24 comentários

  1. Sugestão de leitura: “A era da pós vergonha. Marcelo Soares observa os anos de ação de grandes empresas buscando tentar apenas ganhar dinheiro fazendo um mal geral, para isso usando a distração do conteúdo como forma de arregimentar pessoas para a caua das mesmas, ou ao menos reafirmar o negacionismo.

    Assistindo: “Apocalypse Hotel”- A Terra sofre com um mal que obriga todas as pessoas a migrarem para o espaço. E em um hotel em Ginza, robôs e androides cuidam do chamado “hotel mais hospitaleiro” esperam por anos a volta de hospedes. Até que um dia Yachiyo (a androide chefe), Robô Porteiro (plift ploft still… a porta se abriu!) e o resto do staff recebem seu primeiro hóspede após 100 anos.

    Definitivamente uma delícia de assistir.

  2. Ouvindo o podcast Ilha Quadrada do Adriano Brandão (do Pouco Pixel) no Spotify. Adriano entende muito de musica clássica, e neste podcast de 7 episódios nos apresenta alguns dos conceitos mais importantes e de um jeito único. É maravilhoso!

    Esse podcast só está disponível no Spotify (acredito eu) por conta das obras que ele apresente em partes e na íntegra enquanto conversa conosco. É preciso ouvir para entender.

    Também terminei de rejogar The Dig, depois de ler a novela que veio na versão do GOG.
    Acho que dei a volta e passei a gostar novamente do enredo ao reler a novela que conserta algumas coisas do jogo. The Dig era um daqueles jogos que, acredito eu, não passariam na regra dos 15 anos em termos de enredo. Não é a primeira vez que o jogo novamente depois de adulto, e da última vez que joguei achei algumas explicações sem muito sentido, aquela coisa típica de um desenho animado dos anos 90. Pois bem, a novela e a nostalgia consertaram esse incômodo.
    E dessa vez fiquei obcecado em como os cenários são belíssimos!

  3. Assistindo: Nova temporada de Black Mirror, até o momento bem melhor que a última.
    Ouvindo: João Marcos Kelbouscas

  4. Lendo: “Entendo algoritmos – um guia ilustrado para programadores e outros curiosos”, de Aditya Y Bhargava – depois de uma entrevista técnica para uma vaga em uma grande empresa que ñ consegui fazer um “if”, a síndrome do impostor bateu forte!!! O livro é bem didático e está me ajudando a entender mais profundamente os ditos.
    Ouvindo/vendo: https://youtube.com/@ariathome?si=G0pZNiurAIXSAsC5 – o fato de que pessoas aleatórias podem o talento de cantar com qualidade, foi que me atraiu no canal. Além da criatividade do dj Aria.

    1. Semanas atrás fiz um teste técnico para uma vaga, e sofri o mesmo que você, precisava fazer uma query e meu deu um branco enorme.

  5. Estou lendo a biografia de Mahommah Gardo Baquaqua, um ex-escravo que morou no Brasil e conseguiu fugir para os EUA e conseguir sua liberdade. Ainda estou no começo do livro, comecei tem 2 dias.
    Eu terminei de assistir à 3ª temporada de Dexter e agora vou passar para a 4ª. Sei que é uma série que já acabou, e eu prefiro assim, hahah. Não gosto de ver séries novas porque corre o risco de não ter final.
    Ouvindo: eu recentemente achei um álbum de artistas brasileiros, intitulado Rock Triste Contra o Coronavírus, gravado na pandemia. Tem várias versões muito boas de músicas conhecidas. O destaque fica para a minha favorita, da banda Chico de Barro, cantando “Divo, Maravilhoso”. Tem a versão comentada no YouTube:
    https://youtube.com/playlist?list=PL1b7ehviixqEm6qpy8v6zwPYZMmnRaId3&si=V-a9R2ckUpKQqzhG
    E, para ouvir ou baixar só as músicas, no Bandcamp:
    https://rocktristecontraocoronavirus.bandcamp.com/album/rock-triste-contra-o-coronav-rus

    1. O que tem achado de Dexter? Quando saiu aquela nova série na Paramount (New blood, horrível), revi os primeiros episódios da série clássica e achei que envelheceu tão mal… Ou talvez eu mudei? Porque não me lembro, nos anos 2000, da conduta dele ser tida como questionável, e agora, revendo tantos anos depois, as motivações e o “modus operandi” do Dexter me parecem tão problemáticos quanto os das suas vítimas.

      A abertura, porém, das melhores que a TV já produziu.

