A conversa que o Erhard iniciou aqui (“Quando seu hobby vira um peso” me levou a essa reflexão. Talvez tenha algum furo nela. Se achá-lo, me avise!
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A conversa que o Erhard iniciou aqui (“Quando seu hobby vira um peso” me levou a essa reflexão. Talvez tenha algum furo nela. Se achá-lo, me avise!
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Boa! Sintetizou tudo. Aliás, se o podcast de ansiedade for aquele da Pública, você “tem” que ouvir mesmo! ha ha. Mas, falando sério, é enriquecedor sim.
É aquele mesmo, haha! Eu ainda vou ouvi-lo, mas num momento em que eu estiver *querendo*.
Sobre o assunto, vale a pena a leitura de “Ter ou não ter, eis a questão!: A sabedoria do consumo” – Nilton Bonder. Link pro livro na Amazon: https://www.amazon.com.br/Ter-n%C3%A3o-ter-eis-quest%C3%A3o-ebook/dp/B00A3CSS0E
Ótima reflexão! É difícil se manter “quieto” nesse mundo barulhento.
Buscamos vivenciar/experienciar coisas novas. E as gratas surpresas do acaso e da serendipidade acontecendo trazem mais satisfação do que a nossa escolha consciente de compra ou ação, que se após “comprada” não é usufruida (existe essa palavra?!), vira peso.
Nosso foco está sempre em uma só coisa a ser feita/experienciada. Portanto consumir aos poucos e usufruindo daquilo seja melhor que adquirir vários por aí.
Assim racionalizei esse sentimento. Equilibrar essa serendipidade com as escolhas intencionais e usufruir completamente do que foi escolhido um a um, traz mais paz, fecha um ciclo pra abrir outro, proporciona o inesperado/novo surgir.
É isso!
Oi Rodrigo, li seu post e achei muito pertinentes suas colocações. Observamos tempos em que o “ter” ainda se sobreponhe ao “ser”, e repensar sobre como lidar com isso é um privilégio. Como comentei lá pro Erhard, o interessante é prestarmos atenção ao que realmente faz sentido para nós e que não temos a capacidade de fazer tudo o que queremos. A vida vai além das escolhas, mas também das surpresas que aparecem, como os insights que você teve ao ouvir o podcast. E como diria o Chorão, do Charlie Brown Jr: “às vezes faço o que quero, às vezes faço o que tenho que fazer”. O importante é tirar uma lição disso, penso eu. E você e o Erhard já fizeram. Sucesso!
Boa reflexão Ghedin! Me lembrou uma fala do Sérgio Cortella mais ou menos assim: nem tudo que quero eu posso, nem tudo que posso eu devo e nem tudo que devo eu quero…