O mais bizarro do relato é o policial, no final, justificando o erro com outro acerto mais cedo. Porque… né, com certeza isso apaziguou o rapaz que foi levado como se fosse um criminoso por um erro do sistema que “dificilmente erra”.
4 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Acho que é o segundo episódio daqui de Sergipe que repercute na mídia sobre abusos ligados ao uso de reconhecimento facial. Isso é uma bomba relógio, porque, para a lógica policial, faz todo o sentido prender 10 pessoas erroneamente se você acertar – sendo generoso – outras 90.
Cabe ao cidadão não ser uma das 10, e pra eles está tudo ok.
Essa justificativa me lembrou de uma piada: que se você perguntar a um estatístico que está com água fervendo no cabelo e pés congelando, ele dirá que na média está tudo bem.
É a segunda vez que usam o reconhecimento facial e a segunda vez que ele falha e cometem o mesmo erro de conduzir a pessoa “identificada” só com a informação do sistema:
https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2023/11/15/erro-camera-reconhecimento-facial.amp.htm
Nossa, uau, chocada, como assim?, que estranho, totalmente imprevisível etc.