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E os melhores livros?

Já tivemos jogos, filmes, lembro de softwares a um tempo atras… e estou sempre aproveitando algo da lista. Livro, por que não?

Duna, Frank Herbert.
Minha paixão por Duna é enorme. Não sei afirmar exatamente um motivo, mas acho que a grandiosidade da novela, em seus 6 livros, que me impressiona. O Imperador Deus é facilmente o melhor livro que li na vida, e pessoalmente acho os 3 últimos livros muito melhores que os 3 primeiros, de modo geral, pois é onde as Bene Gesserit se apresentam com todo o potencial, e a trama vira algo ainda mais épico. Li/ouvi 3 ou 4 vezes, e certamente tem mais uma no horizonte me esperando…
NUNCA, NUNCA LEIA NADA DO BRIAN HERBERT!!

1984, George Orwell.
Opressor, de tirar o fôlego. Uma historia incrível com um final perfeito. Tem como falar algo ruim desse livro?

Encontro com Rama, Arthur C. Clarke
Li tudo desse autor, e fiquei pensando entre esse e O Fim da Infância. Mas a memoria que tenho é de Rama, que me segurava desesperadamente para não ler tudo em uma sentada para “valorizar o preço que paguei”, seria caro demais ler um livro inteiro em poucas horas. É fod*… :/

34 comentários

34 comentários

  1. Os melhores que li recentemente:

    Nós, Evgeni Zamiatin (se gostou de 1984, é bem capaz de gostar deste);
    Garotas Mortas, Selva Almada (o assunto é pesado, mas o texto é muito bom e respeitoso).
    Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, Marçal Aquino (ainda não tinha lido e comprei num ato de desagravo que o autor fez após o livro ser cortado da lista de leitura do vestibular de uma faculdade. É ótimo, devorei num fim de semana).
    Manual da Faxineira, Lucia Berlin (ouvi dizer que o Almodóvar iria adaptar, mas não ouvi mais nada sobre o assunto. De qualquer modo, o livro por si só já é excelente).

  2. Não sei como ninguém comentou sobre:
    O Poderoso Chefão e todos os outros do Mario Puzo.
    À Espera de um Milagre e O Iluminado- Stephen King
    Admirável mundo novo – Aldous Huxley

  3. Como não vi ninguém falando, vou indicar alguns que gosto muito:

    Olhos D’água – Conceição Evaristo – Um livro de contos arrebatador.

    Tudo é rio – Carla Madeira – Eu acho que Carla Madeira é a nova grande escritora brasileira. O final foi indigesto, mas a escrita dessa autora é maravilhosa, visceral e ao mesmo tempo poética.

    A Caixa Preta – Amos Oz – É um livro em que você vai lendo cartas trocadas entre uma mulher, seu marido, seu ex, o filho e o advogado da do ex. É bem interessante.

    A tetralogia napolitana – Elena Ferrante – É a história de uma vida inteira de duas amigas, da infância até a velhice, em Nápoles do pós guerra. Vale a pena não só pela história, mas pelo ritmo gostoso da escrita.

    Espero que gostem das indicações :)

    1. Voltei aqui nesse tópico pra pegar uma sugestões e, olha, sou obrigado a vir agradecer pelo “Tudo é rio”. Li metade do livro em uma tacada só, e agora vou pegar um voo longo e terminar. Faz TEMPO que não me vejo grudado num livro assim do início ao fim! Sensacional!

  4. acho que falar de melhores é difícil, então vou me ater a livros que li (ou estou lendo) recentemente e que gostei muito

    pra quem gosta de samba, rio antigo e maestria em romancear a história, recomendo os livros do Nei Lopes: “Rio Negro, 50” e “A Lua Triste Descamba”

    um outro que eu achei incrível, engraçado, delicioso de ler é “A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao” de Junot Díaz. acho difícil classificar, mas é algo entre um realismo crítico e mágico.

