Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

O que você está vendo, ouvindo, lendo, assistindo…?

A gente devia fazer um desses por semana, né? Coloquei um lembrete aqui para abrir o post de indicações culturais toda sexta.

Valendo!

72 comentários

  1. Lendo: nação dopamina
    Vendo: terminei de rever os filmes do Senhor dos anéis (o terceiro envelheceu mal?) e de ver os John Wick (gostei de praticamente todos)
    Ouvindo: xadrez verbal dos brothers. Entrevistas interessantes com gente de todo o mundo. Estou empolgado para ouvir o Desce letra show sobre o indiciamento do Bolsonaro heheheh

  2. Estava muito estressado no trabalho e simplesmente não conseguia me desligar quando chegava em casa, então mês passado comecei a assistir “The big bang theory”. Ajudou muito. Incrível como essas séries leves e curtas conseguem nos desconectar dos problemas.

    Felizmente o turbilhão no trabalho passou, mas o carinho pela série ficou.

  3. Anime: One Piece (Comecei recentemente, to no ep 154)
    Série: Silo (2º Temporada que esta sendo lançada)
    Podcast: Xadrez Verbal (To escutando o ultimo ep, os demais casts não vou citar pq de fato to esperando terminar esse para escutar os outros);
    Jogando; FM24(Estou treinando o Briton Ferry, espero chegar na fase de grupos da Champions nos próximos 10 anos)

    1. O One piece vai ganhar algumas versões bem mais “rápidas” e modernas que essa aí.

      1. Sim, meus amigos me falaram, meus amigos falaram para eu esperar, mas estava a fim de ver, mas quando lançar vou dar uma olhada tbm

  4. Lendo: Revista Super Interessante, da qual sou assinante, e começando o livro Mona Lisa Overdrive, último livro da trilogia cyberpunk Neuromancer.

    Assistindo: Muito YouTube, canais de moto, tech, viagens, lifestyle.. e alguns animes.

    Ouvindo já é mais complexo, porque não consigo fazer nada sem estar com algum aúdio de fundo, seja um lofi quando estou concentrado, ou podcasts, e músicas dos mais variados genêros, quando tô editando no automático.

  5. Estava lendo Jurassic Park e é muito bom. Interessante como o filme colocou o velhinho como uma pessoa “boa”, pq no livro ele é uma mistura de Musk com Disney

  6. Série: Disclaimer

    Filmes: Dias Perfeitos (Perfect Days), Wim Wenders
    Megalopolis, Francis Ford Coppola.

    Video (YT): Depoimento de CarlosEugênio Paz (Clemente)

    Teatro/ Dança: Sacro, Teatro Cacilda Becker.

    Livros: First Philosophy, Last Philosophy (Filosofia Prima, Filosofia Ultima), Giorgio Agamben.
    Difamação (Disclaimer), Renée Knight.

    Artista plástico: Jefferson Medeiros.

  7. Série Arcane, Temporada 2 na Netflix. A temporada 1 foi uma das melhores séries que eu já vi na vida, mas a temporada 2 foi marcadamente inferior. Ainda é boa, mas houve decisões estranhas como (ALERTA SPOILER):

    ir correndo na história usando curtas musicais todo episódio, ficando confuso as vezes de entender onde estavamos quando voltou a ação normal, e não deixando a gente sentir uns eventos que mereciam atenção.

    Usar ela como cabideiro de spin-offs, indo introduzindo outros lugares, facções e personagens que querem ir fazer outras séries depois (assim como foi na T2 de Mandaloriano diga-se de passagem), ficando uma bagunça corrida de pessoas e conceitos e coisas para saber.

    Introduzindo a geringonça do Multiverso na narrativa, que tomou tempo demais com coisas não interessantes e desvalorizou os impactos do que aconteceu na historia. Diga-se de passagem, multiverso E viagem no tempo são coisas que sugam TODA a emoção e intelecto de uma narrativa (ao menos para mim, exceto se a história inteira gira em torno desses conceitos ou se é só um plano de fundo que não importa muito, tipo meia noite em paris ou Steins Gate), todo impacto que sentimos não importa mais. Morreu um personagem ou vários ? busca uma nova versão dele no multiverso. Teve uma tragédia gigantesca ? Volta no tempo e impeça que ocorra. Pronto, não temos que lidar com os impactos de nada, nada importa, tudo se desfaz, pizza.

