Em abril, decidi cancelar o fornecimento de gás encanado, que abastecia o fogão e o aquecedor do banheiro, e instalar chuveiro elétrico e cooktop (no meu caso de uma boca apenas). Minha tubulação de gás tinha de ser trocada e o custo girava em torno de 4 mil reais. Como minha instalação elétrica é trifásica e a fiação fora trocada, praticamente só tive de investir nos aparelhos elétricos: o chuveiro, o cooktop, a panela de pressão, o microondas (que comprei seminovo de um amigo), a cafeteira. Passei a usar com mais frequência o grill e o forninho elétrico. E ganhei de presente uma omeleteira. Com tudo isso gastei em números redondos metade do que gastaria no troca da tubulação e já economizei em três meses 250 reais na relação corte de gás/ aumento de consumo elétrico.
Conto isso pq com o prazo da vistoria das instalações de gás aqui no Rio vencendo proximamente, talvez alguns amigos do Manual se vejam no mesmo dilema: manter o gás ou mudar para eletricidade? Minha experiência: valeu muito a pena trocar, tanto do ponto de vista da economia quanto do conforto.
Não quero me alongar, mas se alguém precisar de informações adicionais, argumentos, sugestões de marcas, etc, é só perguntar.
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
redundância e conforto.
redundância pra quando acabar a energia eu ainda poder cozinhar e tomar banho.
conforto porque chuveiro elétrico é ruim demais. a gás é muito melhor a pressão e quantidade de água.
Tudo aqui em casa é elétrico faz uns 8 anos. Odeio gás. Odeio tudo nele, o preço, o peso (botijão) etc.
Fogão a indução, panela de pressão elétrica, forno “convencional” elétrico, máquina de lavar e secar, lava louças, enfim.
É muito mais confortável e limpo, não é? E muito mais rápido tb. Outra coisa: o fogão é um trambolho. O espaço que se ganha quando a gente se livra do fogão é uma maravilha.
Vocês cozinham com frequência ?
Aqui em casa, praticamente todas as manhãs e noites cozinhamos algo, as vezes mais rápido, as vezes mais demorado. Na média gasto uns 28-30 de gás e energia elétrica é pouco mais de 300 kWh/mês (aumenta no inverno em razão do chuveiro mais quente).
Tenho receio de mudar tudo para elétrico e aumentar bastante o gasto.
E em razão do condomínio, não se pode fazer uso de energia solar.
Josenildo, eu acho que a questão não é exatamente se vc cozinha diariamente ou não, mas quantas bocas vc costuma usar em média. Eu por exemplo, que moro sozinho, percebi que rarissimamente usava mais de duas bocas. Por isso, comprei um cooktop de indução de uma boca e as outras bocas são a panela de pressão elétrica, a cafeteira elétrica, o grill. O forno é o microondas, forninho elétrico, e pode ser até o airfryer, dizem. Outra coisa: o que vc cozinha? Pra vc ter uma ideia, uma xícara de agua ferve em 40 segundos no cooktop por indução. O amendoim torra em 7 minutos no microoondas. O feijão cozinha em 40 minutos na panela de pressão elétrica. E calcular o gasto aproximado do uso de cada aparelho é fácil: tome a potência do aparelho e divida por mil. O resultado é o gasto em kwh. Então um aparelho que tenha a potência de 500 watts, gastará 0,5 kw por hora se usado a plena potência. Daí é só saber quanto custa o kwh na sua região. Aqui no Rio, 30 reais equivale a mais ou menos 27 kwh. Parece pouco, mas é muita coisa.
Nesse ponto, como regra, minha vida é simples.
Comemos como regra carne e a prole come também arroz.
Então faço arroz 1x na semana (raramente 2x).
Faço bifes na panela de aço fundo triplo (permite reação de maillard e como a carne quase crua). Quando fazemos frango, normalmente é no forno, sobrecoxas, são umas 2h~3h a 180ºC. Já aproveito e asso batatas junto.
Quando faço batata frita, são uns 5 minutos cozinhando e o restante na airfryer (uma wap barbecue), de 1800w. São 20~25 min para batata inglesa e mais ou menos o mesmo tempo para batata doce.
Quando faço bifes na airfryer wap barbecue são uns 14 minutos no total (faço o da esposa antes, que come ao ponto).
