Só que o problema não são os carros, é o capitalismo.
Bem, certamente seria incrível.
Deslocamento seria um inferno, com isso a ideia de HOSPITAL ou, imagine, atravessar cidades inteiras, ou… TUDO NA SOCIEDADE, iriam falhar… mas hey, vivemos assim, durante quase toda nossa existência!
“Sobrevivemos assim” é o mais correto de dizer, claro, quando percebemos a realidade da não-burguesia durante esse período…
mas sei lá, estou sendo crítico demais. Cade o romantismo né? No final tudo acaba em flores e cumbaiá, basta imaginar.
Belo texto, tenho certeza que Paris, e outras cidades de ponta, poderiam aproveitar e meio que estão indo para isso, apenas de uma forma mais inteligente, mais pratica e realista.
Mas vivo no brasil, portanto além de um monte de “dââââ….” tenho o bonus de viver em um morro. Não se sai daqui de bicicleta.
Só que o problema não são os carros, é o capitalismo.
Bem, certamente seria incrível.
Deslocamento seria um inferno, com isso a ideia de HOSPITAL ou, imagine, atravessar cidades inteiras, ou… TUDO NA SOCIEDADE, iriam falhar… mas hey, vivemos assim, durante quase toda nossa existência!
“Sobrevivemos assim” é o mais correto de dizer, claro, quando percebemos a realidade da não-burguesia durante esse período…
mas sei lá, estou sendo crítico demais. Cade o romantismo né? No final tudo acaba em flores e cumbaiá, basta imaginar.
Belo texto, tenho certeza que Paris, e outras cidades de ponta, poderiam aproveitar e meio que estão indo para isso, apenas de uma forma mais inteligente, mais pratica e realista.
Mas vivo no brasil, portanto além de um monte de “dââââ….” tenho o bonus de viver em um morro. Não se sai daqui de bicicleta.