O Capture One Express será descontinuado, apesar de gostar muito dele…difícil justificar pagar ~ R$70,00 para algo que é apenas um hobby de final de semana.
Eu estou testando o Photomator, que parece adequado para meu tipo de perfil de entusiasta: boa interface, recursos interessantes…mas acho que os resultados ficam aquém ao Capture One nas minhas limitadas habilidades.
Eu testei o Darktable no passado e gostei dos resultados, mas achei a UI meio hostil e não manjo tanto para tirar proveito da complexidade.
O Lightroom Express parece interessante pelo armazenamento incluso, mas ouço várias histórias de terror sobre cancelar uma assinatura da Adobe.
15 comentários
Se você é hobbysta, o Ecossistema Lightroom, aquele baseado em nuvem, que não inclui a versão classic, é mais que suficiente, e o valor é justo. Não há nenhuma dificuldade em cancelar planos da Adobe.
Exceto que a Adobe usa dark pattern para te fazer assinar o plano anual e cobra uma bolada caso queira cancelar o plano antes disso.
Olha, não vi nada demais no modus operandi deles. Está bem claro que o plano é anual e com cobranças mensais. O ruim (para mim) seria se só informassem isso nas letras miúdas daquele contrato que todo mundo aceita sem ler. E a “bolada” é proporcional ao valor do contrato. Faz sentido cobrar mais barato para quem for manter um compromisso anual do que quem vai usar um mês e cancelar. No caso da matéria que você enviou o link, a referência é o contrato com todos os apps, que hoje custa quase 300 reais mensais.
Somente o Lightroom, que eu sugeri no meu comentário acima, você consegue pagar apenas 81 reais anuais, assinando diretamente pelo app do Lightroom/Google Play, ou 8 reais por mês, e sem multa de cancelamento. É tudo gerenciado pelo Google Play. Dá pra ver nessa imagem aqui. Estamos falando de produtos completamente diferentes.
O produto é irrelevante nesse contexto, valeria para o plano só com o Lightroom também. A nota que citei mostra a tela de assinatura (esta), que informa que o plano é “R$ XX/mês”, só informa o valor total/anual no checkout (tela e esconde a multa rescisória atrás de um link “Saiba mais”.
A tela da assinatura via Play Store é honesta, correta. Ou assim parece, porque não menciona multa rescisória — talvez porque o Google proíba?
Existe uma forma de sair dessa, descobri quando precisei trocar a forma de pagamento, do cartão de um país para outro. Eles cancelam pra ti e te dizem pra assinar novamente no outro país.
No meu caso, eu realmente precisava fazer isso. Mas depois, vi que essa dica rolando pela internet, sobre como cancelar sem ter que pagar a multa por cancelamento.
E a Adobe poderia resolver isso fácil, só cobrar o plano anual em 1x ao invés de ter esse esquema.
Lightroom Classic. Acho que já experimentei todos do mercado, mas é o que mais atende a minhas necessidades (em termos de ajustes finos e de usabilidade). Talvez seja só porque é o que uso há mais tempo, mas como tenho mais de 50 mil fotos tratadas e categorizadas, o custo de migração/adaptação acaba sendo alto para mim.
Por muito tempo usei a versão ~caribenha~, mas me rendi à assinatura de 43 reais/mês quando comprei um tablet e passei a sincronizar a edição em vários dispositivos, tendo acesso ao catálogo na nuvem de onde quiser.
Esse recurso de sincronia é fantástico. Muita gente ainda nem sabe que existe. A Adobe me convidou a dar uma palestra em 2020 só pra falar sobre isso.
Precisava fazer isso, é fácil?
A sincronia com a nuvem ainda não tá 100%, mas é incrível mesmo assim. No LR Classic é só indicar quais álbuns você quer que ele sincronize, que as fotos aparecem em todos os dispositivos conectados. E ele não manda os arquivos raw inteiros, ele manda só um preview da foto pra aliviar o tráfego. Quando você edita em outros dispositivos, ele salva as coordenadas das edições (afinal o lightroom é lossless) e as aplica sobre o arquivo raw quando você sincronizar de novo com o catálogo no LR Classic.
Cara, darktable na cabeça.
No YouTube existem vários vídeos tutoriais bem bacanas.
Se sua máquina for canon ainde existe uma opção bem legal que pouca gente lembra que é o programa da própria Canon, o Digital Photo Professional (DPP). A interface é intuitiva e tem recursos suficientes mais do que suficientes.
Tem o Ansel (https://ansel.photos/en/) que é um fork do darktable.
Diz o dev que ele vai fazer uma limpa geral e melhorar bastante a interface do darktable.
Pois é! Dei uma olhada nesse Ansel e está muito cru, precisa de muito trabalho ainda.
Por exemplo, o gerenciamento de arquivos no darktable é bem “marromenos” mas funciona, depois que a gente se acostuma a coisa flui. No Ansel esse recurso mal está implementado. Ainda não vale a pena.
Darktable. Depois que se aprende a criar os perfis (quase que como presets) a edição é muito mais rápida.
Eu uso o RawTherapee mesmo, nunca me preocupei muito de usar software pago de edição
Capture One na captura e Lightroom com controlador MIDI no tratamento.