17 comentários

  1. Séries: terminei “Black Doves”, Netflix, muito bom. Nada excepcional, mas bem divertido. Outra série bem legal é “Ghosts”, na Paramount. É comédia, não terror como o título sugere. Outro título muito bom é “Silo” na apple tv+. Também na apple, muito muito boa é a série “Dark Matter”. O melhor é que a temporada está completa e quem for assistir pode maratonar, se quiser.
    Filmes: a dupla “Abigail”, Prime Video, e “Casamento Sangrendo”, Netflix, é imperdível. São comédias de terror/ação muito divertidas. Quem não gosta de sangue deve ter cautela. Para completar “A Caçada”, Netflix, segue a mesma linha. Todos valem o tempo investido.
    Jogando: consegui vencer o início tedioso de Metro 2033, acho até que já falei sobre isso, e finalizei o jogo durante o final de semana. Muito bom! Comecei “Mafia”, achei o visual mais interessante que o jogo, mas vamos ver como se desenvolve.
    Lendo: nada! Como sempre. Mas acho que, motivado pela Netflix, vou ler “Cem Anos de Solidão”. Li, e gostei muito, de “A incrível e triste história da Cândida Erêndira e sua avó desalmada”, então acho que “Cem anos…” tem chance de agradar.

  2. Essa semana fui no show de despedida do Sepultura aqui em Salvador, dai passei a semana ouvindo as músicas do setlist.

  3. Vendo séries latinoamericanas do Prime Video. Terminei a colombiana Los Billis, a mexicana Nadie Nos Va a Estrañar e comecei uma mexicana nova, La Cabeza de Joaquín Murieta (que é sobre o cara que inspirou o Zorro).

    Essas séries demonstram como estamos atrasados em relação ao resto da América Latina na discussão sobre indígenas em contexto urbano e racismo anti indígena. Em todas essas séries, os “mestizos” são mostrados nesse “não lugar” da cultura remanescente, identidade perdida, mas sempre sendo apontados pelos demais como “índio” e coisas assim, geralmente de forma pejorativa. A “La Cabeza de Joaquín Murieta”, por ser de época, mostra indígenas em comunidades tradicionais, mas alguns já miscigenando e migrando. E não são “índios” genéricos! Mostram três povos: Apache (especificando que são Chokonen Chiricahua), Rarámuri e Chiwa, uma etnia meio “inventada” a partir de uma junção de várias etnias. Todos eles têm língua e costumes mto bem marcados e diferenciados. Honestamente, é uma alegria pra uma pessoa indígena ver as nossas realidades múltiplas retratadas com tanto cuidado.

    Vendo essas séries, vi que música mexicana é boa demais! Nem todas as bandas que vou citar são mexicanas, mas estão na trilha das séries: Guadalupe Plata, Mengers e Ampersan. Tb resssucitei na playlist Blind Melon, Television e (nada a ver com as outras) o disco “Free fall into fear” do Trail of Tears (único disco que gosto dessa banda).

    1. Esqueci de recomendar tb os filmes do diretor Julian Rudlmaier. Anteontem assisti “Bloodsuckers: a marxist vampire comedy”, e eu já tinha visto “Um conto de inverno proletariado”. Esse segundo é bem melhor, mas ambos são mto bons, têm um estilo bem brechtiano de roteiro, atuação e direção.

      1. que demais isso de saber que tem raramuris, desde que li o livro de corrida sobre eles, indicado num episódio do rádio escafandro, fiquei encantada

  4. Hoje cedo vi o último episódio de Belo: Perto demais da luz. É uma personagem bem complexa, cheia de camadas. Eu não lembrava muita coisa do rolo que levou ele à prisão. Parece que houve uma execração pública ali mesmo, apesar dele (parecer) não ter sido inocente.

    Do ponto de vista técnico, só achei o documentário arrastado, às vezes repetitivo. Daria para reduzir um ou dois episódios (são quatro ao todo) sem muito prejuízo.

