10 comentários

  1. Vi ontem Idiocracia, do Mike Judge, acho que uma dica que peguei aqui no Órbita mesmo. Fascinante como há vislumbres de 2025 em um filme que “prevê” a estupidez generalizada que toma conta da humanidade em 2505. Estamos nos adiantando em 480 anos! Parabéns…?

  2. Filme: Instinto Selvagem (1992)
    Série: Your Friends and Neighbors (Apple)
    Música: The Life Of Pablo (2016)
    Joguei: GTA 5, zerei pela segunda vez

  3. Terminei o podcast Neymar. É uma história exemplar do poder corruptor do dinheiro e, numa menor escala, dos lugares estranhos aonde o excesso de redes sociais e de tempo ocioso podem levar alguém.

  4. Terminei a trilogia O Silo, e gostei muito.
    Comecei a assistir The Last of US, mesmo sem conhecer o game, e tbm estou curtindo. Quero começar O Eternauta na sequência.
    O último do The Cure continua dominando minha playlist, e quero muito ver o documentário do Led Zeppelin.

  5. Vi e recomendo:
    – O Eternauta – Netflix – agora quero ler o quadrinho.

    Não recomendo:
    – Estado Elétrico – Netflix. Li o livro/quadrinho antes, que é maravilhoso! e que cagada que fizeram nesse filme! Tive que fazer um esforço para terminar de ver, e não valeu a pena.

  6. Tô assistindo a Overcompensating, uma série boba e divertida com um monte de referência de cultura pop e com gente velha fazendo adolescente. meu tipo de série haha

    Não tô conseguindo dar sequência a nenhuma leitura de livro, mas de matéria, descobri que o Brave, além de bloquear propaganda, ainda passa paywall :)

    e como o Lumineers fez um showzinho mto gostoso na KEXP, matei a saudade e ouvi bastante essa semana

    1. Eu comecei a ver Overcompensating e achei boba demais até para besteirol

      1. hahahaha mas então, acho que rolou uma identificação por idade/ser lgbtqi
        não sei como é hoje, mas pelo que observo, sei lá, passando por adolescente na rua, é muito de boa ver casal gay junto, já, cof cof, NO MEU TEMPO era muito difícil. que coincidentemente é o tempo do autor… o despertar sexual com ícone da disney, a vergonha do passado dark/emo e todo o trabalhão pra parecer o que não se é, achei muito identificável. e gostei da crítica em forma de humor para a questão da masculinidade e tb, em contrapartida, a construção do ser gay e toda a cultura da nossa galera. tipo o momento sutil da hetero falando da kristen stewart e as lésbicas ficando atentas mas por motivos muito antagônicos (twylight x ela fora do armário)