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O estado da cultura em 2024 honest-broker.com

Acho que foi um dos melhores textos que li este ano. Muito preocupante o tanto que encolhemos a cultura usando todas essas plataformas.

Na linha do que nos ensinou McLuhan, o meio muda o formato em que o conteúdo é entregue e ao fazer isso, também nos muda. Pelo visto também estamos ficando menores.

Não se trata de ir contra o consumo rápido e curto, que por vezes pode ser inteligente e útil, mas de usarmos plataformas que não valorizam o conteúdo longo. E assim seguimos.

Segundo o autor, o entretenimento engoliu a arte, a distração engoliu o entretenimento e o vício está engolindo a distração. E assim seguimos, consumindo conteúdos picados, diminuindo a capacidade de ler reportagens/matérias/artigos, ver filmes, escutar álbuns, etc.

2 comentários

2 comentários

  1. Esse texto é muito bom. Eu tava com ele no ctrl+c pra compartilhar aqui se não encontrasse e encontrei hehehe.
    Um amigo enviou esse texto no meio de uma conversa com outros amigos humoristas sobre como memes tem muito mais alcance e visualizações que qualquer vídeo mais elaborado que eles postem e como isso acaba moldando o trabalho de todo mundo.

  2. Tem um vídeo do Quadrinhos na Sarjeta que casa perfeitamente com esse tema, envolvendo também a crise da nostalgia que a produção cultural sofre hoje.
    Muito em decorrência dos EUA, que “ditam” a direção da cultura de massas global, estarem desesperados em relação ao seu cenário social/político/econômico atual.
    Legal que ele também comenta sobre como devemos evitar importar esse sentimento.
    https://youtu.be/RfhuF1xIGeM