    A serie ainda foi boa, final razoável, mas foi muito inferior da temporada 1. Talvez uma futura fanfic que pegue o final da T1 e foque apenas na guerra entre as 2 cidades e nos personagens da T1, fique melhor como um final canonico.

  8. Livros:
    * Neuromancer
    * Duna
    * Comunismo de Luxo Totalmente Automatizado
    (Estou lendo todos bem devagar)

    Filmes:
    * Encontrei um canal com filmes do saudoso Cine Trash e estava maratonando alguns (eu odeio filmes de terror, a não ser que sejam de baixo orçamento, filmes B)
    https://www.youtube.com/@BandCineTrash

    Séries:
    * Duna – A Profecia

    1. já tem no navio o epub do livro do Bastani ou pagou por ele?

  9. terminei de ver Disclaimer nesta semana

    para além das críticas abaixo feitas por Eliel, com as quais concordo em grande parte, diria que é uma série com excelentes momentos de direção e atuação e uma péssima estruturação na forma de série

    a proposta é abusar deliberadamente das narrações a fim de manipular o espectador, mas o resultado não funciona e a sensação que fica é que as narrações são simplesmente exageradas

    mas os enquadramentos, movimentos de câmara e jogos de cor são sempre muito bons, como sempre

    destaque para os gatos

  10. Assistindo a segunda temporada de Silo, com Rebecca Ferguson e Tim Robbins. Nada de excepcional, mas é sci-fi e eu gosto dos atores.

    E terminei Disclaimer – apenas para me torturar e ver até onde ia tamanha desgraça.
    Uma obra baseada na categoria “dark romance” – que é um tanto quanto soft porn feminino de misoginia retroalimentada – moralista, exagerada, moralista e pretensiosa. Já falei moralista?
    Nem consigo acreditar que foi dirigido por Cuaron, o mesmo de Children of Men. Nem Cate Blanchett salva. E foi por causa dos dois que eu dei play.

    Ouvindo o recém lançado Petrichor de 070 shake. Hip-hop com synth pop. Tá numa pegada mais sombria. Tô gostando bastante.

    Lendo a antologia As cem melhores crônicas brasileiras. De Joaquim Ferreira dos Santos. Interessante acompanhar a mudança no estilo do formato crônica ao longo das décadas.

    1. Fiquei curioso com a classificação de Disclaimer como moralista. Em que sentido, ou em que partes, você encontrou esse tom moralista?

      1. Essa série perpetua a ideia de que não podemos conceber uma mulher honrosa, forte, profissional e mãe de família que não tenha seus próprios desejos.

        ATENÇÃO PARA SPOILER ABAIXO

        Apesar de acompanharmos o que acontece com a protagonista feminina, Catherine, a narrativa é de uma perspectiva masculina. É sobre como o homem enxerga a mulher, o filho enxerga a mãe. Como a mulher não pode sair do seu papel estabelecido pelo homem, ou será escorraçada. E somente um evento extremo como o estupro pode absolvê-la, fora isso ela não deve ter suas próprias vontades.

        As duas personagens femininas são definidas por seus papéis como mães, elas não têm suas próprias vontades, além de serem objetos masculinos.

        Acho que eu colocaria o tom moralista marcado principalmente pelas cenas sexuais. Primeiro, utilizada numa tentativa de te fazer sentir nojo pela mulher (como assim uma mãe de família traindo o marido durante uma viagem após seduzir um jovem enquanto o filho dorme ao lado? Puta!), e depois utilizada para trazer redenção. Quanto mais violência a mulher sofrer na mão do estuprador, maior será sua redenção e assim perderá o estigma de puta. Para finalmente podermos olhar para ela novamente como a mulher honrosa, forte, profissional e mãe de família que ela é – mas ai dela se sentir desejo ou fazer qualquer outra coisa que não seja suprir a demanda dos homens a sua volta.

        1. tendo a concordar com tudo, mas sendo possível abstrair todos esses problemas, acho que dá pra aproveitar pelos movimentos de câmera, jogos de cor e atuação

          (quer dizer, mais ou menos)

          1. Tu acha mesmo cara? Achei a atuação de geral exagerada, até dos figurantes (!) – exceto a da blanchett, ofuscada pelo restante.

            As cores me incomodaram também pelo exagero, com as mudanças de tons quentes para frios em segundos como se tivesse ido de verão para inverno. Cuaron esqueceu as sutilezas?

