Que texto legal! Que bom ainda encontrar mais um blog (no sentido bom do termo) ativo!
“Não dê muita importância às coisas. Tudo vai se perder no tempo. Inclusive nós.” André, parabéns, que texto delicioso, tava me sentindo na festa do copo vermelho! E essa frase que destaquei é o ponto mais importante. Com essa bomba das redes sociais, a gente tem esse misto de “eterna efemeridade”, de que tudo é descartável e urgente, mas a vida não é assim. Ok, como diria a tatuagem do Neymar, “tudo passa”, mas sabemos que nossas impressões e memórias ficam. Eu, que não sou muito de redes sociais e tenho um blog despretensioso no Tumblr (keliv1), ouço muito disso das pessoas, um “vê se não some”, sendo que, como diria a Pitty, “estava aqui o tempo todo, só vocês não viram”. Mas, como sou a última otimista, ainda veremos o dia em que não estaremos tão presos a feeds e grudados no celular, mas vivendo, mesmo com outras prisões e máscara s que precisamos usar e estar para viver em sociedade. Sucesso e obrigada pelo texto inspirador!
acho engraçado o “vê se não some”, o que as pessoas esperam disso? postar nas redes sociais para mostrar que está vivo? rs
se me mandarem mensagem eu respondo (às vezes demoro)e também procuro pessoas queridas e dou um oi
Oi, Will! Também faço isso: quem me contata, respondo e faço o possível para estar presente, interagir. Já fui muito de ficar mantendo um contato mais constante, mas percebi que tava mais “forçando a barra” para manter uma amizade. Hoje, sinto que quem quiser ficar comigo ficará e quem precisar ir, irá. Afinal, desta vida, o que precisa permanecer, permanece e o que precisa ir, vai, e só fica as lembranças. E se precisar voltar, volta, sem amarras, sem imposições. Tudo certo!
“Ainda veremos o dia em que não estaremos tão presos a feeds e grudados no celular, mas vivendo, mesmo com outras prisões e máscara s que precisamos usar e estar para viver em sociedade”
Sensacional! :D
Obrigada, André!
Tava lendo este texto e pensando que blogs existem pois se construiu uma audiëncia a partir de comentários e outros blogs. O que antes dos blogs eram conversas em e-mails e “listas”, ou ICQ e outros sistemas de chat.
Blogs meio que geraram os influêncers atuais, com o perdão do comentário e explico.
Blogs que fizeram sucesso não foram os que tinham esta relação descrita na crônica; mas sim aqueles que tentaram atrair uma audiência devido a um conteúdo simplificado. Kibe Loco e Jacaré Banguela por exemplo, com o humor copiado de outros lugares. E tais viraram personas públicas, com consequencias de gerarem nomes do humor, e bem, o resto vimos na década de 2010.
A crônica meio que remete ao que imagino que seria similar a cronistas em jornais, criadores de livros e outros personagens literários. Via de fato,a relação criador – audiência sempre foi meio que como a questão de puxar um assunto e com isso um fio de debate, ou uma atenção capturada no caso dos que viraram “influencers”.
O papo da crônica poderia rolar em um bar, em um canto de um shopping, em uma praça. O ponto é como no final criadores vão ficando “efêrmeros” com o tempo. Nem todos conseguem a eternidade (como figura mítica); e se consegue tal, no final o custo de imagem é alto. Porque a diferença de um blogueiro simples para um influêncer é o quanto de dano social no final o úlitmo infligiu, enquanto que o primeiro discute de vez em quando o quão arriscado é se expor demais e ser um exemplo que soa positivo mas no final é negativo.
Comunicação é se por na frente da audiência e ser ao mesmo tempo parte dela e líder dela, tentando equilibrar-se neste ponto. Nunca consegui fazer ou manter algo justamente pois sei que caíria fácil dado minha personalidade. E já vi muita gente fazendo blogs e caíndo do equilibrio entre ser uma pessoa comum e um líder de audiência. Ou se enebriando por ser um (pior) exemplo, soterrado pelo sarcasmo e ironia que a mesma criou como forma de se comunicar; muitas vezes no final estes dois últimos conceitos meio que matando a ideia dos blogs e gerando os influenciadores, humoristas e tudo que veio nos úlitmos 15 anos, e todo o dano social e político deste resultado.
Me alonguei demais como sempre.
“ Comunicação é se por na frente da audiência e ser ao mesmo tempo parte dela e líder dela”.
A frase é muito boa!
Seu comentário leva em conta um aspecto importante: os blogs modelo “Cocadaboa” e afilhados sempre se posicionaram cono “pontos comerciais”, digamos assim. O perfil “blogueiro” do texto diz respeito ao anacronismo da discussão que já era difícil há 20 anos: como separar publicidade e informação.
por alguns segundos, achei que você tinha compartilhado link errado
desci a barra de rolagem, percebi que não, mas desisti de ler antes de acabar o segundo parágrafo, pois meus olhos não entendiam para onde olhar
não sei sobre o último blogueiro, mas espero que tenha sido a última publicação em que me distraio com textos no meio de anúncios
Eita, nem vi que tinha anúncios. (Navego com bloqueadores deles.)
Também não sei/sabia dos excessos de anúncios, preciso entender esse comportamento e ajustar (obrigado por avisar, Eliel)
Boa! Aqui para mim nem o título do post aparece. Pensei estar em um daqueles links de conteúdo pirata em que você precisa clicar em mil lugares até chegar no download.
Achei um script perdido no tema que ativava um negócio chamado “otimização de anúncios” do AdSense. Claramente, o Google desconhece o conceito de “otimização”. Acho que removi.
