Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

O que você acha do Medium hoje?

Pergunto à luz deste longo post do atual CEO, em que ele detalha o trabalho feito desde 2022 para tirar a empresa do vermelho e melhorar a qualidade dos artigos destacados. Ambos os esforços foram bem sucedidos, nas palavras dele, embora eu ainda tope com muitos artigos ruins/“click-baits” óbvios ao logar.

Vocês têm esse problema? E quando se deparam com um link aleatório do Medium, como reagem (leem numa boa, leem com um pé atrás, ignoram)?

10 comentários

10 comentários

  1. eu gostava do design do medium, mas, como blogueira desde a adolescência, acho desestimulante o paywall para ler textos que são, afinal de contas, posts de blog. no último ano consegui migrar todo o conteúdo do meu local de trabalho que era divulgado no medium para um domínio próprio com wordpress. prefiro assim.

  2. Assim como muitos responderam aqui, nunca gostei e para mim o serviço nunca fez sentido. Como quase sempre tem paywall, geralmente quando vejo que o link é para o Medium eu nem clico e ignoro. Sei que tem sites que furam o paywall, mas para que me dar o trabalho?

  3. Estou nessa de ter/acompanhar blogs desde 2000. Nunca vi motivo para alguém usar o Medium. Não consigo compreender a lógica desse negócio. Parece que o Ev pegou parte da grana que tirou vendendo o Blogger pro Google e destinou a esse projeto, mas não há qualquer sinal de um plano de faturamento que seja minimamente viável. O negócio não parece ter qualquer rumo. Não uso e desenvolvi ao longo do tempo uma resistência enorme com quem usa o Medium para publicar conteúdo na internet.

    1. Eles faturam com a assinatura. Segundo o post do CEO, que linkei ali em cima, estão no azul desde agosto de 2024 após uma longa reestruturação que começou na gestão dele, em meados de 2022.

  4. Cada vez pior, como basicamente todo serviço digital que expande, né?

    Páginas progressivamente mais pesadas, trocentos pop-ups e layers que aparecem na frente dos textos. E esse papo de permitir monetizar os artigos explodiu o número de publicações com paywall (nos obrigando a usar coisa como o https://www.freedium.cfd). Fora que as coisas que aparecem no feed são os clássicos artigos descolados e orientados a click-bait; basicamente tudo de qualidade muito duvidosa. Eu sinceramente acho que, como toda rede social, é um desperdício de tempo se for consumir o feed.

    Se você está lá como usuário que posta textos, terá que lidar com uma interface meio bugada. Volta e meia quando editamos algo não conseguimos publicar, daí aparece uma mensagem dizendo que é preciso dar refresh, e então perde-se tudo que alteramos. Fora as tentativas frustradas de logar. No entanto, como a coisa tende pro minimalismo, acho até bacana que dá pra gente se entender rápido com a UI. Esse minimalismo, claro, tem um preço: não dá para fazer várias coisas, como criar notas de página ou embeddar vídeos nativamente (só dá se for YouTube e afins).

    Eu criei minha conta há quase 10 anos, e naquela época era o melhor que havia com essa proposta. Hoje a galera fala pra gente migrar pro Substack, mas, como você já noticiou, ele é só mais uma rede social que vai enshitticando com o tempo. O ideal mesmo seria criar uma página pra hospedar nossos textos, mas aí vem uma preguiça… Teria que implementar sistema de comentários, notificação, pagar servidor, etc, etc.

  5. Faz anos que não clico. Ou caia em paywall ou em alguma UI horrível onde o conteúdo era o que menos aparecia.

  6. Não sei a proposta de valor. Pra mim é apenas outro “media-killer” assim como Substack (newsletters) e Spotify (podcasts), mas com um peso bem mais leve.

    Só entro lá via Google e o conteúdo pode ou não prestar, o que vai de mim perceber, como qualquer outro blog.

    Não quero fazer login, não quero pagar, não vejo valor em nenhuma funcionalidade. Ou seja, pra mim é mero soft-paywall.

  7. Seria benéfico se a plataforma Medium, assim como o Reddit, implementasse a funcionalidade de posts traduzidos. Atualmente, ao criar conteúdo para a plataforma, a necessidade de utilizar o inglês pode ser um obstáculo, especialmente para quem ainda está aprimorando suas habilidades no idioma. Além disso, o acesso ao conteúdo na versão gratuita é limitado, e a ausência de um cartão de crédito internacional impede a assinatura. Uma assinatura, mesmo que de baixo custo, como um dólar, seria uma solução. Alternativamente, a tradução automática dos artigos abriria novas possibilidades. Caso isso fosse possível, eu me sentiria motivado a desenvolver uma ferramenta que reunisse os links dos artigos e os organizasse em uma página única.

    PS: no texto assim eu reescrevi com inteligência artificial porque não consegui desenvolver muito a parte da quanto à pontuação e para fins de transparência… tô colocando aqui o meu texto que eu escrevi ir claro usando o digitador por voz porque embora seja uma prática de Acessibilidade tenha deixado eu confesso meio preguiçoso.

    Então, se o pessoal do Medium na medida que fosse possível, pelo menos, postagens fossem traduzidas como o pessoal do Reddit faz, seria bom, mas infelizmente isso não acontece. Eu, atualmente, tenho sim o problema que tenho conta lá e quando eu quero fazer uma postagem para se destacar não dá muito certo porque tem que estar em inglês e eu ainda estou engatilhando na parte do inglês. Aí, na hora da leitura, as postagens que vêm ficam disponíveis na versão gratuita e infelizmente não tem um cartão internacional que permite eu poder fazer. Fazer assinatura, pelo menos se fosse um dólar, daria certo. Agora, se fosse de outra maneira, tipo traduzido, eu mesmo teria o prazer de construir uma ferramenta que pudesse unir todo o conjunto de links e deixar tudo em uma página só

    1. Dá para assinar o Medium pelos aplicativos do Android e iOS. Paga-se em real e, assim, evita-se a volatilidade do dólar.

      Quanto à tradução, o recurso do navegador web não dá conta? Uso o do Safari quando topo com um texto em outro idioma que não português ou inglês e acho que serve para o básico.