Vi Guerra civil ontem, do Alex Garland, com o nosso Wagner Moura. Ainda não sei bem o que achei. Fiquei com a impressão de que o argumento que dá título ao filme foi subutilizado para abordar mais a estupidez da guerra. Não que seja um uso descabido e até entendo o peso maior que a guerra “em casa” carrega, só que qualquer outro pano de fundo funcionaria também.
É, eu tb fiquei sem saber o que achar. Eu gostei da premissa mas não achei lá essas coisas a execução, acho que se fosse uma história com atores desconhecidos passaria batido, o hype fez bastante diferença para as boas críticas, eu acho. Não achei ruim, mas como diria Larry David: ehh ¯\(ツ)/¯
Também deu nó, achei tudo meio forçado. A ambientação poderia ser qualquer guerra.
Lendo: Cuícas imortais. Como o próprio nome diz, é um livro sobre grandes cuiqueiros brasileiros, contando a história do instrumentos através dos seus mais notáveis tocadores.
Assistindo: x-men 97. Depois do hype comecei a assistir, até agora to curtindo. Tem uma pegada mais adulta nos episódios.
Ouvindo: ando escutando e descobrindo alguns artistas do city pop. Achei o instrumental do gênero muito bom. Destaque para o guitarrista Masayoshi Takanaka.
Estou lendo “A leste dos sonhos”, da Nastassja Martin, e antes estava lendo “A Curva do Sonho”, da autora Ursula K. Le Guin (coincidência, os dois com sonho no título). “A Curva…”, apesar de lançado em 1971, é super atual, com discussões sobre guerras, crise climática e futuro (presente?) distópico.
Vendo: De Animê – as animações DanDaDan (já tinham me recomendado para ler o mangá, mas eu torcia o nariz por causa do nome e do visual. O animê acabou me capturando devido ao ritmo frenético, as zoeiras adolescentes sexualizadas e a boa dublagem); Ranma 1/2 (remake sem tantas firulas em relação ao original e com boa animação); e Dragon Ball Daima (é tipo GT mas “canônico” e bem legalzinho para assistir); fora outros.
YouTube: Saveitforparts (um cara “leigo” que faz bastante experimento com receptores satelitais); canais de viagem tipo Simple Railway, NonStopEuroTrip, “Planes, Trains, Everything” (legal pois é uma pessoa “de idade” rodando a Europa em todo tipo de modal de transporte); Hardware Heaven (dicas de informática e mini servidores domésticos simples); Robot Cantina (um cara fazendo experimentos com motores e veículos simples);
Lendo: Mangás – Undead Unluck (comecei devido ao animê. Está provavelmente no arco final); Kagurabachi (um filho de um criador de espadas mágicas acaba sendo alvo de diversos grupos atrás das tais espadas); Red Cat Ramen/Ramen Akaneko (gatos donos de um restaurante de lamen); dentre outros
Escutando: o canal laut.fm/deep-house-sounds ; e um rádio FM que adquiri recentemente.
Comecei a ver o anime Dan Da Dan e estou dando gostosas gargalhadas.
Tô na metade do livo “Humanidade” do Rutger Bregman, estou achando bem bom. Foi uma indicação do famigerado Startup da Real.
Vi o filme Terrifier 3 e que parada bizarra e gore.
Terminei “12 Semanas para Afiar sua Mente”, no qual vou precisar reviver toda as semanas, mas dessa vez anotando tudo, não achava que seria um caderno de exercícios.
