Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

Sugestões de atividades livres de telas

Imagino que não seja o único exagerando nas telas, daí me surgiu a ideia de abrir esta conversa — ou de fazer este pedido 🥲 — de sugestões de atividades longe de telas.

Tenho algumas em mente e que já me organizei para participar, como um clube de leitura presencial, mas queria mais. Ideias?

52 comentários

52 comentários

  1. Esportes bom bola e fotografia tem funcionado bem para mim. Principalmente a fotografia onde a gente consegue ser mais introspectivo sem pensar em trabalho.

  2. Hobby: descobri um dia desse o mundo dos hama beads. Ou perler beads. Ou pixel art, como queira. Envolve montar miçanguinhas sobre uma plaquinha de plástico, passar a ferro, e ter seu belo Mario em formato 16 bits na sua mão. Costumo plugar um podcast, olhar na tela algum modelo, e me perder por umas horas montando essa parada. É realmente relaxante.

  3. Tenho uns livros físicos de culinária e quando quero dar uma relaxada offline é certeiro, vou no livro, pego uma receita e me dedico a ela. Olho nos armários os ingredientes que possuo, faço uma lista pra ir no mercado comprar o resto (já vou andando com o cachorro..rs..), depois ligo um som e começo a cozinhar, passo-a-passo, olho no livro e me concentrando na receita. Quando tá tudo pronto, divido a tarefa de pôr a mesa com minha esposa (ela é bem mais jeitosa pra isso) e a gente senta pra degustar, só conversando, falando besteira e aleatoriedades. (A gente critica muito os casais que vão comer juntos mas fica cada um imerso no seu cel).

    Uma outra coisa que fizemos nesse sentido é combinar de ir num restaurante novo todo mês. A gente escolhe um que tenha prato executivo (com o valor já definido pra entrada + principal + sobremesa), pedimos pratos diferentes (assim a gente prova mais coisas) e ficamos papeando. Uma brincadeira que a gente tem é que os pratos que a gente mais gosta viram uma missão do casal = Eu tento reproduzir a receita em casa e ela faz a montagem.

    Não é muito social, por ser só eu e ela, mas não deixa de ser um tempo de qualidade e muito divertido.

    1. Boa ideia. Geralmente cozinho com alguma receita online. Mas só faz aumentar o tempo de tela. Vou comprar uns livros.

  4. Criar plantas: esses dias fiz minha primeira pimenta com as pimentas que plantei.

    Caminhar ou andar de bicicleta: é muito bom pra pensar. se você gosta de ouvir música ou ouvir podcast pode ser uma boa também, mas recomendo também ir sem ouvir nada. e sem apps de ficar medindo distância, tempo, desempenho etc.

    Esporte: eu comecei futevôlei e to gostando muito. talvez valha a pena procurar um esporte que você goste.

    Música: já fui de coral, hoje tô fazendo aula de surdo numa bateria de escola de samba. atividades musicais coletivas são muito legais, mesmo que você chegue sem saber absolutamente nada.

    Ler: se você gosta de ler, pode procurar ler em outros lugares que não só em casa. vale também pra escrita. como você citou, um clube de leitura pode ser muito legal tb.

    Cinema: é tela, mas é diferente, ao menos pra mim. sair pra ver um filme, mesmo sozinho, é atividade social muito diferente do que ficar no sofá vendo netflix.

    Fotografia: se você gosta de tirar fotos, uma boa é comprar uma câmera (em vez de usar a do celular) e sair por aí tirando fotos. eu, por exemplo, gosto de tirar foto de natureza, então pra mim é muito relaxante fazer isso.

  5. Recomendo a capoeira, me ajudou muito. Fisicamente é muito intensa, mas ao mesmo tempo prazerosa e gradual, você evolui no seu ritmo. Melhora muito seu condicionamento físico e mobilidade, já que os movimentos exigem alongamentos interessantes.
    Mas o mais importante pra mim foi o fato de ser uma atividade coletiva. Por ser alguém que trabalha em home office, estava me isolando muito. Você também desenvolve um grande repertório cultural e musical, seja apenas cantando durante as rodas, ou aprendendo o atabaque, berimbau ou pandeiro durante as rodas.

    1. que ideia boa. Tô na mesma, e só funciono com compromisso fixo. Academia sempre falto. Fazia crossfit e foi muito massa, mas meu joelho não aguentou. Daí pensei em alguma arte marcial mas tenho leves traumas rs. Capoeira parece ser o ideal, vou buscar na minha cidade.

