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[en] O caos do GNOME não é um acidente sem paywall traduzir medium.com

O GNOME consegue uma façanha que parece impossível: é o ambiente gráfico mais pesado e limitado para Linux. Mas isso não é acidental. É o resultado da arrogância e amadorismo de seus desenvolvedores, fazendo do GNOME uma obra-prima do caos. Para melhor entender o que está acontecendo, vamos analisar alguns exemplos além dos que já discutimos previamente em outros artigos. Mesmo que nada do que segue te atinja diretamente, vale a pena compreender o modus operandi por trás dos projetos do GNOME e como eles ofendem a comunidade Linux.

O artigo está em inglês, mas é uma leitura fácil e ilustrada com exemplos e imagens. Considero um texto importante para todos aqueles que se interessam por software livre, pois trata de impactos não apenas diretos a quem usa o ambiente gráfico GNOME, mas também indiretos, incluindo inúmeros projetos que basicamente toda distro Linux precisa incluir, como GTK, libxml e Glib, além de programas já consagrados, como o GIMP, Disks e Inkscape.

8 comentários

8 comentários

  1. Sempre foi ruim, feio/mal acabado, a novidade para mim é ele conseguir estar mais lento em relação ao Plasma, o salienta bem a derrocada do projeto.

  2. Toda essa coisa de “ódio ao Gnome”, preciso dizer, me parece um puta caso de “sabedoria desbalanceada”.

    Achei o texto, no mínimo, exagerado.

  3. Nunca gostei do Gnome 3. Esse texto me fez passar a odiá-lo.

    Ironicamente, estou usando o Fedora com Gnome neste momento, após 10 anos mantendo distância. No Carnaval 2024, no bloco do eu sozinho, vou formatar a máquina e colocar o Fedora com KDE.

  4. que exagero

    eu uso Gnome e adoro

    é lógico que tem problemas, qual sistema não tem ?

    até mesmo o sistema daquela corporação de 1 trilhão de dólares está cheio de problemas, e ali não tem muito que fazer, não dá pra criar um fork ..

  5. Desanimei do GNOME faz tempo. Após ler os três artigos que trazem informações bem úteis, a conclusão que cheguei é a de que estão afundando e não estão nem aí pra isso. Bons tempos do GNOME 2, apesar que tinha também suas imperfeições mas funcionava bem e não era tão avacalhado como agora. Na verdade, o que a gente observa atualmente é que a prioridade é lançar, seja uma nova distro ou uma nova interface em intervalo de tempo mínimo, só pra ter mais uma versão mesmo. Acabou aquela preocupação de disponibilizar algo sólido e com qualidade. É uma pena isso. Por aqui mantenho meu Debian rodando com o XFCE, esperando que desenvolvedores acordem para a necessidade de criar algo simples de usar, consistente e sem firulas.

  6. Interessante. Eu não sabia que o time de desenvolvimento era tão arrogante assim. Eu gostava muito do gnome, por sua simplicidade e facilidade, mas tornou-se um negócio mal otimizado para usar no meu PC já idoso…assim voltei pro KDE e foi tudo tranquilo, não tive que adaptar nada para usar.

  7. Talvez, o acidente seja o Linux, não o Gnome.

    Torvalds não teria criado o Linux, se não tivesse ocorrido os imbróglios com licenciamento do BSD. Na época, ninguém achava que o x86 seria a arquitetura universal, que deixaria de ser apenas PCs, para substituir workstations e servidores (SGI, Next, mainframes, SPARC, etc…).

    O Linus segue controlando o projeto com pulso firme, mesmo assim parece funcionar bem, com várias gigantes colaborando para o projeto. A diferença de um Chromium ou VS Code para o Linux, é que por questões circunstanciais, o sistema caseiro do Linus ganhou dos outros Unix e ele soube conduzir tudo muito bem.

    Há de considerar que kernel é uma parte bem técnica, o que reduz os desafios de produto, tendo objetivos mais claros e tomada de decisão mais pragmática. É muito mais comum projetos de código aberto terem sucesso nesse cenário, que algo para usuário final comum, como o Gnome.

    O fato de todos os forks do Gnome citados serem menos relevantes ou terem fracassado, mostra como a Red Hat é quem dá as regras no user space (e.g. Wayland, systemd, pipewire, Gnome).

    Espero muito estar enganado, mas o COSMIC é mais um caso de engenheiros subestimando estratégia de produto/negócio, se a ideia é lutar contra o domínio do Gnome e Red Hat.