Terminamos de ver “A hora do Diabo”, intrigados para saber como a terceira temporada dará a conclusão final para a história.
normalmente não tenho nada pra falar, mas …
agora há pouco estava ouvindo algumas músicas brasileiras (MPB e rock) dos anos 70 e 80 no Youtube (que por alguma misteriosa razão deixou de me atormentar com aqueles irritantes anuncios seriais)
gente, aquilo lá é ouro
fora isso, vi uns doraminhas bobinhos: Hidden Love e When I Fly Towards You
(não sou dorameiro, acho que vi uns 5 ou 6 até hoje)
estou dando uma olhada em Silo e Dune Prophecy, mas acho que os 2 são só enrolação mesmo
ps. opinião não solicitada, mas que vou dar assim mesmo 😁
acho que Dune não faz sentido algum nos dias de hoje
foi uma livro que refletia seu tempo, a contra-cultura dos anos 60
acho que quem assiste o blockbuster não tem a mínima ideia do que realmente estã́ assistindo
Eu não li o livro nem vi o filme recente, só a versão do David Lynch. Mas você não acha que tem toda uma discussão sobre clima, disputa por recursos naturais, governos autoritários etc. que tem tudo a ver com a atualidade?
talvez ele tenha se referido mais à parte psicodélica e “religiosa” do livro.
quanto a parte ecológica, principalmente do quarto livro, é impossível negar as semelhanças.
de fato, no primeiro livro, “Dune”, o autor dedica o livro aos ecologistas, “dry land ecologists”, meu entendimento é que ele estava falando do pessoal que faz trabalho de campo
mas naquela época o aquecimento global não era um assunto tão importante e “polêmico” como nos dias de hoje (“polêmico” entre aspas, porque normalmente só quem é de direita política contesta)
o primeiro livro, “Dune”, definitivamente tem cunho místico/religioso, tanto assim que o segundo livro é “O Messias de Dune”, e Paul é a encarnação do “Kwizats Haderach”, uma espécie de Messias que a Bene Gesserit estava tentando criar ao longo dos tempos
por outro lado, no geral uma “obra de arte” se torna autônoma através dos tempos, então eventualmente pode-se encontrar significados que não existiam quando a obra foi criada
Faz sentido pensar em autonomia da obra e releituras possíveis.
Mas acho que por estar tão envolvido com a ecologia e o suposto progresso trazido pelas mudanças climáticas causadas pelo Paul (vale citar que o próprio reconhece o erro do que ele criou), não tem como não relacionar com o que estamos vivendo.
Isto posto, só não faz sentido nos dias atuais se pensarmos na psicodelia religiosa do livro, quanto a ecologia o livro vai como uma luva.
Não que não dê pra falar de fanatismo religioso, mas aí é outra conversa bem mais longa do que essa.
Estou lendo As 29 Poetas Hoje, organizado pela Heloisa Buarque de Hollanda, e me encantando bastante com a poesia contemporânea!
Vendo: Silo, Shrinking e Insecure. Mesmo tendo plena consciência de que Silo poderia ter menos enrolação, preciso admitir que essa série me pegou. Cada fim de episódio é um gancho terrível! Shrinking é ótima. Aliás, tenho visto ótimas comédias na Apple (amo Ted Lasso e Trying). Já Insecure é a comédia mais adulta que já assisti. Mas é divertida.
Lendo: Silo (como eu disse, fui fisgado por essa enrolação toda), Outlive, Um defeito de cor e A pediatra.
No momento ando viciado em ouvir sets de house funk no youtube, tem vários mt bons
Não sou mt fã de anime, mas assisti ghost in the shell (1995) e curti muito, vale a pena
E estou acompanhando os lançamentos de Shrinking e Silo, ambos na apple tv
opa, manda o link destes sets!
eu tenho ouvido bastante os sets do Fred again e uns do Boiler Room, além dos tradicionais do Above & Beyond.
To vendo a série The Penguin, no terceiro episódio, e fazendo o contrário de um binge watching. Por enquanto recomendo demais, as vezes vc até esquece que é uma série de boneco, e tá incrível ver o Colin Farrel como Pinguim.
