Gente do céu, um colchão, velho mesmo, estrategicamente posicionado, resolveria o problema, não?
Eu esbarrei com esse vídeo no Instagram. E é um esbarrão mesmo, quase um susto, porque essa coisa da entrega é uma experiência compartilhada por todo mundo hoje em dia. A gente tem um vínculo afetivo muito forte com esse ato, o negócio é um evento antropológico profundo. O entregador, claro, era destroçado nos comentários proporcionalmente à importância do seu erro kk
Mas fiquei me perguntando se isso não tem a ver com as entregas super rápidas que têm acontecido. Algo me diz que não houve uma revolução de logística tão grande ao ponto de recebermos as compras no dia seguinte. Talvez uma boa parte disso seja só um monte de problema de distribuição invisibilizado e resolvido no braço. Seria bom ouvir a experiência da classe deles pra entender o que tem acontecido – às vezes, um Paulo Galo é necessário.
*”às vezes” foi um pouco infeliz. Quase sempre um Paulo Galo é necessário.
A mesma situação já aconteceu com um amigo meu.
Entrega feita no domingo, não estavam em casa, a câmera pegou o entregador arremessando uma luminária por cima do portão.
E se não houvesse a prova? Imagina a dor de cabeça que seria para aceitarem a devolução.
Finalmente as entregas em prazos impossíveis começaram a reproduzir no Brasil os vídeos a que nos acostumamos ver no Fail Army dos EUA.
Ghedin, um pequeno adendo no assunto de prazos impossíveis.
Não sei se é comum em outras cidades, mas aqui em SP já cansei de ver, a menos de 1 km de casa, entregadores dividirem as entregas na calçada em mais de um carro, acredito que seja para dar conta de fazer todas as entregas.
Ou seja, o e-commerce/marketplace não tem a menor ideia de quem realmente está fazendo as entregas … Ou, o mais provável, sabem e são coniventes, o prazo de entrega atendido é o que importa para eles …
Ainda quebrou o chão, detalhe.
Parece, mas não é. É pano ou tapete “disfarçado” de piso, haha.
Gente do céu, um colchão, velho mesmo, estrategicamente posicionado, resolveria o problema, não?
Eu esbarrei com esse vídeo no Instagram. E é um esbarrão mesmo, quase um susto, porque essa coisa da entrega é uma experiência compartilhada por todo mundo hoje em dia. A gente tem um vínculo afetivo muito forte com esse ato, o negócio é um evento antropológico profundo. O entregador, claro, era destroçado nos comentários proporcionalmente à importância do seu erro kk
Mas fiquei me perguntando se isso não tem a ver com as entregas super rápidas que têm acontecido. Algo me diz que não houve uma revolução de logística tão grande ao ponto de recebermos as compras no dia seguinte. Talvez uma boa parte disso seja só um monte de problema de distribuição invisibilizado e resolvido no braço. Seria bom ouvir a experiência da classe deles pra entender o que tem acontecido – às vezes, um Paulo Galo é necessário.
*”às vezes” foi um pouco infeliz. Quase sempre um Paulo Galo é necessário.
A mesma situação já aconteceu com um amigo meu.
Entrega feita no domingo, não estavam em casa, a câmera pegou o entregador arremessando uma luminária por cima do portão.
E se não houvesse a prova? Imagina a dor de cabeça que seria para aceitarem a devolução.
Finalmente as entregas em prazos impossíveis começaram a reproduzir no Brasil os vídeos a que nos acostumamos ver no Fail Army dos EUA.
Ghedin, um pequeno adendo no assunto de prazos impossíveis.
Não sei se é comum em outras cidades, mas aqui em SP já cansei de ver, a menos de 1 km de casa, entregadores dividirem as entregas na calçada em mais de um carro, acredito que seja para dar conta de fazer todas as entregas.
Ou seja, o e-commerce/marketplace não tem a menor ideia de quem realmente está fazendo as entregas … Ou, o mais provável, sabem e são coniventes, o prazo de entrega atendido é o que importa para eles …
Ainda quebrou o chão, detalhe.
Parece, mas não é. É pano ou tapete “disfarçado” de piso, haha.