Calma! É apenas uma viagem da minha mente.
Pensei no seguinte: ainda não é possível deixar um valor para alguém receber depois através do pix. É uma ideia extremamente bizarra, mas se você pensou sobre isso ou tem uma opinião diferente, pode comentar.
Seria um QRCode “com dinheiro dentro”, que pudesse ser deixado para ser lido pelo app do banco. Assim que lido, o dinheiro seria debitado da conta ou ficaria “retido” por determinado período até ser lido por outra pessoa e por fim, se tornar inválido.
Pior que escrevendo aqui, pensei que haveria diversos problemas como ter que imprimir esse QR, fazendo a ideia perder o sentido e sendo mais útil sacar o dinheiro. kkkk
Seria talvez uma volta do cheque ou uma nova fase dos trotes de “2 reais ou um QRCode misterioso”?
A pergunta mais simples de todas sobre isso seria: “Pra que isso?”. Trabalhei muito tempo com atendimento ao público e seria uma forma interessante de deixar gorjetas. Gosto de fazer gorjetas quando possível, mas vi que esse hábito se tornou menos frequente da minha própria parte por não ter dinheiro na carteira.
Acabou que continuei escrevendo e pensei que, além disso, teria que escrever nas costas do QRCode o valor dele para evitar entregar o errado. kkkkk
(Talvez eu devesse parar de ter essas ideias malucas numa tarde de segunda-feira, voltar ao trabalho. kkkkk)
Uma boa tarde ‘procêis’ tudo!
22 comentários
O problema maior do conceito de economia é o fato de se basear as trocas em números e na confiança da pessoa. O sistema bancário é baseado tudo nessa ideia de que confiamos em um número em um papel para declarar que aquilo vale algo e que a pessoa que o tem detém tal valor.
Já falaram as possibilidades de um “pix de papel” – isso não é diferente de um cheque ou de uma nota promissória.
Precisamos é aprender a lidar com o que temos nas mãos ao invés de ficar esperando por algo. Um dos males da economia é essa de “esperar por algo”. Aí nasce os juros, que gera inflação, que gera esta bola de neve de gente rica ficando mais rica e pobre ficando mais pobre
Eita! 😁
Perdão, nada pessoal contra você. Apenas desabafei o que pensei na hora da leitura. Não sou abstêmio de dinheiro, mas sou pobre e tenho pouco mesmo (pessoal paga pouco…) . E aprendi também que cartão de crédito e dívida são formas de deixar a pessoa mais traumatizada e preocupada.
Não se preocupe, não me ofendi. Só não imaginei que o assunto iria chegar a um assunto tão denso. Entendi o que quis dizer.
Mas agradeço também. No final fez uma questão que acho que se fosse posto em uma rede social maior, provavelmente iria viralizar.
Na verdade creio que muitos de nós não temos ideia do que realmente é o conceito de dinheiro. Se pegar a história, só lembrar que por exemplo o termo “salário” é devido a mitologia (ainda não confirmada) de que “soldados romanos eram pagos – ou por ou para – relativo a sal (sal mesmo, o de temperar).”
O dinheiro de papel na verdade nasce justamente do cheque – dado que os cheques originais eram relativos a valores depositados em um ente bancário, provavelmente a origem do conceito de dinheiro impresso venha justamente da regulação destas trocas. Antes do impresso e ainda utilizavel nos dias atuais são as moedas.
Enfim, nem eu sei direito a história das finanças – tanto é que fui dar uma olhada na Wikipedia enquanto eu fazia este comentário. Talvez precisamos de educação financeira mesmo para ao menos entender o conceito da economia ao invés de criar novos coaches e professores de finanças influencers…
Eu entendi a sua proposta, e faz algum sentido, já que se todo mundo parou de andar com dinheiro na carteira, como faz pra deixar essas gorjetas de forma mais discreta, né?! No caso aí a solução mais direta é só inverter quem passa o QR code. O prestador de serviço precisa deixar sua chave pix em lugares visíveis para estimular os clientes a contribuírem. Já a proposta que você pensou é realmente algo original, uma espécie de mini-voucher que você emite e distribui para quem quiser. Embora na prática a ideia simplesmente se traduza no mesmo que cédulas de dinheiro, já que para ser prático você teria que imprimir e andar com esses mini-vouchers na carteira. Então não é algo muito viável, por isso o mais prático ainda realmente é pedir o QR code do prestador de serviço.