Para mim, a série do ano. Eu nem sou tão fã do Batman e dos personagens desse mundo, mas essa série me prendeu demais. Depois que terminar, conta o que achou.
voltei a assistir JoJo, estou na segunda temporada
ouvindo o novo álbum do linkin park
lendo…nada. estou dando um tempo pra me preparar pro TCC da pós, rs.
faltam 4 episódios para eu acabar Curb your enthusiasm e meh, devia ter acabado lá no meio da 10a, mas faz parte. quero ver a série do Senna :)
comecei a ler o ultra processed people do chris van tulleken, dica da thaís do podcast a hora/ex-foro de teresina e tô curtindo, a descrição de goma xantana definitivamente me pegou.
e ouvi hoje o ep da rádio escafandro junto com a intercept sobre o brasil paralelo nas escolas, quase abri tópico aqui de tão bom! das dicas essa é a q recomendo DEMAIS
Esse ep do Escafandro está absurdamente bom mesmo! Nunca imaginei que os tentáculos da Brasil Paralelo fossem tão articulados.
Não sei se já recomendaram mas saiu um podcast novo do Chico felitti “De saída – a vida fora da internet” e é a cara do MdU e das discussões que temos por aqui; no primeiro episódio entrevistou uma YouTuber sumida uma tal de Jout Jout (ouvi falar). Adorei! https://open.spotify.com/show/5O54TkP9Kel4Pr8zN4o5RY?si=xfQqSmqqTtqsm97GJuvuRw
Eu ouvi ontem.
A entrevistadora ser fã da Jout Jout deixou a conversa meio água com açúcar, não? Quando questionam como ela está ganhando a vida longe da internet, por exemplo, e ela dá uma não resposta (“diminui o custo de vida”??), fica por isso mesmo.
Contexto: sei quem é/foi, mas nunca assisti a nada da Jout Jout. Dito isso, ela me pareceu meio… pirada? (Sem zoeira; num sentido clínico mesmo.)
Sempre via matérias sobre ela e ela soa como uma espécie de “personagem”. Já tentei acompanhar ela alguma vez, mas não fui muito com o estilo dela.
Mas como dizem por aí, creio que ela não deveria ter virado assunto novamente. Se ela tá longe da internet, por quê tentar trazer ela para os holofortes de novo?
Disclaimer: não acompanho o Chico Felitti e já ouvi falar dele também. Dizem que ele é um “Leo Dias gourmet”.
Fiquei com a mesma sensação do água com açúcar, achando que a entrevista prendia um pouco para meio que uma tietagem suave.
Mas acho que não fosse um perfil de repórter como ela, não teria rolado contato algum. Que dirá entrevista como foi (ainda que água com açúcar).
Será? A Jout Jout topa a entrevista de primeira, antes da Beatriz dizer muita coisa. Tenha a impressão de que uma repórter simpática-porém-não-fã também conseguiria trocar uma ideia com ela para o podcast.
eu não suporto esse chico felitti mas fiquei bem curiosa pra saber o que rolou com a Jout jout, imagino o dano que a exposição fez pra cabeça dela. espero que ela esteja bem
Até tentei mas não gosto desse formato de podcast que a pessoa conta uma historinha. Parece os antigos disquinhos de vinil que contavam histórias pra crianças. Acho um estilo muito chato de acompanhar.
Eu nunca tinha ouvido o Chico. Não sou capaz de opinar, mas me parece um pouco na estrutura do escafandro, este último acho que fazem um trabalho muito bom de investigação e roteiro.
Mas (acho que) entendo o que você diz, quando é uma “história”, geralmente preciso estar muito interessado pra assistir, faço o mesmo pra filmes e séries.
Começamos a ver Invejosa, uma série cômica argentina bobinha da Netflix, para passar o tempo. Para isso, acho que cumpre o seu papel.
Assisti com a esposa e finalizamos semana passada. É legalzinha. Só não gostei de ter que esperar pela segunda temporada.
De série cômica argentina bobinha gostei bastante da série Nada (tem a participação e produção do Robert De Niro). O personagem é meio ranzinza estilo meio Larry David.
Lendo “O mestre e Margarida” de Mikhail Bulgakov, um livro bem bom. Assistindo Duna, Profecia e Squaring the Circle – a história do grupo Hipgnosis.
Esses dias peguei pra reler de novo o Senhor dos Anéis, e tentar começar mais uma vez o Elric de Melniboné
Eu estou assistindo novela. Sim, novela. Bang Bang, produzida pela Globo em 2005.