  6. Minha sugestão é construir alguma coisa. Pode ser marcenaria, costura, crochê, tricô, escultura, o que você quiser, com o material que você quiser e sem a pressão de ser algo bom se você for iniciante.
    Como professora de crochê minha sugestão é começar com amostras, ir prá um projeto simples mas que vá ser usado (mesmo que pouco) e quando você ficar confortável partir para os maiores e mais complexos.
    Eu gosto de crochetar em parques, por exemplo, levo minha cadeira de praia, uma bebida, um quitute e um livro.
    No último mês eu consegui achar um grupo que faz artesanato juntos, em algum lugar fora de casa, e foi muito legal. Cada um com seu projeto, conversando, trocando receitas (de comida e artesanato), descobrindo qual é o projeto dos outros.

    1. Carola, você tem alguma dica de material para quem começar com o crochê? Sempre me interessei muito e há um tempo atrás até me arrisquei, mas como sou totalmente iniciante fiquei totalmente perdida.

      1. Tenta com o fio de malha e uma agulha 9 ou 10. É um trabalho mais bruto mas que pode render coisas bem bacanas.
        ele também cresce muito rápido então dá uma gratificação pessoal enorme! Começa com um porta travessa, que é um círculo ou quadrado (é legal que já aprende o quadrado da vovó) ou um desses cestos pequenos, que dá pra fazer em 1 ou 2h.

        1. Esse grupo é em São Paulo? Tenho total interesse!

          1. Não, em MG. Mas certeza de que se você puser nas suas redes que está procurando vai aparecer um.

  7. Passear com cachorro: você se mexe, anda mais do que o planejado, passa tempo com o cachorro, ainda reseta a mente e começa a ter contato com uma galera com a qual você não falaria se não tivesse com o cachorro. Existe uma irmandade de dono/as de cachorro.

    Cozinhar: comida saudável, mais barata que delivery e com a necessidade de atenção constante. Se chamar gente para comer junto, melhor ainda.

  8. Acampamento.

    Esse ano já fui 2x no fim de semana, contato com natureza e longe de poluição sonora tb. Comprei barraca, colchão, fogareiro, ventilador, mesa… Kit todo. 1x por mês vou num camping diferente aqui no interior de SP.

    Pintando com números.

    São kits de pintura que vem com tela, desenho, tinta acrilica e pincel. Pra exercitar a concentração e paciência é bom, procura no mercadolivre “pintando com numeros”.

  9. Faz tempo que eu não comento, então olá! Essa postagem veio em boa hora, também tenho pensado em atividades que me tirem das telas… Bom, pensei algumas coisas aqui:
    – curso de música. Achei um curso que uma das atividades é o ensaio em grupo, com a banda completa. Eu queria fazer curso de canto e me chamou a atenção que uma das postagens do curso diz que a gente pode fazer parte do coral e que “muitas amizades são formadas no coral”. Achei engraçado isso fazer parte da divulgação do curso.
    – desenho. Um colega já falou aqui do usk, que são desenhistas que se reúnem para desenhar ao ar livre. Curitiba tem um grupo bem ativo: https://www.instagram.com/uskcuritiba Eu frequentei por um tempo na minha cidade mas comigo gerou um efeito contrário, me fez ficar mais tempo em telas, porque um dos objetivos é desenhar e compartilhar os desenhos e quase todo meu instagram é de desenhistas e percebi que perco muito tempo nisso e me comparando também, o que gerou certa frustração em desenhar… Mas faz parte.
    – algum trabalho voluntário. Alguns abrigos de animais pedem voluntários para passear com os cachorros nos fins de semana, acho uma atividade legal. Trabalho voluntário vc conhece muita gente, acho interessante pra isso também.
    – algum esporte ou atividade em grupo. Nem precisa ser algo que demanda muito preparo físico, pode ser até futebol de botão.
    – muitos museus têm visita guiada, tem outros grupos que organizam visitas guiadas a pontos turísticos, além de grupos de trilhas e caminhadas. Tem empresas de turismo que organizam passeios também, muitos deles bate-e-volta em cidades próximas.
    – para quem tem religião, frequentar uma igreja, centro, templo é uma atividade boa para socializar. Admiro quem segue uma fé porque esses lugares têm muitas atividades e se formam muitas amizades ali. Alguns conhecidos frequentam umas igrejas que parecem mais uns clubes de tanta atividade que eles têm. Eu sou espírita mas tenho muitas críticas à doutrina e às coisas que escuto nos centros, então não sei se ainda posso me considerar uma. Esse meu inconformismo também não me deixa parar em um lugar só e criar laços mais estreitos com as pessoas que frequentam os centros. Acontece, né?
    Acho que é isso :)

