Fechando aqui, gente. Na outra sexta (14/3) voltamos com as recomendações.
Jogando o remake de Riven. Está maravilhoso, joguei muito quando criança e como é um jogo de ambientação imersiva dá uma sensação nostálgica de voltar a um velho lugar conhecido.
Comecei a ver a segunda temporada de ruptura, mas não lembrava de absolutamente nada (olha aí) e tive que parar. Estou reassistindo a primeira agora.
Acompanhando a segunda temporada do Solo Leveling.
Assistindo:
– The Watchers: filme com uma história interessante, mas com uma finalização meio meh! Tem no Max
– O Urso do Pó Branco: o puro no-sense. Rs
Os observadores? Que filme ruim. Um grande furo: como ele foi capaz de construir aquele bunker?
Plano para o Carnaval:
Assistir a série de Duna no Max.
Avançar alguns episódios da Invencível no Prime.
Terminar o jogo Shadow Dancer do Mega Drive que estou jogando no recém adquirido R36s.
Terminei a bibliografia básica do semestre, falta a complementar, mas ainda não consegui comprar, seja na amazon ou seja de graça pela internet, então estou sem mta leitura atm
Não consigo voltar a assistir The Boys, estou no final da primeira temporada, por mais que eu tente não consigo ficar 5 minutos assistindo, odeio essa sensação pois a série estava construindo uma base sólida
Ainda ouvindo músicas clássicas, primariamente música soviética. Destaco L’Internationale, versão cantada pelos alunos da universidade de Tsinghua, que é muito bem realizada, e, ao combinar o canto em mandarim com outros idiomas, realmente traz o sentimento de, bem, internacionalidade
Por fim, destaco Kingdom Come Deliverance II, jogão da porra, a imersão e complexidade das mecânicas do jogo me fizeram não conseguir parar de jogar nessa ultima semana – em especial a mecânica de combate, que é difícil, mas muito viciante quando se pega o esquema. Recomendo para os interessados em Europa medieval
Estreou a quarta temporada de Valeria, na Netflix. Por uma rápida pesquisa, parece que é a última. Acho que assistiremos a ela no feriado de Carnaval.
Assisti Dia Zero na Netflix e não curti. Muitos clichês e um roteiro meia-bocão. Fiquei com a sensação que poderia ser apenas um filme de sessão da tarde ruim, ao invés de uma série com seis episódios.
Lendo Prometeu Prisioneiro de Ésquilo. No começo, você tem que se adaptar para ler algo em verso, ajustar o ritmo. Depois de engrenar, é incrível.
Semana passada assistir “Enemy” filme adaptado da obra do Saramago, o Homem Duplicado – li o livro no ano passado – o diretor do filme é o Denis Villeneuve
Também assistir a “Tremors”, é aquele filme com o Kevin Bacon novinho fugindo dos monstros que estão no subsolo, era um filme muito recorrente na tardes de filmes do SBT, reve-lo foi pura nostalgia, não é tão bom quanto eu lembrava que fosse (nunca é) mas valeu à pena. O filme está disponível no primevideo.
Tremors é muito trasheira (no bom sentido) e um belo exemplo de títulos traduzidos no Brasil melhores que o original: O ataque dos vermes malditos, hahaha!
Por aqui ainda maratonando Modus Operandi. Na vibe do Oscar vi Conclave, filme feito pra ganhar, acho que leva.
Vou começar a ler Walden, de H. D. Thoreau. É um livro que veio meio que numa pilha que pegamos num sebo, alguém conhece?
Assistindo, ainda estou vendo Arcane (temporada 2) e acompanhando The White Lotus (temporada 3)
Sim, é um livro considerado clássico, eu diria. Tem ideias legais, um pouco cansativo. Influenciou bastante a cultura, principalmente pq o autor era adepto da desobediência civil.
É uma ideia que rondou bastante a cabeça dos mais idealistas, acho que até hj… Morar numa cabana longe da civilização, só a natureza e tal.
Mas a verdade tb é q ele tava perto da casa da mãe e ela levava comida pra ele, essa parte ele deixou de fora haha
Na época que li, amei, amava na natureza selvagem, que foi influenciado por ele tb (o cara que foi pro Alasca, q é a história do livro, não o autor), mas hj, confesso, já ‘torço o nariz’ com esses papos.
Porém, sempre pode ter algo que faça a gente gostar e o momento da vida. Se for esse o caso, boa leitura!
Ótima resenha, acho que vai valer a leitura para agregar em conhecimento inútil. 😁
Não cheguei a ler, mas uma versão fictícia do Thoreau aparece em Dickinson e gera um arco interessante, um dos meus favoritos da série.
