Cresci dentro desse mundo dominado por smartphones, tive meu primeiro contato com redes sociais aos 11/12 anos, sofri muito com ansiedade e depressão por toda minha adolescência, mesmo reconhecendo que eu vivia em um ambiente familiar tóxico, acredito que boa parte desses transtornos foi fortemente reforçado por horas e horas passadas na frente de uma telinha scrollando.
Estou a pouco mais de um ano no processo de me desvincular e erradicar esse vicio, desde que larguei instagram e twitter me vejo muito mais feliz e realizado, não tenho mais recaídas e consigo aproveitar o momento, tiro fotos para recordação e não para sustentar meu vicio em aprovação digital.
Mesmo que tudo isso pareça obvio para nós dentro desse canto da internet tão critico a big techs é importante ter o consenso científico apoiando essa noção empírica de “redes social = mal”.
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“Kristina é uma das centenas de mães e pais dos Estados Unidos que estão processando empresas donas de redes sociais por supostos ‘danos físicos, mentais ou emocionais’ sofridos por crianças e adolescentes ao usar essas plataformas.
Ela move uma ação contra a Meta, proprietária do Facebook e do Instagram, e a Snap, dona do Snapchat.
Processos de outras famílias também têm como alvo o Google, que administra o YouTube, e a ByteDance, que cuida do TikTok.
As ações alegam que a ‘crise de saúde mental sem precedentes entre as crianças’ é alimentada pelos produtos ‘defeituosos’, ‘viciantes’ e ‘perigosos’ dessas empresas.”
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz9zne31rvko