Jogando: Breakout 71 – jogo simples que por incrível que pareçam me viciou. Gratuito no F-Droid.
Coisas diferentes:
Fui para o Rio de Janeiro semana passada para ver um familiar (tentei visitar uma amiga, mas os horários não combinaram). É a terceira vez que vou na “Cidade Maravilhosa”, e de fato, consegui apreciar melhor a cidade nesta visita. Com um aplicativo consegui usar os ônibus sem precisar pegar um cartão de transporte (São Paulo, Curitiba e outras cidades precisam aprender com isso), a barca usa cartão de débito (yay!) e só queria ter tido mais tempo para ver os pontos famosos da cidade. Talvez terei mais chances neste ano, vamos ver. :)
Leio sempre que posso alguma página de “O Som e a Fúria”, do William Faulkner. Peguei aleatoriamente em uma estante comunitária de um shopping de Fortaleza e não sei se foi uma boa ideia. Livro dificílimo, mas muito interessante. Fala sobre a decadência de uma família aristocrática do Sul dos EUA, tudo isso envelopado na técnica do fluxo de consciência. A questão racial, pelo que notei do início, aparece com frequência no livro.
Assisto a poucos filmes, mas vi “O Agente Secreto” e gostei. É um filme envolvente. Espero que ganhe prêmios Oscar, apesar de que não gostei tanto dele…
Estou obcecado lendo os contos erótic… digo, os livros da serie Game Changers, que originou a fenomenal serie Heated Rivalry do ano passado (cujo quinto episódio merecidamente alcançou a nota máxima no IMDB se igualando ao recorde de Breaking Bad)
hahahah <3
eu tb fiquei curiosa depois do Globo de ouro…a apresentadora falou que precisava mais de mais séries sobre ~hóquei #lol
o ep 3 (coincidência ser o 3 será? pq fiquei pensando que em Last of us a rota muda um pouquinho no ep 3 tb (que adoro))
o meu preferido é o 3, fiquei full-modo-besta-com-um-sorriso-na-cara o ep inteiro #girl e no 5 apesar de ser super clichê adorei, deu até um calorzinho
scott #quehomem
vi uma entrevista do "russo" que na real mora no Texas…a cena do desabafo em russo é supimpa tb #lagriminhas
o/
Eu também entrei nesse modo ao ver o ep. 3, principalmente por causa do Hunter (fazendo oposição a falta de carinho do rozanov). Chegou o 5, já era, me emocionei demais quando acabou – nem lembro se alguma vez antes me emocionei a esse ponto vendo uma série, acho que nunca, mas sou suspeito para falar.
Mas pô, pode até ser clichê o momento que o rozanov fala em russo, mas o que o Hunter faz, não lembro de outra história (que não fosse de héteros) ter.
Tu viu a entrevista do Corrie contando que ele era o único não russo na cena do jantar e uma funcionária que não sabia veio falar com ele?
Foi divertido assistir. Acho a comoção com séries e filmes meio exagerada na maioria das vezes, a série tem problemas (pra mim, claro), mas eu sou meio desanimada tá ☺️
Vi sim. Aliás acho admirável como alguns atores fazem sotaques tão bem, eu sei que eles têm ótimos profissionais ajudando mas ainda assim!
Estou lendo o poder do hábito e não tanto pelo livro mas pelas reflexões que faço enquanto leio estou realmente mudando muitos dos meus hábitos.
Li esse livro em 2010 gostei muito.
Me marcou bastante o exemplo da moça fumante
**Assistindo:**
– no projeto de rever *Arquivo X* com a companheira, ela nunca havia assistido e estamos resolvendo esse problema;
– *Starfleet Academy*, fiquei positivamente surpreso com a série, depois de Discovery que terminou bem morna, estava receoso, mas tá interessante. Tem muita coisa boa de Star Trek na série e as personagens da Holy Hunter e Gina Yashere tão muito boas.
– *Um espião infiltrado*, na Netflix. Série de comédia, gostosa com uma galera de The Good Place, o bacana é uma presença de atores idosos, bom ver essa galera trabalhando e sendo representada como pessoas ativas, felizes e independentes.
**Lendo:**
– Chomsky & Mujica, Sobrevivendo ao século XXI do Saúl Alvídrez, livro com meio que transcrições de conversas dessas duas figuras.
Ouvindo uma das minhas listas de músicas com obras do Guillaume de Machaut, Josquin des Prez, Pierluigi da Palestrina, Mozart, Rachmaninoff, enquanto eu vagueio na minha última semana de férias.