  10. Eu gosto de participar de grupos de passeios. Aqui tem muitos. Geralmente saem de manhã cedo, vão para algum lugar legal e voltam após o por do sol. Conheci quase todos os municípios do meu estado assim. Sai barato, pois você vai estar dividindo o transporte, conhece gente nova e conhece lugares novos. Eu ainda aproveito para fotografar. Boa parte das fotografias que tenho de lugares fora da minha cidade foram nesses passeios. Um exemplo de empresa que faz isso aqui é a Pé na Estrada Trilhas e a ForTur

  11. Dança!
    É sério. É físico mas também mental, é social e gera muitos insights. As escolas costumam oferecer aulas experimentais gratuitas, começo do ano é uma ótima época pra formar turma iniciante. Minha sugestão é começar pelo forró ;)

  12. Patins;
    Natação;
    Academia;
    Aprender algo, como cozinhar ou pintar em algum lugar próprio e fora de casa.

  13. Além de exercícios, atividades sociais e cursos que o pessoal já falou, minha sugestão é trilhas e cachoeiras. Não sei como é no PR, mas aqui perto de Porto Alegre tem várias (maioria a uns 80km ou mais, então ajuda muito ter carro). Dá pra achar alguma qualquer por essas páginas de dicas ou pelo Maps mesmo. É um bom programa pra esquecer da vida até porque geralmente nem pega sinal de celular. Só lembrem de recolher seu lixo.

    1. Cara, então… Estive em janeiro no Paraná, mas não na região de Curitiba, fui para o litoral, conheci Guaraqueçaba, Pontal do Paraná, Matinhos, Paranaguá, Superagui e Ilha do Mel.

      Tchê, que lugares bem bonitos eles tem. Muitas trilhas, matas, praias… A serra que separa o Paraná e Santa Catarina é lindíssima.
      Creio que na volta de Curitiba também tenha muita coisa.

  14. Eu tô nessa vibe, o post veio em boa hora. Meu lazer tem se resumido a telas e quero diminuir isso consideravelmente. Não é o caso de Curitiba, mas praias são uma boa opção. Geralmente alterno entre parques, cafés, cinema. Chamar amigos para almoçar no fim de semana. Talvez o segredo, pra começar, seja não se preocupar com o quanto de atividades livres da tela você consegue fazer, mas apenas ter algumas já ajuda bastante.

  15. Esse tópico me fez refletir sobre a vida.
    É impressionante as horas que dedicamos às telas, e como as empresas se esforçam para que cada atividade nossa se ligue de alguma forma a alguma tela, possa ser medida e se transforme em algum tipo de produto.

    Exercícios, pedalar e correr -> aplicativos como strava e de saúde -> relógios smart

    Desenhar, fotografar, criação artística -> tudo o que é feito fora da tela, em algum momento, alguém vai querer digitalizar por qualquer motivo, afinal temos a sensação de que o que não está na internet nem existe.

    Cozinhar – fora as receitas que seguimos com o celular do lado, para citar um exemplo mais extremo, ganhei de presente aqui um “fogão inteligente”, o Guru da Tramontina. Pra ligar o negócio vc precisa baixar um aplicativo e cadastrar um email, e ele te guia nas receitas com a voz do GPS, mandando por tudo na medida certa e esquentando as coisas na temperatura ideal programada.

    Estou só divagando, mas pensando bem, até que faço bastante atividade fora das telas, ainda que em algum momento vá ter esporadicamente alguma.

    Concordo com os comentários abaixo de que o importante é realmente sair do auto-isolamento e encontrar pessoas. Visitar amigos e parentes, viajar em galera para algum lugar só pra curtir não fazer nada, tomar umas e fazer churrasco, conversas de boteco, conversar com vizinhos para falar mal dos outros vizinhos, essas são as coisas importantes da vida.

  16. Pedalar ou caminhar (sem rumo) e ir parando para fotografar ou beber uma água e contemplar. Sei que em Curitiba tem um sistema de aluguel de bikes, caso não tenha uma.