Já sobre ouvir, tem um tempo que tenha dado uma pausa na vida de pseudo audiófilo. Tenho a acompanhado as setlists semanais do Bandcamp e só.
Já leitura, estou lendo “As Brigadas Fantasmas”, segundo livre de uma série de 5 escrito por John Scalzi.
nossa, eu tive uma fase muito noveleira ano passado e valeu demais! descobri que o hype ao redor de avenida brasil era, sim, mto real
Eu entrei nessa fase pois tenho muitas lembranças afetivas envolvendo a família toda na frente da televisão para assistir a programação. Era o que tínhamos de lazer e entretenimento. Aí fiquei na vibe de rever algumas pois não me lembrava bem das tramas. É bem bobinho e tem muita enrolação e uns roteiros que tu pensa “tá me tirando de otário”, mas é legal de passar o tempo. Divertidinho, assim, no diminutivo.
Tem várias novelas antigas que eu gostaria de (re)ver, mas não dá. O formato exige muuuuuita enrolação, pois centenas de episódios diários. Comecei Corpo a corpo quando saiu no Globoplay e aguentei uns 15 episódios.
As “minisséries” da Globo, essas sim consigo ver. Hilda Furacão é sensacional.
Sim! Tenho vontade ver Avenida Brasil, mas só de pensar na enrolação e no tanto de tempo a ser dedicado, desisto da ideia.
Sim. Muita enrolação. Adotei a prática de usar o picture-in-picture enquanto desenvolvo outras atividades. Consigo assim amenizar um pouco essa sensação de que as coisas não fluem na trama. E cara, não flui mesmo. E tem umas tramas de “encher linguiça” e te chamar de “otário” que às vezes dá vontade de desistir da empreitada. É hilário esse formato da dramaturgia das novelas. O engraçado é que cada canal tem suas características definidoras, Você percebe de cara se uma novela é da Globo, SBT, Tupi e etc… Meu próximo empreendimento será assistir as 10 primeiras temporadas de Malhação. E obrigado por me lembrar de Hilda. Eu era muito pequenino na época mas me lembro de tramar para assistir às escondidas. Rsrs
Deixar de fundo enquanto faz outras coisas é uma ótima dica e passar os núcleos chatos. Malhação eu comecei a ver, desisti. Só a da vagabanda que é muito boa/muito ruim. Outra horrorosa q adorei rever foi Por Amor ⭐⭐
Sou muito a favor de ver séries mais antigas, que já acabaram.
Assistindo The Wire e achando fantástico! Agora na terceira temporada.
Depois que vi The Wire e Sopranos eu fiquei meio orfão de séries com esse nível de fodacidade.
Alguém indica algo na mesma pegada? Já vi Breaking Bad e Better Call Saul, que também são sansacionais.
Mad Men é a minha série favorita e acho que está no nível de “fodacidade” de Soprano’s. Começamos a ver Boardwalk Empire aqui e me pareceu, pelos dois primeiros episódios, um Soprano’s só que nos anos 1920.
Talvez não seja tão foda quanto essas mas é bastante: Mr Robot.
gostei muito de The Wire também
tem um negócio que sempre lembro: Stringer vai a uma faculdade noturna (acho que é um community college) e pergunta ao professor como renovar uma marca …
Estou assistindo a trilogia Creed.
Só vi o primeiro Rocky. Terminando Creed verei os de Rocky. rsrs
Ouvindo bastante o novo álbum do Linkin Park.
O que tem de tão bom no novo album do LP? Vi que na semana passada uma galera estava comentando sobre algumas músicas, consegui ainda não entender o porque. Eu não cheguei ouvir ainda, mas fiquei curioso para entender de quem ouviu, o que tem de tão bom.
Saudosismo e nostalgia, principalmente.
Mas confesso que a nova vocalista, Emily, me agradou bastante – considerando as expectativas baixíssimas pós Chester.
Fechando aqui, gente. Voltamos sexta que vem!
