750 a 1.000 reais (e atualize pela inflação, anualmente), num tesouro IPCA+ 4,5% na média, que já vai corrigir pela inflação (ao menos, pela inflação oficial);
Estimativas:
(1) R$ 750/mês a 4,5% ao ano (ou seja, descontando a inflação, o IPCA), por 180 meses (15 anos), você tem o que hoje equivale a +/- R$ 190 mil;
(2) Se for por 240 meses (20 anos), algo em torno de +/- R$ 285 mil
(3) R$ 1.000/mês a 4,5% ao ano (ou seja, descontando a inflação, o IPCA), por 180 meses (15 anos), você tem o que hoje equivale a +/- R$ 255 mil;
(2) Se for por 240 meses (20 anos), algo em torno de +/- R$ 385 mil.
Claro que esses cálculos são aproximados, contém falhas e é uma estimativa.
A inflação corrói sem dúvidas, por isso importante investir em algo que renda acima da inflação.
Suas análises quanto ao valor do plano de saúde e salário mínimo são muito boas.
E quanto à sua pontuação de que “o seu ponto é que fazer as contas hoje para ganhar XYZ no futuro não faz sentido, principalmente porque não podemos garantir o futuro da economia”, está correto,
e penso que é melhor 2 mil reais a mais do que 0 reais a mais.
E quanto aos investimentos de bilionários e sobre investir no mercado financeiro somente quando já se é bilionário, discordo.
Bilionários e empresários em geral, assumem mais risco em seus negócios, de onde obtém maior rentabilidade que do mercado financeiro (MF).
Penso que uma pessoa “comum” (que não faz > R$30mil/mês), deve ter um portifólio de investimentos diversificado, como FII, ações e renda fixa (CDB e Tesouro Direto), para balancear risco e retorno do MF.
Mas você pulou pra um aporte de R$1k (quase 1SM) para conseguir R$340k em 20 anos. Isso é completamente fora da realidade e ainda soa como um negócio muito ruim.
E eu acho melhor, uma vez que a ideia inicial é ter uma “aposentadoria”, fazer as contas pra 35 anos, pelo menos. E se você fizer isso, provavelmente não vai conseguir fazer o cálculo regressivo (o plano real tem 29 anos), mostrando exatamente a instabilidade da economia brasileira.
Na realidade, um bilionário (e dependendo do valor, um milionário “alto”) não corre riscos. Eles investem em terra, majoritariamente, e usam o mercado financeiro como especulação para valorizar os ativos deles (inclua o mercado financeiro, bancos, lobby, emendas políticas etc) que servirão de lastro para que eles vivam pegando empréstimos com juros negativos junto aos grandes bancos (para manter a liquidez deles próprios e para expandir ativos como empresas e, veja bem, terras).
Uma pessoa comum que deseja investir no mercado financeiro para conseguir uma rentabilidade vai precisar empenhar um fatia significativa da sua renda mensal para, lá na frente, conseguir um retorno baixo sem nenhuma segurança.
A discussão sobre “investir” no mercado financeiro sendo um proletário é extensa e envolve mais do que números, mas na minha visão, como eu disse, é melhor 1000 do que 0, contudo, ainda asssim, não vejo como me privar de viver aos 40 anos faz sentido para conseguir um retorno incerto daqui 20 anos.
TL;DR: Se você tem dinheiro sobrando, talvez investir em ativos físicos seja melhor do que o cassino dos ricos. Mas, ainda é melhor do que nada.
@Paulo GPD,
a instabilidade econômica brasileira é ponto pacífico, mas só podemos considerar o que temos hoje;
você bem pontuou, o futuro é incerto,e in terra brasilis, o passado também o é.
Nesse ponto, não sei se ficou claro, talvez não tenha me expressado bem.
A ideia é a busca de uma renda complementar.
INSS por exemplo, acho péssimo como um todo, especialmente pensando na aposentadoria, mas ele contempla mais que isso. Por exemplo, quando algum trabalhador precisa pq se machucou, etc, é ótimo e ajuda muito essa pessoa.
R$ 1k é 25% da renda de quem ganha R$ 4k, e ganhar R$ 4k já é uma exceção no nosso país (pq para além do problema da desigualdade, que já é grande e muito grave, somos muito pobres – e acredito que esse é um problema ainda maior).
Então, sim, é uma visão de exceção, sem dúvidas (acho que mais de 90% da população era endividada e menos de 5% conseguia investir algo), mas são pontos que podemos pensar, buscar e até mesmo superar.
Não acho irreal, impossível ou inviável, mas sei que (infelizmente) não é a regra no país, principalmente porque somos bastante pobres.
Eu sempre considero 4%a.a o retorno REAL dos meus investimentos.
Obviamente, sempre opções seguras. Fogueteiro, pica fogo prometendo rios de dinheiros existe por tudo quanot é canto.
Acho bem razoável, realista pra pessoas “comuns”. Tenho essa premissa tbm, entre 3,5 a 4,5% ao ano.
Nossa, seguindo aqui pra acompanhar as respostas. Meu único hack financeiro é o método BARATA VOA de controle das despesas.
eu uso um aplicativo para fazer um acompanhamento mensal dos meus gastos, quando compro algo no cartão ele lê a notificação e já classifica.
não uso para depois ficar vendo todos os gastos e tal, uso mais para ver quanto posso gastar nos meses seguintes e no mês atual
também uso para separar o dinheiro que guardo, pois apesar de destinar a apenas um lugar, eles tem motivos diferentes (como reserva de emergência, CRC, viagem etc.), e esse dinheiro eu deixo numa transferência automática, ou seja, no dia que recebo ele já transfere para determinada conta
outra coisa que faço é usar a conta do mercado pago como um cartão de crédito pré pago, pois estou tentando me livrar do cartão de crédito (não me venham com o papo de milhas, por favor, rs), então jogo um dinheiro ali e cadastro nos sites o número do cartão e vai descontando do meu saldo, e o quanto preciso depositar por mês tb controlo pelo aplicativo
Massa, Will!
Qual é o nome desse app que tu usa?
Não sabia que tinha como fazer isso de transferência automática, vou aderir. E, aliás, sinceramente eu nunca entendi qual é a de acumular milhas ashuash
minhas finanças, só tem para Android, aliás, os aplicativos de finanças para IOS não leem as notificações devido limitação do sistema.
no Itaú dá pra fazer, creio que nos outros bancos tb