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Quando seu Hobby vira um peso?

E quando seu hobby passa a gerar um certo peso, ansiedade, cobrança?

Tenho uma fila imensa de livros pra ler e filmes pra ver.

As listas de filmes adicionadas nos streamings nunca “zera”. A quantidade de edições não assistidas está sempre maior que as assistidas da coleção (muito porquê desfaço dos filmes que não assistirei novamente).

Me sinto um tanto pressionado com isso… Olho pra estante (foto em anexo) e me aflige ter tantas obras que ainda não li ou vi.

Começo a me cobrar para ler e ver mais. E, às vezes, estou fazendo-o nem tanto por satisfação pessoal, mas pra poder dizer ao final: menos um.

Um fim de semana sem ver filme ou ler livro parece perdido. Ao mesmo tempo, fins de semana a fio só vendo filmes e lendo em casa, me parece limitador, afinal experienciar o mundo só pelo olhar do outro também não é algo válido.

Vocês também sentem isso quanto a estas infindáveis listas e interesses de filmses e livros? O quê fazem?

34 comentários

34 comentários

    1. Meu maior hobby é assistir filmes. Como lançam mais do que consigo assistir, acaba sendo uma coleção sim! Mas não tenho o apreço gigante de um colecionador que deixa as coisas lacradas ou remove só a lateral da embalagem, muito menos permaneço com títulos que não assistirei novamente.
      Livros, tenho bem menos que filmes, e também desfaço caso não goste tanto. Tenho adotado os e-books também, mas com aquela insegurança de serem removidos arbitrariamente em algum momento sem eu tê-los lidos.

  1. Acho que desde 2018 (ou algo por aí), quando abri mão do iTunes, para manter minha biblioteca de músicas em pastas, que eu estou tentando reorganiza-las, sem sucesso.

    Até mesmo porque, está parece ser uma prática que pouca gente faz hoje em dia, e me sinto um idoso ao falar isso para as pessoas.

    E fora o fato de que não parece existir nenhum software que faça isso de forma decente, e permita ao menos a sincronização com algum dispositivo portátil, vide que não ouço músicas apenas no PC.

    Então, esse hobby maravilho, se tornou em uma interminável pilha de arquivos não organizado, que só consigo achar coisas antigas, porque já tenho “de cabeça”, onde estão.

    Mas fica sempre aquele incômodo de ter esta tarefa sempre pendente..

    1. Sim!
      Estou organizando os filmes em pastas “porta-DVD” para ganhar algum espaço, mas com isso o estojo fica inutilizável. Organizo por gêneros, e “Drama” é, naturalmente, o quê ocupa mais pastas. É uma tarefa prazerosa, mas sempre imagino uma organização diferente, nunca satisfeito com a atual.

  2. Bela estante. Acho que identifiquei (pelo menos) dois hobbies aí: colecionar e assistir/ler. Sua coleção é mto bonita e parece ter obras que vc se identifica em algum nível, isso por si só eu acho incrível de manter.

    Falando de mim, costumo sentir isso também de vez em quando, principalmente tentando acompanhar discussões atuais, socializar com as pessoas, etc. Acho que em algum nível todos estamos fazendo isso, infelizmente é como a nossa sociedade se entende atualmente. Mas voltando, pra mim, principalmente com jogos, tento ter uma lista e uma abordagem mais: o que eu quero jogar agora? Se não tiver afim de nada na lista, não jogo, ou tento algo diferente, me distancio um pouco do hobby por um tempo, etc. Minha coleção ainda existe (embora que digitalmente por questões de espaço) e esse desapego dessa “obrigação” é um exercício constante, mas acredito que envelhecer também é entender o que vc gosta mais de fazer e o que faz por obrigação (social) e se vale a pena continuar.

    No mais, tamo junto!