            E quais movimentos de câmera dá para aproveitar? Pô, tamo falando do cara que dirigiu essa cena (SPOILER!) (https://www.youtube.com/watch?v=YMM8XrZe1R8), Children of Men (2006). A régua tá muito acima.

            (nossa, to me sentindo O detrator de disclaimer falando tudo isso hahaha)

          2. @eliel

            justamente por ser uma série tão pouco sutil acho que os momentos de sutileza de câmera e cor desaparecem, mas eles existem. A coisa dos gatos, por exemplo, é das poucas virtudes que somem entre os muitos vícios da série, assim como o uso do verde, entre outras coisas. E a atuação acho que é interessante justamente por ser meio folhetinesca, exagerada (não por acaso escolheram o ator do Borat pra fazer um papel “sério”!). A própria escolha da cate blanchett acho que tem a ver com o preconceito que o público já teria com a personagem dela em Tár (que por si só já era super exagerado). Essa coisa meio novelesca eu gostei bastante, até porque é das poucas coisas que se alinha com a proposta (mal executada) de lidar com as metanarrativas e com os jogos formais presentes naquele “disclaimer” na premiação do primeiro episódio.

        2. Hmm, saquei. Faz sentido. Observei o mesmo desenrolar que você, mas vi a série como uma crítica a esse arranjo/percepção da sociedade acerca do papel (e da sexualidade) da mulher — que acaba sendo potencializado por tratar-se de uma mãe —, e não como uma perpetuação dessa ideia. Se existe um moralismo ali, é de convenções sociais contemporâneas, como o casamento monogâmico e a responsabilidade exclusivamente parental na criação dos filhos.

          Tanto que a própria narrativa segue o “roteiro” típico de situações análogas na realidade: todo mundo condena a mulher, especula o que aconteceu mesmo sem condições para tal (o livro da mãe do Jonathan, baseado apenas nas fotos sem contexto) e não dão chances de ela se defender (algo que só consegue à força, encurralando o velho).

          Quanto mais violência a mulher sofrer na mão do estuprador, maior será sua redenção e assim perderá o estigma de puta.

          E é por isso que ela decide pelo divórcio depois que tudo fica esclarecido. A conversa que a Catherine tem com o marido no hospital, depois que o pai do Jonathan revela a verdade a ele, vai no cerne dessa questão. (Não lembro os detalhes do diálogo, mas lembro que foi bastante enfático nesse sentido.)

          1. Tu não achou inacreditável somente nesse momento um diálogo maduro esse entre os dois?

            A história pode até seguir situações análogas a realidade, mas o comportamento de algumas personagens com características específicas parecem pouco verossímeis. Ex: a própria catherine e os jornalistas.

            Como uma mulher como ela, que na narração em off deixa claro o quanto ela se vê superior ao marido e com postura tão forte, em casa e no trabalho, toma atitudes tão passivas ao longo de todo o arco só para poder contar a sua verdade ao pai do estuprador. Como que isso é mais forte que a própria carreira dela? Ela não parou 2 segundos para pensar numa estratégia para salvar sua reputação, mas fez maior corre para falar com o cara.

            E a cena em que os colegas de trabalho estão com o livro em mãos e em poucos minutos tomam partido na história e a cancelam (eu quase vomitei com a frase “você está tão cancelada catherine”, parece uma paródia). Essa cena parece uma ofensa a toda a classe de jornalistas. Ninguém tem cérebro, ninguém duvida, ninguém questiona… Se era para fazer analogia com a realidade, mirou e acertou na inverossimilhança.

        3. Acho que tem isso mesmo. Mas como é uma história sobre narração, sobre os pontos de vista de uma história, esse lance todo também não deixa de ser um ponto de vista. É o ponto de vista do marido. Quando a mulher o abandona dizendo que não pode perdoar porque ele “achou melhor ela ser estuprada do que ser feliz”, fica claro que aquilo que vemos na tela é o mesmo ponto de vista do marido. Ou seja, tem uma sutileza aí, não? Acaba sendo uma crítica exatamente contra essa visão que você notou.

          1. Tem essa sutileza sim, e tem essa crítica a essa visão que eu notei… em, o que? 10 minutos dentre 7 horas? Esses 10 minutos são o suficientes para considerar a série como uma crítica?

