O Herman, pessoa por trás do Bearblog, compartilhou algumas ideias sobre o que uma plataforma de slow social media deveria prover.
Curti alguns pontos (a reflexão sobre connections ao invés dos followers), outros achei complicados (limite de 300 connections), mas no geral é uma boa reflexão e por isso trouxe para o fórum.
7 comentários
Quando li o que o Herman escreveu fiquei pensando se já não daria para fazer isso com uma instância no ActivityPub. Limitar os posts por dia e limitar em 300 conexões.
Tem um fork do Mastodon chamado Hometown que faz algumas modificações, talvez estas ideias também poderiam ser implementadas num fork do Mastodon ou de qualquer outra plataforma que implemente o ActivityPub.
será que o mastodon não chegaria perto? (imaginando que seus conhecidos usassem kkkkkk)
Gostei de todos os pontos levantados pelo autor. Para o objetivo desta “rede social lenta para conexões”, 300 conexões é até um número exagerado (ao menos pra mim). Afinal existe uma vida lá fora que precisamos viver e não apenas acompanhar nossos chegados 😀
Gostei muito do texto dele. Eu me pergunto: serviços de mensagem (WhatsApp, Telegram e afins) não já cumprem o papel de estar perto de quem importa? Você realmente precisa de um feed pra ter esse histórico?
Sim! Faz alguns anos que tenho comigo que grupos em apps de mensagens suprem essa lacuna de “rede social íntima/para poucas pessoas”. Grupos segmentam e cada um tem suas próprias regras.
O triste é saber que essa rede já existiu e não existirá outra igual, muito por conta dos argumentos utilizados por ele. O Orkut era basicamente isso. Muito por conta de limitação técnica, não dava pra colocar mais de 9 fotos. Você tinha que ir no “scrap” da pessoa para deixar um recado, e não dar indiretas no “muro das lamentações”. E a parte de comunidades era um adendo muito bom, onde se consegui conversar com os pares.
Eu gosto bastante do Herman. Ele é dessas figuras que quase sempre “acertam na mosca”.
Mas é como ele disse, nas métricas tradicionais de sucesso, essa rede nunca funcionaria. E tudo bem também, mas acho que para as pessoas importa muito estar “onde a coisa toda acontece”.
Infelizmente, as plataformas atuais são tão viciantes quanto um cassino. Difícil mover algo do lugar, mas nada nos impede de fazermos nossos botes salva-vidas.