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O auge e a queda do orelhão no Brasil youtube.com

Um curto e divertido documentário de 30 minutos sobre a história do Orelhão brasileiro, para celebrar sua vida no ano de seu fim definitivo. Eu já nasci fora da época de ouro ou prata dele e não lembro de tê-lo usado efetivamente, então infelizmente não posso contribuir com nenhuma história pessoal minha com ele, mas eu lembro que meus pais tinham uma fichinha, que já sumiu muitos anos atrás. Mas aprecio agora o quão revolucionário tecnologicamente foi ele na sua fase histórica, e quanta cauda longa ele teve após supostamente estar ‘ultrapassado’, me lembra as estatísticas de quanta gente ainda vê televisão aberta, de satélite e a cabo em vez de streaming até hoje aqui e nos gringos, uma transição tecnológica ainda leva muito mais tempo do que o senso comum impulsionado pelas corporações implica.

6 comentários

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  1. Gostei de saber q tinha orelhão especifico pra chamada local ou interurbano, eu não tinha ideia.

    Achei curioso não mencionar no video a chamada a cobrar. Eu era mto criança qdo usava ficha, e acho q raramente tinha cartão comigo.
    Pra quem tinha telefone em casa, o orelhão era pra emergencias na rua, então eu sempre poderia ligar pra casa a cobrar de boa. A musiquinha é o mais marcante.
    Lembro várias vezes de pegar fila na saída da escola qdo tinha algum evento, pedindo pra meus pais me buscarem, ou qdo eu estava na faculdade, ligando pra casa pra avisar q eu perdi o onibus na rodoviaria e ia atrasar.

  2. A nostalgia faz a gente esquecer de todas as coisas ruins.

    Orelhão não era tão democrático, você tinha que comprar as fichas ou, posteriormente, o cartão. Não eram baratos e duravam muito pouco, era pra ligações rápidas.

    Acabou porque quase todas as pessoas tem algo que funciona muito melhor em seus bolsos.

    Saudade zero disso. E olha que como sou dos anos 80 usei bastante.

  3. É uma pena ver o fim dos orelhões, não por nostalgia e tal, mas sim porque de fato ainda é uma forma “democrática” de uso de comunicação, e pode ser usado em emergências.

    Claro que o advento do celular ajudou bastante, alidado ao vandalismo criminoso que poucos combatem. Mas um orelhão fará falta no futuro. Lembrando que tecnlogias de telefonia antigas são bem resilientes, dado a simplicidade e facilidade de instalação (um par de cabos energizados e aparelhos ligados).

    “Mas temos rádios, Wi-Fi”… ambos sofrem com interferência e distância curta dependendo (mais rádioentusiastas tipo PX tem habilidades para longa distância). E de fato, até rodovias tem dispensado os telefones SOS (que são “orelhões especiais” para acionar o suporte / resgate). Mas nem todo lugar tem sinal de celular pleno também.

  4. Oi Henrique! Nossa, que massa a história do Orelhão e, admito, vai deixar saudades! Tem alguns em estações do metrô e CPTM, em São Paulo e, por curiosidade, vi que tem linha. Usei bastante na adolescência e até, salvo engano, idos dos anos 2000, fui ter um celular lá em 2003. Ah, e vi o Orelhão do filme O Agente Secreto no cinema Belas Artes. Obrigada por compartilhar o vídeo!

  5. Obrigado pelo vídeo! Vou até compartilhá-lo no meu blogue depois. Gostaria de ver mais materiais assim, onde se vê como equipamentos pré-internet funcionavam antes do predomínio do digital…

  6. Que vídeo legal! Acompanhei essa história nos anos 90 e 2000.