Quando “cultura” é relacionado a “rede social” não é AI que está estragando, e na real pensar que “ai estragou” me causará menos vergonha alheia no futuro.
Quando “cultura” é relacionado a “ciência” a… é….
…
QUE?!!
OK.
Cultura é acima.
CIÊNCIA: acho que aqui o problema é mais embaixo. Ver “gerador de lero lero”.
A sociedade é imbecil, quem está acima está acima por falar merda com grandes e belas palavras (em media 90% das pessoas normais não percebem….).
Os pesquisadores, ao escrever algo, colocam o que realmente pensam no papel e passam por esse gerador de lero lero moderno. A culpa é do topo da pirâmide, e isso não parece ter solução (realisticamente falando).
Simples fato: aqui não ligo e fim.
Fosse algo maior, que realmente importasse, eu passaria esse comentario por um GPT….
ah droga
porque não.
Cultura e Tecnologia: Uma Perspectiva Contemporânea
Em uma era onde a “cultura” frequentemente cruza caminhos com as “redes sociais”, é comum ouvir que a inteligência artificial (IA) está deteriorando a qualidade do nosso engajamento cultural. No entanto, essa visão simplista não apenas subestima a complexidade da interação humana, mas também ignora o potencial enriquecedor da IA. Olhando para o futuro, é menos provável que sintamos constrangimento pela influência da IA e mais provável que reconheçamos seu papel em moldar uma cultura dinâmica e interconectada.
Quando a “cultura” se entrelaça com a “ciência”, a discussão se aprofunda. A ciência, em sua essência, é um pilar da cultura, mas sua comunicação frequentemente se perde em jargões e terminologias inacessíveis. A sociedade, por vezes, parece desvalorizar o conhecimento genuíno em favor de declarações vazias, mas eloquentes, que apenas uma minoria consegue discernir. Os pesquisadores, ao traduzirem seus pensamentos para o papel, muitas vezes recorrem a um vernáculo rebuscado, um “gerador de lero lero” moderno, que mascara a essência de suas descobertas. A responsabilidade por essa distorção recai sobre os estratos superiores da hierarquia acadêmica, um problema que, realisticamente, parece não ter solução imediata.
No entanto, é importante ressaltar que, apesar dessas barreiras comunicativas, a ciência continua sendo um campo de vital importância e interesse. Se um assunto é de significância substancial, vale a pena investir tempo e esforço para garantir que a comunicação seja clara e compreensível, talvez até mesmo utilizando ferramentas avançadas como GPT para aprimorar a articulação de ideias complexas.
PS: “vernáculo rebuscado” foi nota 5.0!!!
Queria ter essa visão de mundo simplista, Andre. Deve ser mais fácil tocar a vida.
seja honesto e não questione o obvio: deus existe? Se tu tem de perguntar tu está errado, não existe dúvida aqui. A dúvida está em que ponto que tu parou para ter dúvida.
Aplica lógica assim para tudo.
Ciência? Mesma coisa. “Todas as hipóteses sobre o que animais sonham — se é que eles realmente sonham — são especulação, disse a especialista em em entrevista à People. Os únicos que já demonstraram ter sonhado são os gorilas Koko e Michael, que aprenderam a se comunicar por sinais”
(2016)
Se tu era um ser humano nessa data, e teve um gato, SABE QUE ELE SONHAM. Não existe dilema – cientistas são mais inteligentes que você no assunto que eles pesquisaram!!! – existe alguma revelação complexa que cientistas tentaram fornecer, e meios de comunicação burros com editores idiotas escreveram apenas o que entenderam.
Divulgação de ciência mal fornecida, ou um puta papa click.
Basta ser critico, assumir que todos são burros, ainda mais os fora das ciências exatas (ou qualquer assunto que toque em tópicos de logica) quando escrevendo sobre essas.
OBVIO que tu vai errar, mas estatisticamente tu vai acertar muito, muito mais. Joga na matemática e aceita que a goleada não foi de zero… …. ou seja politicamente correto e ignora o que tu sabe.