Vi Guerra civil ontem, do Alex Garland, com o nosso Wagner Moura. Ainda não sei bem o que achei. Fiquei com a impressão de que o argumento que dá título ao filme foi subutilizado para abordar mais a estupidez da guerra. Não que seja um uso descabido e até entendo o peso maior que a guerra “em casa” carrega, só que qualquer outro pano de fundo funcionaria também.
É, eu tb fiquei sem saber o que achar. Eu gostei da premissa mas não achei lá essas coisas a execução, acho que se fosse uma história com atores desconhecidos passaria batido, o hype fez bastante diferença para as boas críticas, eu acho. Não achei ruim, mas como diria Larry David: ehh ¯\(ツ)/¯
Também deu nó, achei tudo meio forçado. A ambientação poderia ser qualquer guerra.
Lendo: Cuícas imortais. Como o próprio nome diz, é um livro sobre grandes cuiqueiros brasileiros, contando a história do instrumentos através dos seus mais notáveis tocadores.
Assistindo: x-men 97. Depois do hype comecei a assistir, até agora to curtindo. Tem uma pegada mais adulta nos episódios.
Ouvindo: ando escutando e descobrindo alguns artistas do city pop. Achei o instrumental do gênero muito bom. Destaque para o guitarrista Masayoshi Takanaka.
Estou lendo “A leste dos sonhos”, da Nastassja Martin, e antes estava lendo “A Curva do Sonho”, da autora Ursula K. Le Guin (coincidência, os dois com sonho no título). “A Curva…”, apesar de lançado em 1971, é super atual, com discussões sobre guerras, crise climática e futuro (presente?) distópico.
Vendo: De Animê – as animações DanDaDan (já tinham me recomendado para ler o mangá, mas eu torcia o nariz por causa do nome e do visual. O animê acabou me capturando devido ao ritmo frenético, as zoeiras adolescentes sexualizadas e a boa dublagem); Ranma 1/2 (remake sem tantas firulas em relação ao original e com boa animação); e Dragon Ball Daima (é tipo GT mas “canônico” e bem legalzinho para assistir); fora outros.
YouTube: Saveitforparts (um cara “leigo” que faz bastante experimento com receptores satelitais); canais de viagem tipo Simple Railway, NonStopEuroTrip, “Planes, Trains, Everything” (legal pois é uma pessoa “de idade” rodando a Europa em todo tipo de modal de transporte); Hardware Heaven (dicas de informática e mini servidores domésticos simples); Robot Cantina (um cara fazendo experimentos com motores e veículos simples);
Lendo: Mangás – Undead Unluck (comecei devido ao animê. Está provavelmente no arco final); Kagurabachi (um filho de um criador de espadas mágicas acaba sendo alvo de diversos grupos atrás das tais espadas); Red Cat Ramen/Ramen Akaneko (gatos donos de um restaurante de lamen); dentre outros
Escutando: o canal laut.fm/deep-house-sounds ; e um rádio FM que adquiri recentemente.
Comecei a ver o anime Dan Da Dan e estou dando gostosas gargalhadas.
Tô na metade do livo “Humanidade” do Rutger Bregman, estou achando bem bom. Foi uma indicação do famigerado Startup da Real.
Vi o filme Terrifier 3 e que parada bizarra e gore.
Terminei “12 Semanas para Afiar sua Mente”, no qual vou precisar reviver toda as semanas, mas dessa vez anotando tudo, não achava que seria um caderno de exercícios.