    1. Muito obrigado Victor!
      Exato, imagino que com jogos a coisa seja mais difícil, já que você queira explorar toda a experiência do jogo e “zerá-lo” consome muitas horas.
      Eu mesmo parei no tempo nos video games, pois tenho alguns jogos que quero jogar e nunca encontro tempo ou quando tenho a vontade não tenho tempo! ahahaha
      Abraço e obg

  3. São tempos onde somos superestimulados e a falta de algo para fazer é um pecado. É por isso que não tenho listas de filmes ou séries ou livros. Faço o que tem pela frente e se não tiver, faço nada. Vou dormir.
    Muitas vezes até faço algo que nem estava intencionado a fazer, outro dia eu ia ver a série “Adolescência”, na Netflix, acabei vendo “Entre Montanhas” na Apple. Vai entender. No final foi bem divertido porque o filme é bom. Acho que ia me divertir se não fosse bom também.

  4. Oi, Erhard!
    Cara, acho que mesmo que você não leia todos seus livros eu veja todos filmes que você tem na estante, você, conscientemente ou não, está fazendo um belo trabalho de preservação. Muitos filmes se perdem com o passar dos anos, seja por falta de cópias físicas, descaso, entre outros fatores. Muitos livros deixam de ser impressos. Sua biblioteca de certa forma é importante pra que no futuro outras pessoas tenham acesso. Ou você no presente.
    Quando vi a sua foto, entendi o peso que você fala, porque a primeira coisa que me veio à mente foi o trabalho de limpar 😅. Estou sofrendo pra terminar de limpar meus livros que ficaram um tempo num depósito e que eu nem tenho direito onde guardar. Enquanto eu faço isso fico pensando em formas de desapegar e fazer circular. Penso em doar alguns, em vender outros, quem sabe até usar o dinheiro pra uma estante nova. Até matutei comigo mesma a possibilidade de criar uma meta: doar doze livros por ano, porque eu consigo ler um por mês tranquilamente, e às vezes compro mais do que isso, mas já ajudaria com o espaço e a circular conhecimento. E seria um pretexto pra ler mais, já que eu lia antigamente um livro por semana e hoje não leio quase nada e fico vendo besteiras na internet que na verdade nem me interessam muito. Penso também na possibilidade de fazer eventos de trocas pra ter mais contato com as pessoas, enfim. E ando tentando desapegar das coisas de modo geral, de maneira gradual, no meu tempo.
    Mas acho que no seu caso o mais importante é tentar não fazer disso tudo uma cobrança, seja ler/ver, seja desapegar. As coisas tem que ser prazerosas, ler e assistir não é uma obrigação, a não ser que você seja da área de letras ou de cinema. E impossível conhecer tudo que já foi feito no mundo. Talvez de ajude a se sentir mais leve o conceito de “Antibiblioteca” do grandísissimo Umberto Eco. Boa sorte na sua jornada!

    1. Ficaram uns erros de digitação no final, mas enfim.. vou tentar não me apegar muito a isso também 😅

    2. Só uma observação, cópia física também sofre de perdas, já tive uns discos/cartuchos de jogos que deram perda total por apodrecimento (o famoso discrot)/cartucho com componente eletrônico ruim.

  5. O que faço é refletir sobre o hobby e repensar a prioridade que dou a ele. Se se tornar uma obrigação, não é mais hobby, é FOMO, ou talvez uma espécie de trabalho… só que não remunerado.

    Que tal desenvolver outros hobbies mais “ativos”? No sentido de “fazer coisas” em vez de consumir conteúdo feito por terceiros. Ou aproveitar mais tempo com a família/amigos, ou simplesmente se permitir ficar à toa um pouco?

    1. Pois é, acho que me falta mesmo é isso. Algo a fazer, experienciar e não só ficar na dependência da experiência do outro ou olhar do outro (autor ou diretor).

      Neste sentido, uma coisa que tem me deixado animado são jogos de tabuleiro e sair pra comer algo. Mas preciso de algo a mais: talvez jardinagem ou culinária sejam caminhos.

