A Amanda Rossi deu uma entrevista um pouco mais detalhada sobre aquela reportagem que mostrou o esquema de uso ilegal de dados pessoais por redes de farmácia (lembram?).
No podcast, ela deixou algumas informações sobre como contornar o problema.
6 comentários
E como que com o CPF de uma pessoa as propagandas eletrônicas vão ser direcionadas? Do ponto de vista prático isso não parece fazer sentido, embora eu esteja muito inclinado a acreditar nessa canalhice toda.
O podcast está excelente, recomendo muito
Inclusive seria ótimo ouvir uma edição do podcast do Manual entrevistando a jornalista!
100 200 300 88
“O desconto [do CPF] não é real. Eu afirmo categoricamente […] O preço mais próximo do real é aquele que você paga depois que você dá o CPF”
….
Em todas as unidades visitadas pela reportagem, no entanto, foi informado que o desconto só seria concedido se fosse informado o CPF.
O desconto não precisa ser real, apenas quero pagar o menor preço no caso.
Mudaram o modelo de negócio deles. Beleza. E com isso eu recebo mais propaganda nas redes sociais que naõ uso, no yt que nao vejo propaganda, e na minha pasta de span.
OK. Não vou perder o sono.
Acho que a questão passa mais por outras coisas, como a pouca transparência na coleta das informações, sua possível influência na decisão de planos e outros serviços de saúde, e seu possível vazamento futuro.