Terminamos de ver “A hora do Diabo”, intrigados para saber como a terceira temporada dará a conclusão final para a história.
normalmente não tenho nada pra falar, mas …
agora há pouco estava ouvindo algumas músicas brasileiras (MPB e rock) dos anos 70 e 80 no Youtube (que por alguma misteriosa razão deixou de me atormentar com aqueles irritantes anuncios seriais)
gente, aquilo lá é ouro
fora isso, vi uns doraminhas bobinhos: Hidden Love e When I Fly Towards You
(não sou dorameiro, acho que vi uns 5 ou 6 até hoje)
estou dando uma olhada em Silo e Dune Prophecy, mas acho que os 2 são só enrolação mesmo
ps. opinião não solicitada, mas que vou dar assim mesmo 😁
acho que Dune não faz sentido algum nos dias de hoje
foi uma livro que refletia seu tempo, a contra-cultura dos anos 60
acho que quem assiste o blockbuster não tem a mínima ideia do que realmente estã́ assistindo
Eu não li o livro nem vi o filme recente, só a versão do David Lynch. Mas você não acha que tem toda uma discussão sobre clima, disputa por recursos naturais, governos autoritários etc. que tem tudo a ver com a atualidade?
talvez ele tenha se referido mais à parte psicodélica e “religiosa” do livro.
quanto a parte ecológica, principalmente do quarto livro, é impossível negar as semelhanças.
de fato, no primeiro livro, “Dune”, o autor dedica o livro aos ecologistas, “dry land ecologists”, meu entendimento é que ele estava falando do pessoal que faz trabalho de campo
mas naquela época o aquecimento global não era um assunto tão importante e “polêmico” como nos dias de hoje (“polêmico” entre aspas, porque normalmente só quem é de direita política contesta)
o primeiro livro, “Dune”, definitivamente tem cunho místico/religioso, tanto assim que o segundo livro é “O Messias de Dune”, e Paul é a encarnação do “Kwizats Haderach”, uma espécie de Messias que a Bene Gesserit estava tentando criar ao longo dos tempos
por outro lado, no geral uma “obra de arte” se torna autônoma através dos tempos, então eventualmente pode-se encontrar significados que não existiam quando a obra foi criada
Faz sentido pensar em autonomia da obra e releituras possíveis.
Mas acho que por estar tão envolvido com a ecologia e o suposto progresso trazido pelas mudanças climáticas causadas pelo Paul (vale citar que o próprio reconhece o erro do que ele criou), não tem como não relacionar com o que estamos vivendo.
Isto posto, só não faz sentido nos dias atuais se pensarmos na psicodelia religiosa do livro, quanto a ecologia o livro vai como uma luva.
Não que não dê pra falar de fanatismo religioso, mas aí é outra conversa bem mais longa do que essa.
Estou lendo As 29 Poetas Hoje, organizado pela Heloisa Buarque de Hollanda, e me encantando bastante com a poesia contemporânea!
Vendo: Silo, Shrinking e Insecure. Mesmo tendo plena consciência de que Silo poderia ter menos enrolação, preciso admitir que essa série me pegou. Cada fim de episódio é um gancho terrível! Shrinking é ótima. Aliás, tenho visto ótimas comédias na Apple (amo Ted Lasso e Trying). Já Insecure é a comédia mais adulta que já assisti. Mas é divertida.
Lendo: Silo (como eu disse, fui fisgado por essa enrolação toda), Outlive, Um defeito de cor e A pediatra.
No momento ando viciado em ouvir sets de house funk no youtube, tem vários mt bons
Não sou mt fã de anime, mas assisti ghost in the shell (1995) e curti muito, vale a pena
E estou acompanhando os lançamentos de Shrinking e Silo, ambos na apple tv
opa, manda o link destes sets!
eu tenho ouvido bastante os sets do Fred again e uns do Boiler Room, além dos tradicionais do Above & Beyond.
To vendo a série The Penguin, no terceiro episódio, e fazendo o contrário de um binge watching. Por enquanto recomendo demais, as vezes vc até esquece que é uma série de boneco, e tá incrível ver o Colin Farrel como Pinguim.
