73 comentários

  1. ô Eduardo. Acho que você está querendo apenas polemizar. Dá uma olhada nas distribuições que existem por aí que fazem excelente uso do Gnome, por exemplo. Enfim.
    E, calro, se vocêtem bom gosto, basta que você configure a distribuição de sua preferência para ficar do jeito que você quer.

    Mas isso vai depender do seu bom gosto, não de algum designer da Apple.

  2. Hein? Eu acho o prompt de shell a coisa mais linda do mundo! E ainda tem Gnome, KDE, Cinnamon, Budgie, etc e etc.

  3. É relativo se você compara com o Mac OS e o windows 7/11 que são bonitos aí a maioria das distros são feias eu particularmente acho o Ubuntu e o Kubuntu bonitos, agora se você fala isso usando um Windows 10 aí tá de meme.

    1. windows 7 é cafonésimo com aquele excesso de transparências, degradês e efeitos tridimensionais

      o 11 é melhorzinho, mas o macOS ainda está melhor

      de fato, acho que a melhor tentativa de deixar o windows bonito foi no malfadado windows 8 (e no windows phone), mas eram boas ideias que simplesmente não deram certo

      1. Eu achava ele bonito pra época haha.

        Hoje é algo datado, coisa parecida eu sinto com o Ubuntu que utilizava Unity. Ou com o iOS 6 e o Android Jelly Bean stock.

        Vendo 11 anos depois o windows 8 foi algo que a Microsoft tentou reinventar a roda no menu iniciar né

      2. Eu tenho comigo que o Windows 8 só era bonito na teoria, ou nas imagens de divulgação. Quando novos apps eram adicionados e no uso de fato, era um sistema feio, cheio de arestas e detalhes mal pensados.

        O Windows 7 era bonito, mas ficou datado bem rápido, talvez por culpa da Apple que, pouco tempo depois, adotou um design flat bem feito com o iOS 7 e mudou muitos paradigmas de UI digital.

        1. acabo de me dar conta de que o iOS 7 faz dez anos neste ano

          2013 talvez tenha sido o último ano dos anos 2000

          1. O iOS até o 6 era feio, na real. Pouca gente falava disso.
            A Apple mudou muito bem no iOS 7 mas acho que faz um trabalho cafona no macOS nessa junção iOS + macOS, tem umas 3/4 versões que parece uma mistura mal feita dos dois.

            E vou me abster de falar do iPadOS que é uma SALADA completa e que sequer tem a maioria apps adaptados.

          2. (aliás: rigorosamente, o iOS nunca deixou de usar esqueumorfismo, mesmo após o iOS — o ícone de telefone continua sendo um telefone antigo que a maioria dos jovens nunca sequer deve ter visto, etc —, mas antes era uma espécie de trompe l´oeil exageradíssimo)

  4. Eu acredito que por padrão existem poucas, mas elas costumam a ser as mais usadas: Ubuntu, Kubuntu, Manjaro (KDE, GNOME, XFCE), ZorinOS, não acredito que são ESTONTEANTES de tão bonitas, mas sla, o padrão do KDE por padrão é bem feio, do XFCE também, as unicas distros que trazem ele por padrão agradável é o Mint XFCE e o Linux Lite, o Debian feito de programadores gosta de trazer o padrão das distribuições, com um wallpaper CAIDAÇO, de resto, personalize o wallpaper e instale 2 ou 3 extensões e coloque um tema com icones bonitos e qualquer distro feia deixa de ser um problema.

  5. Eu passei a gostar do desktop padrão do Ubuntu Studio depois que eles trocaram o XFCE pelo KDE

  6. gente, eu tenho visto muita gente falar sobre uma suposta subjetividade do belo

    não é o caso de mergulhar nessa discussão aqui (porque se for pra discutir estética a gente vai voltar ter que começar a citar kant, hegel, platão, aristóteles, etc)

    mas muito grosseiramente: o belo é fenômeno social tanto quando resultado de percepções individuais e subjetivas — até porque subjetividade nenhuma é absoluta e transcendente do social.

    se houver algum bourdieano por aqui essa pessoa logo vai nos lembrar que a beleza não só é socialmente construída como envolve determinações de classe

    enfim: esse argumento de que “a beleza é subjetiva” em última instância não significa nada: subjetividades continuam condicionadas pelo social — ou seja, se o belo é subjetivo então esse belo continua podendo ser avaliado segundo parâmetros sociais e históricos

    e é nesse sentido que a pergunta do post faz sentido

    1. A percepção do belo de acordo com a classe é algo que eu tinha vontade de estudar. A própria ideia da venda do capital muda de acordo com a classe. O padrão de beleza feminino muda, a percepção de status social (capital social, capital econômico). Isso é bastante interessante de se perceber.

