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Israel usou IA para definir 37 mil alvos, com cálculo de ‘permissão prévia’ de morte de civis, diz investigação sem paywall oglobo.globo.com

Confesso que sei que não deveria, mas estou assustado que o uso de IA em guerra para fins de detecção e permissão de bombardeio já está em uso.

1 comentário

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  1. É alarmante em dois sentidos:
    1- uma imagem macabra de uma máquina tendo autonomia para decidir de dar fim a vidas humanas
    2- Os militares israelenses desumanizarem tanto os civis palestinos que aceitam centenas de mortes de inocentes a cada ataque mesmo sabendo que por uma margem bem alta, o alvo em si pode ter sido selecionado de forma equivocado pela máquina como eles próprios admitem. Pois a revisão humana das decisões do software demora apenas cerca de 20 segundos para cada caso e esse tipo de sistema foi projetado para cruzar informações de diferentes bancos de dados e oferecer um score de risco de crédito para instituições financeiras, onde o impacto de um falso positivo é baixo. no máximo a pessoa poderia ter problemas ao financiar algum bem.