8 comentários

  1. A primeira vez que ouvi falar do Olavo de Carvalho foi em 2001 ou 2002 quando ele e o irmão mantinham um site sobre astrologia e entraram numas de fazer o mapa astral de todos os presidenciáveis da eleição de então pra, a partir desse ‘dado’, advinhar quem ganharia. Os mapas astrais, segundo eles, apontavam que o Garotinho ia vencer. Depois que o Lula ganhou fizeram um mea-culpa dizendo que erraram porque a data e hora de nascimento do Lula é imprecisa, então o mapa dele tava errado etc.

    Curioso que toda essa associação dele com astrologia não tem mais histórico na internet. Claro, as pessoas sabem que ele foi astrólogo e tal, mas a partir do material atual não conseguem ter uma ideia da dimensão que essa ‘ciência’ ocupava na vida dele, como no exemplo acima. Acho que aos poucos até ele foi se afastando publicamente da astrologia e de sua defesa, provavelmente a partir desse ‘case’ da eleição de 2002. Lembro que na época virou chacota na então blogosfera (e muita coisa dessa época a gente não acha mais na internet, infelizmente).

    1. E não foi o The Verge, foi o Business Insider. O The Verge publicou uma nota da Elizabeth Lopatto comentando a matéria – que está disponível por módicos “MONTHLY US$ 1,00 first month Plus taxes”

  2. O autor do texto claramente tem preconceito político que não seja o seu, taxando todo diferente de fascista. O Fiatjaf faz um excelente trabalho no desenvolvimento do protocolo. Já o Dorsey, o dinheiro é dele e é livre pra apoiar as causas que desejar.

    1. Mas o Olavo de Carvalho era fascista, ué. Qual é o erro aqui?

    2. “No X, onde Parra também era conhecido como Fiatjaf, sua biografia dizia: ‘O esquerdismo é uma doença.’ Parra deixou a plataforma no ano passado.
      Como Fiatjaf, Parra disse à Forbes que suas opiniões políticas foram moldadas pela escola econômica austríaca laissez-faire e pelas experiências negativas de seus pais empreendedores com a regulamentação governamental no Brasil. Ele ficou frustrado com o que considerou a crescente censura dos usuários do Twitter e queria construir um protocolo descentralizado que permitiria às pessoas levar facilmente os perfis de mídia social e seus seguidores para outras redes se discordassem das políticas de moderação de conteúdo de uma plataforma.
      Parra colocou links para os sites que criou para Olavo na página inicial de seu site pessoal principal. No Github, ele publicou uma linha do tempo de sua vida mostrando que se matriculou em um curso online de filosofia sobre os perigos do ‘marxismo cultural’ que Olavo começou a oferecer em 2009.
      Em um podcast no ano passado como Fiatjaf, Parra refletiu sobre a probabilidade de “nazistas ou racistas ou o que quer que seja” poderem ver a Nostr como um lar para discursos de ódio porque a natureza do protocolo significa que ele não tem moderação centralizada de conteúdo.”

      Realmente, não tem nada de fascista. É bem pior.