Café geralmente faço numa cafeteira daquelas simples de R$ 50. Fica ligada 18minutos por vez. Nos últimos meses deu uma média de 2kWh (medidos numa tomada “smart”).
Complementando: peixes e ovos uso numa frigideira com cerâmica, por serem mais delicados. Os últimos, faço em fogo bem baixo, pra ficar no padrão “de hotel”, mas ai me leva uns 12 min em média para preparar 4.
Normalmente cozinho 3 a 4 bocas 1~2x mês (preparar tubérculos cozidos, arroz e alguma carne).
A esposa as vezes cozinha vegetais e carne para uma sopa, mas também é rápido.
Vc já tem tudo bem organizado, bacana. Então acho que nem faria tanta diferença mudar pra elétrica em termos de custo. Mas como está hoje é confortável pra todos. Mas uma arrozeira eletrica pode ser jogo, viu? Dá uma olhada… Quem tem diz que é ótimo!
Já considerei, temos na família e usamos em churrascos/confraternizações, mas em casa teria pouco uso (e consumiria muito espaço num pequeno apartamento).
Esqueci de mencionar que de gás são cerca de 28/mês, acho que até que é um valor razoável, por agora.
Moro em Portugal, e por aqui é bem comum ter tudo elétrico em casa. Nunca tive muitos problemas, o custo (segundo dizem os estudos) é usualmente mais baixo em comparação com o gás…
Mas como devem saber, tivemos um apagão aqui uns meses atrás, e aí… Aí meu amigo, a gente repara a dependência que tem das coisas. Não tinha como esquentar comida. Minha esposa só podia tomar sopas no fatídico dia, e não tinha como esquentar. Banho só frio. Telefone fora. Internet fora. Tudo fora. Não que isso fosse fazer diferença no seu caso, mas é algo a se pensar.
Por outro lado, faz 4 anos que moro aqui e nunca tinha tido problema. Esse específicamente durou menos de 12 horas. Foi bem tranquilo, e nossa vizinha que tem fogão a gás, aqueceu a sopa da minha esposa.
Tem gente que agora pensa em soluções alternativas, para o caso de acontecer de novo. Eu sinceramente acho exagero. Acho bom ter fogão a gás? Muito, odeio esses de indução. Mas não a ponto de trocar o meu que veio com o ap por outro só por conta disso.
Mais um ponto, é que mesmo quem tinha energia solar e sol (tava um sol lindo no dia), ficou sem luz, pq é tudo on-grid, então se cai a luz da fornecedora, cai o sistema solar também!
Enfim, apenas meus 2 cents!
Fiquei curisoso sobre o motivo de odiar o fogão a indução. Pode me dizer mais a respeito?
No meu caso, ele é ótimo porque aquece mais rápido, é mais eficiente. Porém, quando se precisa de “fogo baixo” ele fica num liga e desliga bem incômodo. Os tempos de cozimento mudam, é toda uma adaptação. No ap novo até cogitei instalar um de indução, mas ainda bem que abandonei a ideia e continuei com o a gás.
Aqui já pensei em migrar quase tudo para elétrico – na verdade o desejo da minha mãe é esse. Só que tipo, o consumo médio sem um forno elétrico que ela adquiriu recentemente e sem uma torneira elétrica que coloquei há um tempo é em torno de 80 a 100 kw. Com os dois, pulou para 150 kw – isso que estou em SP, que é 110v. Tipo, tou calculando por cima. O fogão é à gas de botijão e dura em média uns 6 meses creio. Como é só eu e minha mãe, o consumo em geral é baixo – nem costumo comer em casa e fico pouco, minha mãe já faz mais coisas.
Tenho um conhecido que tem uma casa com alimentação solar, mas teve problemas tempos atrás com roubo de medidores e fios de energia. Não sei como está hoje, mas teve toda uma burocracia para reativar o sistema, até porque a casa também “devolve” energia (o que gera desconto na conta de luz). Isso incentivou meu conhecido a pôr aquecedores nas torneiras por exemplo.
Outro desejo – desta vez meu mesmo – era um sistema de “boiler” com aquecimento solar para água quente. Pena que é muito caro.