      O gosto do corpo social MdU é muito parecido (por questões de classe, por questões de agrupamento étnográfico etc) e se baseia muito na estética da Apple, tanto para acessórios de vestuário (Insider, Apple Watch, iPhone), passando pela arquitetura (podemos ver isso nas mesas, quando o pessoal ainda mandava, que era uma coisa sempre bastante clean e seguia uma estética moderna de ferro + madeira + concreto) e chegando ao UX de sites, livros, fotografias.

      Enfim, o que é belo é uma variação MUITO grande.

      1. o caso da apple acho muito interessante, porque completamente contraditório — incluindo eventualmente o gosto pela “estética” apple

        por um lado há aquele ascetismo formal super limpo, sintético, sóbrio e disciplinado que faz referência ao design teuto-suíço dos anos 1950 — a tal ponto que a própria empresa eventualmente incentiva narrativas a respeito da trajetória de sua estética que posicionam uma figura como Dieter Rams e o design da Braun como uma espécie de mito de origem (que, por sua vez, busca nas vanguardas experimentais dos anos 1920 também sua própria origem mítica)

        por outro lado, há um certo conservadorismo próprio do subúrbio estadunidense ― de onde a apple veio e para onde certamente ela tende a mirar — que a torna muito próxima de empresas absolutamente caretas e nada experimentais como a Disney: os textos dela são sempre centralizados e escritos sempre com iniciais maiúsculas (num esquema compositivo muito tradicional, apesar da tipografia moderna dos anos 1950), os lemas publicitários são cafonésimos, o clima geral é de uma espécie de bom-mocismo

        é uma espécie de vanguarda comportada — ou de uma elegância destinada à classe média (ou, talvez, uma espécie de elegância que quer ensinar a classe média a ser elegante fazendo-a se desfazer de suas referências e preferências kitsch colocando no bolso produtos com “bom design” ao mesmo tempo que se rendendo ao bom-mocismo conservador dessa mesma classe média suburbana

        1. Mas eu tendo a achar que é isso mesmo. A Apple é o novo rico do pedaço, ensinando a classe média alta como um rico deveria se portar. A Apple não é uma marca de luxo como Patek Philip, por exemplo. A Apple é uma marca de massas caras. Ela é o sonho de consumo da classe baixa e a marca que determina o padrão da classe média/alta. Seja aqui, seja nos EUA.

          A Apple nunca se posiciona no quadrante mais elitista e também nunca está no mais massificado, ela é o meio-termo. E pra isso fazer sentido pra classe social que ela atende, ela precisa de um mito fundador tanto da empresa (a garagem do Apple I) como da estética da nova era (a Braun).

          E sim, ele vive no mesmo cenário da Disney. Basta lembrar o quão fã da Disney era o SJ (e que ele era acionário da Disney atravéz da Pixar). E puxando esse fio, você chega na Next, no Cube, no 20th Anniversary. São todas afirmações de um modelo de classe média/alta de estética, desejo, acesso e status.

          A Apple não tem RGB como a JBL e a Razer, não produtos de USD5 como a Logitech, não tem linhas intermediárias como a Asus e HP. Mas ao mesmo tempo, ela não tem linhas de alto padrão (de fato, que custem alguns milhões) com assinaturas e linhas exclusivas. A assinatura da Apple era o John Ive e o Jobs. Hoje é o Coock. Depois será outro. Sempre uma assinatura interna que remete ao mito da fundação da empresa.

          Uma Disney muito menos popular (em termos target de produtos).

          1. sim, é bem por aí: consumo de massas fazendo de tudo para aumentar o preço médio dos produtos, mas ainda consumo de massas

            inclusive ela é bem hábil em associar seus produtos a um status de distinção que de fato eles não têm, quando comparados com as marcas verdadeiramente exclusivas

            agora, o que é curioso é que em um dado momento ela tentou entrar no mercado de luxo com aquele apple watch de ouro (que chegava a custar 100 mil no brasil) — mas acabou sendo um produto que não se posicionava bem nem cá nem lá

          2. Mas é por isso mesmo, o público da Apple não tinha dinheiro pra comprar aquilo e o público que tinha, não compra relógio da Apple.