Não é simples porém, cada vez mais tu passa a perceber a quantidade de idiotice que existe em todo lugar, e doi pra kc a mente e a própria existência.
É que nessa de assumir que todos são burros, corre-se o (enorme) risco de… bem, dar uma de burro.
Cada um sabe de si, porém.
me responde de verdade, porque ENORME?
Tu deve saber tua capacidade, ter uma ideia de seu QI, e saber a media dos dois.
Tem chance e VAI errar obvio.
Agora porque tu vai errar vai ser ‘cagão’? Não vou desrespeitar os outros por saberem menos que eu, apenas vou assumir isso até ter motivo – E ADORO QUANDO OCORRE! – de perceber que eles são também mais capazes que a maioria ou, DELÍCIA!!, que eu.
Pensar o oposto é burrice e perda de tempo quando tu sabe que não somos todos iguais. Tenho certeza que Einstein não consideraria minha opinião como válida em um assunto que ele era bom, apenas talvez por educação. Por educação, por fora, faço o mesmo.
@ Andre Kittler da Costa
O mundo é muito grande, o conhecimento que a humanidade acumulou nos últimos milênios é vasto e existe muita gente muito esperta que dedica a vida a especificidades.
Existem cientistas “burros”, existem cientistas de má índole, mas creio que sejam minoria. Acho presunçoso questionar alguém que se dedicou a pesquisar um assunto de modo aprofundado com meu mero achismo. É uma abordagem, como disse, simplista demais, quase ingênua.
Auto-confiança é boa, até necessária em doses comedidas, mas não pode exagerar 😄
@ Rodrigo Ghedin
Pelo o que entendi, o último ponto que o André levantou foi sobre a pessoa que escreveu a matéria sobre o sonho dos animais. Essa pessoa se baseou em um trabalho científico, não entendeu por não ser relacionado com a área e acabou por escrever besteira. O uso de IA no paper ajudaria isso não ter acontecido.
A IA, assim como tecnologias em geral, está aí pra ajudar, agilizar, cortar caminho e, por fim, matar o processo. E nessa se perde o pensamento crítico, o entendimento das coisas, dos porquês. Tudo vira fast-food, rápido, vazio e padronizado. Apenas o resultado eficiente é que vale, sem a necessidade de ser eficaz. E é esse o caminho que vamos trilhando a um bom tempo, aumentando de velocidade exponencialmente a cada passo dado.
@ Felipe
Ah, é como eu disse: existe sempre a possibilidade de topar com pessoas que não entendem do que estão falando — um problema mais recorrente na divulgação científica, no caso. Meu contraponto a ele foi em relação a questionar a ciência em si, sabe? É, também, algo suscetível a erros e mal entendidos, mas muito menos suscetível devido às salvaguardas criadas ao longo de séculos — o método científico, os rituais e rigores do processo etc. Acho que não concordo com a atitude desdenhosa/cínica em relação à ciência.
Nossa, não entendi nada desse comentário.
Eu muito menos. Nem ler a versão chatGPTzada ajudou. Ler a discussão sobre ele, menos ainda.
Andre, você não precisa escrever tanta coisa só pra mostra que não entende nada do que seja cultura.
Bastava dizer: “Não entendo nada de humanidades”.
Economizaria alguns bytes no espaço de armazenamento do servidor do MdU.
O leitor médio do MdU não está preparado pra dialogar com gente comum, sem doutorado ou trocentas certificações.
?
Comprovou meu ponto.
@descrente (e desiludido)
eu acho — só acho — que quem não quer dialogar não seja eu, mas o autor do comentário
aqui teve paywall pelo link fornecido
Tente usar o link [sem paywall], depois do link original, no título, ou o nosso Ladder.
É só desligar o javascript que o paywall cai. No firefox uso a extensão “Disable Javascript”, impossível um nome mais objetivo 😂.
