5 comentários

  1. Descobri agora que acabou que esse negócio ainda tinha uma anuidade, que bizarro. Pagar pra pirataria só se for uma vpn ou um seedbox, tá louco.

    1. Falando como “carinha do PC que todo mundo procura”: nem todo mundo tem conhecimento, tempo ou mesmo paciência para ir atrás de algo. Se analisar, estes “apps de pirataria” apenas automatizam e deixam a interface mais “amigável” – agora entendi o termo para o que o My Family fazia, no caso ele pegava seedbox, mas era bem “pública”.

      Por isso o pagamento – eles tinham suporte (e mesmo quem revendia licença dava suporte e auxiliava na instalação).

      Claro que uma hora a casa cairia, e demorou uma década para isso.

      Até lembro que antes de “pegar tração” estes apps, tinha muito app gratuito rolando de “IPTV”, não duvido que serviam para testes e “analise de mercado”.

    2. Talvez seja mais uma prova de que pirataria também é um problema de serviço e não somente preço. Esse tipo de produto agrega em uma única interface, todo o catálogo dos grandes estúdios. Aí se torna bem mais prático pesquisar e encontrar o que você procura para assistir.

  2. Engraçado que era uma ótima oportunidade para algum player oficial do mercado oferecer uma solução atrativa considerando o tanto de gente órfã do serviço (vi falando em 4 milhões de usuários no BR).

    Mas pelo que sei, só a Claro oferece algo do tipo, de streaming via rede, incluindo ainda os principais streamings do mercado. Acho que está saindo R$ 120/mês. Mas ainda acho muito, perto do que geralmente se pagava nos TV express da vida.

  3. Acho que são mais de 10 anos com estes sistemas ativos – me lembro de antes da pandemia ver estas marcas rodando por aí e a galera vendendo assinaturas destes canais.

    E uma coisa comum que pouco é falada é a questão dos “boxes top de linha”, que eram bem caros em relação a marcas mais simples, mas “não pagava assinatura” pelo menos por uns 5 anos.

    E para quem estava por fora – TV Express era uma marca de IPTV com acho que mais de mil canais ativos (dentre gratuitos e “furtados”) e My Family Cinema era um app engraçado: pagava-se pela assinatura, e para instalar, precisava entrar em um fórum, pegar um link para pastas em servidores de nuvem, e tais tinham o conteúdo. O aplicativo em si só era uma interface meio que estilo Stremio, pegando o link das pastas e transformando nos links para acessar os vídeos das mesmas.

    E o mais gozado disto tudo: a sede e provavelmente alguns dos servidores eram na Argentina. Muito se especulava se não ficava no Leste Europeu (que tinha muito disso) ou mesmo no Paraguai.

    Em um momento que o streaming oficial está em uma bagunça, a queda dos serviços piratas pagos é meio que uma sinalização que querem resetar o mercado. A ver.