      Abraço! Valeu!

  6. Parabéns pela estante invejável. Tenho uma do tipo com DVDs e Blurays, gosto de pensar que somos os adeptos de uma ferramenta elegante para tempos mais civilizados.

    Me identifiquei bastante com a reflexão pois agora me vejo repensando minhas coleções de HQS de 20 30 anos que nunca mais li, revistas de cinema de outrora e meus milhares de DVDs R gravados com sei lá o que…e pra que servem hoje em dia ou pra que deveria servir caso sejam uma mídia efêmera.

    1. Ah sim… DVDs e BDs são algo bem bacana de ter. O filme é definitivamente seu. O grande problema reside nos reprodutores de disco.

      É provável que estamos na última geração de consoles com drives de disco físicos, assim como no último formato de filmes físicos (Ultra HD 4k). A digitalização avança implacável e a longo prazo precisamos de alternativas ou “reserva técnica” para os discos não se tornarem inutilizáveis. Eles duram mais que os reprodutores com certeza.

      E os filmes novos que surgirão? Bom, aí será só via streaming mesmo infelizmente.

  7. “Erhard morreu com 80 anos. Entre suas realizações estavam ter consumido um filme por dia todos os dias de sua vida.”

    Eu estava num dilema parecido com o teu Erhard. Mas, vi que essas coisas são quase que totalmente inúteis. Aí comecei a fazer coisas, em vez de assistir coisas. Mudou minha vida.

    1. Hahahaha que lápide!

      Exato, talvez me falte equilibrar com algo que eu faça/experiencie. Estou em busca disso, nem que seja um curso que estou querendo muito, além de olhar com simpatia pra jardinagem ou culinária.

      Valeu demais, abração!

  8. Oi Erhard! Primeiramente, parabéns pela sua estante, incrível! Bom, como a maioria do pessoal já mencionou aqui, sabe que não vai conseguir ler e assistir tudo o que gostaria, fique feliz pelo privilégio de ter a possibilidade de consumir o que é possível consumir. Também tive uma estante lotada de livros que depois de ler, ficavam encostados, e vende-los não valia a pena. Encontrei um sentido quando comecei a fazer boas escolhas, ler o que realmente me interessava (não o que estava na moda) e também procurar no acervo da biblioteca do bairro, local também onde doo os exemplares que não tinha mais sentido tê-los comigo. Já os filmes eu vou ao cinema mesmo. Só não transforme, como você mesmo escreveu, o seu hobby em um fardo, em algo sem se sentido, em um vício que te traga angústia. E divida os bons momentos com sua família e também com você mesmo, esses são os melhores investimentos na vida. Sucesso!

    1. Que lindo relato!

      Sim, pois é, as vezes somos influenciados pra caramba né… Eu tento fazer boas escolhas. Fico meses sem comprar livros novos, mas de repente bate um “comichão” e compro vários seguidos da “lista de desejos”; geralmente é quando descubro um autor que escreve muito bem, como por exemplo o Bill Bryson ou a Barbara Ehrenreich.

      Uma coisa que me “libertei” foi ao ler jornais ou revistas: Antes, tinha que ler “todo o conteúdo” e na ordem, mesmo que a reportagem que mais me interesse esteja nas páginas finais.

      Quanto a escolhas de filme: o post foi criado no momento que estava pra escolher um filme para assistir. E me defrontei com vários boxes (c/ 6 filmes cada) por diretor, no qual senti essa angústia. Quero ver John Ford, Louis Mallé, Cinema da Nova Hollywood… hahaha tudo!

      Mas a medida que escolhi e fui curtir a experiência, não senti mais o “peso”. Talvez viver o momento presente e experienciar cada filme por si seja o caminho. Além, claro, de fazer boas escolhas, uma “curadoria” própria pra não aumentar tanto as opções.