    1. Não ficou claro no post, mas ele tá se referindo à aparência padrão das distros (ele falou em um dos comentários abaixo). Afinal de contas, se a pessoa modifica a aparência do sistema, não dá mais pra dizer que ela é da distribuição, né?

      1. Entendo. Bom, o tipo de post mais popular no r/unixporn é o rice, que é quando você remove o ambiente gráfico e modifica o que restou da interface a nível de gerenciador de janelas. Talvez, então, seja uma questão de semântica.

        O autor disse achar feias as distros (querendo dizer “os ambientes gráficos das distros”), porém o Linux não se resume a ambientes gráficos porque tem os rices. E mesmo assim, há inúmeras maneiras de fazer “tweaks” de interface.

    1. Mês passado eu estava de férias e cansado do meu Ubuntu, e o critério além de bonito (que para mim é ter ua dock e mais nada, para dar destaque para o papel de parede) precisava ter uma compatibilidade sólida com minha placa Nvidia e uma usabilidade legal também.

      Logo de cara veio a Deepin, mas assim que instalei vi que tinha uns erros chatos de ux, removi, instalei várias e no final, escrevo do ZorinOs mesmo
      :)

  7. Interessante, vou responder com meus próprios pitacos:

    1 – Beleza é subjetivo em último plano, e empiricamente depende muito da exposição cotidiana da pessoa (experiência pessoal). Então podemos discutir isso ad eternum.

    2 – A “beleza” digital tende a ser ineficiente em termos de consumo energético e da capacidade do equipamento , já que a estética principal da beleza digital são efeitos visuais (animações, mudanças de cor, etc). Tanta renderização consome parte do que poderia ser dado aos programas e ao sistema.

    3 – Tem gente que ama as estéticas antigas por causa do pt 2 ou pelo minimalismo, ou pelo visual retrô (voltamos ao ponto 1).

    4 – FOSS prima pela autonomia e diversidade e é uma obra coletiva (em graus variáveis mas coletiva). Então não tem uma autoridade central para mandar em todos os níveis e áreas e forçar a convergência visual. Se o pessoal x q faz o programa y quer usar estética de Windows 95, é livre. Se for ver o Windows também pode ser assim, o Sumatra PDF tem cara de anos 90. Se o Windows viesse com Sumatra e Libreoffice e Winamp instalados, seria o mesmo problema.

    Eu agora estou numa fase minimalista e funcionalista, então prefiro usar o Mint XFCE mesmo, ou un KDE com tema visual do Windows 7 no máximo no biglinux . Também já instalei o LXLE num laptop velho, e só recoloquei o mint por facilidades.

    1. Disse tudo. Pessoalmente uso uma interface simples e funcional e que usa poucos recursos (XFCE) e me atende muito bem. Firulas, deixo pra outros sistemas e ambientes e lógico, pra quem gosta. Como bem disse, beleza é subjetivo. Vida que segue.

    2. 1 — Mesmo sendo subjetivo, há elementos e tendências de design que tornam um conteúdo mais agradável aos olhos (ou mais “bonito”). É por isso que o Windows foi mudando sua aparência ao longo das versões. Desde uma aparência mais acinzentada (95 e 98), mais colorida (XP), mais inspirada em “vidros” (Vista e 7) e atualmente com cores mais sólidas (8 em diante).

      A crítica às distros Linux me parece ser bem nesse ponto: elas pouco evoluíram com o tempo. Fui olhar uma imagem do último lançamento do Ubuntu (Lunar Lobster), e ela tá igualzinha a versão que eu usei no começo da faculdade, lá por 2010.

      2 — É por isso que deve haver um equilíbrio entre a aparência e performance, principalmente se tratando da aparência padrão do sistema. Ninguém quer que OS pareça uma carroça logo após o primeiro uso, mas também todo mundo quer um sistema que tenha uma boa estética.

