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“Não transforme seus gostos pessoais em traço de personalidade” youtube.com

A frase é do criador de conteúdo Luide Matos, que fez um vídeo contando como costumava passar horas na internet brigando por coisas como o filme Batman vs Superman (simplesmente não dá pra defender). Ao largar mão desse comportamento, ele teve mais tempo livre para aproveitar a vida com coisas que realmente importam.

No mundo dos games, é bem comum vermos pessoas defendendo seus jogos e plataformas favoritas com unhas e dentes, gastando horas em comentários online. Com isso em mente, antes de engajar em uma longa discussão sobre games, vale a pena fazer a reflexão: ao invés de brigar sobre jogos na internet, você poderia estar jogando.

sobre meu comentário agora: eu concordo com ele eu parei de debater e discutir mesma coisa que eu fiz em pólitica.

8 comentários

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  1. Não vi o vídeo, acho o Luide um chato, e não concordo.
    Essa coisa de ficar ditando regras é típico de gente chata (o verbo era outro mas o Ghedin vai me dar cartão vermelho). Gente que acha que o jeito deles de viver é melhor que o dos outros. Tem nome: prepotência.

    1. Eu concordo viu kkkkkkkkkkk mas eu vou colocar aqui meu lugar de fala. O mudinho gay. Gays marmanjos, de barba no rosto e CLT, perdendo tempo batendo boca sobre qual diva pop hitou mais, qual vendeu mais, qual teve mais pure sales, qual pegou #1 sem ajuda de feat e sem se escorar em video no tiktok. Para esses dai, esse video seria ouro pq eles sim se alimentam disso e tornam a personalidade deles essa persona surtada online que eles colocam pra fora. MICO!

      1. Valeu pela concordância!! E acho que vc vai concordar de novo: não discordo do Luide, o que irrita é essa coisa “tiozão bons conselhos”. (se discordar não conta para ninguém, deixa eu ficar bem na fita 🤫)

    2. Mas julgar quem dita regras também não é ficar ditando regras?

      Brincadeiras à parte, não vi o vídeo, o que me parece pela capa é apenas um conselho que deu certo pra ele e que está indicando para outras pessoas. Só que, de fato, há uma linha tênue que divide um conselho de uma “ditação de regra”, às vezes é o contexto, o tom, ou até mesmo se quem ouve vai com a cara da pessoa ou não.

      1. Pode ser que eu também esteja ditando regra, não gosto de ser criticado, mas quando a critica é educada (simpática já seria demais), não passa em branco e revejo minha posições.

    3. A somar: o Luíde é meio que um “personagem de internet” e sempre ganhou com isso. É engraçado essa postura agora depois que desmoronou muita da estrutura das redes sociais e dissolveu seguidores, Salvo engano ele era um daqueles que viviam da atenção no Twitter/X e pessoal já tava ignorando ele.

      No mais, tipo assim: ditar regras todo mundo quer. Segui-las, ninguém. Gosto de ler o Manual e o pessoal no Órbita porque há sempre relatos de vida e informações que ajudam a pessoa a decidir um novo rumo, como por exemplo se justamente vale a pena dar atenção a quem “dita regra”. Aqui não tem a dita prepotência – este adjetivo que cabe mais a blogueiros das antigas e barraqueiros digitais

  2. Eu fiz exatamente isso sobre política e demais assuntos do dia a dia. Vivo numa bolha, segundo a família. A vida está melhor desde então.

    1. Faço isso no trabalho. Vivo em orgão publico e só tem os defensor de Nicolas ferreira e de porte de arma. Um A mal dito aqui vai dar pra sua cabeça muita dor, pq eles vao falar demais