Assistindo:
A resmasterização da versão dublada de Card Captor Sakura . – Nostalgia “vende”, mas tipo, reassistir algo bem mais “redondo” e sem os cortes que teve na primeira vez que veio a tv é bem legal e vale a pena. Além de prestar mais atenção em detalhes da história. É claro, uma animação japonesa, feita para crianças e vender produtos. Mas tipo, cá entre nós, quem não se encanta com algo que pegou gosto?
Bonus: a versão dublada de “Sakamoto Days” é bem legal e estou “apaixonado” pelo jeito de falar da Li Xiaotang.
Lendo:
As distrações do sistema de entretenimento automotivo – Em uma briga entre agências reguladoras e fabricantes, as “telas dos automóveis” agora são alvo, pois de fato permite mais distrações pela forma que hoje os veículos tem de serem comandados. Se antes os comandos eletroeletrônicos dos veículos era por botões desenvolvidos para segurança, ergonomia e praticidade, o touchscreen perde tudo isso, complicando o acesso a comandos que deveriam ser simples e imediatos como o da ventilação interna ou até mesmo do limpador de parabrisas e do sistema de iluminação.
Li um tempo atrás que as montadoras estão voltando a adotar botoes, pois os consumidores preferem eles do que as telas (e botões são mais baratos)… Recentemente a FIAT lançou o novo Panda e a versão mais básica é totalmente manual… A imprensa falou mal, mas nos comentários era só elogios dos leitores. Haha.
Para qualquer veículo, a interação entre o ser humano e a máquina deve ser prática de forma que o humano não tire os olhos do exterior da máquina. Não a toa os cursos de condução de veículos ou operador de empilhadeira por exemplo. E nada melhor que botões do que algo que você toca mais não sente a resposta, o clique, o tremor.
E o link que peguei na verdade peguei de uma indicação que vi do David Zipper no Blusky. Ele tinha posto na verdade um outro link antes, falando que a agência NCAP já estão criando normas para não permitirem mais comandos via touchscreen que forcem a distração do motorista. Todo comando básico (luzes, parabrisas, buzina) terá que ser em botão, não em touchscreen ou similar. O link – https://www.theverge.com/2024/3/5/24091043/euro-ncap-safety-rating-europe-2026-touchscreen-buttons-dials
Fechando aqui, gente. Na outra sexta (14/3) voltamos com as recomendações.
Jogando o remake de Riven. Está maravilhoso, joguei muito quando criança e como é um jogo de ambientação imersiva dá uma sensação nostálgica de voltar a um velho lugar conhecido.
Comecei a ver a segunda temporada de ruptura, mas não lembrava de absolutamente nada (olha aí) e tive que parar. Estou reassistindo a primeira agora.
Acompanhando a segunda temporada do Solo Leveling.
Assistindo:
– The Watchers: filme com uma história interessante, mas com uma finalização meio meh! Tem no Max
– O Urso do Pó Branco: o puro no-sense. Rs
Os observadores? Que filme ruim. Um grande furo: como ele foi capaz de construir aquele bunker?
Plano para o Carnaval:
Assistir a série de Duna no Max.
Avançar alguns episódios da Invencível no Prime.
Terminar o jogo Shadow Dancer do Mega Drive que estou jogando no recém adquirido R36s.
Terminei a bibliografia básica do semestre, falta a complementar, mas ainda não consegui comprar, seja na amazon ou seja de graça pela internet, então estou sem mta leitura atm
Não consigo voltar a assistir The Boys, estou no final da primeira temporada, por mais que eu tente não consigo ficar 5 minutos assistindo, odeio essa sensação pois a série estava construindo uma base sólida
Ainda ouvindo músicas clássicas, primariamente música soviética. Destaco L’Internationale, versão cantada pelos alunos da universidade de Tsinghua, que é muito bem realizada, e, ao combinar o canto em mandarim com outros idiomas, realmente traz o sentimento de, bem, internacionalidade
Por fim, destaco Kingdom Come Deliverance II, jogão da porra, a imersão e complexidade das mecânicas do jogo me fizeram não conseguir parar de jogar nessa ultima semana – em especial a mecânica de combate, que é difícil, mas muito viciante quando se pega o esquema. Recomendo para os interessados em Europa medieval
Estreou a quarta temporada de Valeria, na Netflix. Por uma rápida pesquisa, parece que é a última. Acho que assistiremos a ela no feriado de Carnaval.
Assisti Dia Zero na Netflix e não curti. Muitos clichês e um roteiro meia-bocão. Fiquei com a sensação que poderia ser apenas um filme de sessão da tarde ruim, ao invés de uma série com seis episódios.