    Fazer algum roteiro temático definido, do tipo “cafeterias legais” ou “as melhores comidas X.

    Oficinas de artes ou algum tipo de artesanato também são legais e acabam envolvendo outras atividades ou eventos mais offline. Sugiro ver programações da Caixa Cultural ou do SESC, tanto para eventos culturais como oficinas.

    Técnica marbling https://grafatorio.com/site/produto/marbling/
    Encadernação artesanal https://www.cadernolistrado.com.br/

    Esses 2 acima acho que não tem nada aberto no momento, mas pode entrar em contato para consultar.

  17. Aprender a desenhar ou a pintar. É a primeira que me vem a mente porque, pessoalmente, é uma atividade que me relaxa além de me manter longe da tela. E apesar de parecer ser algo solitário, você pode procurar pelos grupos de Urban Sketches que existem pelo Brasil e aprender a desenhar ao ar livre e em grupo, vale muito a pena. É outra forma de ver a cidade.

  18. Eu praticamente só fico sem tela quando saio pra encontrar amigos, visitar minha mãe ou quando tou namorando. Até namorada a procura é com uso de telas rsrsrsrs.

    Eu não faço muitas coisas, basicamente passo o dia lendo e ouvindo música (sou aposentado), e os aparelhinhos me ajudam nisso, de modo que me tornei tão dependente que só compro livro físico quando realmente não encontro versão digital. Já aconteceu anos atrás de eu comprar um livro físico e ter dificuldade na leitura, comprar o mesmo livro digital e terminar de ler numa boa.

  19. Cara, as melhores coisas são longe da tela. Vou estar repetindo algumas atividade já ditas aqui, atividades que eu já havia pensado sem nem mesmo ler os comentários.

    1. Pedalar: pedalar é muito bom. Sentir o vento no rosto é uma delícia. Mas desculpa se eu parecer um pouco metido, mas tem que ter uma bicicleta decente. Pedalar nesses amontados de ferro sobre duas rodas é triste. E para uma bicicleta legal não se gasta tanto assim. Dependendo, às vezes tem algumas usadas de barbada. Para quem não está habituado a andar por aí sobre uma bicicleta, é legal participar de grupos de ciclismo amador até pegar a prática e confiança. Em Curitiba devem haver um monte…

    2. Caminhar sem rumo: eu amo fazer isso. Sair sem rumo, eu e minha namorada (e às vezes meu cachorro), olhando as casas alheias e falando mal do gosto das pessoas (as vezes elogiando também ahahauahuahsuh);

    3. Passear com o cachorro: para mim é uma terapia. Levar o cachorro para conhecer lugares novos (assim como nós, eles adoram novidades), brincar com o cachorro durante o passeio, aproveitar o passeio para conversar com pessoas aleatórias sobre cachorros e coisas aleatórias. Algumas vezes, ao chegarmos de volta no condomínio, ainda no pátio, brinco de pega-pega com ele. Outras, me sento no chão e fico conversando com ele, fazendo carinho e etc. Tem passeios que duram uma hora e meia, duas… Enfim, estar com meu cachorro me faz bem, me deixa feliz.

    4. Trilhas: aqui na minha cidade, com 300 mil habitantes, há ao menos 3 grupos que combinam trilhas nos finais de semana. Agora no verão eles fazem trilhas todos os finais de semana, sem contar que muitas vezes ainda acampam de sábado para domingo, com direito a janta e almoço coletivo;

    5. Academia: já falaram aqui e eu reforço. Academia é ruim mas é bom. E eu sou do time que entra para malhar, faço o que tenho que fazer e cerca de 50 minutos depois vou embora, não sou de ficar conversando. Gosto de me desafiar, então começo a criar alguns exercícios do nada. O último é fazer agachamento terra sobre um disco de equilíbrio.

    6. Chimarrão: como o Digão disse abaixo, adorava quando ia para a calçada com meus vizinhos e ficávamos falando mal da vida dos outros vizinhos. UAIhsuIHsA brincadeira… =D
    Mas falando sério, é bem legal reunir o pessoal e fazer isso, pena que no condomínio que moro agora ninguém faça, então fico sem companhia. Mas para matar a saudade, no domingo retrasado, eu e minha namorada organizamos este “evento” na frente da casa do meu pai. Ainda por cima pegamos o pai dela e juntamos as famílias. Foi bem divertido. E não precisa ser um chimarrão, apenas o ajuntamento já basta.