Eu achei que SP todo fosse 220… Mas nem acho que seja esse o problema. A instalação elétrica da casa é muito antiga? É monofásica? Porque foi um salto muito grande de consumo. Acredito que sua mãe não use o forno sempre e a potência desses fornos não costuma ser alta. Poderia ser a torneira? Não sei…
Região Metropolitana é 110v. Acho que parte do interior é 220v, mas que eu me lembre tem um doc no YouTube que conta mais a história das divisões de energia por região que meio que aprendi por cima o porque há as divisões (acho que tinha a Light paulista e uma outra que distribuia para parte do país e não era ligada a rede paulista). A instalação da casa precisa de uma revisão mesmo, só que estou sem dinheiro agora. Senão ia mexer.
Tou vendo também em compensação em comprar módulos solares independentes (luminária solar). Minha mãe tem comprado nas lojas de bugigangas no Brás, e é bem interessante. Não são tão caros, mas ajuda um pouco em casa. Um que tava com defeito peguei uma placa solar maior do que a que vem na luminária e que estava no lixo, adaptei e até ficou melhor para receber energia e manter por mais tempo, mesmo com uma célula de bateria.
Certamente são esses dois os vilões. Aqui eu nem controlo muito o consumo das lâmpadas, pois esses LEDs é tudo irrisório… Mas aparelhos de potência são os grandes vilões. Pior agora que foi pra bandeira vermelha. 14% de reajuste aqui com a RGE
Eu me mudei pra uma casa que tem aquecedor solar de água. Não faço ideia quanto é pra instalar, mas se fez sol no dia o banho fica quente sem ligar o chuveiro elétrico. Se tá muito frio eu ligo o mínimo.
Olá, Antonio.
Adquirimos um sistema solar on-grid em meados de 2022 e temos substituído ou optado por soluções elétricas sempre que possível.
Cotidianamente, usamos uma panela de arroz e uma de pressão elétricas, uma airfryer também. Gostamos desses eletrodomésticos por serem práticos (com antiaderente e timer), seguros (termostato/timer) e liberarem menos calor, vapor e cheiro do que os equivalentes a gás. Também temos forno elétrico e fogão de indução, mas usamos menos, pois não são tão rápidos nem práticos. Os chuveiros são elétricos e aquecem bem, mesmo no inverno, mas, certamente, o banho com um aquecedor de passagem a gás é mais prazeroso, pela pressão e volume d’água.
Ainda tenho vontade de ter uma daquelas lavadoras de chão com vapor, para economizar tempo e dinheiro (do desinfetante), mas ainda não encontrei uma com boas avaliações. Também tem os ozonizadores de água que, supostamente, poderiam substituir desinfetantes e alvejantes, quem sabe um dia…
Aqui em casa também instalamos um sistema de geração de energia solar on-grid no final de 2021, e tem sido muito bom olhar a conta de energia e ver que pago apenas a cota mínima…
Mas como resido em casa, acabo usando botijão de gás, e tenho 2: Um de 13 kg e outro, de 45 kg. O grande dura mais de um ano, o que faz o nosso gasto com GLP ser menos de R$ 30/mês. Mas também só usamos gás no fogão mesmo.
Eu, se morasse em casa como vcs, instalaria energia solar tb. E o capivaresco disse tudo sobre os aparelhos elétricos de cozinha: seguros, práticos, silenciosos. Eu ainda nao tenho airfryer e arrozeira porque o grill e o cooktop os substituem. Achei curioso vc não gostar do cooktop de indução. Eu optei por um portátil de uma boca só, pq no fogão raramente usava mais de duas simultaneamente. E tb contei a panela de pressão como uma boca, a cafeteira como outra, o grill como outra. Enfim, voltando ao cooktop, gosto muito para fazer arroz, esquentar água e tudo que se pode fazer em água fervendo, fazer mingau, ovos mexidos… mas ovo mesmo eu prefiro usar a omeleteira. Ganhei uma Mondial e não acho que o antiaderente dela seja muito bom, mas os omeletes ficam ótimos.
Aliás, que marcas vc prefere ou aprovou? Eu tenho dado preferência a Eletrolux.
Quanto às “lavadoras de chão com vapor”, vc se refere aos vaporizadores verticais que funcionam como mop? Eu tenho um da Eletrolux, mas acho meio pesadão e uso pouco. Comprei pro meu arsenal antipulgas – que vale um outro post, pq certamente muitos amigos têm bichos em casa.
Oi, Antonio.