Lendo Prometeu Prisioneiro de Ésquilo. No começo, você tem que se adaptar para ler algo em verso, ajustar o ritmo. Depois de engrenar, é incrível.
Semana passada assistir “Enemy” filme adaptado da obra do Saramago, o Homem Duplicado – li o livro no ano passado – o diretor do filme é o Denis Villeneuve
Também assistir a “Tremors”, é aquele filme com o Kevin Bacon novinho fugindo dos monstros que estão no subsolo, era um filme muito recorrente na tardes de filmes do SBT, reve-lo foi pura nostalgia, não é tão bom quanto eu lembrava que fosse (nunca é) mas valeu à pena. O filme está disponível no primevideo.
Tremors é muito trasheira (no bom sentido) e um belo exemplo de títulos traduzidos no Brasil melhores que o original: O ataque dos vermes malditos, hahaha!
Por aqui ainda maratonando Modus Operandi. Na vibe do Oscar vi Conclave, filme feito pra ganhar, acho que leva.
Vou começar a ler Walden, de H. D. Thoreau. É um livro que veio meio que numa pilha que pegamos num sebo, alguém conhece?
Assistindo, ainda estou vendo Arcane (temporada 2) e acompanhando The White Lotus (temporada 3)
Sim, é um livro considerado clássico, eu diria. Tem ideias legais, um pouco cansativo. Influenciou bastante a cultura, principalmente pq o autor era adepto da desobediência civil.
É uma ideia que rondou bastante a cabeça dos mais idealistas, acho que até hj… Morar numa cabana longe da civilização, só a natureza e tal.
Mas a verdade tb é q ele tava perto da casa da mãe e ela levava comida pra ele, essa parte ele deixou de fora haha
Na época que li, amei, amava na natureza selvagem, que foi influenciado por ele tb (o cara que foi pro Alasca, q é a história do livro, não o autor), mas hj, confesso, já ‘torço o nariz’ com esses papos.
Porém, sempre pode ter algo que faça a gente gostar e o momento da vida. Se for esse o caso, boa leitura!
Ótima resenha, acho que vai valer a leitura para agregar em conhecimento inútil. 😁
Não cheguei a ler, mas uma versão fictícia do Thoreau aparece em Dickinson e gera um arco interessante, um dos meus favoritos da série.
Assistindo:
A resmasterização da versão dublada de Card Captor Sakura . – Nostalgia “vende”, mas tipo, reassistir algo bem mais “redondo” e sem os cortes que teve na primeira vez que veio a tv é bem legal e vale a pena. Além de prestar mais atenção em detalhes da história. É claro, uma animação japonesa, feita para crianças e vender produtos. Mas tipo, cá entre nós, quem não se encanta com algo que pegou gosto?
Bonus: a versão dublada de “Sakamoto Days” é bem legal e estou “apaixonado” pelo jeito de falar da Li Xiaotang.
Lendo:
As distrações do sistema de entretenimento automotivo – Em uma briga entre agências reguladoras e fabricantes, as “telas dos automóveis” agora são alvo, pois de fato permite mais distrações pela forma que hoje os veículos tem de serem comandados. Se antes os comandos eletroeletrônicos dos veículos era por botões desenvolvidos para segurança, ergonomia e praticidade, o touchscreen perde tudo isso, complicando o acesso a comandos que deveriam ser simples e imediatos como o da ventilação interna ou até mesmo do limpador de parabrisas e do sistema de iluminação.
Li um tempo atrás que as montadoras estão voltando a adotar botoes, pois os consumidores preferem eles do que as telas (e botões são mais baratos)… Recentemente a FIAT lançou o novo Panda e a versão mais básica é totalmente manual… A imprensa falou mal, mas nos comentários era só elogios dos leitores. Haha.
Para qualquer veículo, a interação entre o ser humano e a máquina deve ser prática de forma que o humano não tire os olhos do exterior da máquina. Não a toa os cursos de condução de veículos ou operador de empilhadeira por exemplo. E nada melhor que botões do que algo que você toca mais não sente a resposta, o clique, o tremor.
E o link que peguei na verdade peguei de uma indicação que vi do David Zipper no Blusky. Ele tinha posto na verdade um outro link antes, falando que a agência NCAP já estão criando normas para não permitirem mais comandos via touchscreen que forcem a distração do motorista. Todo comando básico (luzes, parabrisas, buzina) terá que ser em botão, não em touchscreen ou similar. O link – https://www.theverge.com/2024/3/5/24091043/euro-ncap-safety-rating-europe-2026-touchscreen-buttons-dials