  5. 100 Anos de Solidão (porque definiu o que é uma história bem escrita)
    Rápido e Devagar (porque vivo aplicando algo dele no dia a dia)
    Contos originais de Conan, o Bárbaro (porque despertaram meu gosto para literatura e encaminharam ao RPG, quadrinhos e videogames, parcela até hoje muito importante da minha vida)

    Menções Honrosas:
    – Fama & Anonimato
    – Notas de um Velho Safado
    – Kafka à Beira-mar
    – Crime e Castigo

  6. “Mãos de Cavalo”, do Daniel Galera. Gosto de tudo que o DG escreve, mas esse é o livro que me pegou de jeito.

    “O Sensual Adulto”, do André Czarbonai. O autor é o “Cardoso” do e-zine CardosOnLine, lá da virada do século, onde escreviam tb o Galera, o Daniel Pellizari e a Clarah Averbuck, que hoje têm carreiras sólidas na literatura. Foi uma edição independente, tá esgotado, mas se alguém ver num sebo por aí, recomendo demais.

    “Love is a Mixtape” do Rob Sheffield, pra quem gosta de música dos anos 90 e de biografias confessionais de gente em torno dos 30, subgênero bem popular na década de 00 (tem algo de Nick Hornby nesse livro, mas passa no teste do tempo bem mehor que o Nick Hornby).

    E agora em um gênero completamente diferente: “Rondon, Uma Biografia”, do Larry Rother.

    1. Não sei se viu na época, mas o Felipe Hirsch fez uma peça que foi acusada de plágio do livro “Love is a Mixtape” (essa matéria conta a história: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/951294-peca-de-felipe-hirsch-tem-roteiro-igual-a-livro-publicado-nos-eua.shtml).

      Outra coisa que me fez lembrar é que um programa de rádio fez edições especiais com a trilha da peça. Fica a dica, tem muita música boa: https://radiocaos.com.br/radiocaos-especial-trilhas-sonoras-de-amor-perdidas/

      1. Não tinha visto esa treta de plágio. Como dizem por aí, “decepcionado porém não surpreso”.

  7. Livro de ficção: “Matadouro 5” de Kurt Vonnegut

    Um livro estremamente impactante e ainda assim engraçado e muito bem escrito, mesmo na confusão de tempos cronológicos. Vonnegut se tornou um autor do tipo “quero ler tudo dele” depois desse livro.

    Não ficção: “A História Secreta da Mulher-Maravilha” de Jill Lepore

    Eu fui atrás desse livro porque eu gosto muito de gibi e adoro saber dos bastidores, então sempre leio livros sobre quadrinhos. De todos, esse é um dos melhores sem dúvidas.
    Você começa lendo pra saber como foi a criação da Mulher-Maravilha e termina de verdade com um entendimento maior do mundo. Díficil explicar, mas vale a pena.

  8. Recomendo alguns:

    Franz Kafka: qualquer coisa dele. “O processo” e “Metamorfose” são os mais famosos. Tranquilos de ler. O tradutor principal é o Modesto Carone.

    “O amanuense Belmiro”, de Cyro do Anjos e “Os ratos”, do Dyonelio Machado. Ambos livros da bela literatura brasileira dos anos 1930 do Brasil.

    “O livro do desassossego”, do Fernando Pessoa. É melancólico, mas é bonito.

    “A peste”, do Albert Camus.

    José Saramago. Me faltou tempo pra ler mais dele, mas do pouco que li, gostei muito. “Ensaio sobre a cegueira”, por exemplo, é incrível.

    “Pais e filhos”, de Ivan Turgueniev. A literatura russa, especialmente aquela vinda das editoras boas (a editora 34, por exemplo) que contratam tradutores que traduzem direto do russo para o português, são praticamente garantia de coisa boa, não importando o autor.

    Autores que ganharam prêmio Nobel são uma forma interessante de se aproximar de bons livros. Tirando as decisões meio esquisitas que os caras tomam, só conheci os livros do J. M. Coetzee por conta dele. Esse é outro autor que é bom de ler. Outra pessoa laureada é a Svetlana Aleksiévitch. Também a conheci graças ao Nobel.

    Literatura, filmes (e séries) jogos… tem tanta coisa boa pra ter contato…

    Fica a sugestão pro Ghedin puxar um post com os melhores gibis.