  5. reassisti ontem ao filme O que é isso, companheiro?, de 1997. Gosto muito desse filme pela lembrança de ter assistido a ele quando passou pela primeira vez na TV aberta: eu tinha uns treze ou quatorze anos e fiquei à época fascinado pela resistência à ditadura militar (da forma mais romantizada do mundo, inclusive, já que na minha inocência eu achava o máximo ser um subversivo).

    ainda gosto muito do filme, mas fiquei impressionado com o quão RUINS e caricatos são os diálogos. O filme está longe da perfeição que eu associava a ele, mas continua bom de ser visto.

    esta semana assistimos finalmente ao excelente Ainda estou aqui, um filme MUITO bom (mas também não é perfeito como andam dizendo por aí, talvez um pouco superestimado).

    depois dele comecei a ver Marighella, mas parei no meio. É claramente o primeiro experimento de um diretor iniciante, com MUITOS problemas de direção, edição, ritmo, etc (incluindo ainda diálogos ruins e caricatos, quase trinta anos depois).

    1. Marighella é um filme absurdamente sensacionalista e desrespeitoso com os sobreviventes de tortura. Aquela cena longuíssima que é um display de todos os métodos de tortura possíveis é um absurdo de desrespeitoso. Além disso, é um filme derrotista e que retrata os guerrilheiros como um bando de moleques inexperientes. É um filme de quem acha que as pessoas se mobilizam pelo martírio e não pela ação. Mil vezes o clipe do Racionais, Mil Faces de um Homem Leal, do que esse filme. Esse clipe sim é fiel ao legado do Marighella.

  6. A recomendação da semana para assistir que tenho é o “Rodrigo Hilbert Americano dos DIY” (Matt do “DIY Perks”) teve uma epifania e transformou o padrão Toslink (o sistema de transmissão de audio via fibra ótica) em um sistema laser, com isso fazendo um home theater de 6 canais, sendo 4 canais via laser. https://youtu.be/1H4FuNAByUs.

  7. Assistindo: Gladiador – nunca tinha visto e gostei

    Lendo: A Desobediência Civil

  8. Lendo: Ritos de Passagem, de Octavia Butler. Livro 2 da triologia Xenogênese. Sci-fi/fantasia. A Terra foi destruída (por seus próprios habitantes) e uma raça alien vem nos salvar. De boas intenções…
    Ouvindo: Alice Caymmi discografia completa e covers ripados do youtube.
    Assistindo: a única série que estou assistindo na disciplina é A Grande Família porque é a hora de sentar e ver tv com a minha mainha.

    1. Ah, sim: ouvindo Information Society no esquenta pro show amanhã. :D

  9. Nossa, eu amo ler as recomendações da galera. Obrigada por quem indicou o álbum do ex-vocalista do Black Midi, doideira boa!

    Essa semana vi filmes ok: grande hotel Budapeste, o predestinado, Venom 3.

    De podcast ouvi um episódio da rádio novelo sobre Caps Ad x perto de escola. Chama Não no meu quintal e adorei que trouxe várias perspectivas e me deixou sem opinião formada, apenas entendendo os lados.

  10. Vimos Golpe de sorte em Paris, do Woody Allen. Tem uma premissa bem legal, é bem construído, só achei que resolve o conflito de um jeito meio abrupto. Adoro ter filmes de ~90 minutos disponíveis, mas acho que este teria se beneficiado de mais alguns minutos de tela.

  11. Ainda não estou ouvindo, mas minha próxima degustação pretende ser o álbum “This Is Why” (2023) da banda estadunidense, Paramore. Opinião polêmica: Hayley Williams coloca Dave Grohl no chinelo.

    Estou lendo “O Conto de Zoë”, o quarto livro da série “Guerra do Velho” de John Scalzi. Bem chatinho comparado aos anteriores, mas quero terminar a série.

    Assistindo, além da novela mencionada em minha última participação (Bang Bang), agora estou acompanhando “Secret Level”, série antológica da Prime Vídeo cujos as histórias únicas a cada episódio se baseiam no universo de algum videogame (a do Pac-man é sensacional).