            Talvez eu esteja exigindo demais por considerar essa tal crítica de 10 min água com açúcar, por parecer algo confortável, algo que as famílias possam assistir, apontar o dedo e concluir que jamais aconteceria com eles?

            Mas, naahhh, acho que não. Gastaram horas tentando convencer o público de que o que estamos vendo é a verdade – sendo que sabemos que o livro foi escrito por uma mulher se baseando em eventos que ela não viveu, e portanto uma história “mal contada”, não importando quantos episódios tentassem forçar uma verdade. Sei lá quantas cenas sexuais. Um episódio inteiro só com isso. Podiam ter trocado um pouco desses minutos pra aprofundar na dinâmica com o filho, no lugar de simplesmente jogar mais moralismo na tela e mostrar como as drogas são malvadonas (e para esse moralismo não teve os rasos e confortáveis 10 minutos finais).

            (deus do céu espero que ninguém na vida real venha me falar dessa série, que é capaz de eu dizer: “me da um minutinho?” entrar aqui no orbita e começar a ler tudo isso que escrevi)

          2. Entendo sua frustração. Na verdade, também não amei. Abandonei no primeiro episódio, porque parecia um melodrama de vingança. Alguém falou que tinha algo mais ali e confiei. Aí, gostei. O melodrama e os clichês, por exemplo, eram de um ponto de vista. Meu único porém é que histórias que dependem de um truque narrativo indicam que a história em si é fraca, mas nesse caso o truque é inseparável da história.
            Na verdade, curti seu comentário porque ele me fez ver, involuntariamente (he he, desculpe), que a série é melhor do que eu achava.
            O truque narrativo é interessante. Pra mim, é ele que faz a história se diferenciar. Manipula quem assiste, faz a gente se identificar com o pai do menino, com o marido etc. E, no final, aponta o dedo dizendo: “Não é estranho você ter acreditado?”.
            Não acho que seja só aí no final que tudo é esclarecido. Está o tempo todo lá, nos tons exagerados em quase todos os aspectos.
            Parei de considerar realidade o que estava sendo narrado quando apareceu o livro, me perguntando, “por que esses homens estão agindo como se o livro fosse real? A autora não estava lá, isso não pode ter acontecido”.
            É uma história sobre ausência de senso crítico, que induz quem vê a cometer isso. Se não fosse essa manipulação, sobraria pouco ali.

          3. @ Eliel Guilhen

            Talvez eu esteja equivocado, mas acho que você está colocando o senso de justiça acima da proposta narrativa da série. Não é um documentário, é uma ficção — e uma que explora muito bem as famigeradas “narrativas” para fazer a mesma crítica que você faz, só que por outro caminho menos óbvio, mais instigante.

            O sol2070 lembrou a frase que a Catherine diz ao Robert (marido): “Achou melhor ela ser estuprada do que ser feliz.” É muito potente e, acho eu, é uma frase dirigida ao público também, público que talvez estivesse julgando a Catherine sem se atentar (ou se importar) que o que estava sendo exibido era a narrativa da mãe do Jonathan. Essa reviravolta brincando com a percepção do público foi muito bem amarrada e executada, acho eu.

    2. Ah, preciso falar que estou acompanhando o podcast Operação Prato. Não gosto de podcast, mas sou fã de Ivan Mizanzuk e é um prato cheio pra quem foi aterrorizado pelo Linha Direta.

  11. Assistindo: Série “Ruptura” (apesar de nao ser de séries, gostei dos 2 primeiros eps); Filmes clássicos (Box “O Cinema de David Lean” e outro “Faroeste Spaghetti vol. 3” da Versátil Home Video);

    Ouvindo 1 : Podcast “ABFP”: Todo podcast é um convidado e um tema, na qual cada participante escolhe 2 músicas relacionadas a este tema. Alguns eps são muito bons, outros nem tanto, mas na média são legais.

    Ouvindo 2: Podcast “Conversas Pastorais”. Uma série de conversas com os temas: Futuro da família, das relações, das crianças. Com o Pastor Ed René Kivitz; uma abordagem progressista, menos eclesiástica e mais questionadora, muito reflexiva. Vale ouvir principalmente o episódio “Futuro das relações” com a convidada Elisama Santos.

    Lendo 1: “Homens imprudentemente poéticos” de Valter Hugo Mãe. As palavras são muito bem escolhidas, numa história repleta de sensibilidade passada no Japão feudal. É quase um filme de “Ozu”, com o livro sendo dedicado a este clássico diretor japonês.