  9. Eu tô na missão (talvez uma pequena obsessão) de ler todos os livros escritos pela Agatha Christie. Já foram mais de 20, e ainda tenho muitos pela frente (felizmente). Alguns são melhores que outros, mas não me arrependo de nenhum. Morte no Nilo, Assassinato no expresso oriente, Mistério no Caribe e E Não Sobrou nenhum estão entre meus favoritos.

    Recentemente também li os dois primeiros (de três) do Clube do Crime das Quintas Feiras – do Richard Osman, que também tem uma temática investigativa mas pra mim é mesmo sobre envelhecimento. Acho fantástico.

    Outro que eu curto bastante nessa linha de ser sobre um tema mas também sobre outro é Maus, que aborda o Holocausto mas também relação pai/filho. Esse é quadrinho.

  10. Os últimos soldados da guerra fria – Fernando Morais
    Matéria escura – Blake Crouch

  11. Estou lendo ioga de Emanuel Carrere, um escritor meditador bipolar e interessante;
    Lembrei de um livro de contos muito bom “História da sua vida” de Ted Chiang, histórias rápidas e imaginativas, inclui a história que nomeia o livro que é base do filme “a chegada”, vale conferir;
    Um escritor famosinho Haruki Murakami, li o “1Q84” uma trilogia interessante e distópica. Vou atrás de outros do mesmo autor;
    Não são necessariamente os “melhores livros” mas são alguns recentes que vieram a mente.

    1. Li o”Norwegian Wood” do Haruki Murakami, que dizem ser uma boa porta de entrada para a obra dele. Gostei bastante!

  12. Vou citar uma série que li no início da adolescência e me deu prazer na leitura. Acho que vale muito para quem quer introduzir os mais jovens no hábito de ler.

    Artemis Fowl de Eoin Colfer

    Li todos os livros de série e até hoje penso neles com sentimento de nostalgia.

    1. Parece que o markdown aqui não suporta link ou eu não lembro mais da sintaxe. =)

  13. Vou citar apenas dois clássicos, o resto vou indicar livros mais novos, só para variar. Afinal, os clássicos são sempre lembrados pelas pessoas. Ah, e uma lista é sempre subjetiva, ainda mais de melhores, então vou citar livros que acho interessantes e gosto bastante e, não necessariamente, que são os melhores.

    Recordações do escrivão Isaias Caminha (Lima Barreto) – Um dos maiores clássicos da literatura brasileira (todo brasileiro deveria ler esse livro). Para mim o Lima Barreto é disparado nosso melhor escritor.

    O longo adeus (Raymond Chandler) – Um clássico da literatura noir norte-americana. Para quem gosta de literatura policial, o Chandler é um dos maiores, meu favorito, sem dúvidas. A capacidade que ele tem de descrever e criar cenários é simplesmente incrível.

    Chutando a escada (Ha-Joon Chang) – Livro de um economista coreano sobre o processo de desenvolvimento dos países que são grandes economias hoje (países desenvolvidos). E, basicamente, como eles incentivam os países em desenvolvimento a NÃO fazer justamente o que eles fizeram. Daí o titulo do livro, quem subiu “chutou a escada”.

    Sociedade do cansaço (Byung-Chul Han) – Livro do famoso filosofo coreano, ele ficou bem popular atualmente, tentando compreender o que esse mundo louco atual faz com nossas mentes. Um mundo onde somos confrontados, diariamente, por excesso de informações, estímulos etc. Tem umas sacadas bem interessantes nesse livro, especialmente quando ele cita nossa busca excessiva pelos estímulos positivos das pessoas nesse nosso mundo “internético”.

    Tempos fraturados (E. J. Hobsbawm) – Um dos últimos livros lançados desse grande historiador. Nele, o autor, se vê confrontado com um mundo muito diferente do que ele cresceu, militou e ajudou a compreender. Basicamente, são textos do Hobsbawm tentando entender a transformação do mundo do século XX, que está se desmoronando/desfragmentando, nesse começo de século XXI. Em outros termos, é um auto-confronto do autor, que viveu e pensou o século XX com as ferramentas que tinha, tentando entender para onde vai o século XXI. É um livro esclarecedor, porque ele mostra que algumas (não todas) ferramentas explicativas do século XX já não conseguem compreender satisfatoriamente o século XXI.

