Não uso Windows desde 2000, mas se usasse esse seria um motivo pra abandoná-lo.
23 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Não uso Windows desde 2000, mas se usasse esse seria um motivo pra abandoná-lo.
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Acho bizarra a ideia de vc vender uma coisa e ainda monetizar o seu uso. Penso que se vc pagou por um serviço, ele é seu e a empresa não deveria poder usar esse espaço pra faturar ainda mais.
Vale pra anúncios no Windows (comprar a licença e ter que ver anúncios), pra assinatura do Spotify (vc pagar a assinatura e ainda ter seus dados coletados e vendidos), iPhone (você pagar uma fortuna no aparelho e ser obrigado a pagar à Apple pra fazer a manutenção dele, ainda que você saiba fazer essa manutenção e assuma a responsabilidade), MAX (cobrar assinatura e ainda faturar com veiculação de anúncios em um espaço já pago), dentre muitos outros exemplos.
Curioso que há tempos a Samsung coloca anúncios nas notificações do Android e não há questionamentos.
(Em tempo: não uso Samsung). 🙃
uso windows no trampo e em casa, há dois anos aproximadamente, apenas linux (mint!), inclusive trouxe a esposa também pro lado verde da força. rs
penso em usar windows apenas pelo uso do Visual Studio, ferramenta ‘gratuita’ e robusta o suficiente pra implementar e se aprofundar no ecossistema .NET.
sim, eu sei que pode-se usar o VSCode no linux e eu o faço, mas nem se compara à experiência do Visual Studio no Windows.
e sim, também sei que existe o Rider no linux, mas não sou rico hahahahahhah
Estou até me sentindo meio alien respondendo aqui no meio da galera falando que usa Linux …
Uso Windows no dia a dia e, na boa, quem em 2024 usa com frequência o menu iniciar?
Por aqui, todos os apps de uso frequente já estão fixados na barra de tarefas, em uma atualização recente até o Copilot está com um ícone na barra de tarefas. Aliás, isso me ajudou a fazer o Copilot se tornar minha ferramenta principal de busca.
Devo entrar no menu iniciar menos de uma vez por dia em média, mas tenho total ciência que não sou o usuário típico.
Na boa? O usuário típico já vê MUITO mais propaganda no Facebook e Instagram, então o usuário típico talvez nem estranhe em ver alguma propaganda dentro do Windows…
Cara, odeio anúncios inseridos no sistema. A questão é que ele é o seu local seguro antes de acessar a web e se deparar com aquela série de anúncios duvidosos. No sistema, ver esse tipo de coisa reduz ainda mais a segurança e piora muito mais a experiência.
Sobre o uso, eu te digo que não uso a barra de tarefas, só o menu iniciar. E isso porque os apps fixados ali ocupam espaço quando não estão sendo usados. Muitas atividades diferentes que executo envolvem conjuntos diferentes de programas, então, para mim, não faz tanto sentido fixar tudo na barra de tarefas (como fazia antigamente) e ter que lidar com um monte de ícones que não terão utilidade na maior parte do tempo.
Vale um esclarecimento: também não sou favorável a estes anúncios, aliás, será que alguém é favorável? Eu seria favorável somente se o Windows viesse por zero reais nestas condições. Sim, fiz analogia com o YT hehe
Confesso que fiquei curioso com vc falando em “ter que lidar com um monte de ícones” … O que vc precisaria fazer exatamente? Porque eu só deixo os ícones lá e vida que segue, zero incômodo.
Hahaha talvez seja só um tique meu, é verdade.
Mas eu tenho lidado com registros de documentos clínicos (Word, Excel, Cryptomator, WhatsApp), pesquisa acadêmica (Zotero, Adobe Reader, Obsidian), cursos de programação (VS Code, Anaconda), disciplinas da pós-graduação e estágio (Power Point, Excel, Outlook), e também fixo o atalho para algumas pastas que estão sendo pontualmente mais usadas.
Uso tudo isso? Uso. Mas não tudo junto. Normalmente alterno entre esses grupos bem específicos de apps, a depender do dia, então prefiro “convocá-los” quando estão sendo usados. As exceções são o Explorador de Arquivos e o Firefox, que sempre estão fixados na Barra de Tarefas.
O melhor dessa história é que temos essa liberdade de usar conforme nossas preferências!
Agora eu que fiquei pensando se deveria deixar a barra de tarefas sempre com ícones ocupando 80% do espaço kkkkk
Por hora, apenas usuários Windows Insider dos Estados Unidos receberam a atualização, exceto em dispositivos administrados por organizações.
Até aqui nada demais, e honestamente o insider é tão, tão entendiante (o windows hoje é tão, tão entediante!!) que ver ALGO é melhor que o constante NADA.
Agora uma materia assim fez eu pensar… você VE o iniciar ainda? Esse menu ridículo basicamente é invisível nos meus olhos a anos, apenas clico nele e digito o que quero, e no máximo fico pensando, quando ele se quebra, “pqp esse treco é um lixo!”. .