      1. Eu assistia episódios esporádicos na época em que passava na tv, mas agora decidi ver tudo na ordem. Acho a série bem mórbida e um pouco pesada, mas tem algo divertido nela. Por mais que as atitudes do Dexter sejam claramente questionáveis, tem momentos em que a série consegue ser até divertida, de um jeito meio sombrio, claro. Acho que tenho um certo fascínio por histórias de vingança e justiceiros kkkkkkkk, esse tipo de narrativa acaba me prendendo bastante.

        Concordo demais sobre a abertura, uma das mais criativas que já vi.

      2. Não assisti Dexter, mas não é mais um caso onde não devemos nos inspirar no protagonista? Tipo Sopranos, Barry, Breaking Bad…?
        Até Curb Your Enthusiasm, não é pra ninguém se identificar com o Larry David kkkk

        1. Dexter se encaixa nesse perfil, sem sombra de dúvida, hehehe! Acho que ele se distingue um pouco dos demais que você mencionou (não vi Barry) por ele “fazer justiça”, no sentido de só assassinar outros assassinos que escaparam da Justiça. Acho que, nesse sentido, a personagem Dexter se aproxima mais do perfil do capitão Nascimento, de Tropa de Elite.

          Até Curb Your Enthusiasm, não é pra ninguém se identificar com o Larry David kkkk

          Fiquei preocupado agora 😶

          1. Barry é muito bom. Inclusive fizeram um episódio só pra jogar isso na cara dos fãs que não tavam entendendo e tavam se identificando com o protagonista ou esperando algum arco de redenção do tipo “no fundo você não é mau”.

  6. Saiu Diablo 3 no gamepass e finalmente consegui jogar… Já foram umas 10hs brincando. Kkkkk. Eu gostei mais desse do que dos outros, pela jogabilidade, mas o preço alto sempre era um problema.

  7. Terminei de ver a nova temporada/série do Demolidor. Foi legal para matar a saudade dos personagens, mas bem inferior a da Netflix. Ritmo bem lento, algumas coisas ali bem forçadas, a série foi só uma preparação para o que vai acontecer na próxima temporada, mas pelo menos teve umas cenas violentas, que era medo de todo mundo com essa ida da série para as mãos da Disney, né. Mas espero que a 2º temporada seja melhor (sabendo que não vai chegar aos níveis da versão da Netflix)

    Comecei a assistir tbm o anime Diários de uma Apotecária. Não sou muito de assistir animes mais, mas parece legal esse.

    E lendo estou lendo O Aprendiz de Assassino, da Robin Hobb, estou afim de ler algo de fantasia e comecei hoje a ler o Oráculo da Noite, do Sidarta Ribeiro.

    1. Ah, e comecei a jogar Metro 2033 Redux que peguei de graça na Steam esses dias. Já tinha ele na GOG, eu acho, mas não cheguei a jogar.

  8. Assistindo: F1 – Drive to Survive
    Ouvindo os álbuns: Autodomínio (Pumapjl) e Chocolate Starfish (Limp Bizkit)

  9. Ontem estávamos zapeando aqueles “canais” de streaming gratuitos e acabamos vendo Sharknado 2. É ruim demais, além do “engraçado de ruim”.

    Ouvi só uma vez até agora (e gostei!) o novo da Marina Sena, Coisas naturais.

  10. Eu quero assistir a nova temporada de amor no espectro, que fala sobre relacionamentos entre pessoas com autismo

    Ouvi ontem o último do fontaines DC e gostei mais do q da outra vez que ouvi

    Vou dar uma pausa no livro sobre ultraprocessados esse fds afinal tô com um monte de chocolate aqui haha

  11. Finalizei esta semana “A Dama das Camélias” e comecei “O Retrato de Dorian Gray” (que é tão gostoso de ler que hoje mesmo o terminarei). Pretendo começar alguma obra nacional, provavelmente algo de José de Alencar, que eu amo muito.

    Em relação à música, tenho perdido um pouco essa prática de acompanhar algo. Confesso que preciso reaprender a apreciar a música, em vez de apenas deixá-la como um barulho de fundo.

    Quanto aos vídeos, recentemente, “fiz um bolo” com as mídias e acabei me perdendo. Não consegui manter o ritmo e não acompanhei nada. Terminei a novela “Bang Bang” que comecei ano passado e hoje estou começando “DNA²”, um anime meio sem noção, mas bem divertido.

  12. Assistindo The Americans. É sobre um casal de espiões soviéticos vivendo disfarçados nos Estados Unidos durante a Guerra Fria.
    É uma série muito interessante e bem feita. Na época fez menos barulho do que merecia, talvez porque não seja de alguma queridinha como HBO ou Netflix