estes cálculos são problemáticos porque desconsideram as GIGANTESCAS margens de lucro da Apple — antes de fazer esses aumentos lineares no preço dos produtos ela ainda consegue absorver as perdas sem deixar de ser lucrativa.
mas no longo prazo, mantendo-se as tarifas, a perspectiva é esta mesma
preparem-se para um cenário de inflação global: custo de vida mais caro, líderes fascistas como Bolsonaro e Trump impunes, menos liberdades e direitos.
4 comentários
De que maneira esses aumentos se traduzem nos preços fora dos EUA? A notícia é focada no mercado estadunidense, não? Um iPhone montado na China ou no Vietnã e vendido no Brasil seria impactado de quais formas? Somente com as sobretaxas aplicadas à China e ao Vietnã, ou a elas se somaria a da relação Brasil–EUA?
Desculpem-me, ajudei em nada, só trouxe mais dúvidas 😬
Tive a mesma duvida, a Apple só repassa isso para a gente se ela quiser.
Eu imagino (torço?) que as empresas vão evitar os EUA nessas distribuições internacionais, não faria sentido passar por lá só pra pagar um imposto maluco
puro chute meu, mas acho que a referência de valor ainda é a do mercado estadunidense (se a Apple quisesse, ela cobraria muito menos pelos aparelhos dela no Brasil).
não por acaso, os preços cobrados no grande varejo (bem mais baratos que os preços oficiais) são pouca coisa mais caros que o preço de um aparelho comprado diretamente nos EUA
ou seja: se a Apple quisesse, ela poderia desde já construir toda uma outra logística pra cobrar preços menores, mas como o público daqui já paga os preços inflacionados, não interessa pra ela nem agora nem no futuro fazer todo esse arranjo