    7. Bar: ida em algum bar com os amigos, namorada ou familiares é muito bom. Agora no verão, pedir uma cervejinha e ficar apreciando o final de tarde, com a brisa batendo na cara, também não tem preço. Ah, até meu cachorro vai junto!

    8. Trabalhos manuais: bem, sou um pouco suspeito, pois, durante 6 anos trabalhei como marceneiro. Adoro fazer coisas de madeira, sem sinto bem fazendo coisas para meu uso pessoal e da minha família. Sentia que nos últimos tempos estava difícil conseguir me motivar com isso, porém nas últimas semanas isso ressurgiu. E não só madeira (até porque é necessário equipamentos que muitas vezes não custam barato), mas até um desenho serve.

    E Ghedin, tu mora numa capital, cara. Deve ter muito o que fazer aí. Impossível que não tenha uma apresentação qualquer para assistir, seja musical, teatro ou coisa assim. Um festival, um evento de rua. Pessoas que se reúnem para fazer qualquer coisa em algum parque da cidade.

    PS: invejo o C. Herrera. Tenho um sonho em velejar… <3

  20. 1. Desenhar
    Não tem atividade individual mais prazerosa que desenhar — ouvindo música, ouvindo o ruído da chuva, conversando ou em silêncio. Desenhe o que você vê, o que você não vê, o que você gostaria de ver ou mesmo aquilo que não pode ser visto. Programe-se para fazer caminhadas desenhadas ou para ir a lugares legais para sentar e desenhar. Inclusive em meio a trabalho+doutorado sinto bastante falta disso.

    2. Fotografia analógica
    Se puder, monte uma sala escura: passará horas na base da tentativa e erro até chegar no ponto certo da revelação, mas definitivamente vai te afastar das telas — e depois, quando quiser passar no photoshop e publicar em algum lugar será um uso mais interessante das telas :)

    E, claro, pode ser também fotografia digital, mas a ideia é fugir de todas as telas, né (inclusive os visores digitais)?

    3. Teatro
    Tanto assistir a mais peças quanto a fazer cursos de teatro — sem a pretensão de virar ator ou coisa do tipo, mas para exercitar a performance do corpo, da voz, etc.

    4. Caminhar só por caminhar
    Num dia de temperatura amena, caminhar é maravilhoso para colocar as ideias em dia. E no caso de Curitiba pode ser um desafio interessante caminhar entre parques diferentes da cidade.

  21. Vinil e CDs: eu sempre gostei demais de música, mas, quando xóvem (hoje tenho 38) não tinha grana pra comprar as mídias. Daí hoje eu tenho um acervo pequeno, mas muito útil na hora de catar algo pra ouvir.
    O resto é academia (musculação – fico deprimido quando não pratico) e bike (meu principal meio de locomoção).

  22. Velejar e surfar. É o que tenho feito desde 2021. Na vela, segundo o vovô, estou indo bem, já, no surfe, méh, mas não desisto.

  23. Apenas compartilhando minhas atividades livres de telas. Talvez possa inspirar alguém.
    – Música. Comecei a tocar ukulele durante a pandemia. É fácil de aprender e tocar. Agora estou fazendo aulas de guitarra. Se for fazer aulas, faça presenciais (longe de telas né).
    – Esportes. Jogo volei de areia e faço musculação. Assim como comer e tomar banho, musculação é essencial para uma vida sem dor.
    – Filhos. Tenho uma filha de 3 anos e com a qual brinco bastante. Haja gás para acompanhá-la.
    – Amigos. Quase todos os finais de semana, tenho um aniversário, churrasco ou janta na minha casa ou na casa de amigos.
    – Chimarrão. Aqui no RS temos o hábito de tomar um chimarrão no final da tarde na rua. Como moro em um condomínio, me junto com os vizinhos fofoqueiros para falar mal dos outros vizinhos.

    É isso.

  24. Mesa de bar.

    E na boa, procurem fazer amigos. As sugestões são em boa parte atividades solitárias, nada de visitas a alguém, dar uma volta com pessoas, coisas assim.

    Sair das telas é também sair desse autoisolamento, ou melhor, desse isolamento compartilhado que vivemos.