    Como o futebol explica o mundo (Franklin Foer) – Leitura obrigatória para quem gosta de futebol. Nele o jornalista norte-americano tenta entender o futebol para além das quatro linhas, cultura, sociedade, geopolítica, corrupção, poder, união etc. tudo isso permeia o esporte mais popular do mundo.

  14. Não vou citar classicos, apenas comentar os mais recentes….

    Trilogia do problema dos três corpos. Não sei o que comentar sem dar spoiler, mas é muito interessante e penso até hoje nele. É brutal sobre o encontro com outra espécie muito avançada e suas consequencias.

    Silo é outra excelente trilogia. Muito similar ao ‘snowpiercer’, só que um pouco mais cruel. O 3º livro é arrastado, um tanto confuso, mas fecha bem a história e explica tudo.

    Agora to lendo Esfera, quase no final, tenso pra caramba e ainda tenho minhas duvidas sobre um plot twist. kkk

    E Encontro com Rama é realmente excelente. Tem referência dele no Interestelar e na propria trilogia dos tres corpos.

  15. Olhei pra pilha de livros que estão esperando a minha leitura e fiquei meio perdido pra comentar. Mas aí vão dois: Todos os Contos, do Julio Cortázar (dois volumes no impresso e arquivo único e bem mais barato no digital), e 2041, de Kai-Fu Lee e Chen Qiufan. E já estão aparecendo alguns do Arthur Clarke por aqui, mais um dele: As Fontes do Paraíso.

  16. Lembro de uma enquete da Wired sobre os melhores de scifi de todos os tempos em que O Fim da Infância saiu como 1ª e Duna como 2ª. Concordo que estão entre os melhores.
    Um que li nos últimos anos que hoje pra mim é o melhor é The Overstory, de Richard Powers.
    Minha lista de livros tá aqui: https://sol2070.in/tags/livros

  17. Grégoire Chamayou
    Teoria do Drone

    Safiya Umoja Noble
    Algoritmos da opressão

    Chimamanda Ngozi Adichie
    O perigo de uma história única

    Donna Haraway
    1) Manifesto Ciborgue: Ciência, tecnologia, feminismo-socialista no final do século XX
    2) Seguir con el problema: Generar parentesco en el Chthuluceno (acho que ainda não tem em português)

    David Graber & David Wengrow
    O despertar de tudo

    Bruno Latour
    Sobre o culto moderno dos deuses “fatiches”

    Reforço a indicação da coleção sobre a ditadura do Elio Gaspari

    Davi Kopenawa
    A Queda do Céu

    José Murilo de Carvalho
    Os bestializados: O Rio de Janeiro e a República que não foi

    João Ubaldo Ribeiro
    Viva o povo brasileiro

    Gabriel Garcia Marquês
    Crônica de uma Morte Anunciada

    Jorge Luis Borges
    1) Ficções
    2) O livro de areia

    Isabel Allende
    A casa dos espíritos

    Walter M. Miller Jr.
    Um cântico para Leibowitz

    Kurt Vonnegut
    Matadouro 5

    Margaret Atwood
    O conto da aia

    Ursula K. Le Guin
    A mão esquerda da escuridão

    Evgeni Zamiatin
    Nós

    …. putz, tem muito livro bom no mundo

    1. Estou lendo o A Queda do Céu. Sobre a Donna Haraway, li recentemente o Antropoceno ou capitoloceno?, que reúne diversos textos de autores diferentes, dentre os quais a Donna Haraway. Ela trabalha essa questão do Chthuluceno. Acho que não é a tradução desse que você cita, mas ela se refere a ele num novo texto.

  18. “Melhores” se confundem muito com “clássicos”, embora nem todo clássico seja acessível (no sentido de ser fácil/prazeroso de ler).

    Quem ainda não leu Dom Casmurro, do Machado de Assis, não sabe o que está perdendo. É muito bom.

    Também guardo com carinho Cem anos de solidão, do Gabriel García Márquez.

    Entre os de não ficção, e puxando a sardinha para o meu lado, Repórter, do Seymour Hersh, é bastante inspirador.