      3 — Minimalismo nem sempre é sinônimo de visual retrô/estética antiga, muitas vezes eles são até antagônicos. Um bom exemplo é o próprio site do Manual, que adota um visual mais clean, ao contrário de sites antigos, cheios de gifs, menus coloridos e animações. E voltando pro item 1, não se trata de preferências, e sim de um sistema que tenha uma estética mais agradável para o uso cotidiano.

      4 — Concordo que esse seja um problema, mas não sei até que ponto isso afeta a experiência geral do sistema. Acredito que todo mundo que usa Linux tem noção dessa questão, que são aplicativos de diversos desenvolvedores e equipes. Ao mesmo tempo, no Windows, já usei inúmeros aplicativos de terceiros, como o próprio Sumatra e o LibreOffice, e essa questão da aparência não me incomodou tanto.

  8. Olha, estou bastante surpreso.

    Acho a interface do Gnome (vanilla) e dos apps que seguem as HIG do Gnome muito bem resolvidos, bonitos e uniformes.

    Acho o tema padrão Adwaita bastante moderno e sóbrio, penso que esteja em pé de igualdade com o MacOS Catalina (a última versão sóbria do MacOS).

    Vejo uma padronização na interface do Gnome que não existe no Windows e o MacOS retrocedendo neste aspecto desde o BigSur.

  9. Não existe mesmo. O melhorzinho é o Gnome puro no Fedora, mas ainda assim ele tem aquele look-and-feel meio anos 2000/2010, principalmente por causa dos ícones e do gerenciador de arquivos.

    1. Poxa, realmente não sinto esse look-and-feel 2000/2010. Imagino que a última atualização do Windows possa ter mudado algo de essencial nesse sentido, mas acho o Gnome bem mais razoável que a experiência que tive com o Windows 10, sabe? Talvez o KDE sim me passe essa sensação anos 2010, mas acho que a nova grande atualização vai na direção de corrigir isso.

  10. Deepin, Ubuntu Kylin, Elementary OS e CutefishOS tão aí pra te provar o contrário.

    1. CutefishOS é só um par de menus. Todo o resto já tinha em outras.
      E no fim eles só provam o que o OP falou.

  11. Considero o Gnome do Fedora como o menos feio (mas ainda bem feio). E o pior é que ele tem uma escala horrível de usar.
    O KDE é um salada confusa. É uma coisa tipo “não temos identidade, monte a sua”. E nada fica conciso.
    Linux Mint só foi bonito na primeira versão.
    Deepin é uma copia translúcida do Windows…

  12. Qual a sua base para fazer essa afirmação? Faz algum tempo que ambientes gráficos como Gnome e KDE Plasma ostentam identidades visuais muito equilibradas e consistentes (para não dizer “bonitas”, o que é um negócio muito subjetivo). Ainda mais comparado ao Windows, que descarrilhou completamente no Windows 8 e nunca mais se recuperou…

    1. Vi principalmente as versões mais novas do Debian, Linux Mint, Ubuntu, PopOS. E dei uma olhada no GTK também. Não tankei.

      1. Você citou distribuições e o toolkit usado por alguns ambientes gráficos (GTK).

        Você viu por imagens ou instalou e usou uma distro moderna e que tem um cuidado com o visual, como Fedora, Mint ou Pop_OS!? Interfaces modernas têm muito movimento e isso influencia na percepção.

        Como você curte o Windows (com base em outros comentários), é meio maluco achar que ambientes gráficos modernos, em especial o Gnome, sejam “feios”. O Windows 11 é uma cópia mal feita do macOS; o Gnome é bonito e tem personalidade. Se não usou pra valer, sugiro o teste.

        1. Só uma “defesa” ao Windows: acho que esses ambientes Linux são mais bonitos em um nível bem superficial, para usar rapidamente ou tirar um print no r/UnixPorn, mas degringola bem rápido.

          O Windows tem várias versões de UI legadas, mas as partes mais usadas costumam ser mais atualizadas. Fora que tem basicamente tudo via UI, o que não é sempre verdade no Linux.

          Mas acho que a pior parte é o grau de inconsistência: prefiro usar uma aplicação com cara de Windows 2000 no Windows 11, que basicamente qualquer coisa “não-GTK” no Gnome.

          Uma analogia irônica: o Gnome é mais bonito que o Windows, como o Windows Phone era mais bonito que o Android.