Galera da pesada! Conheci todos esses nomes através do livro “Uma nova história da música” do intelectual brasileiro Otto Maria Carpeaux. Recomendo muito. Deu até vontade de ouvir a [“Missa de Nossa Senhora”, do Machaut](https://youtu.be/11A4wqv8_wo). O ouvi bastante quando estudava o livrinho citado.
Vale a pena ouvi-la mais vezes. Muitas vezes. Polifonia devia ser mais explorada nos dias atuais – eu mesmo queria.
Filmes:
– Anora – inexplicável esse filme ter ganho 5 oscars.
– Uma batalha após outra – ñ precisava ter 2:42 de filmes. A fotografia é sensacional, mas DiCaprio ñ ganha de melhor ator perto do Michael B Jordan.
Séries:
– All Her Fault – série com 8 episódios fechados e bom roteiro. Tem no Prime Videop
– Fallout – essa temporada está bem fraca, apesar de saber estarem explicando o começo de tudo.
Capaz, meu… Anora é sensacional! Eu amei aquele filme. =D
E Uma batalha após a outra também é excelente. Achei que as 2h42 passaram voando, muito mais rápido que os 30 minutos que assisti de Frankenstein, do Guillermo del Toro.
Gostos e gostos! rs
Por curiosidade, o que achou de “sensacional” em Anora e “excelente” em um batalha após a outra?
Entrando na conversa, eu só vi Uma batalha após a outra e curti muito. O ritmo do filme é intenso, a visceralidade e a urgência se fazem sentir… e a personagem do DiCaprio é hilária. (A do Benicio del Toro, também.)
Lembrou-me de outros filmes com ritmos também intensos, como Mad Max: Estrada da Fúria (2015, George Miller) e Ladrões (2025, o mais recente do Darren Aronofsky).
Lendo: Noites Brancas, de Dostoiévski
No mais, viajando por Minas e visitando o Inhotim ❤️
terminei de ler adam philips – on wanting to change, um pouco enrolado mas legal de refletir sobre nossas mudanças e as motivações por trás (ou conversões, como ele chama, algo externo mesmo, que ele questiona se faz efeito)
ouvi coisas que tinha salvo há um tempo mas nada mto marcante, gostei mesmo do kexp de hoje da banda Lucius
vendo bbb e novela e assim será pelos próximos meses hahaha
tb assisti a mais um doc interessante do canal PELEJA, que surgiu pra mim de forma muito aleatória (nem sou fã de futebol) e curti demais:
Lendo: *As águas-vivas não sabem de si* // Aline Valek
Estou para ler esse livro há teeeeeempos, e agora que comecei está difícil de terminar. Achei que seria melhor, mas até agora (30% recém) não consegui ter empatia com ninguém. Se qualquer um morresse, vida que segue. Ainda não consegui entender realmente o que o pessoal está fazendo no fundo do oceano. Testando o traje? Só isso? Aquelas partes com os “pensamentos” dos animais marinhos é chata, também. Enfim, vou terminar de ler por birra, mas não tá descendo, não.
**Jogando:** sigo jogando *Hollow Kinght*, mas dessa vez num ritmo beeeeem lento, também.
**Assistindo:** Vi no início dessa semana, nos últimos dias de férias, 3 filmes, sendo dois no cinema e um pelo Stremio. *A empregada*, *Hamnet* e *Uma batalha após a outra*. Gostei dos três, em especial para os dois últimos.
**Ouvindo:** Tenho escutado bastante o álbum ao vivo *Skin and Bones* do *Foo Fighters*. Boas lembranças dessa época, de uma vida mais tranquila. Também tenho ouvido/assistido vários concertos aqui na minha cidade, pois está acontecendo o festival *Sesc de Música*. É muito legal, bastante coisa bonita para se ver e ouvir.
Jogando Ball x Pit (já fechei, agora só organizando a Vila e fazendo o último nível com todos os personagens. Dopamina no talo, não recomendo jogar antes de dormir hahahaha).
Lendo A metamorfose do Franz Kafka (já tinha lido boas indicações, mas o que me atiçou de verdade foi a referência do álbum do Otto “Certa manhã acordei de sonhos intranquilos”).
Ouvindo Ney Matogrosso Interpreta Cartola Ao Vivo (É incrível. Banda afinadíssima, versões e melodias que combinam demais com as letras e a performance do Ney, que é sempre uma ótima surpresa).
Curtindo o início de uma fase mais offline, sem instagram, sem mta atenção ao Whatsapp (só em assuntos realmente necessários), priorizando navegação na Web e menos apps.
