Assisti ao filme depois de um tempo sem ir ao cinema, e, no geral, foi uma boa experiência.
O filme é divertido. A trama é boa. Mas fica claro que é uma homenagem ao primeiro filme, e penso que deve ser assistido dessa forma, e não esperando uma segunda obra de grande impacto, porque não é.
Senti falta da presença da Fernanda Montenegro interpretando Maria, apesar da boa atuação da Taís Araújo. Mas, para mim, o que mais desagradou foi a falta de cenas “reais” na cidade de Taperoá/PB.
O filme parece ter sido feito em um grande estúdio, usando fundo verde ou painéis de LED, não sei ao certo. Isso fez com que parecesse ainda mais caricato, quase como um desenho animado. Foi o que mais me incomodou. Mas, ainda assim, recomendo assistir, principalmente pela nostalgia e a homenagem à obra de Ariano Suassuna.
5 comentários
Vi na estreia.
Fazer metade do filme exatamente igual é um desperdício de tanta gente talentosa. Da metade para o fim, há momentos irritantes de tão repetidos.
A dublagem me incomodou mais do que o fundo em painéis de led. Se a captação tinha problemas, que fizessem uma dublagem cuidadosa. As falas de Fabíula Nascimento são as mais desencontradas, mas não é a única personagem com problemas.
Eu sequer notei a dublagem. Quando sair nos streamings vou ver novamente e tentar reparar.
Wow! Que sorte a sua. Me irritou demais! Eu adoraria ver alguém da produção falar a respeito.
Dois filmes que ñ esperava ter sido lançados uma continuação:
– O pai O
– O Auto da compadecida
Os primeiros me marcaram demais e ter um segundo filme de histórias tão fechadas, me soa como arrecadar. Ñ vejo problemas, mas prefiro esperar sair nos streamings.
Eu não vi nada sobre o filme, trailer, elenco, nada. Apesar de ter gostado, acho que é um filme perfeitamente assistível em casa. Não há a necessidade da experiência que o cinema proporciona.