    Lendo 2: “Breve História de Quase tudo”: Livro sobre a origem do universo/cosmologia de Bill Bryson. O autor tem um dom: escrever bem. Ele é a evolução das matérias da “Superinteressante”: Consegue gerar divulgação científica, ser divertido e mais profundo que as melhores matérias da finada – ou morimbunda – revista.

    Lendo 3: “Elvis: Amor descuidado” Segundo tomo da melhor biografia de Elvis, por Peter Guralnik. O primeiro volume foi fantástico, expectativa alta para este segundo, que já começa triste com o pós-morte de Gladys (mãe do Elvis).

  12. Vendo: os animes de sempre Dragonball Daima, Hunter X Hunter, Ruroni Kenshin e One Piece
    Ouvindo: os podcasts de sempre Xadrez Verbal, A Hora, Foro de Teresina, Ambiente de Música, História FM, História Preta, Rádio Escafandro, Tecnocracia, Meiocampo
    Lendo: A última margem (Ursula K. Le Guin)
    YouTube: o de sempre Chess.com em português, Rafael Leitão e TV Quase. E descobri um canal de Permacultura bem legal que posta num ritmo bem devagar: Off-Grid – Permacultura e sobrevivência.

  13. Vendo: nada
    Ouvindo: The Warning (já no final da vibe, mas as gurias são boas demais!)
    Lendo: Branco Letal, de Robert Galbraith, também conhecido como J. K. Rowling
    Jogando: nada

  14. Leitura> Decaído: A história do capitão do Bope Adriano da Nóbrega e suas ligações com a máfia do jogo, a milícia e o clã Bolsonaro do Sergio Ramalho Ed.Matrix 2024
    Álbum> Cantando Cavalos Mansos do Quarteto Coração de Potro y gujo teixeira 2023;
    Série> Young Sheldon (me deu vontade de assistir TBBT).

  15. Vendo A série de entrevista com vampiro e Roque Santeiro. Recomendo muito os dois, talvez para públicos bem diferentes.

    Ouvindo bastante Hermeto Pascoal.

  16. Verdade! Eu tinha feito essa pergunta há um tempo atrás, pensando em voltar sempre com ela, mas acabei esquecendo, a vida é doida. Mas enfim:

    Lendo: Acabei de ler “A mais recôndita memória dos homens” do Mohamed Mbougar Sarr. Livraço de ficção, possivelmente a minha melhor leitura deste ano. E agora estou lendo “Alguma vez é só sexo?”, do Darian Leader. Esse é um grande ensaio sobre, obviamente, sexo por uma perspectiva da psicanálise. É um livro atual então traz discussões contemporâneas.

    Ouvindo: Vou indicar UMA música, e já é tanto. “The Leanover” da banda Life Without Buildings. É uma coisa hipnótica que te leva.

    Assistindo: Eu curto acompanhar xadrez no YouTube e recentemente tem rolado uns matches entre os dois jogadores top do mundo, Magnus Carlsen e Fabiano Caruana. A parada é que eles tem jogado uma modalidade nova do xadrez, o freechess, que embaralha as peças. Isso torna o jogo muito mais criativo.

    1. Adorei as suas indicações, quero ler o primeiro livro e curti a banda

  17. Aqui em casa, estamos vendo Soprano’s e ontem começamos Boardwalk Empire.

    Estou lendo Pedagogia do oprimido, do Paulo Freire. É mais radical do que eu esperava. (Não que isso seja ruim.)

    1. Max podia patrocinar o manual pelos comentários de hj. Vc gostou de boardwalk? Quase comecei mas li as reviews negativas do imdb, geralmente são com elas que me identifico mais qdo o assunto é série gringa aclamada e aí deixei pra lá

      1. O primeiro episódio é bem bom! (Dirigido pelo Scorcese, que é produtor executivo da série.) É um lance meio Soprano’s dos anos 1920, hehe.

  18. Depois de assistir o documentário de 20 anos de Half-Life², resolvi jogá-lo novamente. Aproveitei para jogar pela primeira vez a versão dublada em PT-BR feita por fãs. Além do áudio, encontrei também um pacote de texturas com as placas e escritas do cenário em português também (no Steam, basta ir em Propriedades do jogo, Oficina e pesquisar por “dublado” e “texturas”).