Jogando:
Breakout 71 – jogo simples que por incrível que pareçam me viciou. Gratuito no F-Droid.
Coisas diferentes:
Fui para o Rio de Janeiro semana passada para ver um familiar (tentei visitar uma amiga, mas os horários não combinaram). É a terceira vez que vou na “Cidade Maravilhosa”, e de fato, consegui apreciar melhor a cidade nesta visita. Com um aplicativo consegui usar os ônibus sem precisar pegar um cartão de transporte (São Paulo, Curitiba e outras cidades precisam aprender com isso), a barca usa cartão de débito (yay!) e só queria ter tido mais tempo para ver os pontos famosos da cidade. Talvez terei mais chances neste ano, vamos ver. :)
Leio sempre que posso alguma página de “O Som e a Fúria”, do William Faulkner. Peguei aleatoriamente em uma estante comunitária de um shopping de Fortaleza e não sei se foi uma boa ideia. Livro dificílimo, mas muito interessante. Fala sobre a decadência de uma família aristocrática do Sul dos EUA, tudo isso envelopado na técnica do fluxo de consciência. A questão racial, pelo que notei do início, aparece com frequência no livro.
Assisto a poucos filmes, mas vi “O Agente Secreto” e gostei. É um filme envolvente. Espero que ganhe prêmios Oscar, apesar de que não gostei tanto dele…
Estou obcecado lendo os contos erótic… digo, os livros da serie Game Changers, que originou a fenomenal serie Heated Rivalry do ano passado (cujo quinto episódio merecidamente alcançou a nota máxima no IMDB se igualando ao recorde de Breaking Bad)
hahahah <3
eu tb fiquei curiosa depois do Globo de ouro…a apresentadora falou que precisava mais de mais séries sobre ~hóquei #lol
o ep 3 (coincidência ser o 3 será? pq fiquei pensando que em Last of us a rota muda um pouquinho no ep 3 tb (que adoro))
o meu preferido é o 3, fiquei full-modo-besta-com-um-sorriso-na-cara o ep inteiro #girl e no 5 apesar de ser super clichê adorei, deu até um calorzinho
scott #quehomem
vi uma entrevista do "russo" que na real mora no Texas…a cena do desabafo em russo é supimpa tb #lagriminhas
o/
Eu também entrei nesse modo ao ver o ep. 3, principalmente por causa do Hunter (fazendo oposição a falta de carinho do rozanov). Chegou o 5, já era, me emocionei demais quando acabou – nem lembro se alguma vez antes me emocionei a esse ponto vendo uma série, acho que nunca, mas sou suspeito para falar.
Mas pô, pode até ser clichê o momento que o rozanov fala em russo, mas o que o Hunter faz, não lembro de outra história (que não fosse de héteros) ter.
Tu viu a entrevista do Corrie contando que ele era o único não russo na cena do jantar e uma funcionária que não sabia veio falar com ele?
Foi divertido assistir. Acho a comoção com séries e filmes meio exagerada na maioria das vezes, a série tem problemas (pra mim, claro), mas eu sou meio desanimada tá ☺️
Vi sim. Aliás acho admirável como alguns atores fazem sotaques tão bem, eu sei que eles têm ótimos profissionais ajudando mas ainda assim!
Estou lendo o poder do hábito e não tanto pelo livro mas pelas reflexões que faço enquanto leio estou realmente mudando muitos dos meus hábitos.
Li esse livro em 2010 gostei muito.
Me marcou bastante o exemplo da moça fumante
**Assistindo:**
– no projeto de rever *Arquivo X* com a companheira, ela nunca havia assistido e estamos resolvendo esse problema;
– *Starfleet Academy*, fiquei positivamente surpreso com a série, depois de Discovery que terminou bem morna, estava receoso, mas tá interessante. Tem muita coisa boa de Star Trek na série e as personagens da Holy Hunter e Gina Yashere tão muito boas.
– *Um espião infiltrado*, na Netflix. Série de comédia, gostosa com uma galera de The Good Place, o bacana é uma presença de atores idosos, bom ver essa galera trabalhando e sendo representada como pessoas ativas, felizes e independentes.
**Lendo:**
– Chomsky & Mujica, Sobrevivendo ao século XXI do Saúl Alvídrez, livro com meio que transcrições de conversas dessas duas figuras.
Ouvindo uma das minhas listas de músicas com obras do Guillaume de Machaut, Josquin des Prez, Pierluigi da Palestrina, Mozart, Rachmaninoff, enquanto eu vagueio na minha última semana de férias.
