O artigo procura abordar o custo humano das conveniências cada vez mais numerosas e populares a que somos expostos todos os dias. Naturalmente, o smartphone é o principal agente nessa história, mas não é o único.
Considero o tema de extrema importância, e acredito que se não fizermos nada para reverter esse cenário, vamos mergulhar num colapso social sombrio.
4 comentários
Oi fulalas, primeiramente, parabéns pelo seu texto e relato. Bom, como o pessoal já comentou aqui, isso é, literalmente, o preço que pagamos pelo capitalismo. Mas o legal do teu post está numa palavra: a opção. E, claro, as consequências dela. Já que eu tenho tantas opções digitais, por que não dar uma chance para as reais, fora dessa “tabuleta” que é o celular? Exemplo: posso pegar um Uber ou posso ir a pé? Posso almoçar no restaurante de comida vegana ou comprar um congelado vegan? Posso não ter whatsapp sendo que praticamente tudo é por meio desse app (e detalhe, eu não tenho)? A gente esse poder de escolha, de ser a grandeza que se é, mas muitas vezes não tomamos essa ação por conta do julgamento das pessoas, as restrições por não ter esse ou aquele app e por aí vai. Tem também mais outro agravante que é o propósito dispositivo, cada vez mais obsoleto é que a gente precisa trocar para se adequar aos apps e demais tecnologias. Se a gente fazer uma autoavaliação, e tomar uma atitude em mudar nossas relações com a tecnologia, ela pode ser até benéfica. Quem respeita a natureza, curva-se a ela. Quem se curva ao que te descaracteriza, se auto destrói. Obrigada pelas reflexões!
A fonte de tudo isso é uma só: capitalismo! Não tem para onde fugir.
São os males do “capeta-lismo”.
Muito bom o artigo