    Sou suspeito para falar, mas como esse jogo envelheceu bem! Ao reparar nos detalhes de sua narrativa e jogabilidade, cada vez me surpreendo mais. Minhas partes favoritas são aquelas com veículos e temos que desembarcar deles para resolver algum puzzle a fim de liberar o caminho.

    1. Cara, tinha esquecido do documentário, já vou até deixar aberto no youtube pra assistir depois. Half-Life foi o primeiro jogo que fechei, e no Ps2 ainda, já que fui ter um Pc muito anos depois e nem rodava jogo algum, mas foi um jogo que me marcou muito.

  19. ouvindo: metal extremo (não vou divagar muito, pq imagino que quase ninguém entenderia rs)
    lendo: a letra escarlate (e achando chato demais…)
    assistindo: cross (prime video) e curtindo

  20. Tô vendo curb your enthusiasm

    Peguei teste da Mubi então tô tentando assistir o que tem de forma que eu consiga ficar (conseguindo 70% com curtas mas tá valendo)

    Não ouvi muita coisa essa semana de música, mas na retrospectiva da Deezer mostrou bastante Cocteau twins e gojira hahah

    Tô terminando de ler — empaquei – a máquina do caos, tô no apêndice, bom livro mas esse final tá cansativo

    1. taí uma série que sempre tive curiosidade de ver, mas já assino alguns streamings, seria embaçado acrescentar mais um à lista e na baía pirata é praticamente impossível pegar essa série…

      1. É uma série bem constrangedora hahaha as duas primeiras temporadas são sensacionais, depois perde um pouco a qualidade, agora estou na sétima e voltou a ficar boa. Se vc tem meli+ tem desconto pra HBO e pela parte paga do nubank /ultravioleta tem liberado por um ano tb (mas com anúncios)

        1. Contrangedora resume bem, hahaha. Vou começar a sexta temporada, curtindo bastante, o que mais acho legal nela é o roteiro bem amarrado (ainda que absurdo).

          1. Eu gosto que continua um pouco da vibe seinfeld sobre nada mas com toda a metalinguagem de ser o Larry interpretando o Larry/George haha
            O roteiro, se for levar em conta q é cheio de improviso, é bem amarradinho mesmo

      1. Eu me identifico tb! hj vi uma cena que ele não apresenta as pessoas e minha esposa vive falando que eu nunca apresento ela 😂

  21. Assistindo: Penguin (assistoàs séries após os lançamentos);

    Lendo: Os irmãos Karamazov – Dostoiévski (de novo). Eu já o tinha lido durante a pandemia.

    Ouvindo: Earth Wind & Fire (este comentário foi escrito enquanto estava na sala de espera aguardando o dentista chamar a mim, e a ouvir o terceiro álbum deles).

  22. Assistindo: 2º, e última, temporada de Arcane e a terceira temporada de Only Murders in The Building. De filme, vi essa semana o Buffalo 66 e gostei demais.
    Lendo:
    – O Coração do Mundo, do Peter Frankopan
    – Farras Fantásticas, livros de contos de autores nordestinos, com uma pegada de fantasia, mas inspirado em festas/tradições do Nordeste.
    – Comecei a ler Mistborn, do Brandon Sanderson

    Ouvindo:
    Não tenho escutado muita música, mas bem viciado no álbum novo do Linkin Park.

    Jogando: Quase nada, mas instalei Disco Elysium aqui de novo pra tentar terminar.

  23. Assistindo: nada, ando desinteressado no formato filme das coisas.
    Ouvindo: ocasionalmente repetindo álbuns completos do Blue Oyster Cult, variando com gravações das Suítes Francesas de J.S. Bach. Podcasts sobre história antiga na cabeceira da cama.
    Lendo: folheando livros de linguagem visual pelo tablet, alguns textos do René Girard pelo Kindle e uma seleção de textos de Os Ensaios de Michel de Montaigne numa edição que encontrei no sebo. Sem apetite por ficção.

  24. Assistindo:
    * Hora do Diabo: série sobre “viagem no tempo”. Prime Video
    * Duna: Profécia: história antes dos acontecimentos dos filmes lançados. Max

    Lendo:
    * 12 semanas para afiar a mente, de Sanjay Gupta. Estou na fase de redescobrir minha vida social e profissional, o livro tem alguns exercícios interessantes.

