6 comentários

  1. Uma das maiores lições que já tive nessa vida foi a de nunca subestimar a estupidez humana. Dito isto, se estão censurando Pixelfed em postagens do Instagram, talvez faça sentido fazer o mesmo com Linux. Pois é bem comum usuários de redes sociais descentralizadas falarem sobre Linux. Agora não sei o quanto comunidades de Linux falam sobre as redes descentralizadas.

    1. Não sei como é que está a situação ainda, mas está acontecendo a mesma coisa se tu colocar a expressão “Mega Drive”, alegam que estavam hospedando coisas horríveis e esse termo estaria sendo bloqueado.

      E quem quiser falar sobre o Console da SEGA, que se lasque.

  2. Tem aquele ditado que diz: “Nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela burrice.” (Descobri agora que a frase se chama “navalha de Hanlon”.)

    À PC Mag gringa, um porta-voz da Meta disse que tratou-se de um erro. E… é uma justificativa plausível: os sistemas de moderação do Facebook/Meta são bastante automatizados e qualquer falso-positiva incorre em muitos bloqueios devido ao tanto de gente que usa o serviço.

    Outra maneira de encarar a situação é: o que a Meta ganharia bloqueando o tema “Linux” do Facebook? Eu não consigo pensar em nenhuma vantagem…

    1. Me passou uma coisa em mente.

      Bloquear a palavra pode também servir de teste para saber quantas pessoas realmente dariam importância a isso. Tipo, quem moderar saberá pela reação quantas pessoas estranharam ou reagiram até de forma a sair da plataforma.

      Quem mexe com Linux – ou ao menos conhece o termo – sabe o que está fazendo. Não é leigo em informática.

      Pode soar bem estúpido o que pus como ideia, mas dado que a Meta meio que tenta deixar um ambiente “ao jeito dela”, impedir pessoas que entendem de tecnologia é uma forma de deixar a plataforma apenas com usuários que rendam algo a mesma, seja falando futilidades ou fazendo propagandas para marcas.

  3. Steve Ballmer, quando era o CEO da Microsoft, chegou a falar que o Linux era um câncer.