Uma vez comprei um celular Multilaser MS80X aguardando o pior, mas me surpreendeu bastante, obviamente isso foi uma exceção
a Multi(laser) é a Havan dos eletrônicos
traz lixo da China para lucrar em cima dos nativos
isso ainda sem considerar suas ligações políticas com a extrema direita…
E o pessoal ainda defende taxação ao Ali, que justamente favorece estas empresas. É quase uma síndrome de Estocolmo. E eu daria meu dedo mindinho se o pessoal não ia estar metendo o pau se isto tivesse sido implantado no governo do gibeira.
Entrevista parece mais uma apresentação de stand de feira de tecnologia. Falou e não respondeu nada com clareza.
Podem mudar o nome, mas a qualidade sempre será a mesma. Eu duvido muito que tenha produção nacional, pode ter a montagem aqui, mas com produtos de fora, talvez nem a solda os caras fazem.
Nova proposta: ao invés de terceirizar a produção, vamos terceirizar a culpa.
Extra! Extra! CEO diz que a culpa não é da empresa que ele trabalha e muito menos da gestão.
Engraçado que ninguém reclama dos produtos da Intelbras, deve ser norte americana.
A Intelbras é bem razoável e conseguiu ser uma marca relevante no Brasil (o parque industrial dela está em Santa Catarina, mas muitos produtos são fabricados na China mesmo, em OEM). Isso porque fez todo um ecosistema de vendas, parcerias comerciais e cursos. Os equipamentos deles não são difíceis de lidar e de certa forma até são robustos dado o custo-benefício.
E diferente da Multi, a Intelbras não tentou abraçar muita coisa ao mesmo tempo (a Multi vai de bolsinhas à pendrives, de Notebooks a caixas de som, patinetes e afins). Multilaser é como as antigas Leadership/Goldship e similares, são marcas que já estão na cultura popular do “se é barato e funciona, levo; senão nem pego”.
Excelente exemplo!
Diz o cara que só importa whitelabel de quinta categoria e coloca a marca em cima. Agora ser crítico com o produto agora é ser vira lata. É cada uma kkkkkkk
Descarrega um caminhão de produto de qualidade duvidosa no mercado, ferindo a própria imagem da empresa e o culpado é o consumidor. Difícil demais ser empresário no Brasil.
Uma vez comprei um celular Multilaser MS80X aguardando o pior, mas me surpreendeu bastante, obviamente isso foi uma exceção
a Multi(laser) é a Havan dos eletrônicos
traz lixo da China para lucrar em cima dos nativos
isso ainda sem considerar suas ligações políticas com a extrema direita…
E o pessoal ainda defende taxação ao Ali, que justamente favorece estas empresas. É quase uma síndrome de Estocolmo. E eu daria meu dedo mindinho se o pessoal não ia estar metendo o pau se isto tivesse sido implantado no governo do gibeira.
Entrevista parece mais uma apresentação de stand de feira de tecnologia. Falou e não respondeu nada com clareza.
Podem mudar o nome, mas a qualidade sempre será a mesma. Eu duvido muito que tenha produção nacional, pode ter a montagem aqui, mas com produtos de fora, talvez nem a solda os caras fazem.
Nova proposta: ao invés de terceirizar a produção, vamos terceirizar a culpa.
Extra! Extra! CEO diz que a culpa não é da empresa que ele trabalha e muito menos da gestão.
Engraçado que ninguém reclama dos produtos da Intelbras, deve ser norte americana.
A Intelbras é bem razoável e conseguiu ser uma marca relevante no Brasil (o parque industrial dela está em Santa Catarina, mas muitos produtos são fabricados na China mesmo, em OEM). Isso porque fez todo um ecosistema de vendas, parcerias comerciais e cursos. Os equipamentos deles não são difíceis de lidar e de certa forma até são robustos dado o custo-benefício.
E diferente da Multi, a Intelbras não tentou abraçar muita coisa ao mesmo tempo (a Multi vai de bolsinhas à pendrives, de Notebooks a caixas de som, patinetes e afins). Multilaser é como as antigas Leadership/Goldship e similares, são marcas que já estão na cultura popular do “se é barato e funciona, levo; senão nem pego”.
Excelente exemplo!
Diz o cara que só importa whitelabel de quinta categoria e coloca a marca em cima. Agora ser crítico com o produto agora é ser vira lata. É cada uma kkkkkkk
Descarrega um caminhão de produto de qualidade duvidosa no mercado, ferindo a própria imagem da empresa e o culpado é o consumidor. Difícil demais ser empresário no Brasil.