Para mim, a série do ano. Eu nem sou tão fã do Batman e dos personagens desse mundo, mas essa série me prendeu demais. Depois que terminar, conta o que achou.
voltei a assistir JoJo, estou na segunda temporada
ouvindo o novo álbum do linkin park
lendo…nada. estou dando um tempo pra me preparar pro TCC da pós, rs.
faltam 4 episódios para eu acabar Curb your enthusiasm e meh, devia ter acabado lá no meio da 10a, mas faz parte. quero ver a série do Senna :)
comecei a ler o ultra processed people do chris van tulleken, dica da thaís do podcast a hora/ex-foro de teresina e tô curtindo, a descrição de goma xantana definitivamente me pegou.
e ouvi hoje o ep da rádio escafandro junto com a intercept sobre o brasil paralelo nas escolas, quase abri tópico aqui de tão bom! das dicas essa é a q recomendo DEMAIS
Esse ep do Escafandro está absurdamente bom mesmo! Nunca imaginei que os tentáculos da Brasil Paralelo fossem tão articulados.
Não sei se já recomendaram mas saiu um podcast novo do Chico felitti “De saída – a vida fora da internet” e é a cara do MdU e das discussões que temos por aqui; no primeiro episódio entrevistou uma YouTuber sumida uma tal de Jout Jout (ouvi falar). Adorei!
https://open.spotify.com/show/5O54TkP9Kel4Pr8zN4o5RY?si=xfQqSmqqTtqsm97GJuvuRw
Eu ouvi ontem.
A entrevistadora ser fã da Jout Jout deixou a conversa meio água com açúcar, não? Quando questionam como ela está ganhando a vida longe da internet, por exemplo, e ela dá uma não resposta (“diminui o custo de vida”??), fica por isso mesmo.
Contexto: sei quem é/foi, mas nunca assisti a nada da Jout Jout. Dito isso, ela me pareceu meio… pirada? (Sem zoeira; num sentido clínico mesmo.)
Sempre via matérias sobre ela e ela soa como uma espécie de “personagem”. Já tentei acompanhar ela alguma vez, mas não fui muito com o estilo dela.
Mas como dizem por aí, creio que ela não deveria ter virado assunto novamente. Se ela tá longe da internet, por quê tentar trazer ela para os holofortes de novo?
Disclaimer: não acompanho o Chico Felitti e já ouvi falar dele também. Dizem que ele é um “Leo Dias gourmet”.
Fiquei com a mesma sensação do água com açúcar, achando que a entrevista prendia um pouco para meio que uma tietagem suave.
Mas acho que não fosse um perfil de repórter como ela, não teria rolado contato algum. Que dirá entrevista como foi (ainda que água com açúcar).
Será? A Jout Jout topa a entrevista de primeira, antes da Beatriz dizer muita coisa. Tenha a impressão de que uma repórter simpática-porém-não-fã também conseguiria trocar uma ideia com ela para o podcast.
eu não suporto esse chico felitti mas fiquei bem curiosa pra saber o que rolou com a Jout jout, imagino o dano que a exposição fez pra cabeça dela. espero que ela esteja bem
Até tentei mas não gosto desse formato de podcast que a pessoa conta uma historinha. Parece os antigos disquinhos de vinil que contavam histórias pra crianças. Acho um estilo muito chato de acompanhar.
Eu nunca tinha ouvido o Chico. Não sou capaz de opinar, mas me parece um pouco na estrutura do escafandro, este último acho que fazem um trabalho muito bom de investigação e roteiro.
Mas (acho que) entendo o que você diz, quando é uma “história”, geralmente preciso estar muito interessado pra assistir, faço o mesmo pra filmes e séries.
Começamos a ver Invejosa, uma série cômica argentina bobinha da Netflix, para passar o tempo. Para isso, acho que cumpre o seu papel.
Assisti com a esposa e finalizamos semana passada. É legalzinha. Só não gostei de ter que esperar pela segunda temporada.
De série cômica argentina bobinha gostei bastante da série Nada (tem a participação e produção do Robert De Niro). O personagem é meio ranzinza estilo meio Larry David.
Lendo “O mestre e Margarida” de Mikhail Bulgakov, um livro bem bom. Assistindo Duna, Profecia e Squaring the Circle – a história do grupo Hipgnosis.
Esses dias peguei pra reler de novo o Senhor dos Anéis, e tentar começar mais uma vez o Elric de Melniboné
Eu estou assistindo novela. Sim, novela. Bang Bang, produzida pela Globo em 2005.