Quando “cultura” é relacionado a “rede social” não é AI que está estragando, e na real pensar que “ai estragou” me causará menos vergonha alheia no futuro.
Quando “cultura” é relacionado a “ciência” a… é….
…
QUE?!!
OK.
Cultura é acima.
CIÊNCIA: acho que aqui o problema é mais embaixo. Ver “gerador de lero lero”.
A sociedade é imbecil, quem está acima está acima por falar merda com grandes e belas palavras (em media 90% das pessoas normais não percebem….).
Os pesquisadores, ao escrever algo, colocam o que realmente pensam no papel e passam por esse gerador de lero lero moderno. A culpa é do topo da pirâmide, e isso não parece ter solução (realisticamente falando).
Simples fato: aqui não ligo e fim.
Fosse algo maior, que realmente importasse, eu passaria esse comentario por um GPT….
ah droga
porque não.
Cultura e Tecnologia: Uma Perspectiva Contemporânea
Em uma era onde a “cultura” frequentemente cruza caminhos com as “redes sociais”, é comum ouvir que a inteligência artificial (IA) está deteriorando a qualidade do nosso engajamento cultural. No entanto, essa visão simplista não apenas subestima a complexidade da interação humana, mas também ignora o potencial enriquecedor da IA. Olhando para o futuro, é menos provável que sintamos constrangimento pela influência da IA e mais provável que reconheçamos seu papel em moldar uma cultura dinâmica e interconectada.
Quando a “cultura” se entrelaça com a “ciência”, a discussão se aprofunda. A ciência, em sua essência, é um pilar da cultura, mas sua comunicação frequentemente se perde em jargões e terminologias inacessíveis. A sociedade, por vezes, parece desvalorizar o conhecimento genuíno em favor de declarações vazias, mas eloquentes, que apenas uma minoria consegue discernir. Os pesquisadores, ao traduzirem seus pensamentos para o papel, muitas vezes recorrem a um vernáculo rebuscado, um “gerador de lero lero” moderno, que mascara a essência de suas descobertas. A responsabilidade por essa distorção recai sobre os estratos superiores da hierarquia acadêmica, um problema que, realisticamente, parece não ter solução imediata.
No entanto, é importante ressaltar que, apesar dessas barreiras comunicativas, a ciência continua sendo um campo de vital importância e interesse. Se um assunto é de significância substancial, vale a pena investir tempo e esforço para garantir que a comunicação seja clara e compreensível, talvez até mesmo utilizando ferramentas avançadas como GPT para aprimorar a articulação de ideias complexas.
PS: “vernáculo rebuscado” foi nota 5.0!!!
Queria ter essa visão de mundo simplista, Andre. Deve ser mais fácil tocar a vida.
seja honesto e não questione o obvio: deus existe? Se tu tem de perguntar tu está errado, não existe dúvida aqui. A dúvida está em que ponto que tu parou para ter dúvida.
Aplica lógica assim para tudo.
Ciência? Mesma coisa.
“Todas as hipóteses sobre o que animais sonham — se é que eles realmente sonham — são especulação, disse a especialista em em entrevista à People. Os únicos que já demonstraram ter sonhado são os gorilas Koko e Michael, que aprenderam a se comunicar por sinais”
(2016)
Se tu era um ser humano nessa data, e teve um gato, SABE QUE ELE SONHAM. Não existe dilema – cientistas são mais inteligentes que você no assunto que eles pesquisaram!!! – existe alguma revelação complexa que cientistas tentaram fornecer, e meios de comunicação burros com editores idiotas escreveram apenas o que entenderam.
Divulgação de ciência mal fornecida, ou um puta papa click.
Basta ser critico, assumir que todos são burros, ainda mais os fora das ciências exatas (ou qualquer assunto que toque em tópicos de logica) quando escrevendo sobre essas.
OBVIO que tu vai errar, mas estatisticamente tu vai acertar muito, muito mais. Joga na matemática e aceita que a goleada não foi de zero… …. ou seja politicamente correto e ignora o que tu sabe.
