Fizeram uma série documental de 3 (!) episódios a partir de um meme de… 40 segundos.
Na mesma linha, embora com um pouco mais de material bruto para trabalhar, a Netflix lançou um documentário da Juul, a empresa pioneira dos vapes (pen drives de fumar). Quatro episódios de quase uma hora cada.
É impressão minha, ou o gênero documentários de trivialidades está um pouco fora de controle? (Ou, posto de outra forma: a necessidade do streaming de manter o fluxo de novidades está nos levando a uma era de produtos questionáveis?)
15 comentários
Eu não tenho tanto problema com o tema ser trivial, mas tô bem cansado do formato de “documentário da Netflix”. Não sei explicar exatamente, mas é a mesma fórmula pra tudo, a música, a edição, o jeito que os entrevistados falam, certo sensacionalismo, etc. Mesmo sendo um assunto novo e que me interessa, parece que eu tô assistindo a mesma coisa.
Puts, SIM! Comecei a reparar que até o estilo da abertura é o mesmo. Aquele documentário da Xuxa, do Globoplay, por exemplo: a abertura dá a sensação de que é um documentário de crime ou coisa do tipo.
Não tem nada haver com a história, mas tenho uma colega sueca que teve um filho de batizou de Waldemar (a companheira dela é angola, talvez seja esse o motivo). Acho que é o primeiro sueco chamado Waldemar.
Acho que é mais o seu viés mesmo. Vejo esses “documentários” como aqueles programas enlatados americanos, irmãos à obra, aqueles outros trocentos sobre famílias no Alasca, history channel e por aí vai.
É melhor produzir muito conteúdo barato do que poucos caros.
Porém, ainda sobre documentários sobre trivialidades ou cotidiano, eu particularmente acho muito bom, porque em geral acabam tangenciando outros temas.
O novo redator do Manual do Usuário é o senhor Waldemar.
o rodrigo vai comandar pelo signal!
Hahahah, dei uma boa risada aqui!
Eu vi o primeiro episódio, gostei bastante e achei importante esclarecer.
O documentário não trata apenas do meme. É um bom resgate da situação do futebol brasileiro, mais especificamente do Flamengo, no final dos anos 90, início dos anos 2000.
Eu sou muito fã de docs.
Na minha paixão maior que é a música, o ideal pra mim seria um doc de cada banda que já lançou álbum…kkk
Existe muito conteúdo sobre “besteira” sim, mas quando o assunto é futebol, envolve fanatismo, o torcedor quer saber tudo sobre o seu time, mesmo que seja um documentário sobre um meme. A mesma coisa vale para artistas, bandas consagradas, as pessoas querem saber tudo nos mínimos detalhes, pois, fã é fã.
(Não assisti ainda, mas ainda assim tô dando pitaco.)
Esse doc do Waldemar poderia ser um bom doc de 90 minutos, não precisava ser uma série. Existem tantos bons documentários sobre pequenos momentos triviais do esporte entre 50 e 120 minutos na própria ESPN, naquela série “30 for 30″…
Outro que teria ficado com um ritmo bem melhor em 90 minutos em vez de uma série é o documentário sobre o Balão Mágico, da Star+. (Mesmo assim, recomendo para quem foi criança naquela primeira metade dos anos 80.)
To querendo assistir a esse do Balão Mágico… com com uma filha de quase 4 meses em casa tá meio difícil achar tempo hehehe
Hahaha. Filha de 7m aqui. Assisti picado, um tantinho a cada dia, enquanto a mãe dormia mas teria de acordar em breve pra alimentar a bebê.
Mas o Sr Waldemar não é um meme, é uma obra de arte. A cara do Vassoura quando a torcida começa a vaiar a apresentação é sensacional. São 30s entre o “O novo técnico do Flamento é o senhor Waldemar” e o coro de “Fora Waldemar”.
Não entendi o “fora de controle”. Eu acho imprescindível um minidoc sobre o Senhor Waldemar. ;)
(Embora entenda a preocupação em entupir o fluxo de informação apenas com amenidades).