(…)
Nunca mais os humanos serão capazes de dar uma resposta melhor do que uma máquina a perguntas como a da Pérsia Aquemênida.Mas — ser capaz de pensar com rapidez, com originalidade, criatividade e entusiasmo, de uma forma que se baseie tanto num amplo conhecimento dos fatos quanto num senso reflexivo, investigativo e profundamente individualista de suas opiniões subjetivas, memórias, experiências sensoriais e intuições sobre um tópico? Isso resume bem o que acredito ser o valor duradouro, e o novo objetivo, da educação humanística nas décadas de 2020 e 2030.
Texto longo que mostra onde fica a fronteira entre o trabalho produzido por IA e a criatividade humana. Confesso que usei o tradutor do browser (se comunicar full time em uma segunda língua no trabalho já me cansa cognitivamente o suficiente).