    1. Eu dormi lendo ” A montanha mágica”. Que livro chato, pelamor.

      1. Vai de “Doutor Fausto” que pode ser mais bacana. Mas é outro livrão…

    2. Cem anos de solidão é simplesmente inacreditável. Marquez é gênio gênio gênio.

  19. Não ficção:

    A coleção sobre a ditadura, do Élio Gaspari
    “Fora do lugar”, aubiografia de Edward Said
    “Clube do Bangue-Bangue”, de Greg Marinovich & João Silva (a história dos quatro fotógrafos que cobriam os conflitos entre as facções negras na na África do Sul, um pouco antes do fim do apartheid)
    “O ornamento do mundo”, Maria Rosa Menocal (o mundo árabe medieval na Espanha moura)
    Qualquer livro de Carl Sagan (incluindo ficção)
    “No ar rarefeito”, Jon Krakauer (sobre uma das mais catastróficas incursões ao Everest)
    Coleção “A história da vida privada” (vários autores)
    “Deus – uma biografia”, Jack Miles (é literalmente isso, uma biografia de Deus, à luz de como ele é descrito na Bíblia)
    “O negócio dos livros”, André Schiffrin (ou “Como as grandes corporações decidem o que você lê”)
    “Gênio”, de Harold Bloom (um apanhado dos grandes gênios da literatura, e por que Bloom os considera assim)
    “História universal da destruição dos livros”, Fernando Baéz (o nome é autoexplicativo – pra você se sentir absolutamente miserável com a estupidez humana)
    “Chatô, o rei do Brasil”, de Fernando Morais (biografia de Assis Chateaubriand)
    “A estrela solitária”, Ruy Castro (biografia de Garrincha)
    “O anjo pornográfico”, Ruy Castro (biografia de Nelson Rodrigues)
    Qualquer livro de Charles Duby
    “Europa saqueada”, Lynn H. Nicholas (a história de como os nazistas pilharam as obras de arte dos países invadidos. Há um documentário baseado neste livro disponível no YouTube – atenção para o capítulo em que os franceses esvaziaram o Louvre no dia em que os alemães atravessaram a fronteira, espalhando as obras pelos quatro cantos do país. A história do casal que ficou responsável pela guarda da Monalisa é imperdível).
    “A história da beleza”/ “A história da feiúra”, Umberto Eco
    “Filhos selvagens”, Jonathan Kellerman (por que crianças matam)
    “A escrita – Memória dos homens”, de
    Georges Jean
    “Memórias da Segunda Guerra Mundial”, Winston Churchill
    “A sangue frio”, Truman Capote

    Ficção:

    Qualquer livro de Cortázar
    “As cinzas de Ângela”, Frank McCourt
    “A descronização de Sam Magruder”,
    George Gaylord Simpson
    “Verdadeiros animais”, Hannah Tinti
    “O mundo segundo Garp”, John Irving
    Qualquer livro de Machado de Assis
    Qualquer livro de Saramago
    “O nome da rosa”, Umberto Eco (somente se você gosta de filosofia e semântica; se não gosta, fique somente com o filme)
    Qualquer livro de Ítalo Calvino (incluindo os de não ficção)
    “Corpos em movimento”, Mary Anne Mohanraj
    Coleção “Os reis malditos”, Maurice Druon
    “Ser Feliz”, Will Ferguson (mais atual do que nunca)
    “A jogadora de go”, Shan Sa
    “Sobre meninos e lobos”, Dennis Lehane

    Esses são os que eu vi, olhando as estantes. São antigos, encontráveis em sebos. A coleção do Élio Gaspari saiu novamente pela Intrínseca (era da Companhia das Letras) com a adição de 2 novos volumes. Eu recomendaria todos os livros de Umberto Eco, mas ele é meio “ame ou odeie”, enfim.

    1. Eu tava vindo aqui indicar exatamente “O Clube do Bangue-Bangue” e o “Estrela Solitária”, duas biografias que não consegui largar até terminar a leitura. Fica o endosso então. :)

  20. S. Bernardo – Graciliano Ramos
    Expressão suprema da capacidade narrativa.

    O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas
    Clássico de formação do gosto por romances.

    O Assassinato de Roger Ackroyd
    Desenvolvimento primoroso de um romance policial.

    1. Amo o conde de monte Cristo. Li duas vezes. Aliás como é bom revisitar um livro as vezes.