Não é simples porém, cada vez mais tu passa a perceber a quantidade de idiotice que existe em todo lugar, e doi pra kc a mente e a própria existência.
É que nessa de assumir que todos são burros, corre-se o (enorme) risco de… bem, dar uma de burro.
Cada um sabe de si, porém.
me responde de verdade, porque ENORME?
Tu deve saber tua capacidade, ter uma ideia de seu QI, e saber a media dos dois.
Tem chance e VAI errar obvio.
Agora porque tu vai errar vai ser ‘cagão’? Não vou desrespeitar os outros por saberem menos que eu, apenas vou assumir isso até ter motivo – E ADORO QUANDO OCORRE! – de perceber que eles são também mais capazes que a maioria ou, DELÍCIA!!, que eu.
Pensar o oposto é burrice e perda de tempo quando tu sabe que não somos todos iguais. Tenho certeza que Einstein não consideraria minha opinião como válida em um assunto que ele era bom, apenas talvez por educação. Por educação, por fora, faço o mesmo.
@ Andre Kittler da Costa
O mundo é muito grande, o conhecimento que a humanidade acumulou nos últimos milênios é vasto e existe muita gente muito esperta que dedica a vida a especificidades.
Existem cientistas “burros”, existem cientistas de má índole, mas creio que sejam minoria. Acho presunçoso questionar alguém que se dedicou a pesquisar um assunto de modo aprofundado com meu mero achismo. É uma abordagem, como disse, simplista demais, quase ingênua.
Auto-confiança é boa, até necessária em doses comedidas, mas não pode exagerar 😄
@ Rodrigo Ghedin
Pelo o que entendi, o último ponto que o André levantou foi sobre a pessoa que escreveu a matéria sobre o sonho dos animais. Essa pessoa se baseou em um trabalho científico, não entendeu por não ser relacionado com a área e acabou por escrever besteira. O uso de IA no paper ajudaria isso não ter acontecido.
A IA, assim como tecnologias em geral, está aí pra ajudar, agilizar, cortar caminho e, por fim, matar o processo. E nessa se perde o pensamento crítico, o entendimento das coisas, dos porquês. Tudo vira fast-food, rápido, vazio e padronizado. Apenas o resultado eficiente é que vale, sem a necessidade de ser eficaz. E é esse o caminho que vamos trilhando a um bom tempo, aumentando de velocidade exponencialmente a cada passo dado.
@ Felipe
Ah, é como eu disse: existe sempre a possibilidade de topar com pessoas que não entendem do que estão falando — um problema mais recorrente na divulgação científica, no caso. Meu contraponto a ele foi em relação a questionar a ciência em si, sabe? É, também, algo suscetível a erros e mal entendidos, mas muito menos suscetível devido às salvaguardas criadas ao longo de séculos — o método científico, os rituais e rigores do processo etc. Acho que não concordo com a atitude desdenhosa/cínica em relação à ciência.
Nossa, não entendi nada desse comentário.
Eu muito menos. Nem ler a versão chatGPTzada ajudou. Ler a discussão sobre ele, menos ainda.
Andre, você não precisa escrever tanta coisa só pra mostra que não entende nada do que seja cultura.
Bastava dizer: “Não entendo nada de humanidades”.
Economizaria alguns bytes no espaço de armazenamento do servidor do MdU.
O leitor médio do MdU não está preparado pra dialogar com gente comum, sem doutorado ou trocentas certificações.
?
Comprovou meu ponto.
@descrente (e desiludido)
eu acho — só acho — que quem não quer dialogar não seja eu, mas o autor do comentário
aqui teve paywall pelo link fornecido
Tente usar o link
[sem paywall], depois do link original, no título, ou o nosso Ladder.É só desligar o javascript que o paywall cai. No firefox uso a extensão “Disable Javascript”, impossível um nome mais objetivo 😂.