  25. Tô lendo um livro bem aleatório (a.k.a. não encontrei no Skoob pra registrar a leitura) que meu namorado comprou em Buenos Aires chamado Los Brasileiros, do Rodolfo Omar Serio. Na minha cabeceira também tá um compilado de quadrinhos do Ricardo Coimbra – pra mim o melhor quadrinista brasileiro contemporâneo -chamado Desabamento Ornamental.

    Me rendi a alguns podcasts graças ao Tecnocracia, principalmente o Pauta Pública e Ilustríssima Conversa. E de música tô ouvindo Baco Exu do Blues no momento, mas nos últimos dias minha grande descoberta foi o último álbum do Radiohead, que já tem 8 anos mas eu ainda não tinha criado coragem pra ouvir.

    Assistindo a 2ª temporada de Succession (a essa altura já achando meio brochante) e, só pra não perder o costume, alguma dos Simpsons pela enésima vez.

    1. Foi essa falta de livro no Skoob q me fez migrar pro goodreads (gostei só das duas primeiras temps de succession, somos minorias haha)

  26. Vendo: Arcane , From, Silo, Ghosts e mais algumas séries que não lembro
    Jogando: Shadow Tactics (Commandos no Japão medieval), Raise of Tomb Raider (é bom, mas nem tanto), Space Marines I (bem divertido, mas faltou um “acabemento”) e Metro 2033 (tentei comprar o livro mas custa $400, é mole?)
    Lendo: só legenda
    Ouvindo: muita asneira, mas é melhor ouvir isso do que ser surdo

  27. Ouvindo: Fontaines DC – Romance.
    Já tinha ouvido falar muito da banda, mas ainda não tinha parado pra ouvir com atenção. Fui ouvir o álbum mais recente e viciei.

    Lendo: Ainda estou aqui – Marcelo Rubens Paiva.
    Resolvi ler antes de assistir o filme.

    Assistindo nada que seja relevante… Aguardando as dicas

    1. Fontaines é bom demais! Dessa mesma leva adoro Idles e Shame também.

    2. Mandou bem em ler antes de assistir o filme, porém acho que vai comprometer seu gosto pelo filme. (Minha opinião: o livro é melhor).

      1. Realmente, o livro é muito bom! As expectativas para o filme ficaram mais altas.

  28. Ouvindo:
    – Resolvi ouvir podcast de novo, estou ouvindo Operação prato e o Projeto Humanos novo, O Piloto.

    Lendo:
    The Witcher estou no quinto livro (de nove).

    Assistindo:
    – No momento, nada, mas terminei Anéis do Poder atrasado (e é boa a série, não merece nem 1/3 do hate do nerdola de internet).

    Jogando
    Diablo 4 a temporada seis tá toda bugada mas achei muito boa.
    – Esperando Path of Exile II (sai dia 6/12 o early access) que promete ser uma atualização mais simplificada do primeiro jogo (que já deve ter uns bons 10 anos).

  29. Ouvindo: música. qlq coisa aleatória que o spotify decide que eu deva escutar baseado em alguma playlist.
    Lendo: intermezzo da Sally Rooney. (adorando)
    Assistindo: a segunda temporada de Shrinking (apple tv+)

  30. Comecei a ler hoje os contos do nosso colega Sol2070. Ainda estou na metade do primeiro, mas posso recomendar. Uma história de ficção científica especulativa com uma premissa muito interessante, bem estruturada e bem escrita.
    Disponível aqui: https://fic.sol2070.in/

  31. Lendo As Aventuras do Caça Feitiço, pois encontrei minha coleção esses dias na casa dos pais e senti muita saudade desse universo.
    Assistindo os filmes do 007. Deixarão a Prime logo.
    Ouvindo o álbum novo do Linkin Park. Excelente, recomendo muito. Também torcendo muito que o Terno Rei lance logo seu álbum novo kkkkkkkkkk.

  32. Jogando Stalker 2 (meu primeiro Stalker) e gostando muito, é bem difícil e desafiador, mas tá divertido sobreviver e gerenciar recursos.

  33. Disclaimer, na Apple, um drama excelente!
    Arcane, na Netflix, atrasado, mas que puta animação bonita!
    Abbott Elementary, voltou pra quarta temporada!
    The Day of the Jackal, serie de ação inglesa, meio generica, boa pra dormir!