Propaganda não ajuda, mas muito distante de ser o pior problema.
kkkkk parece que sou o único usuário do Iniciar aqui
Faz muito tempo que não uso Windows. No macOS tem um quase equivalente ao menu Iniciar, o Launchpad, e confesso que nunca abri a fim de abrir um app. Desde o início, uso o Spotlight (busca do sistema) para isso. Acho muito mais rápido digitar o começo do nome de um app do que arrastar o mouse.
(Às vezes, muito raramente, dá um branco e esqueço o nome de um app que não costumo usar, hehe. Aí abro o diretório de aplicativos,
/Applications— acho mais rápido/intuitivo que o Launchpad.)Mesma coisa no Linux (Gnome e KDE) e, imagino, a busca do Windows deve ser boa o bastante para esse paradigma de uso.
Já tentou, Edson?
Já! Às vezes, acabo digitando na busca, mesmo tendo os ícones no Menu Iniciar, inclusive. Mas deixo por lá também algumas pastas específicas, para as quais a busca nem sempre é tão prática. Essas são pastas que acessarei muitas vezes por um curto ou médio período de tempo, mas, depois, não acessarei mais com a mesma frequência. Por exemplo, um curso que esteja fazendo, os artigos usados na tese, ou a escrita de algum artigo.
Não sei se interessa tanto, ou se já fujo do tema dizendo isso, mas aqui eu formulei minha organização pensando em um uso de curto e de longo prazo. Por exemplo, se preciso escrever um artigo este mês, é melhor que esta pasta esteja visível. Mas, a longo prazo, é melhor ter uma pasta chamada “Artigos” com todos que já escrevi reunidos.
Antigamente, eu movia as pastas sempre que finalizava um trabalho, como se o estivesse arquivando, mas, com o passar dos anos, vi que criava acidentalmente conflitos entre as categorias, ou pastas repetidas com a mesma finalidade. Assim, uso esses atalhos no Iniciar para ter as coisas mais visíveis. Poderia ser o Explorador de Arquivos, mas isso exigiria um pouco mais de cliques e talvez fosse mais inconveniente.
Como essas pastas já estão por lá, acaba que alguns programas também ficam ali. Não imaginava que era um uso incomum.
Eu ainda uso Windows no trabalho, mas devido ao que tenho usado no dia a dia, em casa estou com Linux desde o meio do ano passado. E vou ser honesto, algumas distro atuais valem mais a pena que Windows, como Zorin, PopOS ou Mint. Consigo fazer tudo nele no meu dia a dia.
A Microsoft do Nadella quando se trata do Windows é um tédio.
Verdade. Porém o que a empresa valorizou na mão desse cara é inacreditável. Não é que “windows não importa”, apenas não precisa ser o foco.
O Nadella é um genio.
Nadella antes de virar CEO da MS era o chefe da divisão Azure, então o foco desejado da empresa era muito claro e planejado.
Pela valorização da empresa, o movimento foi totalmente acertado.
eu queria abandonar mas linux nem tem como usar para por causa dos jogos que eu tenho para steam e epic :T e seria difícil de usar pois teria digitar os comandos e etc.
bem que poderia existir um distro Linux que facilite uso dia a dia e jogatina também.
Talvez no dia que o Photoshop chegar ao Linux, vai dar uma balançada nos lados de Redmond.
Ou quando o Windows virar uma distribuição Linux. (parece absurdo, embora eles estão abraçando o pinguim mais do que nunca)
A interface do Windows 11 me soa muito como se fosse oriunda de uma distro Linux. Não conheço totalmente para falar se é um Gnome, KDE ou Cinnamon (me lembra algo entre estes dois úlitmos, já que usei o Mint). Alguém já reparou nisso?
O KDE Plasma é mais convidativo para quem vem do Windows, pois adota vários paradigmas que, se não foram inventados pela Microsoft, foi o Windows que os popularizou. O Mint/Cinnamon tem uma proposta similar. Desses três, acho que só o Gnome que se distancia muito e é mais original. Se fôssemos compará-lo com algum sistema comercial, ele está mais próximo do macOS que do Windows.
Existem diversas distribuições Linux feitas pensando no usuário regular, como o Linux Mint e o Zorin OS. Você dificilmente vai tocar em terminal nelas, a não ser que queira. Desde a gestão de atualizações, instalação de programas e correção de problemas comuns são feitos toda por aplicativos com interface gráfica.
Em questão a jogos, é possível jogar tanto da Steam como da Epic no Linux. Boa parte dos jogos são suportados, sendo as maiores exceções jogos com sistema de anti trapaça mais incomuns (como PUBG e Valorant) – jogos com BattlEye e Easy são suportados, desde que o desenvolvedor tenha habilitado a opção.
Eu jogo meus jogos da steam tranquilamente no linux. Agora que eles tem o proton é só alegria
POP_OS! é bem simples, mas nem todos os jogos rodam.
Testa com o Wine