Galera da pesada! Conheci todos esses nomes através do livro “Uma nova história da música” do intelectual brasileiro Otto Maria Carpeaux. Recomendo muito. Deu até vontade de ouvir a [“Missa de Nossa Senhora”, do Machaut](https://youtu.be/11A4wqv8_wo). O ouvi bastante quando estudava o livrinho citado.
Vale a pena ouvi-la mais vezes. Muitas vezes. Polifonia devia ser mais explorada nos dias atuais – eu mesmo queria.
Filmes:
– Anora – inexplicável esse filme ter ganho 5 oscars.
– Uma batalha após outra – ñ precisava ter 2:42 de filmes. A fotografia é sensacional, mas DiCaprio ñ ganha de melhor ator perto do Michael B Jordan.
Séries:
– All Her Fault – série com 8 episódios fechados e bom roteiro. Tem no Prime Videop
– Fallout – essa temporada está bem fraca, apesar de saber estarem explicando o começo de tudo.
Capaz, meu… Anora é sensacional! Eu amei aquele filme. =D
E Uma batalha após a outra também é excelente. Achei que as 2h42 passaram voando, muito mais rápido que os 30 minutos que assisti de Frankenstein, do Guillermo del Toro.
Gostos e gostos! rs
Por curiosidade, o que achou de “sensacional” em Anora e “excelente” em um batalha após a outra?
Entrando na conversa, eu só vi Uma batalha após a outra e curti muito. O ritmo do filme é intenso, a visceralidade e a urgência se fazem sentir… e a personagem do DiCaprio é hilária. (A do Benicio del Toro, também.)
Lembrou-me de outros filmes com ritmos também intensos, como Mad Max: Estrada da Fúria (2015, George Miller) e Ladrões (2025, o mais recente do Darren Aronofsky).
Lendo: Noites Brancas, de Dostoiévski
No mais, viajando por Minas e visitando o Inhotim ❤️
terminei de ler adam philips – on wanting to change, um pouco enrolado mas legal de refletir sobre nossas mudanças e as motivações por trás (ou conversões, como ele chama, algo externo mesmo, que ele questiona se faz efeito)
ouvi coisas que tinha salvo há um tempo mas nada mto marcante, gostei mesmo do kexp de hoje da banda Lucius
vendo bbb e novela e assim será pelos próximos meses hahaha
tb assisti a mais um doc interessante do canal PELEJA, que surgiu pra mim de forma muito aleatória (nem sou fã de futebol) e curti demais:
Por que esse é o clube mais comunista do mundo
https://www.youtube.com/watch?v=9jXqDTXlzUY
Lendo: *As águas-vivas não sabem de si* // Aline Valek
Estou para ler esse livro há teeeeeempos, e agora que comecei está difícil de terminar. Achei que seria melhor, mas até agora (30% recém) não consegui ter empatia com ninguém. Se qualquer um morresse, vida que segue. Ainda não consegui entender realmente o que o pessoal está fazendo no fundo do oceano. Testando o traje? Só isso? Aquelas partes com os “pensamentos” dos animais marinhos é chata, também. Enfim, vou terminar de ler por birra, mas não tá descendo, não.
**Jogando:** sigo jogando *Hollow Kinght*, mas dessa vez num ritmo beeeeem lento, também.
**Assistindo:** Vi no início dessa semana, nos últimos dias de férias, 3 filmes, sendo dois no cinema e um pelo Stremio. *A empregada*, *Hamnet* e *Uma batalha após a outra*. Gostei dos três, em especial para os dois últimos.
**Ouvindo:** Tenho escutado bastante o álbum ao vivo *Skin and Bones* do *Foo Fighters*. Boas lembranças dessa época, de uma vida mais tranquila. Também tenho ouvido/assistido vários concertos aqui na minha cidade, pois está acontecendo o festival *Sesc de Música*. É muito legal, bastante coisa bonita para se ver e ouvir.
Jogando Ball x Pit (já fechei, agora só organizando a Vila e fazendo o último nível com todos os personagens. Dopamina no talo, não recomendo jogar antes de dormir hahahaha).
Lendo A metamorfose do Franz Kafka (já tinha lido boas indicações, mas o que me atiçou de verdade foi a referência do álbum do Otto “Certa manhã acordei de sonhos intranquilos”).
Ouvindo Ney Matogrosso Interpreta Cartola Ao Vivo (É incrível. Banda afinadíssima, versões e melodias que combinam demais com as letras e a performance do Ney, que é sempre uma ótima surpresa).
Curtindo o início de uma fase mais offline, sem instagram, sem mta atenção ao Whatsapp (só em assuntos realmente necessários), priorizando navegação na Web e menos apps.