Esse texto do Nicholas Carr levanta uma reflexão interessante.
Essa imersão em dados que estamos submetidos no nosso cotidiano (achei hilário o processo de compra na internet que ele cita e a infinidade de e-mails gerados rs) tem suas conveniências e prazeres, mas o que estamos perdendo com tanta micro informação?
Lembrei de uma frase do Sidarta Ribeiro que acho que dialoga um pouco com esse contexo.
“As novas gerações serão extremamente literais, porque o espaço da metáfora, da alegoria, da poesia, da filosofia, está sendo drasticamente reduzido”.
Ou invadido por tantos dados?