Que texto legal! Que bom ainda encontrar mais um blog (no sentido bom do termo) ativo!
“Não dê muita importância às coisas. Tudo vai se perder no tempo. Inclusive nós.” André, parabéns, que texto delicioso, tava me sentindo na festa do copo vermelho! E essa frase que destaquei é o ponto mais importante. Com essa bomba das redes sociais, a gente tem esse misto de “eterna efemeridade”, de que tudo é descartável e urgente, mas a vida não é assim. Ok, como diria a tatuagem do Neymar, “tudo passa”, mas sabemos que nossas impressões e memórias ficam. Eu, que não sou muito de redes sociais e tenho um blog despretensioso no Tumblr (keliv1), ouço muito disso das pessoas, um “vê se não some”, sendo que, como diria a Pitty, “estava aqui o tempo todo, só vocês não viram”. Mas, como sou a última otimista, ainda veremos o dia em que não estaremos tão presos a feeds e grudados no celular, mas vivendo, mesmo com outras prisões e máscara s que precisamos usar e estar para viver em sociedade. Sucesso e obrigada pelo texto inspirador!
acho engraçado o “vê se não some”, o que as pessoas esperam disso? postar nas redes sociais para mostrar que está vivo? rs
se me mandarem mensagem eu respondo (às vezes demoro)e também procuro pessoas queridas e dou um oi
Oi, Will! Também faço isso: quem me contata, respondo e faço o possível para estar presente, interagir. Já fui muito de ficar mantendo um contato mais constante, mas percebi que tava mais “forçando a barra” para manter uma amizade. Hoje, sinto que quem quiser ficar comigo ficará e quem precisar ir, irá. Afinal, desta vida, o que precisa permanecer, permanece e o que precisa ir, vai, e só fica as lembranças. E se precisar voltar, volta, sem amarras, sem imposições. Tudo certo!
“Ainda veremos o dia em que não estaremos tão presos a feeds e grudados no celular, mas vivendo, mesmo com outras prisões e máscara s que precisamos usar e estar para viver em sociedade”
Sensacional! :D
Obrigada, André!
Tava lendo este texto e pensando que blogs existem pois se construiu uma audiëncia a partir de comentários e outros blogs. O que antes dos blogs eram conversas em e-mails e “listas”, ou ICQ e outros sistemas de chat.
Blogs meio que geraram os influêncers atuais, com o perdão do comentário e explico.
Blogs que fizeram sucesso não foram os que tinham esta relação descrita na crônica; mas sim aqueles que tentaram atrair uma audiência devido a um conteúdo simplificado. Kibe Loco e Jacaré Banguela por exemplo, com o humor copiado de outros lugares. E tais viraram personas públicas, com consequencias de gerarem nomes do humor, e bem, o resto vimos na década de 2010.
A crônica meio que remete ao que imagino que seria similar a cronistas em jornais, criadores de livros e outros personagens literários. Via de fato,a relação criador – audiência sempre foi meio que como a questão de puxar um assunto e com isso um fio de debate, ou uma atenção capturada no caso dos que viraram “influencers”.
O papo da crônica poderia rolar em um bar, em um canto de um shopping, em uma praça. O ponto é como no final criadores vão ficando “efêrmeros” com o tempo. Nem todos conseguem a eternidade (como figura mítica); e se consegue tal, no final o custo de imagem é alto. Porque a diferença de um blogueiro simples para um influêncer é o quanto de dano social no final o úlitmo infligiu, enquanto que o primeiro discute de vez em quando o quão arriscado é se expor demais e ser um exemplo que soa positivo mas no final é negativo.
Comunicação é se por na frente da audiência e ser ao mesmo tempo parte dela e líder dela, tentando equilibrar-se neste ponto. Nunca consegui fazer ou manter algo justamente pois sei que caíria fácil dado minha personalidade. E já vi muita gente fazendo blogs e caíndo do equilibrio entre ser uma pessoa comum e um líder de audiência. Ou se enebriando por ser um (pior) exemplo, soterrado pelo sarcasmo e ironia que a mesma criou como forma de se comunicar; muitas vezes no final estes dois últimos conceitos meio que matando a ideia dos blogs e gerando os influenciadores, humoristas e tudo que veio nos úlitmos 15 anos, e todo o dano social e político deste resultado.
Me alonguei demais como sempre.
“ Comunicação é se por na frente da audiência e ser ao mesmo tempo parte dela e líder dela”.
A frase é muito boa!
Seu comentário leva em conta um aspecto importante: os blogs modelo “Cocadaboa” e afilhados sempre se posicionaram cono “pontos comerciais”, digamos assim. O perfil “blogueiro” do texto diz respeito ao anacronismo da discussão que já era difícil há 20 anos: como separar publicidade e informação.
por alguns segundos, achei que você tinha compartilhado link errado
desci a barra de rolagem, percebi que não, mas desisti de ler antes de acabar o segundo parágrafo, pois meus olhos não entendiam para onde olhar
não sei sobre o último blogueiro, mas espero que tenha sido a última publicação em que me distraio com textos no meio de anúncios
Eita, nem vi que tinha anúncios. (Navego com bloqueadores deles.)
Também não sei/sabia dos excessos de anúncios, preciso entender esse comportamento e ajustar (obrigado por avisar, Eliel)
Boa! Aqui para mim nem o título do post aparece. Pensei estar em um daqueles links de conteúdo pirata em que você precisa clicar em mil lugares até chegar no download.
Achei um script perdido no tema que ativava um negócio chamado “otimização de anúncios” do AdSense. Claramente, o Google desconhece o conceito de “otimização”. Acho que removi.