          1. Acho que concordo com você, Gabriel Arruda.
            Para mim, as versões mais bonitas do Windows foram o Vista e o 11. Linux é lindo quando personalizado, mas, na hora de utilizá-lo de fato, você começa a perceber a falta de coesão entre as diferentes interfaces e aplicativos. O software livre carrega consigo muita diversidade, e, por isso, divergências estéticas. Eu adoro o software livre e o Linux, mas existem os prós e os contras, como em qualquer tema da vida.

          2. Nossa, eu não poderia discordar mais kk
            Como os ambientes Linux podem ser bonitos “só superficialmente” com você pontuando que o Windows, que só tem uma interface pra integrar direito e tal nunca terminou a transição? Acho que o Gnome, por exemplo, é “cru”, ok, mas essa é, desde o início, a proposta dos caras.

          3. @Edson

            Mas o ponto é justamente que o Windows lida com anos de aplicações legadas, tanto dela como de terceiros. Logo é bem complicado resolver e – essa parte é subjetiva – mas mesmo coisas bem antigas, parecem menos alienígenas no Windows que um aplicativo QT novo no Gnome.

            O Gnome é lindo se você conseguir usar todos os apps GTK, com CSD bem feitos e usando GTK4. Mas na vida real, quantos apps são assim?

            Comparando a experiência básica com aplicativos nativo, acho Gnome mais bonito que Windows. Eu até consigo me manter mais ou menos nesse “cercadinho” para uso pessoal, mas é irreal para a maioria das pessoas.

            É superficial no sentido de que é ótimo para uma apresentação ou primeiras impressões, mas considerando que normalmente você precisa usar aplicações diferente fora do ecossistema do SO no dia-a-dia, prefiro Windows que lida melhor com isso (na minha modesta e não embasada opinião)

    2. Considero o Gnome do Fedora como o menos feio (mas ainda bem feio). E o pior é que ele tem uma escala horrível de usar.
      O KDE é um salada confusa. É uma coisa tipo “não temos identidade, monte a sua”. E nada fica conciso.
      Linux Mint só foi bonito na primeira versão.
      Deepin é uma copia translúcida do Windows.

  13. O problema nem é ser bonito, acho Gnome e Pantheon bem bonitos, mas à medida que se usa apps de outros ambientes fica tudo inconsistente.

    1. Tô sentindo que tô super negativo aqui nos comentários hahahaha.

      Pensei como seria legal todos concordarem em ter uma base em comum pra os visuais, ou que o GTK desse uma repaginada geral e as distros concordarssem em seguir uma linha visual em conjunto. Nunca vai acontecer.

      1. Também creio que nunca ou dificilmente acontecerá. No entanto, vem melhorando.

      2. Nunca vai acontecer por que não precisa acontecer. Linux não é windows ou MacOS.
        Você usa o sistema por que ele te supre como ferramenta e não como colírio para os olhos.

        Alias, Android é Linux… É feio?

  14. Com paciência pra customizar é o contrário: qualquer linux fica bonito. Mas se só contar a experiência padrão, acho o fedora bem bonito e harmonioso.

    1. Sim sim. Meu maior problema é com os padrões mesmo. Se não é a UI em geral, é a fonte, ou a posição dos botões. Por mais que eu tenha críticas às UIs da Microsoft e da Apple é notório que há uma diferença gigantesca.

      Pode ser que, talvez, essa diferença gigantesca seja a de trilhões de dólares, o que me faz me sentir um pouco mal de fazer comparações hahahaha. Mas é impossível não comparar.

      1. A comparação tem que existir, “saiu na chuva é para se queimar”.
        O usuário não tem obrigação de fazer uma crítica materialista da distribuição, isso que faz somos nós, que somos do meio. Por esse ponte de vista vc tem mesmo que se sentir mal, mas olhando pelo usuário final é exatamente o que ele pensa.
        Respondendo, existem distribuições bonitas, mas a quantidade de opções e configurações é tão grande que o usuário fica perdido e acaba deixando no padrão, que se não é feio é sem graça. Eu estou nessa turma.

    1. Pior que esqueci de elaborar e parecer menos babaca porque tava meio atrasado pra almoçar hahaha

  15. Eu até concordaria se a afirmação fosse “não existe Linux mais bonito que o MacOS”, apesar de que beleza é um conceito bem subjetivo. Mas pra entrar na brincadeira, comparando com o Windows o que não falta é distribuição Linux mais bonita…

    1. Eu discordo, mas suspeito que por conta da familiaridade. Uso Windows desde criança. Curto o visual. Parece mais… Atual.