      Valeu demais e boa dica! Vou ver uma biblioteca aqui perto!

  9. Caramba, bela estante!
    Sabe, eu pessoalmente larguei aquelas redes sociais em que você coloca filmes e livros que leu e que quer ler. Com e filhos, vejo e leio o que dá quando dá. Não sei se tenho uma receita exatamente pra você, mas tente observar, se estas coisas lhe dão ansiedade, é melhor tentar racionalizar e se der, abandonar estes hábitos
    Boa sorte cara!

    1. Adoro essas redes! Não sinto pressão para populá-las. Gosto de registrar minhas impressões sobre filmes e livros.

      O que me traz ansiedade é o momento da escolha: Qual será o critério pra escolher um novo filme ou livro. As vezes a escolha se dá por espaço: qual ocupa mais espaço? Outras vezes, pelo “valor de mercado” do item, outras porque o filme é de locadora e quero desfazer dos que vieram de locadora.

      Mas se gosto do filme ou do livro, ele simplesmente fica, indepedente do critério inicial.

      Quanto a filhos: Aproveite! Passa muito rapido, criar memórias e experiências com eles é fundamental, além de não deixar se machucarem com os perigos cotidianos: uma tomada, janela, etc.

      Abração

  10. Bom, se os streamings como um todo colapsarem, tu ainda vai ter um “backup local” pra assistir 😅😅😅

    1. hahahaha sim!
      Tenho os streamings também, mas filmes clássicos ou autorais, só via mídia física mesmo. Difícil achar por aí, mesmo baixando as vezes demora a encontrar uma boa legenda.

      Abraço!

  11. Ajuda um pouco ao entender que nenhuma leitura/filme é indispensável. Se você deixar de ler algo ou assistir a algo não vai acontecer nada de grave na sua vida. Quer dizer, a menos que seja uma placa de “perigo” ou algo assim. Ha-ha.

    Eu fiquei com muitas pendências quando minha filha nasceu. Agora com outra a caminho entendi que nos próximos anos meu hobby é acompanhar o desenvolvimento delas. Além da obrigação de cuidar, é maravilhoso ver minha pequena brincando sozinha e falando sozinha e com os brinquedos nos poucos momentos em que ela consegue se concentrar em algo sozinha. Fico ali esses bons minutos sem fazer nada, sem pegar no celular, sem conferir se chegou alguma mensagem que posso ler depois sem prejuízo. Enfim.

    1. Ah sim, filhos necessitam de tempo. E passa muito rápido! Dos 0 aos 7 anos, piscou, passou.
      A independência deles também é bem interessante de se ver, assim como quando passam a elaborar mais sobre questões do mundo, como política.

      E quanto ao indispensável: Perfeito raciocínio! Só quando quiser e tiver tempo que os hobbies aparecem.

      Abraço e curta bastante as pequenas!

  12. Oi! Vou te falar um pensamento, mas que não necessariamente pode te servir te conselho ou consolo, mas é só minha perspectiva:

    A humanidade na história do universo é um tico; sendo assim, muito em breve já não existiremos. Essas listas, pra mim, são uma contemplação de momentos da minha história em que apostei q minha pessoa do futuro ia parar pra ver algo salvo no presente. Não vai acontecer 100% e mesmo que aconteça, não faz sentido cumprir se não for divertido. A vida é muito curta pra gente se forçar a consumir oq não tá na vibe. O filme parecia uma boa recomendação, premiada e tudo mas tu não aguentou meia hora? Paciência. Para ter uma lista do que consumir tem a lista do que não consumir e essa a gente tá sempre dando check :)

    1. Verdade…

      Esses dias pensei: “Caramba, quem nasce agora tem TANTA coisa pra ler e ver!”

      Mas, para além de poucos os jovens (e velhos!) que buscam algo antigo ainda que seminal (tipo Dostoévski ou Orwell), existe realmente essa questão da civilização num prisma macro: Começamos há pouco tempo!