A ideia seria isso mesmo. A limitação é que as vezes você quer deixar para uma pessoa diretamente e não para um estabelecimento. Ficaria meio complicado o garçom andar com o QR Code do pix dele na roupa ou ter que parar o atendimento para confirmar a chave pix. O mesmo aconteceria com um entregador que tem seus minutos contados entre um pedido e outro. De todo modo, a ideia continua aqui. Estou disponível para sugestões. 😄
Isso que é imprimir dinheiro! :D
kkkkk stonks 😄
Evitando o máximo ser grosseiro, isso não seria uma cédula? kkk
Sim, mas caseira. 😄
Não liga não. Foi tudo apenas uma porção de pensamentos escritos. De todo modo, respondendo abaixo ao Will, consegui “viajar” um pouco mais no assunto. kkkkk
Na verdade é basicamente um cheque kkkkkkk
Acho que o autor do post entregou a idade sem querer com essa ideia (assim como eu entreguei a minha por saber o que é um cheque).
Pois é, estamos aí pra isso mesmo. 😄
eu entendi a ideia mas não a vejo dando muito certo, kkkk
mas eu já ouvi falar algo nesse sentido pra compra de carro, em que vc vai no banco pra pegar um cheque, digamos que de 20.000, aí esse dinheiro “some” da sua conta, vc leva esse cheque especial na concessionária e o vendedor o aceita, pois sabe que esse cheque já tem o dinheiro certinho retido e te vende o carro.
mas voltando ao pix de papel, em que momento ele seria usado? se vc tiver esse trabalho de ir no aplicativo e reter esse valor para depois gerar a cédula, não seria mais fácil já fazer o pix?
mas caso vc faça depois, seria como andar com um talãozinho de pix no bolso, igual ao cheque e a pessoa teria que confiar que o dinheiro existe, mas com o pix por aproximação esse problema acaba, pois daria pra pagar sem internet.
Pois é. Após escrever, até pra mim é confuso. 😄
Na minha limitação, só consegui pensar nas gorjetas. Algo para apenas entregar e pessoa ir, como a um motoboy, por exemplo, ou algo para deixar numa mesa para o garçom ou num quarto de hotel para as camareiras.
E eu ri da possibilidade de ter um “talão de pix”. Pra evitar um prejuízo de ter o talão roubado, cada cédula poderia ser um “cartão recarregável”. Ela não serviria para nada até que você lesse o código e o “recarregasse”. (Falei que deveria parar de pensar nisso e olha pra onde teu comentário está me levando. kkkkkk)
Não havia pensado nessa limitação de áreas sem internet. Realmente, uma forma de fazer essas transferências offline seria interessante.
Esse é o cheque (só que em vez de QR Code, vai a assinatura da pessoa que está pagando).
Alguém comentou sobre “cheque voador”, que é o cheque sem fundos, ou seja, quando a pessoa assina o cheque (emite a ordem de pagamento) sem ter o dinheiro.
Pela regra, quem emite (assina) o cheque tem que garantir possuir a quantia depositada no banco. É a hipótese para “o dinheiro ficar retido”.
O problema é que o banco não consegue saber em tempo real quantos cheques a pessoa emitiu (se fossem assim, seria um Pix). Então, muito malandro emite cheque sem fundos.
Eu não tive contato com chegue, apenas entendi mais ou menos como funciona. Poderia ser isso uma espécie de “cheque eletrônico”. Por ser virtual, haveria a possibilidade da retenção do valor, além de sempre ter a informação de quem fez o depósito.
Duas palavras me vieram à mente: cheque voador 😃
Eu tive que pesquisar o termo. Nunca usei um cheque na vida. kkkkk
Mas nesse caso, o dinheiro poderia ficar retido até o PIX ser completado ou o QRCode perder a validade.
Não sei se entendi, mas estou pensando.
Não se preocupe não, porque até eu me confundi. 😄
Conversando com ChatGPT, concluí que seria uma espécie de “vale” ou “voucher” com dinheiro armazenado.