Não é que não gosto do cooktop de indução. É que as panelas elétricas de arroz e de pressão e a própria airfryer preparam refeições simples, com pouco trabalho. Mas não vou afirmar que são melhores, pois depende muito do gosto de cada um. Por exemplo, as panelas de arroz se popularizaram na ásia, onde arroz é só cozido sem refogar, que é uma base da nossa culinária. Para quem refoga tudo, acho que o fogão de indução é mais versátil.
Idem com a panela de pressão elétrica, é ótima para cozinhar um feijão rapidinho com sal. Para quem nunca usou, ela só aquece até o ponto da pressão, não fica vaporizando a casa toda nem fazendo aquele barulho de maria-fumaça, mas não é boa para cozinhar aquela carne de panela até secar e fazer aquela crosta torradinha, justamente por não perder água e não aquecer além de um certo ponto (o item de segurança vira um limitador).
Sobre marcas, não tenho recomendação, pois tudo hoje em dia parece feito em 2 ou 3 fabricantes chinesas, depois importado por uma maquiladora da zona franca de Manaus, onde colam um decalque da marca e encaixotam.
Minha recomendação é ler as avaliações negativas online. Depois ir na Havan, Magalu etc. para avaliar o antiaderente, qualidade do acabamento, a resistência elétrica dos modelos disponíveis. Após isso, compre online mesmo, já que os donos dessas redes preferem se meter em política do que focar em tornar os negócios mais competitivos. Rsrs.
Mas eles fizeram seus negócios mais competitivos… com lobby para taxação de importações. E você tem razão, loja física e vendedor só para o que não é possível por outros meios.
Eu perdi o hábito de refogar. No caso do feijão, prefiro cozinhar o alho e a cebola junto. Mas tb tinha reparado essas limitações. A da água praticamente não evaporar é curiosa. Contornei colocando menos água. rs
Loja física pra mim tb já virou showroom. Hoje até roupa compra pela internet. Dou preferência a empresas bem assentadas no Brasil e com “um nome a zelar”
Capivaresco,
quando souber mais sobre ozonizadores de ªgua e lavadoras de chão com vapor, poste aqui, por favor. Tenho muito interesse.
Cozinho bastante em casa, então sempre tem gordura no chão. Limpo a cada 2 dias, mais ou menos. Acho que com vapor seria mais fácil.
Vc fala daquele Mop a vapor q parece um aspirador? Achei pesado, pouco prático. Uso um mop comum, dos redondos e no chão uso o Cif, aquele mesmo do fogão, q aqui não existe mais.
Antônio, não sei se você e o capivaresco estão falando do mesmo aparelho, mas tenho interesse em saber mais porque aqui em casa fritamos bastante, então mesmo com depurador, fica gordura no chão. Imagino que com vapor seja mais fácil e rápido de limpar, embora com MOP comum funcione bem (tinha um redondo também, mas quando quebrou comprei um quadradinho da Electrolux – de uma marca deles na verdade – foi uns 90 reais, gostei bastante, achei melhor que o redondo).
Não quero parecer que tô procurando problema. Você avaliou isso em qual bandeira, mesmo na vermelha ainda valeu mais a pena?
Como é a distribuição de energia aí onde mora no rio no sentido de quedas e tal?
Boa pergunta, Pedro! Avaliei, sim. Eu fiz muita conta, Pedro. Desenhei muitos cenários, aprendi a calcular consumo de energia baseado na potência do aparelho (uma moleza), ouvi alguns vídeos, e tudo indicava ganho ou empate. A questão das bandeiras não é tão importante para mim, pq meu consumo gira na faixa entre 150 (inverno) e 250 (verão) kwh. É a partir de 300 kwh que a coisa começa a pegar, tenho a impressão. Quanto à estabilidade da rede, vc tem razão, há bairros onde a energia é bem instável, Santa Teresa é um exemplo. Eu realmente não sei qual teria sido minha escolha se fosse esse o caso do meu bairro.
Só um dúvida: tu realmente tem energia trifásica em casa? Não é bifásico e neutro?
Eu acho que é trifásico, mas não sei te responder com precisão. Posso perguntar ao meu eletricista. mas na conta da Light vem escrito “trifásico”.
Oi, Otávio. Aqui em casa é trifásico também. Mas as tomadas se conectam a um ou duas das três fases. A fase extra é para distribuir a carga.
