
Eu tenho alguns filmes que costumo reassistir e que continuam me impressionando pela roteiro, profundidade de personagens, ambientações, trilhas sonoras e por aí vai. Essa semana revisitei uma obra de arte de 2014 do diretor britânico Alex Garland, vencedor do Oscar de melhor efeitos especiais. A primeira vez que assisti esse filme eu fiquei impressionado com todos os efeitos, foi impressionante demais vislumbrar aquela possibilidade de tecnologia, hoje, 10 an0s depois, estamos vivendo em uma sociedade que experimenta o início real daquilo que foi vislumbrado nessa obra, a IA sendo utilizada de forma real, prática e, até certo ponto, acessível para todos. Confesso que rever esse filme me trouxe um certo incômodo, uma sensação de aviso, como se o meu “eu do presente” quisesse dizer ao meu “eu do passado” que estamos conquistando aquela tecnologia, de certo modo, e que as megacorporações, hoje conhecidas como bigtechs, realmente se tornaram vilãs, assim como vários outros filmes e livros previram ou avisaram que iria ocorrer, e a sensação de medo de estar perto dessa tecnologia nas mãos dessas empresas bilionárias, é assustadora.
Recomendo revisitar essa obra, com certeza trará um sabor bem diferente nos dias de hoje.
6 comentários
Nunca assisti, vou adicionar na lista.
Para facilitar, tem no Netflix
Coincidência ou não com este post mas a Boston Dynamics acaba de lançar um novo robô Atlas totalmente elétrico para aplicações do mundo real, segundo o próprio blog deles.
Cara, eu já ia comentar que ontem recebi uma newsletter de tecnologia com isso aqui:
https://thedebrief.org/game-changing-design-a-major-breakthrough-in-the-development-of-muscle-powered-biohybrid-robotics/
Incrível.
Esse envelheceu muito bem (aliás, dez anos de idade nem é velho).
Outro sobre IA que ainda se mantém relevante, menos apocalíptico, é o “Ela”, de Spike Jonze.
Nossa, “Ela” me deixou descaralhado da cabeça, esse filme é muito bom!
Dois filmes ótimos. Vale a pena dar uma pesquisada na conexão “amorosa/rancorosa” entre “Ela” e “Encontros e Desencontros”.