      1. Nesse caso, reforço uma das sugestões do Diego: passear com o cachorro. É impressionante como a interação entre pessoas com cachorro é muito mais fluida do que normalmente. Parece que rola uma identificação e as pessoas se tratam bem, interagem etc. (ok, sempre tem uns malas que andam com o cachorro solto, o cachorro avança nos outros etc., nem tudo é perfeito. Mas, no geral, é uma boa oportunidade de passear ao ar livre, e longe de telas (a menos que você ande num parque privatizado como o Ibirapuera, cheio de tótens luminosos).

  25. Então, não quero soar crítico, mas “atividades longes de telas” é meio genérico, e pode acabar dificultando ou até impossibilitando algumas coisas. Por exemplo, cinema, aprender um novo idioma, ou mesmo aprender qualquer coisa nova. Mas entendo que o objetivo é se afastar das telas de alguma forma, então creio que atividades sem tela é o que não falta.

    Acho que é importante levar em consideração se você procura atividades para realizar sozinho ou em grupo; ou mesmo dentro de casa ou ao ar livre. É certo que muitos hobbies podem ser realizadas independente da quantidade de pessoas, mas tem algumas que realmente não tem como ser só.

    Aí vão algumas sugestões:
    – Entretenimento/cultura: leitura/literatura, teatro, jogos de tabuleiro, jogos de cartas, fotografia, pintura, museus, artesanato
    – Atividades físicas: corrida, ciclismo, academia, artes marciais, trilha
    – Outros: gastronomia, voluntariado, turismo, colecionismo

  26. Atualmente uma atividade que pratico que não envolve telas é fazer musculação. Quando eu tinha mais tempo livre, fazia muitos passeios de bicicleta chegando a pedalar 2x de SP capital até a cidade de Aparecida do Norte/SP.

    1. Musculação eu faço, mas acho meio deprê. Sei lá se sou eu, mas não encontro brecha alguma para interagir com as pessoas, fora tirar alguma dúvida com o instrutor e os “bom dia” e tananã quando chego.

      Nesse estilo, o pilates chão tem sido mais interessante. Não que tenha conversas longas e profundas, mas dá para ir além do “bom dia” com uma ou outra senhora (a média de idade é elevada e o público, majoritariamente feminino).

      1. Eu faço musculação pela saúde na academia do condomínio que moro, mais jovem indo na academia da região pensava em ficar forte e tal, mas desencanei, saúde e economia com medicamentos é o que me importa.

        Sempre curti fazer sozinho concentrado, minhas músicas favoritas no fone bluetooth e quanto menos interagir com as pessoas, melhor pois meu tempo livre para academia não passa de 1 hora.

  27. Ultimamente tenho juntado o “util ao agradável” pra mim: escrever com canetas tinteiro e conhecer gente nova. A pouco tempo tenho correspondido por cartas, e com isso criando novas amizades.

    É uma atividade bem legal, e que cria um hobby fora das telas que torna bem interessante. Existem comunidades de pessoas que trocam cartas e tem aumentado cada vez mais.

    1. Você pode indicar boas canetas tinteiros e tintas para quem nunca usou uma dessas mas tem vontade?

      1. Marcas de tinteiro que são boas para começar são a Pelikan, Kaweco, Pilot e Preppy. Elas tem um bom preço e a pena delas tem uma suavidade boa na escrita de papel, principalmente as que usamos no dia a dia que é de baixa qualidade.

        De tinta, creio que pode ir de Pelikan 4001 porque tem um bom custo/benefício e vai demorar para acabar kk

  28. eu pratico jiu-jitsu

    e leio bastante também, principalmente mangá, mas é em uma tela, rs

  29. Jogos de tabuleiro.

    Definitivamente é minha atividade de socialização favorita com amigos 😊

    1. +1!

      Vá em alguma luderia, sozinho ou acompanhado, peça indicações de jogos e desvende um mundo maravilhoso!
      Melhor hobby que não envolve atividade física.

  30. Minhas sugestões não são tão intelectuais:

    -marcenaria: é possível passar bastante tempo fazendo coisas simples em madeira, fiz prateleiras, carrinho para geladeira e lava-louças, suporte para panelas e até uma daquelas caixas de som. O investimento não é alto e pode ser feito na medida das necessidades.
    -jardinagem: quem pratica este é minha mulher, minha casa parece um jardim botânico.
    -fotografia: ainda depende de tela mas uma parte da prática é longe da tela.
    -fazer cerveja: já fiz mais, agora bebo mais do que faço. É algo que toma bastante tempo e o resultado deixa qualquer um de bom humor.

    E sempre tem as práticas esportivas, não sou chegado, mas tem gosto para tudo.