    2. O W11 tem visual mt mais conciso que qualquer distro Linux.

  16. Já que é pra trollar…
    É porque Linux transcendeu essa coisa do “bonitinho mas ordinário”.
    Não tem coisa mais linda que segurança, privacidade, comunidade e fora bigtech!

  17. olhando de longe, eu acho que o Ubuntu já esteve num caminho interessante uns dez anos atrás, investindo numa identidade visual própria e em coerência na interface

    inclusive aquele malfadado projeto deles de sistema operacional para smartphones era bem interessante

    mas acho que isso tudo ficou pelo caminho

    1. Eu não entendo o motivo deles insistirem com aquela fonte 😭

      1. Acho que a versão mono funciona bem, mas de resto é uma fonte display péssima para quaisquer textos mais compridinhos (o que a torna uma fonte difícil pra ser implementada em interfaces, já que ela até funciona em alguns casos e é péssima em outros)

  18. Penso o oposto, acho tudo tão lindo… tem de customizar, claro, o que vem é um winwos de basico.
    Mas meu deus, como é customizável.

    Uso porém 100% windows pois no meu trabalho linux quebra miseravelmente. Mas como eu queria usar…. cansei de brincar e passar dias ajustando cada pixel, deixando uma obra de arte, apenas para formatar tudo pois apenas para internet nao me serve :/

    PS obrigatorio https://www.reddit.com/r/unixporn/

    1. Por culpa sua que me lembrou esse reddit acabei de perder 40 minutos vendo desktop alheio :)

    2. Esse é o meu problema principal (que eu deveria ter escrito no post. Aprendizado pro próximo). Os padrões dessas distribuições não são muito legais. Me lembram dos anos 2000 por algum motivo. Os botões, as linhas, as fontes. Você olha pro Windows e pro macOS e você vê profissionalismo. Pode doar meio ofensivo isso, mas é o que sinto hahahaha

      Ah eu lembrei do que eu tava pensando. Vou usar esse comentário.

      Tava pensando em como o Linux dificilmente irá tomar uma fatia maior do mercado de desktops por conta disso. Sei que parece bobeira, principalmente tendo algo mais importante pra isso acontecer, mas eu realmente acho que poderia se tornar um empecilho caso o problema dos apps se extinguisse. Ter uma UI padrão maneira é maneiro.
      Pra falar a verdade eu tenho a sensação de que ninguém liga mais pra isso. Foi só um pensamento que tive em relação à situação do Linux.

      Então pra mim o maior problema mesmo é com o padrão, porque depois você faz o que quiser.

      1. Windows tá cada vez mais inconsistente, umas janelas com cara de windows 10, outras 11, outras 7. Se cavucar acha até aquelas com cara de windows 95 ou anterior. Isso não me parece profissionalismo.

        E concordo que a instalação de aplicativos diferentes quebra qualquer harmonia de interface, mas também não é exclusividade do linux: aplicações em electron, cada vez mais comuns, não combinam com sistema nenhum.

    3. Na minha opiniao esse pessoal só vive de personalizar.
      Pelo menos nao conheco ninguem que use pra trabalho que tenha tempo de fazer tudo isso ai

      1. Na hora de lazer. Em bons tempos, antes de eu criar desgosto com tudo que a informatica atual oferece, eu trabalhava no PC na semana e brincava nele no final de semana.
        Quando é um hobbie se tem tempo fácil.

        nunca trabalhe com aquilo que você ama…..

  19. É uma percepção subjetiva e relativa, mas há muitas distritos que são tão bonitas quanto o sistema da maçã. Além do que, as interfaces do Linux são totalmente personalizáveis, sendo o limite a criatividade do usuário.

  20. “Adoraria ser convencido do contrário.”

    Pois então se prepare para os comentários… Hahaha

    Também tenho essa sensação de que não tem Linux bonito. Confesso que é mais gosto pessoal mesmo, vejo até esforço de várias distros pra tornar a aparência melhor… Mas não cola pra mim.

    Deve ser o tal do evento canônico, pra ser Linux, não pode ter a aparência 100% agradável.