10 comentários

  1. Oi Thiago! Interessante o instituto. Você sabe mais informações sobre ele além do que o que está no site? Quem faz parte do Instituto? No site são listadas instituições parceiras; mas quem são as pessoas envolvidas no instituto?

  2. Para além de todo o desrespeito ao consumidor, também é algo que fere de morte a memória dessas obras. Pessoas investiram tempo e energia, usaram de sua criatividade, capacidades artísticas e tudo se perde como “lágrimas na chuva”. Parece que estamos “escrevendo na areia em dia de temporal”.

  3. É o que chamo de ausência do estado, pelo mundo inteiro as corporações fazem as regras enquanto a população fica com cara de paisagem.
    O mais triste é que simplesmente internalizamos o conceito de que não há para quem recorrer.

  4. “Então, quando gostar realmente de algo, encontre uma forma de remunerar o criador daquele conteúdo – e depois encontre uma forma de pirateá-lo para garantir que nenhuma empresa vai sumir com ele.”

    Todo mundo faz o segundo, mas quase ninguém pensa no primeiro. ¯_(ツ)_/¯

    1. Vão simplesmente trocar a palavra que consta no botão de “Comprar” para “Licenciar”

      1. Ou nem isso. Podem dizer que você está comprando uma licença que pode ser revogada a qualquer momento.

  5. É um texto bem pertinente. Convém lembrar que juridicamente, propriedade é definida no Código Civil pelas faculdades do proprietário em usar, gozar, dispor e reaver o bem. Me parece que a maioria das coisas que “compramos” digitalmente hoje em dia não se enquadram nisso.