10 comentários

  1. Tenho um filho que fez 5 anos agora. Celular e table não deixo (a não ser o tablet pra manual de Lego). As poucas experiências que fiz (em momentos de aguentar uma dor num pós-operatório pra fazer curativo) foram terríveis. Aí trocamos pelo videogame, um PS4.

    Na minha opinião, a experiência da tela grande (e não touch) é muito mais saudável. Celular é crack, até pelo formato dos jogos “gratuitos” (mas não só).

    Então rola 1 hora de tela por dia, seja pra assistir desenho ou pra jogar videogame. Fim de semana sem rolês fora de casa é mais flexível.

    No PS4 tem alguns jogos que foram legais, não sei se tem pra XBox:
    – Untitled Goose (pra jogar junto)
    – Gigantossauros (ótimo)
    – Patrulha Canina (são todos meio iguais, mas bacanas)
    – Starlit Kart Racing
    – Little Big Planet (fabuloso)
    – Abzu

    Mas ai ele quis jogar Fifa. E é divertido.

    Eu costumo seguir bastante a faixa etária desse site europeu: https://pegi.info/

    Não acredito muito em coisas eletrônicas educativas pra essa faixa etária. Acho que o rolê é diversão mesmo. E pode ser mais legal e até saudável que o monte de lixo do streaming (e 200 mil vezes mais saudável que Youtube).

  2. Se quiser fugir dos aplicativos / jogos predatórios e com compras internas, os jogos da Netflix (pra quem tem assinatura desse serviço) são bem bons e tem para várias idades (inclusive para os adultos).
    Uma coisa que eu fiz que dá um pouco de trabalho mas funciona bem é instalar o sistema Retropie numa Raspberry Pi, colocar alguns jogos para crianças de vários consoles antigos (tipo Mickey Playhouse do Super Nintendo) e conectar tudo numa TV no HDMI. Usei dois controles desses USB de R$30.

  3. Procure pelos jogos da Sago Mini e da Bimi Boo. Meu filho adorava quando era menor.

  4. Eu comprei muita coisa para as minhas filhas em lojas de brinquedos educativos – muita coisa de madeira, kit de ciências, bichos, carrinhos e quebra-cabeça.

    Tinha uma francesa que fazia coisas maravilhosas – kit de jardinagem, panelinhas, uma casa de bonecas em papelão (que podia ser colorida) e que se transformava num livro, lanternas com máscaras para projeção de histórias na parede etc.

    Elas cresceram sem internet – começaram a acessar com dez anos ou mais.

    1. Júlia, é admirável a sua postura! Por aqui, infelizmente, usamos as telas em situações de emergência – basicamente quando eu ou minha esposa não conseguimos acompanhar a brincadeira.

      Quando eram mais novos, eles gostavam de um app com som de animais; tinha jogo da memória também. Era bem feito e não tinha propaganda. Era dessa empresa: https://www.papumba.com/

      1. Em tempo: sei que a pergunta era sobre jogos eletrônicos, mas preciso sugerir Dobble e Taco Gato Canra Queijo Pizza. São os jogos de cartas favoritos dos meus filhos.

      2. Minhas filhas (24 e 22 anos) cresceram sem telas principalmente porque celulares não eram o que são hoje. E sim, claro que TV foi babá quando necessário, mas elas tiveram o privilégio de crescer numa casa espaçosa, com quintal, cachorros e uma casinha de madeira pra chamar de sua.
        Pra quem não tem isso, jogos e brinquedos educativos (pra mim) são mais necessários que games num tablet. Eu sou meio radical nesse ponto; crianças vão ter a vida inteira pra se debruçar em cima de uma tela de celular.