      E a vida é bem curta pra experienciar só o que os outros dirigiram ou escreveram. Você está certíssimo!

      Fazer o que se quer, sem peso ou ansiedade no amanhã. Abração e obrigado pelo seu comentário!

  13. Quando se diz que essas listas são “infindáveis”, é porque são mesmo, não é só força de expressão. Mesmo que você passasse todas as horas acordado tentando ler/ver/ouvir/jogar tudo que gostaria, até morrer, não conseguiria. É literalmente impossível.

    Dito isso, trato os livros que tenho, os filmes à disposição e tudo mais como opções para pegar o que quero, tenho vontade ou necessidade em dado momento, ou seja, não acredito que algum dia conseguirei ler tudo que tenho na estante (e está tudo bem).

    1. Existe a afirmação do Domenico de Masi quanto a ninguém ler sua própria biblioteca, e que o valor dela reside justamente na geração de disponibilidade: quando quiser ler, só pegar.

      Eu tenho a tendência a ver as coisas sob um prisma de “máxima utilização”, e esta utilização é o uso do livro e do filme (lido e assistido). Mas, talvez, deva seguir mais o Domenico e o Ghedin.

      Vale pela disponibilidade. Um dia, quem sabe, ele será lido ou visto.

      Abração!

  14. Estava esquecendo…

    Lista de favoritos na Netflix e a lista de Assistir mais tarde no YouTube são ótimas maneiras de lidar com a frustração.

    Porque tiramos um e colocamos dois… 😁

    1. Antigamente ambas as listas tinham um limite máximo de itens.

      Teve época que mandei DM pro Netflix Help e fiquei frustrado com o limite de 500.

      Agora uma vez por ano quando meu YouTube Lota em 5000 itens no Watch Later uso um script no navegador para apagar alguns milhares pra começar tudo de novo.

      Antes essas listas eram verdadeiras listas acumuladores para mim quase como FOMO.

      Agora uso mais pra salvar e talvez ver depois

  15. Em termos de livros, eu só compro livro mesmo em Bienal do Livro, e minha meta é ler tudo que eu compro entre uma Bienal e outra.

    Comecei a ler enquanto pedalo na ergométrica (nunca pendurei roupa nela), e melhorou bastante a minha frequência de leitura. São 30, 40 minutos que são meus, e nem adianta me telefonar que eu não atendo ligação.

    Ainda tenho muita coisa pra ler, mas aprendi a dizer não pra mim mesmo, estabelecer limites. Parei também de comprar quadrinhos (que eu adoro), só uma coisa especial aqui e lá (como os quatro volumes do Blueberry que a Pipoca e Nanquim lançou – tô no meio do quarto), mas ainda tenho muito o que ler.

    Ainda tenho outros hobbies (MSX e ferromodelismo), mas guardei a maquete (terei tempo pra ela no futuro) e estou focando nos micros também.

    É como o Márcio disse, desencanei e vejo/leio/curto quando dá. Se for pra ficar estressado com o hobby, é melhor arrumar outro, ou se tratar.

    1. Caramba, coloquei BlueBerry na lista! hahahah

      Boa dica! Valeu!!!

  16. Sei bem como é.

    Pra mim, o sossego só veio quando me caiu a ficha de que, por mais que eu tentasse, nunca conseguiria ver/ler/ouvir tudo o que quero em apenas uma vida. Ainda mais agora em tempos de Internet e de “abundância informacional”.

    Aí desencanei. Deixo a vida me levar. Leio/vejo/ouço quando tenho vontade, e parei de consumir, no sentido de comprar, bastante coisa também.

    1. Verdade!
      Mas o “desejo” geralmente acontece nos piores momentos, geralmente quando não temos como saciá-lo.

      Assisto sem “vontade” mas nunca de “má vontade”.

      Deixar de consumir também tem me feito bem! Boa dica! Abração!