Entendi! Curioso! Em São Paulo os trifásicos são apenas para estabelecimentos de alta potência!
Acho que em lugares onde ar-condicionado é uma necessidade, qualquer residência pode ser um estabelecimento de alta potência, rsrs…
Hahahha verdade! Não tinha pensado pornesse lado!
Aqui no Rio, qualquer instalação feita pela Light há alguns anos é obrigatoriamente trifásica. O monofásico e o bifásico são só instalações legadas, que os proprietários não migraram – ou a Light não quis fazer.
A igreja onde congrego refez a instalação elétrica tem uns 5 anos, solicitou a mudança de carga para trifásico, visto que tudo já está preparado para tal… Mas até agora nada da Light.
Dá pra pedir pra instalar, mas algumas concessionárias cobram e as vezes cobram caro, pois ainda tem que instalar transformador. Anos atras minha irmã alugou uma peça para abrir uma lancheria, a imobiliaria tinha prometido trifásica, mas quando chegou pra instalar o equipamento nao tinha. No fim ameaçou colocar na justiça e o condominio teve que arcar com os custos hahahaha
Imobiliária é uma máquina de desapontar pessoas. Sr uma imobiliária puder ganhar 10 reais pisando em seu pescoço, ela o fará.
eu tenho feito gradualmente essa transição também, ainda que seja mais difícil aqui (sul) ter um chuveiro elétrico do que um a gás, mas eu tenho um acquaultra de 7500w que dá conta do recado bem. duas coisas que as pessoas não levam em consideração sobre tantas coisas à gás em casa: 1- a gente respira o monóxido de carbono residual da queima imperfeita do gás do fogão e do aquecedor, por mais que hoje em dia os equipamentos sejam melhores, eles ainda tem esses resíduos e eles só são melhores se estiverem com a manutenção adequada, o que normalmente não é feito, particularmente o fogão. 2- a energia elétrica é muito mais barata que o gás, principalmente se você tiver fiação trifásica como você disse. aumenta a conta de luz, mas diminui o custo geral porque o gás é mais caro, e pra várias pessoas ainda existe a possibilidade de usar painéis solares para diminuir a conta de luz.
Vc aí é 220, não é, Rafael? O Rio é 127, mas o cooktop e o chuveiro eu coloquei 220. É mais econômico (pouco, apenas no sentido de que quanto mais potência, mais rápido as coisas acontecem) e mais confortável (a água do chuveiro esquenta mais no 220, o que pra vc aí deve fazer uma diferença enorme! aqui tb pq eu sou friorento).
O interessante é que o argumento que eu mais ouvi contra a mudança foi “sua conta de luz vai explodir!”, o que algumas contas simples desmentem com facilidade. Mas pelo menos um vizinho preferiu trocar a tubulação a fazer contas… rs
Ñ teve aumento no custo da energia?
Vamos fazer uma comparação entre o consumo de maio de 24 e o consumo de maio de 25: 142 e 152 kwh. Diferença de preço em números redondos: 163 e 178 reais. Consumo de gás em maio de 24 e 25: 8 unidades (não lembro qual a metrica) ou 78 reais e zero. Economia em reais: 63 reais.
O gás encandado parece sempre ter um custo por mês maior que o botijão p13. Nunca tive o encanado e nunca paguei mais que 125 o botijão cheio, que durou sempre ao mínimo 6 meses.
É, o gás encanado é bem mais caro. Então o gás custa vc algo em torno de 20 reais por mês. Vc usa panela de pressão e cozinha muito. Pergunto pq o vilão nessas comparações nunca é o fogão, mas o aquecedor. Acredito que se calcularmos o custo em energia elétrica do mesmo uso que vc faz do gás o acréscimo em sua conta de luz não será muito maior do que esses 20 reais. Mas estou chutando…
Uso panela de pressão elétrica para poder ir fazer outras coisas sem ter que ficar de sentinela. Quanto à chuveiro a gás nunca tive. Sou ignorante e sobre e tenho a imagem de que é preciso correr água antes de usar para chegar à uma boa temperatura.
Tenho planos de um forno elétrico para fazer minhas descarboxilações para comestíveis. Não faço ideia de quanto irá custar ao mês, mas acredito que não será nada de mais também.