Já sobre ouvir, tem um tempo que tenha dado uma pausa na vida de pseudo audiófilo. Tenho a acompanhado as setlists semanais do Bandcamp e só.
Já leitura, estou lendo “As Brigadas Fantasmas”, segundo livre de uma série de 5 escrito por John Scalzi.
nossa, eu tive uma fase muito noveleira ano passado e valeu demais! descobri que o hype ao redor de avenida brasil era, sim, mto real
Eu entrei nessa fase pois tenho muitas lembranças afetivas envolvendo a família toda na frente da televisão para assistir a programação. Era o que tínhamos de lazer e entretenimento. Aí fiquei na vibe de rever algumas pois não me lembrava bem das tramas. É bem bobinho e tem muita enrolação e uns roteiros que tu pensa “tá me tirando de otário”, mas é legal de passar o tempo. Divertidinho, assim, no diminutivo.
Tem várias novelas antigas que eu gostaria de (re)ver, mas não dá. O formato exige muuuuuita enrolação, pois centenas de episódios diários. Comecei Corpo a corpo quando saiu no Globoplay e aguentei uns 15 episódios.
As “minisséries” da Globo, essas sim consigo ver. Hilda Furacão é sensacional.
Sim! Tenho vontade ver Avenida Brasil, mas só de pensar na enrolação e no tanto de tempo a ser dedicado, desisto da ideia.
Sim. Muita enrolação. Adotei a prática de usar o picture-in-picture enquanto desenvolvo outras atividades. Consigo assim amenizar um pouco essa sensação de que as coisas não fluem na trama. E cara, não flui mesmo. E tem umas tramas de “encher linguiça” e te chamar de “otário” que às vezes dá vontade de desistir da empreitada. É hilário esse formato da dramaturgia das novelas. O engraçado é que cada canal tem suas características definidoras, Você percebe de cara se uma novela é da Globo, SBT, Tupi e etc… Meu próximo empreendimento será assistir as 10 primeiras temporadas de Malhação. E obrigado por me lembrar de Hilda. Eu era muito pequenino na época mas me lembro de tramar para assistir às escondidas. Rsrs
Deixar de fundo enquanto faz outras coisas é uma ótima dica e passar os núcleos chatos. Malhação eu comecei a ver, desisti. Só a da vagabanda que é muito boa/muito ruim. Outra horrorosa q adorei rever foi Por Amor ⭐⭐
Sou muito a favor de ver séries mais antigas, que já acabaram.
Assistindo The Wire e achando fantástico! Agora na terceira temporada.
Depois que vi The Wire e Sopranos eu fiquei meio orfão de séries com esse nível de fodacidade.
Alguém indica algo na mesma pegada? Já vi Breaking Bad e Better Call Saul, que também são sansacionais.
Mad Men é a minha série favorita e acho que está no nível de “fodacidade” de Soprano’s. Começamos a ver Boardwalk Empire aqui e me pareceu, pelos dois primeiros episódios, um Soprano’s só que nos anos 1920.
Talvez não seja tão foda quanto essas mas é bastante: Mr Robot.
gostei muito de The Wire também
tem um negócio que sempre lembro: Stringer vai a uma faculdade noturna (acho que é um community college) e pergunta ao professor como renovar uma marca …
Estou assistindo a trilogia Creed.
Só vi o primeiro Rocky. Terminando Creed verei os de Rocky. rsrs
Ouvindo bastante o novo álbum do Linkin Park.
O que tem de tão bom no novo album do LP? Vi que na semana passada uma galera estava comentando sobre algumas músicas, consegui ainda não entender o porque. Eu não cheguei ouvir ainda, mas fiquei curioso para entender de quem ouviu, o que tem de tão bom.
Saudosismo e nostalgia, principalmente.
Mas confesso que a nova vocalista, Emily, me agradou bastante – considerando as expectativas baixíssimas pós Chester.
Vou pra ouvir essa semana.